sexta-feira, 5 de abril de 2013

A Origem do Nosso Louvor (4)

O poder do louvor está condicionado à sua fonte de inspiração. Por quê cantamos? De onde vem nossa motivação e nossas palavras? A música é usada por Deus, pelo homem e pelo Diabo. Estas são as três origens possíveis para as expressões musicais e artísticas em geral.
Algumas músicas populares nos chamam a atenção por carregarem um sentido espiritual maligno. São letras que falam de fatos e situações que nos fazem lembrar o que a bíblia diz sobre Satanás. Parece que o autor é o próprio inimigo. Entre estas estão aquelas que expressam desprezo, crítica e afronta ao Senhor Jesus e à sua obra. Existem também cânticos em homenagem explícita aos demônios. Algumas letras são elaboradas por eles mesmos através de seus médiuns. São usadas em cultos satânicos para invocações e louvores aos espíritos das trevas
Entretanto, a grande maioria das músicas que conhecemos são simples expressões do sentimento e da inteligência humana. Têm seu valor artístico e cultural, mas o Diabo poderá se aproveitar também destas, principalmente quando houver danças sensuais e letras pecaminosas.
Existem, porém, músicas inspiradas pelo Espírito Santo. Os salmos bíblicos são os melhores exemplos. Eles são, em sua maior parte, expressões magníficas de louvor a Deus. Em outros casos apresentam confissões, lamentações, súplicas, profissões de fé, etc., mas sempre inspirados, motivados, pelo Espírito de Deus. Alguns salmos específicos parecem ter sido ditados pelo Senhor. São proféticos. Alguns deles anunciavam a vida e obra do Messias. É desse tipo de música que precisamos em nossas igrejas, e, graças a Deus, ele no-las tem dado.
O verdadeiro louvor é aquele produzido mediante tal inspiração. Não se trata de uma poesia composta pela alma. Não é mero resultado da inteligência e do sentimento, mas obra do Espírito Santo. Ele nos envolve, capacita o nosso espírito e usa nossa alma, inteligência e sentimentos apenas como instrumentos e canais da sua mensagem. O homem participa com sua vontade, sinceridade e gratidão, apresentando-se como um vaso limpo que possa conter a oferta do Espírito para Deus. Ainda que use suas próprias palavras, a inspiração e o poder serão do Espírito.
O verdadeiro louvor foi criado no céu e esta continua sendo a sua origem. Assim como o governo humano só aceita como pagamento o dinheiro que ele mesmo produz, Deus só aceita o louvor produzido pelo Espírito Santo. O que passar disso é falso. Não haveremos de convencê-lo por meio de "palavras persuasivas de sabedoria humana". Não será através de vocábulos eruditos que vamos alegrar seu coração.
O fogo do altar que ardia no tabernáculo foi aceso por Deus. Os sacerdotes ficaram então responsáveis por sua manutenção (Lv.9.24; 6.12-13). Quando os filhos de Aarão, Nadabe e Abiú, levaram fogo de outra origem ao santuário, foram mortos imediatamente (Lv.10.1-2). Hoje, pode ser que Deus não esteja matando fisicamente os que se chegam a ele com palavras falsas, mas tais pessoas já estão espiritualmente mortas.
O fogo é um dos símbolos do Espírito Santo. Precisamos mantê-lo aceso em nossas vidas. Isto se dá através da oração e da santificação. Suas chamas farão subir o incenso suave ao Senhor. Seu coração ficará satisfeito e ele nos abençoará. Quando falta o fogo do Espírito, tentamos acender outro fogo, motivando as emoções e o corpo físico. Dessa forma, podemos até realizar uma festa carnal, mas não faremos um culto onde os anjos possam louvar juntamente conosco.
"Não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito; falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração." (Efésios 5.18-19).


Autor: Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.

NÃO DESISTA DE SEUS SONHOS


O desejo que se cumpre agrada a alma, mas apartar-se do mal é abominável para os insensatos (Pv 13.19).
Sonhos realizados, anseios satisfeitos e desejos cumpridos agradam a alma. Todos nós temos sonhos e anelamos vê-los cumpridos. Quem não sonha não vive; quem desistiu de sonhar desistiu de viver. Muitos veem seus sonhos se transformando em pesadelos. Outros desistem de seus sonhos e os sepultam, colocando sobre o túmulo deles uma lápide: "Aqui jazem os meus sonhos". Enterrar os sonhos é sepultar-nos vivos na mesma cova. Rouba a nossa alegria e faz murchar a nossa alma. Mas o desejo que se cumpre agrada a Deus. Isso nos faz lembrar da mulher de Elcana, Ana, que tinha o sonho de ser mãe. Seu sonho estava sendo adiado, pois era estéril e; por onde passava, as pessoas tentavam matar o seu sonho. Sua rival a provocava; o sacerdote Eli um dia a chamou de bêbada, quando na verdade ela estava derramando sua alma diante de Deus em oração; seu marido tentou dissuadi-la a abandonar o sonho de ser mãe. Ana, porém, perseverou. Ela continuou crendo no milagre e deu à luz Samuel, o maior profeta, o maior sacerdote e o maior juiz de sua geração. Seus sonhos também podem tornar-se realidade. Não desista nunca!
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

terça-feira, 26 de março de 2013

FAZEI DISCÍPULOS 4 – O PECADO E A EVANGELIZAÇÃO


TEXTO BÍBLICO: Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus (Rm 3.23).
Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.  Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós (1Jo 1.8-10).
OBJETIVO PROPOSTO: Reafirmar o ensino bíblico de que todos os homens são pecadores.
INTRODUÇÃO: Como foi a origem do mal?  Teólogos e filósofos são unânimes em afirmar que esta é uma questão muito difícil de responder. A Bíblia não relata a época em que o mal aconteceu, mas infere-se que foi antes da criação do homem e mesmo antes da criação do universo material. Em João 8.44, Jesus refere-se a Satanás (o diabo) como existindo desde “o princípio”, a palavra grega (archês) que significa uma existência anterior à criação (Jo 1.1). Em Judas 6, o escritor refere-se a anjos que não guardara o seu estado original, mas abandonaram a sua própria habitação, o céu. Portanto, o pecado não foi uma criação, mas teve a sua origem no coração de seres angelicais. Se não sabemos como o mal se originou, não podemos, contudo, negar a sua existência. O mal existe dentro de nós e ao nosso redor. Todos somos pecadores e praticamos o mal. O estudo de hoje tem por objetivo apresentar o ensino bíblico sobre o pecado na vida do homem.
EXPOSIÇÃO DA LIÇÃO 1
1.      O QUE É O PECADO?
“Pecado é qualquer falta de conformidade com a lei de Deus ou qualquer transgressão dessa lei” (CFW). Esse é o melhor conceito de pecado.
Todo pecado é uma iniquidade que significa “transgressão a lei de Deus” (1Jo 3.4). Também toda iniquidade é pecado que quer dizer “injustiça” [Adikia] (1Jo 5.17). Tanto a transgressão quanto a não conformidade com a Lei de Deus são pecados. O pecado é uma oposição a Deus.
a)     Em Rm 3.23, aparece a palavra “pecar” (hamartano) que significa “errar o alvo” ou “fracassar”. Indica tanto a disposição para o pecado como a próprio ato de pecar.
b)     Em Rm 4.15, o termo “transgressão” (parabasia) traz a ideia de “passa do limite”, “desviar-se, “transgredir ou violar”.
c)     Em Ef 1.7, aparece a palavra “pecado” (parap-toma), com o sentido de “ofensa” ou “passo falso que induz a à queda”.
Conclui-se, pois, destes textos, que o pecado é uma exaltação da vontade humana em oposição a Deus. Oposição deliberada e ativa
EXPOSIÇÃO DA LIÇÃO 2
2. “O PRIMEIRO PECADO” (PECADO RIGINAL).
“Aquela atitude de nossos primeiros pais quando tiveram de escolher entre alternativas de obedecer a Deus e permanecer no estado de santidade em que foram criados ou desobedecer  a Deus, cedendo à tentação e perdendo a sua natureza santa. “derivado da raiz original da raça humana” (L. Berkhof).
A santidade do homem não era imutável. Porém ele tina o livre arbítrio de continuar ou não no seu estado de santidade. Por que Deus permitiu a queda? Não existe resposta convincente. O certo é que Deus colocara à prova o homem (Gn 2.8-17).
“Alguém disse: Antes da queda o homem não podia pecar; depois da queda, o homem não pode deixar de pecar; e após a ressurreição, o homem não poderá pecar jamais”.
2.1. Os passos da tentação – observa-se que Satanás utilizando toda a sua inteligência, toma a iniciativa:
Falsificando a Palavra – negou a bondade de Deus (Gn 3.1)
Adulterando a Ordem – exagerou a severidade da ordem divina (Gn 3.1).
Contradizendo a Deus – Negou a veracidade da palavra de Deus (Gn 3.4).
Inversão de valores – Inverteu o valor do fruto proibido (Gn 3.5)
Inversão de consequências – Inverteu as consequências da desobediência (Gn 3.4,5).
2.2. AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO
Elas, de forma extensiva, alcançaram a serpente (maldição), a Satanás, (destruição), a mulher (sujeição e dores), ao homem (tristeza e trabalho árduo) e a terra (maldição) – Gn 3.14-19. Para o homem, a natureza dessas consequências são:
A Depravação total, que consiste na corrupção de sua natureza moral, que o inclina totalmente para o mal; a culpabilidade que o torna merecedor do castigo divino; a penalidade, que consiste no castigo que será aplicado por Deus. Essa pena consiste em morte, perdição, castigo eterno e condenação (Rm 7.18,23; Ef 2.1; Rm 5.12). “A mais nevasta consequência do pecado foi a transmissão à toda raça humana. O que a Bíblia ensina como a ‘universalidade do pecado’ (Sl 143.2; Rm 3.10,12-23; 1Jo 1.8).
APLICAÇÃO
1.      Quais consequências do pecado na vida humana? Morte. Nossa missão é levar  o Evangelho, que é boa nova de salvação?
2.      A universalidade do pecado atinge a todos em todo mundo. A solução definitiva é Jesus. Precisamos pregar.
3.      Precisamos reconhecer a nossa necessidade de um salvador pessoal e obedecer a Palavra de Deus.
CONCLUSÃO:
O pecado é um dos fenômenos mais comuns da vida humana e faz parte da experiência comum da humanidade. Todos os homens são pecadores. Não há um justo sequer. O pecado é uma disposição interior para o mal, é uma oposição voluntária do homem para com Deus.


IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN
Estudo aplicado na EBD do dia, 09/03/2013.
Pr. José Francisco do Nascimento.

segunda-feira, 25 de março de 2013

IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN

Neste domingo, estivemos cultuando ao Senhor, pregamos uma mensagem baseada no livro do profeta Joel cap. 2.18-27, com tema: AS BÊNÇÃOS PROVINDAS DA RESTAURAÇÃO DO SENHOR. 
A alegria foi maior por recebermos o mais novo membro "Moisés" filho da adolescente Mara. Antes já tínhamos recebido o Simom, Filho do casal Aline e Salmo.
Deus sempre nos surpreende com suas maravilhosas bênçãos inefáveis. A ele seja a glória para sempre, Amém. 
Após o culto temos o nosso café da comunhão, onde os irmãos e visitantes compartilham das bênçãos e se conhecem um pouquinho melhor. Esse cafezinho tem sido um momento agradável, pois antes os irmãos saíam e ninguém conversava ou se conheciam. 

Rev. José Francisco do Nascimento.

O Conteúdo do Nosso Louvor (3)


Em nosso artigo anterior, falamos sobre o poder do louvor, abordando seu aspecto musical. A música é, em si mesma, um veículo poderoso. Mas, por melhor que seja a nossa música, devemos sempre estar atentos para o seu conteúdo. O que estamos levando através da música? Assim entenderemos um pouco mais sobre o poder ou a ineficácia do nosso louvor.
Está em questão a mensagem que cantamos. Entra em cena o poder da palavra. Nossas palavras têm poder quando correspondem à verdade. Se cantamos mentiras, nosso louvor está morto. Se proclamar com meus lábios grandes experiências, como se minhas fossem, sem de fato tê-las, estarei mentindo. Se canto sobre júbilo, alegria e gratidão, mas tenho um coração revoltado e amargo, então a minha mensagem é vazia e não produzirá nenhum efeito positivo.
Algumas músicas chamadas "evangélicas" apresentam letras desprezíveis, teologicamente erradas, ou simplesmente inócuas. Alguns compositores deixam até de mencionar Deus ou o nome de Jesus e suas canções tornam-se simplesmente manifestações populares como outras quaisquer ou até piores. O tema, às vezes, se desloca para questões sociais ou românticas. Alguns fazem música de protesto e até de crítica contra outras denominações cristãs. Isto não é louvor. E não haveremos de experimentar nada do poder de Deus através de tais composições.
Não estamos condenando sumariamente diversos tipos de música, mas apenas identificando o que possa ser apresentado como culto ao Senhor.
Qual seria então o melhor conteúdo para as nossas músicas? A Palavra de Deus. Este é um dos principais ingredientes do louvor poderoso. Podemos simplesmente cantar os versículos bíblicos, mas, se queremos escrever nossas próprias letras, elas devem estar fundamentadas inequivocamente na Bíblia. É ideal que cada compositor seja um profundo conhecedor das Escrituras. Se não for, deve, pelo menos, submeter suas composições à crítica de alguém que possa corrigi-las sob o ponto de vista bíblico. O Espírito Santo jamais agirá através de uma mensagem errada. Além disso, corre-se ainda o risco da divulgação de heresias através da música. Esta é uma área que merece grande atenção por parte dos líderes.
Quando cantamos a Palavra de Deus, Ela fica gravada de forma eficaz em nossa memória. Além disso, o Senhor está comprometido com a Sua Palavra, pois é por meio dela que Suas obras são criadas. A Palavra de Deus é um dos principais meios de manifestação do Seu poder. Lemos em Gênesis 1: "Disse Deus: Haja luz; e houve luz". A Palavra de Deus traz à existência a vontade do Senhor.
Cantando a Palavra, trazemos para o nosso louvor todas as propriedades a Ela inerentes. Nosso louvor torna-se vivo, eficaz. Além de engrandecer o nome do Senhor, torna-se também um instrumento de evangelismo e ensino.


autor: Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.

A POBREZA É FILHA DA IGNORÂNCIA


Pobreza e afronta sobrevêm ao que rejeita a instrução, mas o que guarda a repreensão será honrado (Pv 13.18).
Rejeitar a instrução é consumada loucura. Desprezar a disciplina é insensatez. Fazer pouco caso da correção é cair nas malhas da afronta. A ignorância é a mãe da pobreza. Os tolos desprezam o conhecimento, abandonam a instrução e fogem da árdua lida dos estudos. Só não podem fugir da pobreza. Esta é filha da ignorância. O que guarda a repreensão, porém, recebe tratamento honroso. Aquele que tem humildade para aprender e coração quebrantado para ser repreendido é colocado em lugar de honra. Deus dá graça aos humildes, mas rejeita os soberbos. Exalta os humildes e humilha os arrogantes. Só os ignorantes rejeitam a repreensão. Só os tolos abandonam a instrução. Só os insensatos fazem troça da disciplina. Caminharão pela estrada sinuosa da pobreza e da desonra. Aqueles, porém, cuja cerviz se dobra diante da correção e cujo coração é humilde para receber instrução, esses ganham honra e riqueza. Caminham pela estrada reta da bem-aventurança, alcançam os horizontes ensolarados da prosperidade e chegam ao destino certo da felicidade.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

sexta-feira, 22 de março de 2013

FAZEI DISCÍPULOS 3 – O VALOR DA BÍBLIA NA EVANGELIZAÇÃO


TEXTO BÍBLICO: A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos. O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos. São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos. Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar, há grande recompensa. Quem há que possa discernir as próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas. Também da soberba guarda o teu servo, que ela não me domine; então, serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão. As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu! (Sl 19.7-9).
OBJETIVO PROPOSTO: Reconhecer que a Palavra de Deus é importante para sua vida.
INTRODUÇÃO: A Bíblia é a Palavra de Deus. Cremos que a inspiração ou influência sobrenatural do Espírito Santo sobre os escritores foi completa, dinâmica e verbal (2Tm 3.1-16; 2Pe 1.20-21;  3.15-16; Mt 5.18; 1Co 1.13). É por meio da Bíblia que Deus revela a sua vontade. Ele resume as ideias e o pensamento de Deus para nós. Jesus Cristo é o tema principal da Bíblia. Ela é constituída de duas partes, AT e NT; escrita em hebraico e grego popular.
REVELAÇÃO ESCRITA
O QUE É:
COMO É:
O QUE FAZ:
LEI
TESTEMUNHO
PRECEITO
MANDAMENTO
TEMOR
JUÍZOS
PERFEITA
FIEL
RETO
PURO
LÍPIDO
VERDADEIROS
RESTAURA
DÁ SABEDORIA
ALEGRIA
ILUMINA
PERMANECE
JUSTIFICA

EXPOSIÇÃO DA LIÇÃO
1. A LEI DO SENHOR É PERFEITA E RESTAURA A ALMA
a)   O substantivo “Lei” => compreende a vontade de Deus revelada ou instrução revelada (Js 1.8);
b)  O adjetivo “perfeita” => Descreve a absoluta perfeição (Sl 18.30; Rm 12.2);
c)   O verbo “restaurar” => Indica o que a Palavra faz em benefício do homem (sl 23.3). Suficiente para restaurar.

2. “O TESTEMUNHO DO SENHOR É FIEL E DÁ SABEDORIA AOS SÍMPLICES”
Testemunho (edut) – um depoimento divino. É a verdade atestada pelo próprio Deus (1Jo 5.9).
“Fiel” significa aquilo que é firme e comprovado, ou seja, o testemunho de Deus é inabalável, irremovível, inconfundível e digno de confiança (ver Mt 7.24-25).
O “símplice” é aquela pessoa ingênua, ignorante e influenciável, que ao receber a influência da Bíblia se torna sábia (2Tm 3.15) – A Bíblia é a fonte de sabedoria e discernimento.
3. “OS PRECEITOS DO SENHOR SÃO RETOS, E ALEGRAM O CORAÇÃO”.
“Preceitos” são orientações e princípios divinos para o caráter e a conduta. Todos precisam e clamam por orientações. (horóscopos, búzios, ocultismo etc.), mas somente os preceitos do Senhor são retos, ou seja, têm o poder de revelar e conduzir ao certo e verdadeiro (Sl 119.105) – O “viver correto” produz alegria. Quando alguém vive segundo os preceitos do Senhor é invadido pela alegria. (Sl 119.50); Jr 15.16).
4. “O MANDAMENTO DO SENHOR É PURO E ILUMINA OS OLHOS”
O substantivo “mandamento” (mitsua) mostra a maneira como Deus se dirige a nós. A Bíblia não é um livro de sugestões. São ordens divinas que devem ser obedecidas. São princípios obrigatórios.
O adjetivo “puro” mostra a clareza e a lucidez da palavra (Sl 12.6). A Bíblia “ilumina os olhos”, ou seja, traz entendimento em meios à ignorância espiritual. Ela está em forte contraste com a sabedoria humana (1Co 1.20).
5. “O TEMOR DO SENHOR É LÍMPIDO E PERMANECE PARA SEMPRE”
A palavra “Temor” é sinônimo para a Bíblia. O propósito da Bíblia é aplicar a vontade de Deus ao ouvinte, suscitando a reverencia. “Temor” fala da admiração reverente a Deus que nos compele a adorá-lO. Portanto a Bíblia é o nosso manual de adoração.
O adjetivo “límpido” fala da ausência de impureza, sujeira ou contaminação. A Escritura é perfeita e inalterável (Mc 13.31). Ela não envelhece e não se desatualiza. O homem pós-modernos é exatamente o que sempre foi desde que caiu, e sempre tem que enfrentar os mesmos problemas. Hoje mais do que nunca, as pessoas precisam da Bíblia.
6. “OS JUÍZOS DO SENHOR SÃO VERDADEIROS E TODOS IGUALMENTE JUSTOS”
“Juízos” são as decisões judiciais que Ele registrou com respeito a várias situação humanas – ordenanças ou vereditos divinos que procedem do trono do Supremo Juiz. A Bíblia é o padrão divino para julgar a vida e o destino eterno dos homens (Sl 98.9). 
 “Verdadeiros”, “verdade” – confiabilidade. (Sl 25.10). Verdade em contraste com a falsidade, a mentira e o engano. À parte da Bíblia não existe a verdade (Jo 8.43-47). Que grande privilegio é possuir a Palavra da Verdade.
Por ser verdadeira, a Bíblia é totalmente justa. A verdade promove a justiça. Na frase “igualmente justos”, o advérbio significa literalmente “justos”, isto é, todos da mesma forma, “justos cada um” (Sl 119.160).
APLICAÇÃO:
1.      A primeira e mais importante decisão da minha é reconhecer a Bíblia como a Palavra revelada de Deus.
2.      Reconhecer a Bíblia como a Palavra de Deus significa aceitá-la como manual de vida “eterna”.
3.      Precisamos reconhecer a necessidade do Espírito Santo para compreender e obedecer a Palavra de Deus.
CONCLUSÃO
O valor da Bíblia baseia-se no fato de ser ela “do SENHOR”. Cada característica descrita pelo salmista inclui a expressão “do Senhor”. Ela procede de “Yaweh”, o Deus da Aliança (Êx 3.13-15). Não há substitutos para a Escritura no que tange ao atendimento das necessidades da alma humana. Ela provém do próprio Deus. “Toda Escritura é inspirada por Deus”. Declara Paulo.


IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN

Estudo da Escola bíblica do dia 03/03/2013 – Pr. José Francisco.

O ALTO VALOR DO MENSAGEIRO FIEL


O mau mensageiro se precipita no mal, mas o embaixador fiel é mediana (Pv 13.17).
Um mensageiro é aquele que leva a mensagem de alguém para outro alguém. O mensageiro fiel é aquele que leva essa mensagem com fidelidade e agilidade. Ele não retarda o tempo nem muda a mensagem. O mau mensageiro é infiel àquele que o comissionou. E negligente com respeito ao conteúdo da mensagem c descuidado para com a urgência da mensagem. O mau mensageiro não apenas se precipita no mal e cai em dificuldade, mas também faz os outros caírem no mal. O mau mensageiro ainda é aquele que transporta mensagens de morte e não de vida, de escravidão e não de liberdade, de perdição e não de salvação. E agente das trevas, e não da luz. E portador de más notícias, e não arauto das boas-novas. Completamente diferente é o embaixador fiel. Ele é íntegro em seu caráter, fiel à sua missão e zeloso em sua proclamação. O embaixador fiel é medicina. Tem pés formosos e lábios que destilam a verdade. E mensageiro de salvação. E embaixador dos céus, ministro da reconciliação e profeta do Altíssimo. Sua vocação é sacrossanta, sua missão é bendita, sua mensagem é restauradora. O embaixador fiel leva esperança por onde passa, espalha o perfume de Cristo por onde anda e esparge a luz do evangelho por todos os recantos.

Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

Conheça a receita do amor.


"Viver de forma harmoniosa é uma arte que se aprende".
Se vocês praticarem, haverá uma mudança radical!
1. Nunca fiquem ambos zangados ao mesmo tempo;
2. Nunca lance no rosto um do outro os erros do passado;
3. Nunca se esqueçam das horas felizes de quando começaram a se amar;
4. Nunca se encontrem sem um terno bem-vindo;
5. Nunca usem indiretas, quer estejam sozinhos ou em presença de outros;
6. Jamais grite um com o outro, a não ser que a casa esteja pegando fogo;
7. Procure cada um se esforçar ao máximo para estar de acordo com os desejos do outro;
8. Seja a renúncia de si mesmo o alvo e a prática de cada dia;
9. Nunca deixem o sol se pôr sobre qualquer zanga ou ressentimento; melhor mesmo é não se zangar!
10. Jamais dêem ensejo a que um pedido razoável tenha de ser feito duas vezes;
11. Nunca façam um comentário em público que possa magoar o outro, às vezes, parece engraçado, mas fere;
12. Nunca suspirem pelo que poderia ter sido, mas tirem o melhor partido daquilo que é;
13. Não censurem, a não ser que tenham a certeza de que uma falta foi cometida e, mesmo assim, falem sempre com amor;
14. Jamais se despeçam sem palavras amáveis, nas quais pensem enquanto separados. Breves palavras proferidas na manhã preenchem um longo dia;
15. Não deixem que nenhuma falta cometida fique sem ser confessada e perdoada;
16. Não se esqueçam de que o lugar mais próximo do céu na terra é aquele em que duas almas se tornam parceiras no amor sacrificial;
17. Não fiquem satisfeitos enquanto não tiverem certos de que estão ambos trilhando o caminho estreito e reto, um ajudando o outro;
18. Jamais se esqueçam de que o casamento foi estabelecido por Deus e que só a sua benção pode torná-lo o que deve ser;
19. Não permitam que esperanças terrenas os distanciem do lar eterno;
20. Jamais deixem de regar o amor com muito carinho e afeto.
Ser feliz é possível, porém é uma busca permanente que requer muito amor, esforço e dedicação.
Outro dia eu li em algum lugar uma frase que me chamou atenção, "A felicidade é um sentimento que se multiplica na medida que você vai repartindo".
Meu conselho a você é, nunca aceite viver dentro de um casamento infeliz, você pode ser um agente de transformação para fazer do seu relacionamento uma fonte de nutrição permanente.
O casamento pode ser aquilo que você decidir que ele seja. Pratique esse princípio, entre ter razão e ser feliz, faça sempre a melhor escolha, ser feliz.
Muitas vezes gastamos dez reais em uma discussão por aquilo que não vale cinqüenta centavos. As mulheres felizes no casamento, sabem colocar inteligência nas suas emoções, elas respondem com base em princípios e não de acordo com o que estão sentindo.
Você pode fazer parte do grupo de mulheres que vivem o melhor de Deus nesta terra dentro do seu relacionamento conjugal.
Viva com intensidade, seja otimista, invista em você e no seu cônjuge, diga sempre não ao conformismo. A grandeza de uma mulher está na sua capacidade de vencer a si mesma e se tornar agente de mudança aonde quer que Deus a colocar.
Que o Senhor da qualidade de vida, Jesus, seja sempre a fonte da sua alegria de viver ao lado do seu marido!
"Que na sua mesa nunca falte o pão de trigo, no seu relacionamento, o pão do carinho e no ambiente da sua casa, o Pão Vivo que desceu do céu, Jesus, o nosso Senhor!"

Do Livro: Os 5 Segredos das Mulheres Felizes no Casamento - Josué Gonçalves.

quarta-feira, 20 de março de 2013

O Poder do Louvor (2)


O verdadeiro louvor torna-se um meio pelo qual o poder de Deus opera no meio da igreja. Existem vários fatores que tornam o louvor uma força influente e outros que podem até inutilizá-lo. O poder do louvor se relaciona a vários elementos: seu veículo, seu conteúdo, sua origem, seu propósito e seu agente.
Na maioria das vezes, o louvor tem a música como veículo. Encontra-se aí então um elemento poderoso. A música é uma linguagem universal e tem o poder de influenciar o corpo e a mente das pessoas em qualquer lugar do mundo, em qualquer cultura. Ritmo e melodia exercem influência psicológica, produzindo efeitos físicos diversos. O corpo é induzido ao movimento, de modo quase automático. A mente se torna receptiva quando a música é agradável. Desse modo, sentimentos são estimulados e comportamentos são alterados.
O poder da música explica sua ampla utilização no nosso dia-a-dia, seja nos anúncios comerciais, nos eventos, nas religiões, na política, na didática, nas forças armadas, no futebol, nas terapias, etc.. Com motivo ou sem motivo, com objetivo específico ou por simples prazer, a música está em toda parte em virtude do poder que lhe é inerente.
As forças armadas se utilizam da música para estimular o patriotismo de seus soldados. Os hinos dos times de futebol também conseguem efeito semelhante em suas torcidas. Não é de se estranhar que alguns jogos terminem em guerra. Nas campanhas políticas a música é usada para gravar na memória os nomes dos candidatos, seus números e suas ideologias. O mesmo recurso é usado por alguns professores para que seus alunos guardem fórmulas matemáticas e regras gramaticais.
Ao ouvir uma música, podemos nos lembrar de fatos passados, lugares, pessoas, sentimentos, como se, por um momento, estivéssemos revivendo tudo aquilo.
A música provoca estados emocionais diversos: agitação, calma, romantismo. Pode fazer rir ou chorar.
Acrescentando a tudo isso a letra, a mensagem e o seu significado, teremos o poder musical multiplicado.
A música é algo poderoso e isto é muito sério, pois o seu uso pode ser para o bem ou para o mal. Existem músicas que estimulam a rebeldia, a violência, o vício, o sexo e até mesmo o suicídio. Muitas pessoas têm seu comportamento influenciado pelo tipo de música que ouvem.
Quando trabalhamos com a música dentro da igreja, devemos estar conscientes de que estamos manipulando algo muito poderoso. Precisamos estar atentos para não usarmos a música de um modo que venha estimular o pecado.
O poder do louvor é muito mais do que o poder da música, mas esta abordagem nos permite compreender o princípio da questão. Através do louvor nós influenciamos as pessoas. Que tipo de influência estamos passando?
A música evangélica, quando usada corretamente, é poderosa para a fixação da palavra de Deus, para sua compreensão e para conduzir as pessoas à contrição ou ao júbilo na presença do Senhor. Para ter plena eficácia, nosso louvor precisa ter a unção e o poder do Espírito Santo, conforme abordaremos mais especificamente em nossos próximos artigos.
O poder da música foi criado por Deus. Contudo, é um princípio universal e está à disposição de todos. Até o Diabo usa a música para os seus fins escusos. Que nós possamos usá-la para a honra e para a glória do nosso Deus.

Em caso de utilização desse material, favor mencionar o nome do autor: Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.