domingo, 16 de novembro de 2008

Que interessante esse lago no Chile! Ele não lembra a forma do mapa brasileiro?

sábado, 15 de novembro de 2008

Negro, pastor, herói

Não. Não me refiro ao presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama. Ele não é pastor. “Negro, pastor, herói” é o título do artigo escrito pelo cientista político e bispo anglicano Robinson Cavalcanti, por ocasião do 20º aniversário do assassinato do pastor e Prêmio Nobel da Paz Martin Luther King (clique aqui para ler o artigo)। Agora, 40 anos depois, acompanhamos o mesmo Rev. Jesse Jackson, que o acudiu naquela emboscada em Memphis, com lágrimas nos olhos ao ouvir o anúncio da vitória do senador negro Barack Obama.
Sim। É um acontecimento histórico। E não depende do governo que o presidente eleito realizar। Afinal, os Estados Unidos não elegeram um santo, nem mesmo um diácono, mas um presidente। E, antes de mais nada, é bom deixar claro: ser de direita ou de esquerda não nos torna melhores ou piores cristãos. Tanto lá como cá, lulistas ou serristas. Porém, é irresistível lembrar, por exemplo, que se você, ou seu pai, ou seu avô são brancos e estiveram naquele país nos anos 60, certamente não andaram de ônibus com algum negro e, o mais provável, freqüentaram um ou outro lugar — quem sabe uma igreja — onde apenas os brancos entravam. Faz pouco tempo. Na minha modesta opinião a história não mudou hoje, como afirmam alguns. Ela mudou e muda todos os dias. Hoje, também. Em 1968, quando um tiro certeiro pôs fim à vida de Martin Luther King — naqueles dias lançávamos a primeira edição do então tablóide Ultimato. Mudou quando fundamentalistas se jogaram contra as torres gêmeas, em Nova York, ou quando os Estados Unidos invadiram o Iraque. Mudou, quem diria, quando nasceu meu primeiro filho. Você pode fazer a sua lista. Enfim, “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos” (Ec 12.13).

Acesse nosso blog e assista ao histórico discurso de Martin Luther King, “Eu tenho um sonho”.Marcos Bontempo

sábado, 8 de novembro de 2008

DEFINIÇÕES DE LITERATURA DE CORDEL
(Reedição de materia anterior)
Tipo de poesia popular originalmente oral e depois impressa em folhetos rústicos expostos para venda pendurados em cordas. Exposta a rima e alguns poemas são ilustrados com xilogravura. As estrofes mais comuns são as dez, oito ou seis versos. Os autores recitam esses versos de forma quase cantada acompanhado de violão.
HISTÓRIA DO CORDEL.
Geral:
>Na época dos povos conquistadores grego-romano, fenícios, catarinenses, saxões, etc, a literatura de cordel já existia, tendo chegado á Península Ibérica (Portugal e Espanha) por volta do século XVI. Na península a literatura de cordel recebeu os nomes de “pliegos sueltos” (Espanha) e “folhas soltas” ou “volantes” (Portugal). Em todos esses locais há literatura popular em versosA literatura de cordel é assim chamada pela forma como são vendidos os folhetos, dependurados em barbantes (cordão) nas feiras, mercados, praças e bancas de jornal, principalmente das cidades do interior e nos subúrbios das grandes cidades. Essa denominação foi dada pelos intelectuais e é como aparece em alguns dicionários. O povo se refere á literatura de cordel apenas como folheto.A tradição dessas publicações populares, geralmente em versos, vem da Europa. No século XVIII, já era comum entre os portugueses a expressão literatura de cego, por causa da lei promulgada por Dom João V, em 1789, permitindo à irmandade dos Homens Cegos de Lisboa negociar com esse tipo de publicação. Esse tipo de literatura não existe só no Brasil, mas, também, na Sicília (Itália).
>No Brasil
Florescente, principalmente, na área que se estende da Bahia ao Maranhão esta maravilhosa manifestação da inteligência brasileira merecera no futuro, um estudo mais profundo e criterioso de suas peculiaridades particulares.Oriunda de Portugal, a literatura de cordel chegou ao balaio e no coração dos nossos colonizadores, instala se na Bahia e mais precisamente em Salvador. Dali se irradiou para os demais estados do Nordeste. A pergunta que mais inquieta e intriga os pesquisadores é “Por que exatamente no Nordeste?”. A resposta não está distante do raciocínio livre nem dos domínios da razão. Como é sabido, a primeira capital da nação foi Salvador, ponto de convergência natural de todas as culturas, permanecendo assim até 1763, quando foi transferida para o Rio de Janeiro.Na indagação dos pesquisadores, no entanto há lógica, porque os poetas de bancada ou de gabinete, como ficaram conhecidos os autores da literatura de cordel, demoraram a emergir do seio bom da terra natal. Mais tarde, por volta de 1750 é que apareceram os primeiros vates da literatura de cordel oral. Engatinhando e sem nome, depois de relativo longo período, a literatura de cordel recebeu o batismo de poesia popular.
*Hoje, graças ao incentivo de professores e pessoas amantes desta tradicional literatura, é comum ver pessoas fazendo versos nas escolas e nas festas populares. Mas ainda falta muito para ela ter a importancia que teve no passado. Cabe a cada um que gosta de poesia de cordel, divulgar e incentivar a leitura da mesma.
Eu tenho feito minha parte, faço meus versinhos e tenho ensinado para meus filhos, que hoje também são amantes da literatura de cordel. O resultado é no gosto e no desenvolvimento da leitura em geral.
Postagem: Zé Farncisco
Bíblia pop conquista leitores

(ALC) A Escritura Sagrada ganhou um impulso na Suécia com a distribuição da “Bíblia Ilustrada”, em forma de revista, num projeto criativo e original do publicitário sueco Dag Söderberg.No ano passado, relata o repórter Eduardo Simões, da Folha de São Paulo, a Bíblia teve um crescimento de 50% nas vendas, na Suécia, onde 75% da população são filiados à Igreja Luterana. A distribuição do texto sagrado alcançou 90 mil exemplares em 2007, para um país com 9 milhões de habitantes.“Chegamos a perguntar a várias pessoas, jovens e idosas, liberais e conservadoras, religiosas ou não, quem atualmente incorporaria a mensagem de Jesus. E muitas delas foram incluídas no livro de Marcos”, contou Söderberg ao repórter.Assim, o Evangelho de Marcos no texto do publicitário vem acompanhado de celebridades do bem como Bono, Angelina Jolie, Nelson Mandela, Gandhi, John Lennon e outros. As celebridades têm sido mensageiros ou embaixadores da boa vontade e da justiça social nos tempos modernos, justificou o editor.Antes de chegar às livrarias o “evangelho pop” foi vendido em butiques, lojas e galerias de arte. No final do mês de outubro, o Novo Testamento de Söderberg foi lançado no mercado norte-americano, ao preço de 35 dólares o exemplar (cerca de 73,5 reais), com 288 páginas. O Antigo Testamento chegará ao mercado dos Estados Unidos em 2009.Söderberg está negociando os direitos autorais da Bíblia pop em vários países. Não consta nesta listagem um dos maiores mercados do texto sagrado, o Brasil, onde a Bíblia aparece em primeiro lugar nos “Retratos da leitura” deste ano, pesquisa encomendada pelo Instituto Pró-Livro, com 45% na preferência dos leitores, seguida do gênero livros didáticos, com 34%.A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) distribuiu, em 2006, 5,6 milhões de exemplares da Bíblia no país. As 145 Sociedades Bíblicas do mundo, filiadas a Sociedades Bíblicas Unidas, distribuíram 25,7 milhões de exemplares no mesmo período.

domingo, 2 de novembro de 2008

Ah! Tua vida tá ruim, né ?
Tú reclama de tudo! De tudo falta um pouco! Né assim?
Reclama dos pais, reclama dos amigos, reclama da escola, reclama de Jesus, reclama de Santana, reclama da mulher, reclama da namorada, da amante, da família, da sogra, do emprego, reclama da vida! De tudo. Minha vida é uma bosta! E pegue insatisfação…
De tudo você reclama.
Mas…
A tua vida tá boa rapaz (moça)! Pra lá de boa! Pense nisso. Erga as mãos para os céus e agradeça. Todos os dias. Todos os momentos. Vá a igreja. Reze. Peça perdão. Tem gente que não tem nem de perto o que você tem e não reclama da vida. Ao contrário, agradece a Jesus, nosso pai celestial. Ajuda aos outros. Ao próximo. E agradece a Deus pela dádiva da vida!
Olhe, seu reclamador!
Vou te apresentar ao Nick. Nick Vujicic é uma figura.
“Eu agradeço a Deus por ser usado como testemunho para tocar milhares de corações ao redor do mundo. Eu nasci sem os membros e os doutores não tem qualquer explicação médica para isso. Como você pode imaginar eu enfrentei muitos desafios e obstáculos. Meus pais são cristãos. Meu pai é pastor. Eles não tiveram tempo para se preparar para o meu nascimento. Todos choraram o meu nascimento. E se perguntaram o porquê de Deus ter permitido que aquilo tivesse acontecido com a minha família, sendo que minha mãe me deu uma irmã e um irmão normais. Todos achavam que eu não sobreviveria. Quando fiz 15 anos passei a dedicar minha vida a Deus. Hoje tenho 23 anos e terminei meu curso universitário de comércio, me formando em planejamento financeiro e contabilidade. Eu também dou palestras de motivação. Tenho muitos objetivos. Quero ser independente e escrever livros. Estou escrevendo meu primeiro livro: “sem braços, sem pernas, sem preocupação” é o título. Nada na vida deve ser temido, mas compreendido” disse Nick.
Vamos parar de justificar e clamar a misericórdia de Deus pelas nossas irresponsabilidades, egoísmo, comodismo, omissão.
E aí? Dor de cabeça, de barriga, de lado, de junta, resfriadinho, cólicas, etc, etc, etc…
Quem que ser de Deus é de Deus… quem entende o que é ser levado pelo Espírito Santo… se deixa levar. A deficiência não está no exterior está dentro de nós.
Ah! O objetivo desta mensagem não é para você ficar impressionado, comovido ou admirado… dizendo para os outros “nossa, meu Deus, que história daquele rapaz”… pois Nick não precisa disso. Nick nos ensina o que todos nós já devíamos ter aprendido… e estamos vivendo. Disse Jesus: levanta e anda!
Será que depois dessa ainda conseguiremos continuar com justificativas e argumentos para qualquer obstáculo?
Apresento-lhes Nick:









E Ai meu amado? Você Acha que que sua vida é Ruim, depois de ver e ler isto ai?

Retirado do Blog do Robson Pires - O xerife de Caicó - RN


domingo, 26 de outubro de 2008

O caminho do coração - “O pão nosso de cada dia…”
Durante muito tempo achei esta súplica meio fora de lugar na oração do Senhor. Minha maior dificuldade vinha de uma sensação hipócrita de saber que este pão encontra-se estocado na despensa de minha casa. Para as famílias que não sabem o que terão para o almoço, esta súplica parece fazer sentido, mas para mim e tantos outros que entram nos supermercados e abastecem suas despensas para os próximos quinze ou trinta dias, não faz muito sentido pedir pelo “pão nosso de cada dia”. Sabemos que ele já está garantido na mesa hoje, amanhã ou na semana que vem. Por que então orar pelo “pão de cada dia”?
Eu poderia minimizar minha dificuldade dizendo que, mesmo este pão já garantido, é dádiva de Deus. Sei que é. O que não fazia sentido para mim era o porquê desta súplica (não a gratidão por tudo que Deus tem me dado). Pensemos, por um instante, num paciente de classe média aguardando uma cirurgia num hospital. Provavelmente sua preocupação será mais com a competência da equipe médica, com os recursos tecnológicos disponíveis, e menos com a oração; a oração entra como um ator coadjuvante, caso alguma coisa saia do controle, mas não como a preocupação central. Somos tentados a crer que Deus está presente apenas nas sombras de nossa consciência. Que ele é capaz de atender às necessidades emocionais confusas, aos problemas para os quais a ciência não tem respostas, mas totalmente irrelevante para o “pão de cada dia”.
O “Pai Nosso” é nossa primeira escola de oração. Nesta súplica Jesus nos ensina que a oração não é uma ferramenta técnica, usada para excitar nossa curiosidade. Pelo contrário, ela nos envolve num exercício de fé e compreensão da realidade que está além da ciência. Ela não é um meio de manipular a criação, mas uma forma de compreender e penetrar na realidade dela.
Ao suplicar “o pão nosso de cada dia dá-nos hoje” colocamos Deus no centro de nossas necessidades cotidianas. Se Deus é percebido apenas nas fronteiras de nossas vidas, nas grandes crises ou nos grandes eventos, esta súplica não tem significado algum. Mas, como Deus nos é revelado como nosso “Pai que está nos céus”, a súplica pelo “pão de cada dia” revela a presença de Deus no que há de mais simples e comum no nosso dia-a-dia.
O reino de Deus envolve a vida inteira. Nada é trivial diante de Deus. Nossas necessidades profissionais, afetivas, físicas, emocionais, tudo importa a Deus. Ele é o Deus do cotidiano, das pequenas coisas, do pão sobre a mesa e do sol que se põe ao entardecer. Deus se interessa pelo fio de cabelo que cai e pela mão que o toca no meio de uma multidão. A oração do “Pai Nosso” nos torna conscientes de que a experiência da oração não envolve apenas as situações de emergência ou as ansiedades do futuro, mas é pão para hoje, para as necessidades e situações do presente. É uma oração que nos ensina a não nos preocupar com o dia de amanhã. A fé cristã, para muitos, se mostra mais relevante nas lembranças do passado ou nas preocupações com o futuro, mas não tem nenhuma relevância para o presente. É no “pão de cada dia” que a graça de Deus se mostra real. O maná do deserto servia somente para o presente, nunca para o futuro. A ansiedade do futuro apodrece a graça do presente.
Outro aspecto desta súplica é que ela nos ensina a orar pelo “pão nosso”, não “meu”. É uma oração que precisa ser feita com os olhos bem abertos porque, ao fazê-la, nos tornamos mordomos responsáveis dos bens de Deus. Ela integra o básico, o “pão de cada dia”, em meio a tantas “necessidades” criadas pelo espírito consumista. Ela pede por justiça, que é fruto da conversão do “meu” para o “nosso”, e rompe com o egoísmo, nos transformando em seres solidários. Com ela aprendemos a valorizar o essencial (oramos pelo pão, não pelo caviar), porque a vida está na relação comunitária, na fidelidade e responsabilidade para com Deus, dono da prata e do ouro, da comida e da bebida, que nos confiou os seus bens para cuidar dos seus filhos. É a fé tomando forma nas situações mais reais da vida.
• Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de “Janelas para a Vida” e “O Caminho do Coração”.

domingo, 19 de outubro de 2008

Os Cinco Solas da Reforma: Sola Scriptura, Sola Christus, Sola Gratia, Sola Fide, Soli Deo Gloria
(por Declaração de Cambridge)
SOLA SCRIPTURA: A Erosão da Autoridade
Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.
Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas dos consumidores, devemos proclamar a Lei como medida única da justiça verdadeira, e o evangelho como a única proclamação da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a compreensão, o desvelo e a disciplina da igreja.
A Escritura deve nos levar além de nossas necessidades percebidas para nossas necessidades reais, e libertar-nos do hábito de nos enxergar por meio das imagens sedutoras, clichês, promessas e prioridades da cultura massificada. É só à luz da verdade de Deus que nós nos entendemos corretamente e abrimos os olhos para a provisão de Deus para a nossa sociedade. A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. Os sermões precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensino, não a expressão de opinião ou de idéias da época. Não devemos aceitar menos do que aquilo que Deus nos tem dado.
A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual, é o teste da verdade.
Tese 1: Sola Scriptura
Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado.
Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.
SOLO CHRISTUS: A Erosão da Fé Centrada em Cristo À medida que a fé evangélica se secularizou, seus interesses se confundiram com os da cultura. O resultado é uma perda de valores absolutos, um individualismo permissivo, a substituição da santidade pela integridade, do arrependimento pela recuperação, da verdade pela intuição, da fé pelo sentimento, da providência pelo acaso e da esperança duradoura pela gratificação imediata. Cristo e sua cruz se deslocaram do centro de nossa visão.
Tese 2: Solus Christus
Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai.
Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada.
SOLA GRATIA: A Erosão do Evangelho A Confiança desmerecida na capacidade humana é um produto da natureza humana decaída. Esta falsa confiança enche hoje o mundo evangélico – desde o evangelho da auto-estima até o evangelho da saúde e da prosperidade, desde aqueles que já transformaram o evangelho num produto vendável e os pecadores em consumidores e aqueles que tratam a fé cristã como verdadeira simplesmente porque funciona. Isso faz calar a doutrina da justificação, a despeito dos compromissos oficiais de nossas igrejas.
A graça de Deus em Cristo não só é necessária como é a única causa eficaz da salvação. Confessamos que os seres humanos nascem espiritualmente mortos e nem mesmo são capazes de cooperar com a graça regeneradora.
Tese 3: Sola Gratia
Reafirmamos que na salvação somos resgatados da ira de Deus unicamente pela sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual.
Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias humanas por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não-regenerada.
SOLA FIDE: A Erosão do Artigo Primordial A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos. Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada de Cristo, a modernidade alimenta as chamas desse descontentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que esse descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.
Muitas pessoas ligadas ao movimento do crescimento da igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas freqüentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério. A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apegando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares.
Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos a verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo. Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele Ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus. Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção à igreja, ou probidade moral. O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus.
Tese 4: Sola Fide
Reafirmamos que a justificação é somente pela graça somente por intermédio da fé somente por causa de Cristo. Na justificação a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.
Negamos que a justificação se baseie em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja mas negue ou condene sola fide possa ser reconhecida como igreja legítima.
SOLI DEO GLORIA: A Erosão do Culto Centrado em Deus Onde quer que, na igreja, se tenha perdido a autoridade da Bíblia, onde Cristo tenha sido colocado de lado, o evangelho tenha sido distorcido ou a fé pervertida, sempre foi por uma mesma razão. Nossos interesses substituíram os de Deus e nós estamos fazendo o trabalho dele a nosso modo. A perda da centralidade de Deus na vida da igreja de hoje é comum e lamentável. É essa perda que nos permite transformar o culto em entretenimento, a pregação do evangelho em marketing, o crer em técnica, o ser bom em sentir-nos bem e a fidelidade em ser bem-sucedido. Como resultado, Deus, Cristo e a Bíblia vêm significando muito pouco para nós e têm um peso irrelevante sobre nós.
Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.
Tese 5: Soli Deo Gloria
Reafirmamos que, como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela é para a glória de Deus e devemos glorificá-lo sempre. Devemos viver nossa vida inteira perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus, e para sua glória somente.
Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto-estima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.
Fonte: Declaração de Cambridge - Site: http://www.teologiacalvinista.com/

sábado, 11 de outubro de 2008

Em Deus e o Mundo dos Negócios, Paul Stevens, autor também de A Espiritualidade na Prática, lembra uma história conhecida, especialmente do público norte-americano, que começa com a frase “você tem duas vacas”. Ele cita Richard Higginson em uma abordagem sobre investimentos, em seu livro Questions of Business Life [Questões da vida de negócios]. Qualquer semelhança não é mera coincidência.
Feudalismo: Você tem duas vacas. O seu senhor fica com parte do leite.
Fascismo: Você tem duas vacas. O governo fica com as duas, contrata você para cuidar delas e vende o leite para você.
Comunismo: Você tem duas vacas. Você tem que cuidar delas, mas o governo fica com todo o leite.
Capitalismo: Você tem duas vacas. Você vende uma e compra um touro. O seu rebanho se multiplica e a economia cresce. Você vende o rebanho e se aposenta com o lucro. Capitalismo segundo a Enron [ou, atualizando, segundo as “Instituições Financeiras” em Wall Street]: Você tem duas vacas. Vende três para sua companhia de capital aberto usando cartas de crédito abertas pelo seu cunhado em um banco. Em seguida, faz um acordo para quitar a dívida com participação acionária, e pode, então, adquirir todas as quatro vacas de volta, com isenção de taxas para as cinco vacas. Os direitos sobre o leite das seis vacas são transferidos por meio de um intermediário para uma empresa nas Ilhas Cayman, que pertence secretamente a um dos acionistas majoritários, que vende os direitos de todas as sete vacas de volta para a sua companhia de capital aberto. O relatório anual da “Instituição” aponta que a companhia possui oito vacas, com opção de compra para uma nona.
E, por falar em vaca, lembro-me também das de Basã, gordas e satisfeitas, que nos foram apresentadas por Amós (Am 4.1). Com a palavra, o próprio:
“Eu sei das muitas maldades e dos graves pecados que vocês cometem. Vocês oprimem o justo, recebem suborno e impedem que se faça justiça ao pobre nos tribunais” (Am 5.12).
“Está chegando o dia em que mandarei fome pelo país inteiro. Todos ficarão com fome, mas não por falta de comida, e com sede, mas não por falta de água. Todos terão fome e sede de ouvir a mensagem de Deus, o Senhor” (Am 8.11).

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Fonte: ULTIMATO; Autor: Marcos Bontempo

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Papa lamenta falta de interesse pela Bíblia

(BBC) O papa Bento 16 iniciou no dia 5 de outubro um sínodo para examinar o que considera uma falta de interesse pela Bíblia nos tempos atuais. Bento 16 lamentou o que chamou de influência danosa e destrutiva de algumas formas de cultura moderna. Essas manifestações de cultura moderna, na opinião do papa, decidiram que Deus está morto e que o homem é o único arquiteto de seu destino e mestre de toda criação.
O próprio papa iniciou a leitura neste domingo pelo livro do Gênesis.
Depois dele, centenas de outros irão ler um trecho da Escritura, incluindo políticos italianos, celebridades do mundo do entretenimento e do esporte, como o jogador brasileiro Kaká, e italianos comuns.
Fonte: Agencia BBC

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Numa eleição muito disputada para prefeito de Jardim do Seridó, o Padre Jocimar Dantas venceu com uma maioria bastante significativa levando em consideração os números das eleições de 2004, quando o atual prefeito de jardim do Seridó, Dr Edimar Medeiros, venceu com uma maioria esmagadora (mais de mil e duzentos votos), o ex-prefeito Patricio Junior. O Padre além de tirar essa maioria, colocou mais 328 votos. Isso significa dizer que, em números, o padre Jocimar Dantas venceu com uma maioria total de mais de 1500 votos. O padre além de tirar os 1212? da anterior, colocou mais 328 votos nesta. "É mole ou quer mais"???
Um fenômeno pode está acontecendo em jardim do Seridó; É que desde que foi instituida a lei da reeleição no país, nenhum prefeito conseguiu se reeleiger naquela cidade. O povo insatifeito sempre espera mais e troca de prefeito. Será que isso vai continuar acontecendo? esperemos pra ver!
Confira o resultado:
Padre Jocimar (PMDB)teve 4.413 votos,
Doutor Edimar (PSB) 4.085 votos e
Zé da noite (PTB) 182 votos.
De quebra, em Jardim do Seridó aconteceu (o enusitado). Foi eleito com a maior votação para vereador, o pai do Padre, o ex-vereador Joaci Costa foi eleito para vereador com 761 votos. Desta feita será o padre na prefeitura e o seu pai na Câmara dos Vereadores.
A Câmara municipal de Jardim estará com caras novas para o próximo mandato do quadriênio
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*Foto retirada do blog: http://www.robsonpiresxerife.com/blog/ .