sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

PREGUIÇA, CAUSA DE MUITAS PERDAS


O preguiçoso não assará a sua caça, mas o bem precioso do homem é ser ele diligente (Pv 12.27).
O preguiçoso dá alguns passos importantes na vida, mas cessa o seu trabalho antes de concluir seu propósito. Ele sai ao campo para caçar, mas quando apanha sua caça, não tem disposição para assá-la. Ele passa fome e perde o resultado do seu trabalho por que a preguiça não o deixa concluir aquilo que começou. Quantas perdas na vida por causa de preguiça! Quantos casamentos acabados por causa da preguiça! Quanto dinheiro perdido por causa da preguiça! O preguiçoso não usufrui o fruto do seu trabalho. Não tem perseverança. É acomodado. Prefere a indolência, o conforto, o sono, a cama, e a pobreza ao trabalho. Porém, o bem precioso homem é ser diligente encontra o tesouro no trabalho, e não apenas no resultado do trabalho. Deleita-se no trabalho, e não apenas nos seus frutos. Para o diligente, a própria semeadura é uma tarefa encantadora, pois trabalho em si é uma das mais preciosas recompensas do labor. Não tem nada pra fazer ou não fazer nada é uma maldição, mas ocupar-se com o trabalho é uma recompensa que desemboca em muitos outros ganhos. Quem não trabalha dá trabalho; mas quem trabalha amealha riquezas e desfruta de grandes alegrias.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

CRESCIMENTO ESPIRITUAL: O QUE É UM CRENTE SANTO SEGUNDO DEUS? Parte 4

TEXTO BÍBLICO:
De todo o coração te busquei; não me deixes fugir aos teus mandamentos. Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti.
(Salmo 119:10, 11) Disse o Senhor a Moisés: Fala a toda a congregação dos filhos de Israel e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo. (Levítico 19:1, 2)
INTRODUÇÃO:
1. Ser santo é algo que tem tanto o aspecto teórico como o prático. É algo que a Bíblia retrata que foi visto em homens criados segundo a imagem e semelhança de Deus, mesmo após a queda.
2. A santidade não tem sua medida no homem ou qualquer parte da criação, mas em Deus somente.
3. Mas o que podemos verificar para que possamos dizer se alguém é realmente um santo no mundo? Quais são as evidências?
SER SANTO NÃO É ...
1. Ser bem sucedido
2. Ser professo da fé cristã
3. Ser um realizador de coisas
4. Ser zeloso das coisas religiosas
5. Ser moral ou respeitoso nas condutas externas
6. Ter prazer em ouvir pregadores
7. Manter companhia com pessoas piedosas
SER SANTO É ...
1. Ter habitualmente a mesma mente de Deus à medida que tomamos conhecimento das Escrituras (1 Co 2.16; Rm 12.2) – Nova mentalidade cristã;
2. Esforçar-se continuamente para evitar todo pecado conhecido, pela observação de cada mandamento revelado (Ef 4.22-25) – Responsabilidade pessoal;
3. Esforçar-se por ser semelhante a Cristo em todo o seu proceder (Ef 5.1; Fp 3.17) – refletir Cristo;
4. Seguir a mansidão, a longanimidade, a gentileza, a paciência, a brandura, o controle sobre a própria língua (2 Sm 16.10) – Domínio próprio – fruto.
5. Ser autocontrolado e abnegado (Gl 5.23; Hb 12.4);
6. Seguir o amor e a fraternidade (Rm 13.8; 1 Co 13.1-3);
7. Ser, segundo o Espírito, misericordioso e benevolente (Mt 18.23-35)
8. Ser puro de coração (At 24.16; 1 Tm 1.5; 2 Tm 2.22)
9. Ser temente a Deus (Ex 1.17)
10. Ser humilde, considerando os outros superiores a si mesmo (Rm 12.3);
11. Seguir a fidelidade em todos os deveres e relações da vida (Ml 2.10 -16; Rm 13.7);
12. Ter uma mentalidade espiritual (Fp 1.23; Cl 3.1, 2).
APLICAÇÕES:
1. Você é um santo no mundo? Busque isto com todo fervor, pois sem isto não verás a Deus.
2. O que tem atrapalhado, especificamente, você de ser um santo?
3. Não pense que por ser santo não pecarás. Contudo não seja paciente com o pecado em sua própria vida.
4. Sejamos pacientes com todo aquele que busca ser santo.
CONCLUSÃO:
Lembre-se: “os melhores santos sempre foram servos inúteis”.

IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN
VIVENDO E CRESCENDO NO EVANGELHO
REV. JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

UMA IMAGEM DIZ TUDO - PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU FAZ 15 ANOS


OS MOTIVOS PARA MISSÕES


Missão?...O que é isto?

Missão vem do latim missio, que significa “enviar”. As palavras que Jesus falou aos seus primeiros discípulos na qualidade de seus representantes – “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 17.18), ainda se aplicam.
Por que fazer missões? Por que cristãos contam aos outros sobre a fé e tentam persuadi-los a seguirem a Jesus? O que motivam as muitas atividades que geram as “missões cristãs, e o que elas almejam alcançar?
Os motivos corretos para missões são ensinados na Palavra de Deus e aplicados nos corações dos crentes por meio do Espírito Santo. Tais motivos não mudam com o passar dos tempos e se aplicam aos crentes de hoje, como vemos a seguir:

Desejo de que Deus seja adorado e sua glória conhecida entre todos os povos da terra.


“O objetivo final e mais elevado da
 evangelização não é o bem-estar dos
 homens nem mesmo sua bem-aventurança
 eterna, mas a glorificação de Deus”[1].

A glória de Deus diz respeito a tudo o que foi revelado sobre: seu nome, sua santidade, seu poder, seu amor por meio de Jesus Cristo, sua misericórdia, sua graça e sua justiça. O fim principal do homem, como nos afirma a primeira questão do Breve Catecismo de Westminster, é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre.
Entretanto, mais de três bilhões de pessoas no mundo não adoram ao Deus verdadeiro, bem como não gozam da comunhão com ele. Ao invés disso, adoram outros deuses, ou  a nenhum deus. O propósito de suas vidas não é louvor de Deus, mas a sua própria satisfação.
Este pensamento é o que deve nos inspirar à agirmos. Não podemos descansar enquanto a idolatria não for substituída pela verdadeira adoração. O crente verdadeiro sente uma divina compulsão em pregar o evangelho (I Co 9.16) e quer que a Palavra de Deu seja proclamada e seu nome honrado por pessoas de todo o lugar, custe o que custar (os missionários que digam).

O desejo de obedecer a Deus por amor e gratidão, por meio do cumprimento da Comissão de Cristo: “Ide e fazei discípulos de todas as nações” (Mc 16.15, Mt 28.19).


Este motivo, naturalmente, se segue ao primeiro: “Se me amais”, disse Jesus, “guardarei os meus mandamentos” (Jo 14.15). o amor genuíno por Deus produz obediência à sua Palavra e nada é mais claro do que o mandamento de Cristo para ir e fazer discípulos de todas as nações e povos.
A obediência cristã toma forma e o povo de Deus é ungido com o Espírito Santo a servi-lo numa variedade de ministérios (ICo12.4,5). O reino de Deus na terra consiste de uma multidão de crentes em Cristo que, em gratidão a Deus, buscam glorificá-lo por meio da obediência aos seus mandamentos, no poder do Espírito Santo.
É, também importante frisar-se que a obra missionária não é apenas um dever de missionários transculturais. Cristo designa à sua igreja a tarefa de levar o evangelho ao mundo (Ef 3.10).
A nossa evangelização precisa estar sempre baseada nos mandatos bíblicos, tais como: Jo 5.17, Jo 4.34, Jo 20.21, Mt 28.18-20, Jo 15.16, Jo 15.5b - At 1.8, Mt 24.14.

Haverá o tribunal do Juízo, onde Deus julgará toda a humanidade


A ideia de que este mundo é um parque
 de diversões e não um campo de batalha
 tem sido hoje aceita, na prática,
 pela vasta maioria dos cristãos[2].

A certeza do julgamento final forma a moldura em que se coloca a mensagem do Novo Testamento sobre a graça salvadora, isto é, quando olhando para a Bíblia, vemos diversas passagens que nos mostram que um dia todos, sem exceção, comparecerão perante Deus (Mt 25.31-41).
As pessoas são salvas do inferno através da pregação da Palavra. E, Deus escolheu salvar pecadores pela pregação do evangelho, mas... (Rm 10.9-15) precisamos pregar.
Importante destacarmos que o homem está morto em seus delitos e pecados, longe de Deus, fazendo o que desagrada ao Senhor, filho das trevas. Ainda assim, esse mesmo Deus Todo-Poderoso tem salvado pessoas via a exposição de seu Filho Amado (Ef 2.1-10). Sintetizando:
Pregação = Fé
Sem Pregação = não há Fé

  

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO

1-    Por que precisamos falar de Jesus às pessoas?
2-   Como está a nossa igreja na área de Evangelismo?
3-   E, como está você?
4-   Você tem espelhado o evangelho de Cristo na sua vida?
5-   O que você aprendeu neste estudo?
6-   Por que há tantas pessoas para trabalhar na nossa igreja e tão poucas nas congregações?


[1] R. B. Kuiper. Fé para Hoje, n.4, 1999, pág.5.
[2] A. W. Tozer. Ibed.

domingo, 23 de dezembro de 2012

CRISTO: O MESSIAS PROMETIDO - UMA ANÁLISE DO SEU MINISTÉRIO A PARTIR DE ISAÍAS 9.1-7


TEXTO BÍBLICO: Mas para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade. Deus, nos primeiros tempos, tornou desprezível a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, tornará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, Galiléia dos gentios. O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz. (...) Porque tu quebraste o jugo que pesava sobre eles, a vara que lhes feria os ombros e o cetro do seu opressor, como no dia dos midianitas; porque toda bota com que anda o guerreiro no tumulto da batalha e toda veste revolvida em sangue serão queimadas, servirão de pasto ao fogo. Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz;  para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará isto. (Isaías 9:1-7).
INTRODUÇÃO: A promessa acerca do descendente que viria para ser o vitorioso sobre a serpente. (Gn 3.15); A progressividade da revelação com relação ao Messias (caráter e obra). Isaías: “o profeta evangélico”, por conta da riqueza de detalhes com que anuncia o Messias. O contexto de opressão e servidão acentuava a urgente necessidade da vinda do Messias (v. 9.1-5) - Mas quem é este? Qual o seu nome?
PERCEBENDO O TEXTO:
Aspectos gerais:
  1.  Sua perfeita divindade e humanidade
  2.  Sua vinda é expressão de favor
  3.  Sua função é real
  4.  Sua obra é final, justa, sábia, santa e eterna
  5.  A fidelidade do Senhor é atestada

E O SEU NOME SERÁ ...
Maravilhoso Conselheiro: Algo extraordinário no que toca à aplicação da sabedoria
Deus Forte: Deus de poder ou poderoso Deus. O Deus grande que possui todo poder. Sua humanidade não é posta em questionamento
Pai da Eternidade: Aquele que tem existência contínua. Os mesmos atributos do Pai. Ele é o mesmo que Yhaweh para o seu povo
Príncipe da Paz: Descendente real e com qualidades para governar. Este rei é íntegro, e promoverá liberdade e uma integração da vida. Seu governo gerará paz no presente e no futuro
APLICAÇÕES:
1. A esperança em Cristo é a melhor solução para tempos de dores.
2.  A graça de Deus em meio a tempos de trevas.
3.  O conhecimento de Deus como um lenitivo para o aflito.
4.  O fiel cumprimento das promessas do Senhor.
5.  Qual o sentido do Natal de Cristo em face da profecia de Isaías? Esperança, consolo, gratidão, alegria, etc.

CONCLUSÃO:
Nunca poderemos entender o sentido do Natal sem compreender a Pessoa do Senhor Jesus. Natal sem o Cristo da Escritura não é verdadeiro natal.

Aula da Escola Bíblica Dominical em Ipanguaçu-Rn - 23 de dezembro de 2012
Igreja Presbiteriana - Pr. José Francisco.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Crescimento Espiritual: Evidências visíveis da santificação - Parte 3


TEXTOS BÍBLICOS: Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade. (Mt 7.15-23).

INTRODUÇÃO:
1. A santificação ou crescimento espiritual se distingue de outros aspectos da vida cristã.
2. Mas o que poderemos ver que nos possibilitará atestar que uma pessoa está crescendo espiritualmente? Quais são os sinais visíveis disto? Quais os frutos? Há possibilidade de engano neste sentido?

EVIDÊNCIAS DO CRESCIMENTO ESPIRITUAL:
1. Crescer espiritualmente não consiste em conversar sobre assuntos religiosos (1 Co 13. 1; 1 Jo 3.18).
2. Crescer espiritualmente não consiste em sentimentos religiosos passageiros (Mt 13.20).
3. Crescer espiritualmente não consiste em formalismo externo ou devoção exterior, usos e costumes (1 Rs 19.26-29; Cl 2.16-23).
4. Crescer espiritualmente não consiste em afastar-se dos deveres sociais, ser um eremita (Jo 17.5; Mt 5.14-6).
5. Crescer espiritualmente não consiste em uma vida de casual obediência (Ef 4.1; 1 Pd 3.7).
6. Crescer espiritualmente consiste no respeito e esforço habitual para obedecer à lei de Deus, aos preceitos de Cristo, segundo os padrões estabelecidos para a igreja (Jo 15.4; 1 Co 9.27; Cl 4.16; 1Tm 1.8).
7. Crescer espiritualmente consiste num perceber, experimentar e compartilhar as graças recebidas de Deus, sendo a mais distintas delas  é o amor (Mt 10.8; 1 Co 13.1-3).
8. Crescer espiritualmente consiste em dar atenção as graças passivas – frutos do Espírito (1 Pd 2.21-23; Gl 5.22,23).
9. Crescer espiritualmente consiste no esforço contínuo para fazer a vontade de Cristo e viver a luz de seus preceitos práticos (Jo 13.34-35;15.14).

APLICAÇÕES:
1. Devemos evidenciar o crescimento espiritual por meio de sinais visíveis. Quais têm sido estes sinais em sua vida? 2. Você tem buscado os verdadeiros sinais ou apenas aqueles que são mais notórios, porém que nada revelam a verdadeira espiritualidade? 3. Não pense que daremos todos os sinais completamente, contudo não se esconda nisto para deixar de buscar o padrão sublime.

CONCLUSÃO:
“É insensatez fingir santificação”, se não estivermos frutificando. As pessoas intempestivas, cruéis na língua, caprichosas na vida, desagradáveis para com todos, vingativas, exigentes, maliciosas, impuras, etc., pouco conhecem e experimentam o que é verdadeiro crescimento espiritual. (J.C. Ryle).

*Essa série de Estudos está sendo aplicado na Escola Dominical da Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu-Rn


IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN

VIVENDO E CRESCENDO NO EVANGELHO

REV. JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO

A VIDA DO JUSTO, UM GUIA CONFIÁVEL


O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar (Pv 12.26).
O justo é aquele que embora não tenha justiça própria, foi justificado pela Imputação da justiça do Senhor Jesus Cristo, o Justo. Deus é justo e o justificador daquele que crê.  O justo é aquele que foi coberto com o manto da justiça de Cristo, recebido na família de Deus, está quite com a lei de Deus e com as demandas da sua justiça. O justo foi transferido do reino das trevas para o reino da luz, da potestade de Satanás para o senhorio de Cristo. A vida do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. O justo serve de guia para o seu companheiro. Ele é confiável. O Caminho dos perversos, porém, é uma estrada larga, convidativa e cheia de atrações, mas o seu destino final é a perdição eterna. O caminho dos perversos é cheio de encruzilhadas e bifurcações. Ao longo desse caminho muitas placas prometem prazeres, aventuras e sucesso, mas tudo isso não passa de engodo e consumada farsa. O caminho do perverso, embora pareça muito iluminado, é coberto de densa escuridão. Os ímpios nem sabem em que tropeçam . O caminho dos perversos faz os homens errarem, pois distancia as pessoas de Cristo, que é ele mesmo o Caminho!
A Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

“ A bíblia é mentirosa ou mal interpretada


 “ A bíblia é mentirosa” 
E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará - Jo 8.32.

Desde muito tempo tenho ouvido muitas mensagens pregadas em púlpitos evangélicos, e tenho notado que na maioria as interpretações de alguns texto segue a uma regra , regra essa que quando os mesmos pregão não seguem a boa hermenêutica bíblica quando colocam as interpretações particulares desprezando ou ignorando o sentido real  do texto.

Ao tratar desse tema, me baseio na postura de muita gente que estão decepcionados com a bíblia, por acreditarem piamente que ela é mentirosa. Quero explicar que o meu ponto de vista sobre a bíblia é de uma submissão muito grande, pois acredito ser ela a Palavra de Deus e a nossa regra de fé e prática. Mas, infelizmente nem todos pensam assim. Quero citar um texto que talvez seja um dos que faz mais os que "supostamente" foram enganados pela bíblia desacreditar nela e viver uma vida de revolta contra as Sagradas Escrituras. Atos 16:30-31 narra o episódio em que o carcereiro após todo acontecimento lá na prisão, faz uma pergunta, "QUE DEVO FAZER PARA SER SALVO?" Paulo responde: "Crer no Senhor Jesus e será salvo tu e a tua casa". Esse texto é brilhante, mas infelizmente tem causado tristeza em muita gente. A maioria dos pregadores dizem ser esse texto uma promessa para quem se converte. E o que é pior, dizem ser regra; quando eles falam isso gera nos ouvintes, uma expectativa muito grande, pois eles sempre dizem que Deus foi quem falou. Já que a bíblia é a palavra de Deus deve ser recebido como verdade de Deus! Daí o indivíduo acredita e vai para casa feliz, mas um dia quando, "supostamente", um familiar seu morre sem ser convertido, eles então começam a reivindicar de Deus através do texto acima citado. É daí  que vem as decepções. Esse assunto é muito sério. Esse é apenas um exemplo, mas existem outros que também tem causado desilusão por não haver uma interpretação fiel.
O texto em questão foi uma promessa feita ao carcereiro, mas claro que se estiver nos propósitos de Deus alguém de sua família ser salvo, isso vai acontecer com certeza. Agora se não tiver, não adianta apelar para o texto. Perceba que o texto se cumpriu na família do carcereiro, pois todos foram  salvos. Isso quer dizer que a bíblia é verdadeira. Porém o  problema é que há muitos falsos intérpretes da mesma. Ou muitos dos que se dizem pregadores não tem formação teológica suficiente para expor com segurança as verdades da Palavra de Deus. Que Deus nos salve de tais intérpretes.

Texto retirado do site http://pastorlucivaldo.blogspot.com.br, com alguns acréscimo pelo autor do Blog, Pr. José Francisco.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

ANSIEDADE, O ABATIMENTO DO CORAÇÃO


A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra (Pv 12.25).
A ansiedade é o mal do século, a doença mais democrática da nossa geração. Atinge crianças e velhos, doutores e analfabetos, religiosos e ateus. No grego, a palavra ansiedade significa “estrangulamento”. A ansiedade sufoca e tira o oxigênio. Ela não nos ajuda a resolver os problemas hoje, apenas nos enfraquece para enfrentá-los amanha. Ansiedade é ocupar-se de um problema que ainda não existe, e 70% dos assuntos que nos deixam ansiosos nunca acontecerão. A ansiedade é inútil, já que, por mais ansiosos que estejamos, não poderemos acrescentar um único dia à nossa vida. A ansiedade é prejudicial porque drena as nossas energias, rouba nossas forças e superdimenciona nossas crises. É sinal evidente de incredulidade, porque só aqueles que não confiam na providência de Deus vivem ansiosos quanto a seu futuro. A ansiedade abate o espírito do homem, mas a boa palavra o alegra. Devemos alimentar nossa alma com as palavras que emanam da boca de Deus, em vez de abastecer nosso coração com o alarido da ansiedade. Devemos olhar não para p fragor da tempestade, mas para aquele que está no controle da tempestade para no fazer bonança.
A Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

sábado, 1 de dezembro de 2012

É legítima a comemoração do Natal?


O natal é uma celebração cristã? Há motivos para não festejar a data? Rev. Hernandes Dias Lopes faz uma reflexão sobre o assunto
É tempo de natal! As comemorações se iniciam muito antes da data oficial da celebração. Igrejas cristãs em todo o mundo realizam atividades alusivas ao nascimento de Jesus.
Neste período há também especulações sobre ser certo ou errado o cristão festejar a data. A forte comercialização no período faz com que o verdadeiro sentido do natal se perca. Será?
"O Natal é uma festa cristã e não pagã. Há uma onda entre alguns cristãos, na atualidade, taxando aqueles que comemoram o Natal de serem infiéis e heterodoxos, dizendo que essa comemoração não é legítima nem cristã. Precisamos, a bem da verdade, pontuar algumas coisas:
1. A distorção do Natal
Ao longo dos anos o Natal tem sido desfigurado com algumas inovações estranhas às Escrituras. Vejamos: Primeiro, o Papai-Noel. O bojudo velhinho Papai-Noel, garoto propaganda do comércio guloso, tem sido o grande personagem do Natal secularizado, trazendo a ideia de que Natal é comércio e consumismo. Natal, porém, não é presente do homem para o homem, é presente de Deus para o homem. Natal não é a festa do consumismo; é a festa da graça. Natal não é festa terrena; é festa celestial. Natal é a festa da salvação. Segundo, os símbolos do Natal secularizado. Há muitos símbolos que foram sendo agregados ao Natal, que nada tem a ver com ele, como o presépio, a árvore natalina, as luzes, os trenós, a troca de presentes. Essa embalagem, embora, tão atraente, esconde em vez de revelar o verdadeiro Natal. Encantar-se com a embalagem e dispensar o conteúdo que ela pretende apresentar é um lamentável equívoco. Terceiro, os banquetes gastronômicos e a troca de presentes não expressam o sentido do Natal. Embora, nada haja de errado celebrarmos com a família e amigos, degustando as iguarias deliciosas provindas do próprio Deus e manifestarmos alegria e expressarmos amor na doação ou mesmo troca de presentes, esse não é o cerne do Natal. Longe de lançar luz sobre o seu sentido, cobre-o com um véu.
2. A proibição do Natal
Tão grave quando a distorção do Natal é a proibição da celebração do Natal. Na igreja primitiva a festa do ágape, realizada como prelúdio da santa ceia foi distorcida. A igreja não deixou de celebrar a ceia por causa dessa distorção. Ao contrário, aboliu a distorção e continuou com a ceia. Não podemos jogar a criança fora com a água da bacia. Não podemos considerar o Natal, o nascimento do Salvador, celebrado com entusiasmo tanto pelos anjos como pelos homens, uma festa pagã. Pagão são os acréscimos feitos pelos homens, não o Natal de Jesus. Não celebramos os acréscimos, celebramos Jesus! Não celebramos o Papai-Noel, celebramos o Filho de Deus. Não celebramos a árvore enfeitada, celebramos o Verbo que se fez carne. Não celebramos os banquetes gastronômicos, celebramos o banquete da graça. Não celebramos a troca de presentes, celebramos Jesus, a dádiva suprema de Deus.
3. A celebração do Natal
 O Natal de Jesus Cristo foi celebrado com grande entusiasmo em Belém. O anjo de Deus apareceu aos pastores e disse-lhes: “Não temais, eis que vos trago boa nova de grande alegria, que será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.11). Natal é a boa nova do nascimento de Jesus. É o cumprimento de um plano traçado na eternidade. É a consumação da mensagem dos profetas. É a realização da expectativa do povo de Deus. Natal é a encarnação do Verbo de Deus. É Deus vestindo pele humana. Natal é Deus se fazendo homem e o eterno entrando no tempo. Natal é Jesus sendo apresentado como o Salvador do mundo, o Messias prometido, o Senhor soberano do universo. Quando essa mensagem foi proclamada, os céus se cobriram de anjos, que cantaram: “Glórias a Deus nas maiores alturas e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem” (Lc 2.14). O verdadeiro Natal traz glória a Deus no céu e paz na terra entre os homens. Natal é boa nova de grande alegria para todo o povo. O verdadeiro Natal foi celebrado com efusiva alegria no céu e na terra. Portanto, prossigamos em celebrar o nascimento do nosso glorioso Salvador!"

Rev. Hernandes Dias Lopes