terça-feira, 28 de julho de 2009
Protestantes – traidores da pátria e do imperador
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Cordel do João Boneco em Alagoas

A literatura de cordel e as artes plásticas estarão unidas no lançamento do cordel do professor e escritor Cristiano Kriko. O Cordel do João Boneco será lançado na próxima quinta-feira, 9, às 19 horas no Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore (MTB-Ufal), ao lado da exposição, que leva o mesmo nome do cordel, composta por bonecos de papel marche confeccionados pelo próprio autor.
Segundo Cristiano Kriko, o cordel retrata a cultura nordestina e é uma metáfora do povo alagoano. Já os bonecos expostos, representam as personagens da história. A ideia surgiu quando o autor participou, o ano passado, de oficinas de papel marche, bonecos e máscaras. Contudo, o principal objetivo da exposição, que tem a curadoria do jornalista Joabson Santos, é ressaltar a importância da literatura de cordel em Alagoas.
“A união dessas duas formas de arte demonstrará que, embora possuam linguagens expressivas diferentes, ambas têm a mesma importância dentro da cultura local”, explicou o artista.
Kriko quer incentivar um maior interesse pelo cordel. “É uma arte não muito valorizada em Alagoas. Temos uma expressiva produção nas artes plásticas alagoanas, o que é louvável. Acho que o mesmo pode acontecer em relação à produção de cordel. Para isso, precisamos estimular o interesse das pessoas, especialmente dos jovens, por essa arte”, disse.
Cristiano Kriko também é responsável pela criação de outros cordéis como: Chic Chic, Como Pirinho subiu ao morro, O lixo e a preservação ambiental , Enéias Tavares dos Santos e Severino e seu Xodó. Além do livro Amar e Sonhar, lançado em 1998,como produção independente.
A exposição O Cordel do João Boneco ficará aberta ao público, gratuitamente, até o dia 30 de julho. Os cordéis poderão ser comprados na loja do Museu Théo Brandão, na qual também podem ser encontradas obras de outros cordelistas alagoanos.
*Como poeta (iniciante/incetivador), sempre fico feliz quando encontro noticias sobre a importância do Cordel. Nosso Blog é um incentivador dessa literatura que tanto tem sido desprezada. Sou amante do cordel porque foi através do mesmo que desenvolvi a hábito da leitura e com isso, o meu aprendizado também foi aperfeiçoado. Leia mais cordel.
Local: Avenida da Paz, 1490, Centro Informações: 3221-2977 e 3221-2651.
Fonte: www.alagoas24horas.com.br
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Literatura de cordel ajuda alunos nas aulas de história
Ao unir o conteúdo de história e de lingua portuguesa ensinando aos alunos do quinto ano (quarta série) do ensino fundamental, a professora Eliane Barreto Maia Santos obteve excelentes resultados. O projeto Migração e Literatura de Cordel foi desenvolvido pela professora em 2008, no Colégio Destaque, em Pinhais, Paraná.
Após ouvir pessoas que chegaram ao estado como migrantes, cada estudante confeccionou um livrinho, em formato de cordel, no qual contava a trajetória de vida do entrevistado. – Os textos foram produzidos de maneira poética, com uma pitada de humor, e complementados com desenhos –, explica a professora.
Os livros foram expostos, inicialmente, na própria sala. Depois, no pátio da escola. Ao fim do projeto, foram presenteados aos entrevistados, com uma carta de agradecimento, escrita pela professora.
– As pessoas ficaram emocionadas e agradeceram pela transformação de histórias de vida sofridas e difíceis em algo tão meigo –, conta Eliane. As crianças, segundo a professora, sentiram-se valorizadas.
Fonte:Por Redação, com Agência Brasil - de Brasília - Jornal Correio do Brasil.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O escândalo nosso de cada dia
| Se no passado não fumar, não beber e não jogar era um certificado de conduta para os evangélicos, hoje não parece significar muita coisa. Fumar é proibido. Beber, o Ministério da Saúde não aconselha. E jogar é ilegal. |
| É preciso mais do que boas maneiras e uma lista de regras para identificar verdadeiros cristãos. E, pior, as pesquisas indicam que os cristãos não são diferentes do restante da sociedade quando avaliados por esses mesmos critérios e pelo estilo de vida. Quem nós somos e quem Deus nos chama a ser? |
sexta-feira, 26 de junho de 2009
VALE TUDO, EM NOME DA FÉ?

quinta-feira, 25 de junho de 2009
A graça não é de graça
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
Missionários Presbiterianos (IPB) traduzem a Bíblia para índios no MS

O Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão, apresentou esta reportagem sobre obras sociais de igrejas evangélicas presentes no Brasil na terça-feira, dia 26/05.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto a população brasileira cresceu 15,5% entre os dois últimos censos, o número de evangélicos dobrou. Hoje, são cerca de 15% dos brasileiros. Como a maioria católica inclui 73% da população, as obras da Igreja Católica são mais conhecidas.
A Reportagem (26/05), mostrou o trabalho que os evangélicos estão fazendo não só em cidades grandes como o Rio de Janeiro, mas também em comunidades menores, do interior do país, apoiando populações que frequentemente são esquecidas pelo poder público.
A harmonia dos sons vale por uma prece.
“O instrumento, a música e o canto têm uma ligação muito íntima com Deus”, afirma o músico Gilberto Oliveira.
São evangélicos de ramo pentecostal, que acreditam no poder do Espírito Santo e usa a música como oração. Música cheia de fervor.
A Sinfonia da Fé tem origem em um projeto que ajuda crianças, jovens e adultos. Gilberto achava que seria técnico
“Quando a gente está fazendo música, a gente já sente na pele. Às vezes, a gente fica arrepiado. Quando a gente faz a coisa para Deus e dá aquele arrepio, Meu Deus do céu. Esse, Deus recebeu”, explica o músico.
Nas oficinas da igreja, ele se descobriu como músico de talento. Uma atividade mantida com uma parte do dízimo, das doações que vem dos fiéis.
“As pessoas costumam ouvir que a igreja só existe para pegar dinheiro do povo, para enganá-lo. Os pastores são tidos como charlatões, pegadores de dinheiro. Mas ninguém vê os acontecimentos sociais que a igreja promove”, afirma Nelson dos Anjos, pastor da Assembleia de Deus.
A origem das igrejas evangélicas está no distante Século 16, na decisão de homens como o monge Martinho Lutero e o teólogo João Calvino, em romper com a Igreja Católica.
O primeiro por não concordar com o pagamento das indulgências, a possibilidade que existia, na época, de comprar o perdão divino. O segundo por querer uma grande reforma na organização dos ritos católicos.
O movimento é conhecido como Protestantismo, de onde derivam a imensa maioria dos evangélicos de hoje.
“Com o Lutero, você vai ter toda uma nova teologia muito calcada na interpretação, na leitura da Bíblia. Você tem que assumir para você que está tudo ali na Bíblia. As suas orientações estão na Bíblia para a sua vida”, declara a socióloga Maria das Dores Machado.
E está lá escrito: a missão dos cristãos é divulgar a palavra de Deus mundo afora.
Os presbiterianos foram para Dourados, no Mato Grosso do Sul, em 1928, para levar o Evangelho, com autorização da Funai, para a maior aldeia do Brasil.
A Igreja Presbiteriana tem origem no Século 16, está no Brasil desde 1859 e tem hoje 980 mil fiéis. É conhecida por reforçar os valores éticos e morais. Na missão Caiuá, um hospital só para eles. Também uma escola, com ênfase evangélica.
Em meio à disputa por terras na região que já dura décadas, o preconceito afastou brancos e índios e dividiu a tribo. Hoje, são dois caciques e nenhum pajé, o líder espiritual. O último morreu há cinco anos. Os chocalhos sagrados dos rituais criaram teias de aranha.
Agora, as doenças são tratadas só no hospital da missão. Na cidade, os índios ainda não são bem recebidos.
“A discriminação e o preconceito são muito fortes”, afirma uma índia.
Na escola indígena, os mais velhos tentam não deixar a cultura morrer. Na escola da missão, as aulas dos brancos funcionam como reforço, como ferramenta para entender e transitar no mundo dos brancos.
“Quando você pode ensinar uma criancinha que está ao seu lado, quando você pode curar a ferida de alguém está sofrendo no hospital. Todos esses gestos não são simplesmente de um profissional que está fazendo, mas alguém que tem o ideal de servir e que gostaria, através daquele gesto, alcançar a grandeza e o amor de Deus no seu coração”, afirma Benjamim Bernardes, reverendo da Igreja Presbiteriana.
O reverendo Benjamim sabe que, para tudo isso dar certo, uma barreira tem que cair. Afinal, são evangélicos americanos, de língua inglesa, no Brasil da língua portuguesa, trabalhando com índios que falam o caiuá.
Um dos maiores desafios dos missionários foi tentar entender a língua dos índios para poder falar de igual para igual com eles. Mas os religiosos foram além. Conseguiram registrar pela primeira vez, por escrito, a gramática da língua kaiwá.
Ainda produziram um livro. De texto estranho, sagrado. É a Bíblia feita para os índios e escrita na língua deles.
“Deus me chamou para isso”, conta a missionária inglesa Audrey Taylor.
É o trabalho de uma vida. Audrey começou decifrando gestos e ruídos. Agora, divulga o Evangelho sem precisar de tradução simultânea.
“Eles têm mais valor do que eles pensavam que tinham. A língua está escrita e Deus falou com eles através da Bíblia, na própria língua”, esclarece Audrey.
“Eu gostei da parte onde diz que Deus não quer que nenhum dos pequeninos se perca. Assim como ele amou a ovelha perdida, ele ama a todos igualmente. A missão trouxe uma nova realidade para uma comunidade indígena, uma outra vida”, revela o índio caiuá Natanael Cárceres.
Ensinar, aprender, proteger e ajudar. Na missão evangélica encravada no cerrado, são os próprios índios os primeiros a reconhecer:
“Foi Deus que mandou a missão, tanto os caciques, os rezadores falam disso também. Se não fosse Deus, o caiuá estaria reduzido, muito reduzido, porque nós íamos morrer tudo", avalia a índia caiuá Valdelice Veron.
“Todos nós podemos fazer algo, por mais simples que seja, desde que haja no nosso coração o desejo sincero de poder servir ao próximo”, conclui Benjamim Bernardes.
Fonte: http://jornalnacional.globo.com/
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Codel como meio de Evangelizar

Ó Deus Pai Onipotente
E Autor da criação
Dai-me santa inteligência
Também peço inspiração
Pra falar em poesia
Do plano da Salvação
Quando o homem foi criado
No Éden Deus colocou
Exigiu obediência
Mas ele se rebelou
Desfazendo a comunhão
Que tinha com o Criador
Mas Deus sendo paciente
Dele nunca desistiu
Prometeu o Salvador
O resgate garantiu
Começando por Noé
Que do dilúvio acudiu
O patriarca da fé
O nossa pai Abraão
Um chamado recebeu
Pra sair do seu torrão
Abençoar as nações
Seria sua missão
Dele saiu a linhagem
De Isaque seu querido
Era o filho da promessa
Que Deus tinha concebido
Mesmo Sara duvidando
Deus ouviu o seu pedido
De Isaque veio Jacó
Que até com o anjo lutou
Fez um altar em Betel
Ao Deus do céu adorou
Teve o seu nome trocado
Pra Israel Deus mudou
Nesta lista de heróis
Que viveram pela fé
Começamos por Abel
Enoque e depois Noé
Abraão o peregrino
Isaque, Jacó e José.
Depois destes vem Moisés
O grande libertador
Educado no Egito
Mas dedicado ao Senhor
Para enfrentar Faraó
Com disposição e temor
Josué segue na lista
De Moisés é a sucessão.
Neemias é lembrado
Por sua determinação
Reconstruiu Jerusalém
Com coragem e oração
O Rei Davi ensinou
De como em Deus confiar
Mesmo jovem não temeu
Quando teve que lutar
Com um gigante irado
Que queria lhe matar
A Bíblia fala de muitos
Aqui eu lembro Sansão
Daniel e Jeremias
O grande Rei Salomão
Sem esquecer Isaías
Que falou da Salvação
Assim Deus falou do plano
Desde o Velho Testamento
De Gênesis a Malaquias
Anuncia o nascimento
Do Messias o prometido
Que daria o livramento
sábado, 23 de maio de 2009
Teoria do "Design Inteligente" barrada em debate
sábado, 16 de maio de 2009
Vergonha! Para os homens que ferem as mulheres.
