segunda-feira, 17 de junho de 2013

FAZEI DISCÍPULOS 11 – O ESPÍRITO SANTO, O SEGREDO DO PODER

TEXTO BÁSICO: (João 14.16-26).

OBJETIVO PROPOSTO: Conhecer o essencial sobre a pessoa e a obra do Espírito Santo na vida do cristão proporcionando-lhe uma posição equilibrada.

INTRODUÇÃO: Uma das realidades mais importante para o cristão, embora menos entendida, é o ensino bíblico a respeito do Espírito Santo. Hoje, muito se fala acerca da pessoa e obra do Espírito Santo, entretanto percebe-se que alguns equívocos têm sido cometidos. Esse desconhecimento a respeito da pessoa e obra do Espírito Santo tem causado muitas dificuldades na vida da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, gerando inclusive graves heresias.
Talvez, até mesmo de maneira inconsciente e ingênua, muitos têm tentado manipular o Espírito Santo, como se Ele estivesse a nosso serviço e não o contrário.
O Espírito Santo está a serviço do Pai e do Filho e não a nosso serviço; a tentativa de manipulá-IO, pode ser uma forma de resistência á Sua obra, que é inédita, criativa, livre, dinâmica e, às vezes surpreendentemente simples, às vezes simplesmente surpreendente.
Uma compreensão bíblica equilibrada e desprovida de preconceitos a respeito do Espírito Santo é de fundamental importância para a vida do discípulo. Por isso, a orientação bíblica deve prevalecer às experiências pessoais.

EXPOSIÇÃO
1. A PESSOADO ESPÍRITO SANTO

1.1. É de natureza divina
A Bíblia ensina que o Espírito Santo integra a Santíssima Trindade, sendo da mesma essência do Pai e do Filho.
Evidência de que o Espírito Santo é verdadeiro Deus. Atos 5.3-4.
Os atributos pertencentes ao Pai e ao Filho tais como: Onipresencia (Sl 139.7); Onisciência (1Co 2.9-11); Onipotência (Rm 15.19); Eternidade (Hb 9.14) também pertencem ao Espírito Santo.
Obras que somente Deus realiza. Veja em Rm 8.11; Jó 33.4; 1 Co 12.8-11.
A obra da redenção (Tt 3.4-7; 1 Jo 5.5-8);  bem como a fórmula do batismo (Mt 28.19) e também a bênção Apostólica (2 Co 13.13) nos mostram de maneira inequívoca a igualdade das 3 pessoas da Santíssima Trindade.
Ênfase da Trindade no CM, pergunta 9: "um só Deus verdadeiro e eterno, da mesma substância, iguais em poder e glória, embora distintas pelas suas propriedades pessoais". E assim sendo, o Espírito Santo deve ser compreendido e honrado como Deus.
1.2. Tem Personalidade própria
A palavra "Consolador" (Jo 14.6-7,26), mostra que o Espírito Santo é uma pessoa e, que também pode ser traduzido por: "conselheiro", "auxiliar", "advogado", "amigo"; é assim que Jesus apresenta o Espírito Santo, o "outro" que haveria de vir para dar continuidade à Sua obra.
Qualidades próprias de uma pessoa: pensamento, sentimento, vontade, consciência e direção própria (Jo 14.26; Jo 16.7- 8,13-15; Rm 15.30; Ef 4.30).
Os atos do Espírito Santo confirmam a sua personalidade: Ele fala, clama, testifica, ensina, intercede, guia (Ap 2.7; Gl 4.6; Rm 8.14,26).

2. A OBRA DO ESPÍRITO SANTO
2.1. O Espírito Santo nos conduz a conversão e a regeneração:
É preciso compreender que Cristo, pelo seu sacrifício conquistou a nossa redenção e, o Espírito Santo aplica em nossas vidas o resultado dessa redenção. É o Espírito Santo quem age no coração do homem, abrindo o seu entendimento, operando no seu interior, realizando a transformação de sua natureza, levando-o a reconhecer o seu estado de pecado e perdição eterna.
O homem, (morto espiritualmente), recebe vida, ressuscitando eternamente para o Senhor Jesus. Esta obra de regeneração do homem é realizada pelo Espírito Santo. O Espírito Santo "...nos convence do pecado, da justiça e do juízo..." (Jo 16.8). O Espírito Santo faz a pessoa nascer espiritualmente (Jo 3.5-6). O pecado degenera, mas o Espírito Santo regenera. Isto, porém, não depende do homem, mas só acontece mediante a ação da obra poderosa e miraculosa da pessoa do Espírito Santo.

2.2. O Espírito Santo nos adota, sela e batiza
Todos os seres humanos são criados à imagem e semelhança de Deus, todos são criaturas de Deus. Porém, nem todos são, de fato, filhos de Deus. (Jo 1.13; 1 Jo 3.9-10; Jo 8.44).
No ato da conversão, o Espírito Santo concede ao convertido um poder muito especial, adota-o como filho de Deus, (Gl 4.4-6; Ef 2.18-19). Esse poder somente é dado àquele que crê no nome de Jesus (Jo 1.12) recebendo-o como seu Senhor e servindo-o como escravo. Ele, então, nos selou com a presença do Espírito Santo da promessa, como garantia de posse (penhor), para sempre nesta vida terrena, até o dia da nossa redenção. Veja Ef 1.13; 2 Co 1.22; Ef 4.30.
Hoje existe uma grande confusão quanto a interpretação no que se refere ao batismo do Espírito Santo.  (não trataremos disso agora).
O Espírito Santo além de convencer e regenerar o pecador, Ele também batiza-o no corpo de Cristo, isto é, faz a união do pecador regenerado ao corpo de Cristo. "Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo..." (1 Co 12.13). No batismo com água, confirmação externa de algo interno que já aconteceu (conversão), o convertido é introduzido na igreja local, comunidade visível, concreta e terrena.
Já, na conversão, o Espírito Santo batiza o novo convertido no corpo de Cristo, a Igreja Invisível, composta por todos os salvos em Cristo.
O batismo do Espírito Santo é uma dádiva de Deus e acontece como experiência única na vida do convertido, no mesmo instante de sua conversão. É quando o Espírito Santo vem habitar em seu coração transformando sua vida, incutindo-lhe fé, convencendo-o do pecado, conduzindo-o ao arrependimento, levando-o ao pedido de perdão a Deus. Assim, o Espírito Santo realiza a experiência do novo nascimento na vida do crente, adotando-o como filho de Deus (Veja Mc 1.8).

2.3. A razão principal da vinda do Espírito Santo
Glorificar a Cristo , anunciando-nos a sua vontade é a principal razão da habitação do Espírito Santo em nossa vida. E uma das maneiras que isso poderá ser realizado através de nós é sendo testemunhas de Jesus (At 1.8). Devemos falar de Jesus para as outras pessoas, contar a elas o que Ele fez em nossas vidas, falar do Evangelho de Cristo, das boas-novas do Evangelho, isto é evangelizar.
Evangelizando estaremos produzindo frutos espirituais para a vida eterna; além de glorificar o Pai estaremos nos tornando seus discípulos conforme João 15.8.

Quando aparece os frutos do Espírito Santo?
Quando atendemos o desafio que recebemos da Palavra de Deus em Efésios 5.18 "E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito..."
Ser cheio do Espírito é esvaziar-se de si mesmo. É esvaziarmos de nossas sujeiras, de nossos pecados e vícios, de nossa podridão, de nossos desejos carnais e pecaminosos. Ser cheio do Espírito é permitir que Ele dirija e conduza nossa vida. É permitir que Ele reine em tudo, em nossos sonhos, planos, projetos; em nosso falar; em nossas ações e atitudes, é ser guiado pelo Espírito Santo em tudo. (*Consciente).

APLICAÇÃO
1.      Qual o papel do Espírito Santo na conversão do pecador? E qual o nosso papel?

2.      Qual a razão principal do Espírito Santo habitar em nós?

3.      O que nos impede testemunhar de Cristo, se temos o Espírito Santo que nos fortalece em tudo?

4. Como testemunha de Cristo precisamos pedir ao Espírito que nos encha do seu santo poder.

CONCLUSÃO

O Espírito Santo é Deus. Ele é o responsável pela conversão do homem a Deus. Toda pessoa convertida, ou seja, verdadeiro discípulo de Jesus, tem o Espírito como hóspede. O Espírito converte, habita e sela o verdadeiro discípulo (Ef 1.14-15). A vida cristã é vida no Espírito. 

Estudo Aplicado na EBD no dia 19/05/2013,
Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu-Rn
Rev. José Francisco do Nascimento

O VALOR DA MULHER SÁBIA

A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos a derruba (Pv 14.1).
As mulheres sempre estiveram na vanguarda dos valores morais que sustentam a vida familiar. Quando as mulheres abandonam esses princípios, é porque a sociedade está chegando ao fundo do poço de sua degradação. O sábio nos fala de dois tipos de mulheres. Não fala de mulheres ricas e pobres, jovens e velhas, belas e desprovidas de refinados predicados físicos, mas de mulheres sábias e insensatas. A mulher sábia edifica a sua casa, pois é arquiteta dos valores morais que ornam a vida familiar. Se a construção com pedras e tijolos exige investimento e perícia, quanto mais a construção do lar e dos relacionamentos! A mulher sábia é aquela que investe seu tempo, sua vida, seus sentimentos, seus recursos e sua alma em pessoas, mais do que em coisas. Valoriza mais relacionamentos do que objetos. Dá mais importância à beleza interna do que ao requinte externo. A mulher insensata, porém, é demolidora. Suas palavras e ações provocam um verdadeiro terremoto na família. Ela desagrega, divide e separa. Suas mãos não trabalham para o bem, mas para o mal. Ela não é uma escultora do eterno, mas uma costureira do efêmero.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

FAZEI DISCÍPULOS 10 - O DISCÍPULO PRODUTIVO NO EVANGELISMO

TEXTO BÁSICO: Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado; permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam. Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos. Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo. O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.   (João 15.1-16).
OBBJETIVO PROPOSTO: compreender que deus exige produtividade espiritual dos seus discípulos.
INTRODUÇÃO: Na vida espiritual Deus cobra produtividade do seu povo. Em Gênesis capítulo 1, ao criar todas as coisas, Deus não somente produziu, mas exigiu produtividade: "Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a..." (Gn 1.27-28). Abençoado por Deus, o homem deve produzir e administrar a produção. Portanto, ser criativo e produtivo é uma maneira de refletir a imagem e a semelhança de Deus em nós.
Neste estudo refletiremos em João 15, que revela a cobrança que Jesus nos faz acerca da nossa produtividade espiritual. Fruto é o que Jesus espera:
EXPOSIÇÃO DA LIÇÃO
1. A FIGURA DA VIDEIRA - “... Eu sou a videira verdadeira afirma Jesus” (Jo 15.1). O simbolismo da videira acha a sua explicação no Antigo Testamento. O povo de Israel é uma videira que foi trazida do Egito por Deus (Sl 80.8; Is 5.7; Jr 2.21).
No Novo Testamento, Jesus através da parábola dos lavradores maus (Mt 21.33-46; Mc 12.1-12; Lc 20.9-19) reformula o sentido simbólico da videira como a nação de Israel.
Os arrendatários da vinha (a nação de Israel) mataram os servos (os profetas até João) enviados pelo dono (Deus) para receber seus frutos. Ao matarem o herdeiro (Jesus), os arrendatários pensavam que a vinha seria deles. O dono porém, executou estes maus lavradores e colocou outros no lugar deles (Mt 21.43).
Enquanto no Antigo Testamento Israel era a videira ou a vinha, a videira agora é concentrada na pessoa do próprio Jesus. Ele é a videira verdadeira.
No Antigo Testamento a videira é sempre vista no seu aspecto de degeneração (Ez 15; Os 10.1). Porém, Jesus como a videira verdadeira é um organismo vivo que transmite vida a outros organismos.
Os discípulos são os ramos. Assim como os ramos de uma videira se acham ligados ao tronco principal, assim também cada crente se acha ligado a Cristo, recebendo dEle a vida. Deus Pai é o agricultor, ou seja, aquele que planta, cuida e faz crescer. Lavoura de Deus sois vós (1 Co 3.9). "O agricultor não somente é aquele que ara a terra, mas também é aquele que planta e cuida da videira. Aquele que originou as relações existentes entre a videira e os ramos, ao plantar a Videira verdadeira nesta terra é quem cuida dela e garante que a mesma produzirá frutos" (Alford).
2. A PRODUTIVIDADE DOS RAMOS
"Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta..." (Jo 15.2). Aqui Jesus estabelece o princípio da produtividade espiritual. A pessoa que "está em Cristo" deve refletir essa união através da frutificação espiritual.
2.1. Quanto ao Ramo
A sua existência baseia-se na escolha divina. "Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça..." (Jo 15.16).
Fomos eleitos e chamados: para a alegria (15.11); para o amor (15.12); para sermos amigos de Jesus (15.13- 15); para sermos embaixadores de Deus no mundo (15.16); para sermos membros privilegiados da família de Deus (15.16) [W. Barclay].
O nosso dever é produzir. A improdutividade resultará em corte: "Todo ramo que estando em mim, não der fruto, ele o corta..." (Jo 15.2). Há motivação para aquele que produz: "...e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda!'.
O ramo para produzir necessita "permanecer em Cristo". Sem Cristo, o ramo secará e servirá apenas para o fogo: Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam (Jo 15.6). A madeira da videira não serve para nada, senão como lenha (Ez 15.1-8).
O ramo para frutificar precisa da seiva. O cristão recebe a seiva para frutificar através da vida de oração e estudo da Palavra de Deus. Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito (15.7). Ler: Cl 3.16 e Ef 6.18-19.
2.2. Quanto ao Fruto
O segredo ou a condição para a frutificação espiritual é "estar" e "permanecer" em Cristo. Nos versículos de 4-6, Jesus repete a palavra "permanecer" por sete vezes. Para a Teologia essa experiência é chamada de "União Mística com Cristo". O ramo, quando considerado separadamente, à parte da videira, não possui qualquer fonte original de vida. A seiva flui da videira para o ramo, daí para os raminhos, e então para as folhas e os frutos. Por si mesmo, o ramo é um órgão destituído de vida, que só cumpre as suas funções quando está vinculado à videira.  Ler: Cl 1.23; 2.19; Ef 5.30; Jo 6.57.
A essência do fruto espiritual é a obediência aos mandamentos de Deus.
a) Obedecer a Deus é uma prova de amor (Jo 15.10; Jo 14.21).
b) Obedecer a Deus é uma prova de amizade (Jo 15.14).
c) A natureza do fruto é espiritual: “... amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio..." (Gl 5.22-23). Sendo assim, a sua origem é sobrenatural (do Espírito) e o seu desenvolvimento é gradual.
APLICAÇÃO
1. Quando Deus é glorificado? através dos frutos espirituais, "...fruto..." (v.2), "...mais fruto ainda..." (v.2), "...muito fruto..." (vv.5 e 8).
2. Tudo tem um só objetivo: a glorificação do Pai, porquanto foi Ele quem planejou que os homens fossem frutíferos. "Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto..." (v.8).
3. Você está disposto a ser um discípulo produtivo?
CONCLUSÃO: A vida de um discípulo deve ser marcada pela produtividade e frutificação espiritual decorrente do fato dele ter sido escolhido por Deus para essa tarefa (Jo 15.16). A produtividade espiritual é permanente ou eterna, "...vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça..." (Jo 15.16). Fruto permanente indica que o trabalho realizado pelo cristão neste mundo tem consequências eternas tanto para quem o realiza como para quem o recebe. “Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1 Co 15.58).


Estudo Aplicado na EBD no dia 12/05/2013,
Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu-Rn
Pr. José Francisco do Nascimento


quinta-feira, 16 de maio de 2013

FOME INSACIÁVEL


O justo tem o bastante para satisfazer o seu apetite, mas o estômago dos perversos passa fome (Pv 13.25).
A fome do corpo pode ser mitigada com um prato de comida, mas a fome da alma não se satisfaz com o pão da terra. Os prazeres desta vida e as riquezas deste mundo não satisfazem nossa alma. Temos um vazio no coração com o formato de Deus, e nada nem ninguém podem preenchê-lo senão Deus. Os dons de Deus não substituem Deus. As dádivas não substituem o doador. A bênção não é substituta do abençoador. Só Deus pode nos satisfazer. O justo não é desamparado, nem sua descendência mendiga o pão. O justo tem pão com fartura e desfruta de todas as iguarias da mesa do Pai. Ele tem o bastante para satisfazer o seu apetite, pois se alimenta do Pão vivo que desceu do céu. O estômago do perverso, porém, passa fome, e sua alma definha de inanição espiritual. O ímpio alimenta-se de pó. Mesmo que ele jogue para dentro da sua alma as mais diversas aventuras, não encontra nelas prazer algum. O ímpio constrói casas, mas não se sente seguro nem feliz. Planta vinhas, mas não se delicia com o vinho. Assenta-se ao redor de lautos banquetes, mas seu estômago não se sacia com nenhuma iguaria. Na verdade, a fome do perverso é insaciável, pois ele não conhece a Deus, o único que pode satisfazer sua alma.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

FAMÍLIA 1 – FERMENTO NA SOCIEDADE


TEXTO BÍBLICO: Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. (Mateus 5:13-16).
INTRODUÇÃO: Como é que uma família cristã pode conter as influências dessa sociedade?
Qualquer pessoa que deseja discutir o que deve ser feito na sociedade moderna deverá encarar uma tarefa que não é somente importante, mas muito delicada. É muito difícil entender completamente a sociedade contemporânea. O controle da cultura contemporânea tem sido frequentemente atribuído à filosofia pós-moderna, à qual nos referimos anteriormente.
EXPOSIÇÃO
A pós-modernidade diz que não existem absolutos nem objetivos claros e específicos. Afirma que a liberdade, liberdade sem limites, é direito de cada indivíduo e que cabe a cada um decidir como exercer essa liberdade. Para exercer essa liberdade a pessoa deve fazê-lo sem nenhuma amarra, sem limites, e em algumas circunstâncias, parece que poderia ser dito "sem consciência".
PRESERVANDO A FAMÍLIA
O chamado à proteção do núcleo familiar e seus valores tradicionais, das ênfases e atividades pós-modernas, tem sido ouvido em diferentes pontos. Políticos e candidatos a posições governamentais têm se referido constantemente ao estado lamentável em que se encontram as famílias da sociedade contemporânea e exortam para que algo seja feito a esse respeito. Enquanto isso, a pergunta continua a ser feita repetidamente, apesar dos esforços de salvar a família: "A família pode ser salva?”.
Três influências devastadoras e transformadoras devem ser destacadas: o dinheiro, o materialismo e o divórcio inconsequente.
O futuro, do ponto de vista meramente humano, parece árido para a família. Nós não seremos efetivos enquanto permitimos que as preferências modernas sociais e culturais e os padrões atuais façam parte da solução. Estes são a causa e a fonte das tragédias familiares encontradas em todas as classes sociais.
Nós devemos ser realistas honestos: os hábitos culturais e sociais modernos e pós-modernos, bem como suas preferências, opiniões, ideias e influências têm sido absorvidos pelas famílias, escolas e igrejas cristãs.
O fermento da sociedade alterou a família; a família da aliança não tem sido um fermento efetivo na sociedade. Deus exige que nós obedeçamos ao chamado para servi-lo. Devemos servi-lo como fermento, luz e como sal no nosso dia-a-dia (Mt 5.13-16).
A família é a unidade na sociedade que deve primeiramente atentar para essas influências pós-modernas, e em todas as suas ramificações sociais, assim como nas suas exibições culturais que são colocadas à nossa frente. Os pais devem preparar seus filhos para assumirem o lugar que Deus exige que os servos da Aliança assumam em seu reino nos aspectos social, cultural e espiritual.
A história de Noé em Gênesis 6-9, evidencia grande maldade na sociedade. Existiam assassinatos, derramamento de sangue e violência. Deus disse "a vida não deve continuar dessa forma". Deus mandou o dilúvio.
UMA ALIANÇA ABENÇOADORA
Abraão, o pai da aliança de todos os crentes. Ele foi chamado a ser uma bênção a todos os povos. Através dele todos os povos deveriam ser abençoados (Gn 12.1-3).
Abraão deveria ser sal, luz e fermento no mundo em que ele viveu (Gn 18.19). A influência que Abraão foi chamado a exercer e a demonstrar, era mais do que simplesmente a salvação. Abraão foi chamado a ser um servo da Aliança, o que incluía ser a luz de Deus.
Deus quer que todas as nações o honrem como criador, como aquele que reina sobre todas as áreas da vida. Israel, como nação, foi formada sob uma teocracia, de acordo com Êxodo 19.3-6. Todas as leis que foram dadas eram basicamente instruções de como deveriam viver como nação debaixo de um relacionamento com Deus, bem como de serviço a ele. Considere os Dez Mandamentos.
Jesus veio como a luz do mundo (Lc 2.29-32). Nós não devemos pensar na vinda de Jesus para nos salvar somente do pecado. Ele certamente veio para ser nosso Salvador, mas ele também veio para ser a luz (Jo 1.9).
Jesus falou sobre todas as áreas da vida, a espiritual, cultural e a social. Ele falou sobre a família, o divórcio e os filhos. Seu estilo de vida mostrou claramente como viver, servir, utilizar e ser abençoado por todas as bênçãos materiais e naturais da vida.
A igreja exerce um papel importante, mas é a família que forma a unidade básica da sociedade. A família deve ser uma luz brilhando no nosso mundo escuro e corrupto. Ela deve mostrar como marido e esposa se amam, vivem e funcionam como pais, líderes, professores e guias para seus filhos.
DEVEMOS INFLUENCIAR
A família cristã deve entender que ela é o meio ordenado por Deus para trazer luz, sal e fermento à cultura contemporânea. Significa que pais, apoiados por pastores, professores, conselheiros, saibam o que acontece no mundo. Eles devem perceber a influência tremenda que o grupo traz, e a importância de ensinar os filhos a exercer uma pressão que honre a Cristo e a maneira de viver do cristão. Devemos ensinar os filhos a serem influenciadores.
APLICAÇÕES
•     A cultura moderna pode influenciar as crianças em suas esperanças e planos para o futuro? Como evitar que isso aconteça?
•     A família deve ser considerada como a "unidade básica de combate ao crime" na sociedade?
•     É correto pensar na família cristã como um fermento para a sociedade? O que você entende por fermento e o que ele faz.
CONCLUSÃO
Somos chamados para influenciar o meio onde vivemos. Pais, pastores, professores e conselheiros que proclamam uma maneira digna de viver em nosso mundo contemporâneo, não o fazem por sua própria autoridade.
É Deus que nos chama para servi-lo em todas as áreas e dimensões da vida. Ser fermento na sociedade significa ser obediente ao nosso criador, redentor e Deus que reina.

Estudo aplicado na EBD do dia 05/05/2013, na Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu-Rn

Pr. José Francisco.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Família - Cuide da Sua

AVIVAMENTO NA FAMÍLIA
Nada mexe tanto com os nossos sentimentos como a nossa família. Ainda não foi e nunca será inventado algo melhor em termos de lar doce lar, companhia, aconchego, segurança, proteção, amor, sustento e desenvolvimento sadio, do que a família. É na família que nos completamos emocional, social, moral e espiritualmente. Só temos que lamentar o que vem acontecendo com a mesma nestes últimos tempos. A família tem sido alvo das mais impiedosas críticas e ataques; de muitos problemas e dificuldades; muitos a têm como falida ou em falência. Forças hostis e tenebrosas conspiram contra a família e a encurralam de todos os lados, com o firme propósito de desestabilizá-la e destruí-la. Torpedos mortíferos estão sendo lançados sobre os alicerces desta que é a primeira e mais abençoada instituição Divina. Crises gigantescas e medonhas estão estrangulando e enfraquecendo a família desmedidamente. Valores relativos e mundanos estão sendo despejados sobre os nossos lares, todos os dias pela mídia como um veneno devastador e mortal. É lamentável, mas esse é o quadro da família em nossos dias.
Mas apesar de tudo isso, a família continua sendo a base principal da sociedade. Toda e qualquer sociedade continua sendo o reflexo das famílias que a compõem. Uma sociedade só é equilibrada, estruturada e decente quando as famílias que a compõe também o são. Aconteça o que acontecer, as pessoas sempre irão refletir mais o que estão aprendendo ou o que aprenderam em seus lares, junto a sua família, do que em qualquer outra instituição. Dai a necessidade de manter a família sob constante vigilância e na dependência de Deus, de buscarmos a Deus e clamar pela proteção, cura, restauração, avivamento e salvação da família. Só em Deus, o autor da família, ela será protegida contra toda e qualquer investida contra ela, (diabo ou dos homens) e sobreviverá nestes dias tão difíceis de desordenação social, de falência da virtude e desbarrancamento da piedade.
O Livro de Jó chama a nossa atenção para um pai de família extraordinário, bem sucedido, realizado financeiramente, de uma vida moral irrepreensível, elogiado por Deus, cuja família foi terrível e repentinamente bombardeada pela fúria do mal (Satanás), mas se manteve na dependência de Deus (confiando, orando, não murmurando) e por isso, foi grandemente abençoado por ele com um verdadeiro milagre em sua vida e em sua família. Trata-se do próprio Jó. Num só dia, Jó teve a sua vida e a sua família atingida nas cinco áreas mais importantes: Jó 1: 1-5; 13-22; 42: 10-17.
O Deus de Jó, também é o nosso Deus. Continua o mesmo. Não mudou e nem mudará. Tal como ontem, ele pode fazer também um milagre, um avivamento, em nossas vidas e em nossas famílias hoje. Tal como fez com Jó, ele pode se estiver em sua vontade soberana, restaurar as finanças do nosso lar, salvar os nossos familiares, curar as nossas enfermidades, abençoar o nosso casamento e nos reconciliar com aqueles que nos fizeram e ainda nos fazem sofrer. Mas para isso, é preciso que sejamos pacientes, firmes, obedientes, confiantes e perseverantes em nossa fé em Deus. Que Deus abençoe nossa Família. Amém.


IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU
Rua Felix Rodrigues da Silva, 104 – Centro
     CEP: 59508-000 – 

       BOLETIM INFORMATIVO Nº 17 – 2013
      PASTOR: JOSÉ FRANCISCO 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

FAZEI DISCÍPULOS 9 – Um Entendimento Bíblico do Evangelismo – Parte 2


TEXTO BÁSICO: Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado. E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado (Marcos 16.14-16).
OBJETIVO PROPOSTO: Entender corretamente as motivações para a evangelização.
INTRODUÇÃO: Evangelizar é declarar com a autoridade de Deus o que ele fez para salvar pecadores, advertir os homens da sua condição perdida, ordenar que eles se arrependam e creiam no Senhor Jesus Cristo. Devemos procurar formas de usar nosso amor e santidade para atrair outros a Cristo. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus (Mt. 5:16). Quais método funcionam?
EXPOSIÇÃO DA LIÇÃO 2
2. MOTIVAÇÕES PARA EVANGELIZAR?
Creia ou não, alguns dos nossos motivos para evangelização são frequentemente egoístas.
Algumas igrejas estão mais preocupadas em não fechar suas portas do que amar a Deus participando do seu plano de redimir outros.
Alguns indivíduos estão mais preocupados com serem corretos, ou ganhar um argumento, ou parecer mais inteligentes que os outros, do que obedecer a Deus e amar o perdido.
2.1. Deveríamos evangelizar por obediência a Deus.
Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho! (1Co. 9:16). Paulo era motivado pela compulsão do Espírito. Somos ordenados a fazer evangelismo fazendo discípulos. A ordem em si, portanto, tem o intuito de produzir obediência (Mt 28.18-20).
2.2. Deveríamos evangelizar por amor aos perdidos. Ao desembarcar, viu Jesus uma grande multidão e compadeceu-se deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor. E passou a ensinar-lhes muitas coisas (Marcos 6:34).
a) O amor e a compaixão de Jesus pelos perdidos motiva-nos a ensinar, não apenas satisfazer necessidades sentidas operando um milagre.
b) O ensino de Jesus é motivado por amor e compaixão, não um desejo de ganhar um argumento ou parecer inteligente (Mateus 9:36).
c) O amor e a compaixão de Jesus pelas pessoas motiva-nos a orar por mais trabalhadores para a seara.
2.3. No final das contas, deveríamos evangelizar por amor a Deus (João 14:15).
Amar a Deus é o único motivo suficiente para o evangelismo. Amor próprio abrirá caminho para uma centralidade no eu; amor pelos perdidos falhará com aqueles a quem não podemos amar. Somente um profundo amor a Deus nos manterá em Seu caminho, declarando seu evangelho, quando os recursos humanos falham (John Cheesman). (Veja 1Pe 2.12).
2.4. DEVER DE TODO CRISTÃO.
a) A ordem de Cristo de ir e fazer discípulos em todas as nações foi dada a todos os seus discípulos, não apenas aos doze primeiros (Mt. 28:18-20).
b) Quem foi espalhado e quem permaneceu em Jerusalém? Quem pregava? Veja Atos 8:1-4; 11:19-21.
c) A quem Pedro está escrevendo? O que ele lhes manda fazer? Veja 1Pedro 1:1-2; 3:15. Os desejos de Paulo como um apóstolo se aplicam a nós hoje? Veja Romanos 1:14-15. 
d) Aparentemente, o evangelismo na igreja primitiva não foi deixado aos apóstolos ou “super-cristãos”. Todo mundo fazia evangelismo, e havia uma ânsia em seus espíritos por isso (João 13:34-35).
O mandamento para se amar aplica-se a todos os cristãos, e um efeito pretendido desse mandamento é o testemunho evangelístico (Jo 13:34-35). Atos 6:5, mostra que Filipe era um diácono, que não era uma posição de supervisão e liderança espiritual, mas de serviço da igreja.
COMO DEVERÍAMOS EVANGELIZAR?
Se a conversão é entendida como meramente um compromisso sincero feito uma vez, então precisamos levar todo mundo ao ponto de confissão verbal da forma como pudermos.
Embora devamos cuidar, implorar, persuadir, nosso primeiro dever é ser fiel à obrigação que temos de Deus, que é apresentar as mesmas boas novas que ele nos deu. Deus trará conversões ao apresentarmos essas boas novas.
À medida que apresentamos o evangelho em toda sua claridade, precisamos também chamar as pessoas ao arrependimento dos seus pecados e crença na morte e ressurreição de Cristo, como a penalidade substituta para nossos pecados.
Três aspectos importantes do arrependimento e da fé:
É custoso > lembra do que Jesus disse ao jovem rico? Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me (Mt. 19:21).
Precisamos apresentar honestamente a demanda de Deus para que abandonemos tudo em que confiamos ou escolhemos acima de Deus.
É urgente. Comunicar a urgência é desencorajar amigavelmente nossos amigos de esperar uma melhor oportunidade para se decidir. Não há melhor oportunidade, visto que não existe outra forma de escapar da penalidade, poder e presença do pecado (Jo 14:6; At 4:12; Rm 10; Hb. 4:7).
Vale a pena. Obtemos o perdão dos nossos pecados, e Deus credita a inocência de Cristo em nossa conta. Temos um relacionamento com Deus, somos amados por Jesus como irmãos e irmãs, somos cheios com o seu Espírito e recebemos toda benção espiritual em Cristo (Ef. 1).
USE A BÍBLIA QUANDO VOCÊ COMPARTILHAR O EVANGELHO.
Quando falhamos em usar a Bíblia, estamos implícita ou explicitamente revelando uma falta de fé no poder convertedor da Palavra de Deus. Nosso poder está em nossa mensagem (Rm 1:16; 1Co 1:18; 2:1-5; 1Pe. 1:23; cf. Is. 55:10-11).
Lembre-se de orar. A oração expressa nossa dependência de Deus, e nos lembra que somente ele tem o poder para convencer, converter e transformar o mais ímpio de nós.
Lembre-se da soberania de Deus. Deveríamos tentar persuadir os homens como Paulo fazia, mas ao fazê-lo devemos reconhecer que somente Deus convence e dá crescimento às pessoas, e suas misericórdias convertedoras são suas, para conceder quando quiser, e para quem quiser. > Se não cremos na soberania da graça de Deus, então provavelmente contaremos às pessoas histórias de uma forma que as faça chorar, se emocionar e fazer uma decisão sincera, mas não serão confrontadas pela realidade dos seus pecados, por sua necessidade de se arrepender e de receber o dom do Espírito Santo.
APLICAÇÃO
1. Como o nossos métodos tem alcançado o evangelismo bíblico e afetado o entendimento de que é Deus quem realiza a  obra da conversão?
2. A boca fala do que está cheio o coração. Do que está cheio o seu coração? Com o que você gasta suas palavras?
CONCLUSÃO: Os métodos não dará nova vida, todavia, eles serão meios úteis que levará a muitos a serem batizados e se tornarem membros da igreja local. Porém, devemos tomar cuidado, pois os métodos, podem prejudicar o testemunho da igreja na comunidade, ao receber falsos conversos como membros.


Estudo Aplicado na EBD no dia 28/04/2013, na Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu-Rn

Pr. José Francisco do Nascimento

DISCIPLINA, UM ATO DE AMOR


O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina (Pv 13.24).
Disciplina não é punição nem castigo, mas um ato responsável de amor. Os filhos precisam de limites. Precisam saber o que é certo e o que é errado. Precisam de balizas claras e princípios firmes. Os pais não podem premiar a desobediência nem ser coniventes com o pecado dos filhos. Os pais não podem ser omissos diante da rebeldia dos filhos. Quem se nega a disciplinar seu filho não o ama. O pai que ama o filho com responsabilidade não hesita em discipliná-lo. A disciplina também precisa ser aplicada no tempo certo. Uma planta tenra pode ser facilmente envergada, mas, após crescer, engrossar o caule e tornar-se árvore frondosa, é impossível dobrá-la. Precisamos corrigir nossos filhos desde a mais tenra idade. Precisamos inculcar neles a verdade de Deus desde a meninice. Precisamos ensinar a nossos filhos não o caminho em que eles querem andar nem o caminho em que precisam andar. A ordem de Deus é ensiná-los enquanto caminhamos juntos, servindo-lhes de exemplo. A ausência de disciplina desemboca em insubmissão, mas a disciplina aplicada com amor e integridade produz os frutos pacíficos da justiça.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.