terça-feira, 16 de dezembro de 2008

"PLAYBOY" Mexicana traz modelo vestida de virgem Maria
A “Playboy” mexicana de dezembro resolveu levar o tema natalino ao pé da letra. E deve causar polêmica. A capa traz uma modelo em uma versão moderna e sexy da Virgem Maria, com o título: “Te Adoramos, María”.
* A edição, que mal chegou às bancas, já vendeu mais de 80 mil exemplares no país. A modelo, no caso, é María Florença Onori, que, dentro da revista, foi fotografada por David Eisenberg com coroas e roupas que lembram santos. O profissional, aliás, disse que não teve a intenção de transformá-la na mãe de Jesus.
* Mas, na publicação, as imagens vêm acompanhadas de frases como “Bendita sejas” e “És bem-aventurada”.
-Já não resta dúvida de que o mundo "dos quero mais é dinheiro" não tem limites nem pudor, muito menos respeito pela fé. Não digo isso poque defendo a idolatria feita pelos católicos a Maria. Mas sim pela falta de respeito para com aquela que é digna de honra por ter sido escolhida entre as mulheres pelo próprio Deus para ser a Mãe do seu Filho Jesus Cristo. Veja o que escreve Lucas em seu Evangelho: "...Porque (Deus)contemplou na humildade da sua serva. Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada, porque o Poderoso me fez grandes coisas. (Lucas 1.48,49).

domingo, 14 de dezembro de 2008

IDOLATRIA, UM PECADO CONDENÁVEL,MAS MUITO PRATICADO!
A idolatria é usualmente definida como a prática de adoração a ídolos, imagens e esculturas em oposição à adoração a um Deus monoteísta. A idolatria é considerada um dos maiores pecados nas religiões abraâmicas. Quais imagens, idéias e objetos, constituem idolatria, e quais constituem uma adoração válida é um assunto de discussões por autoridades e grupos religiosos.
A Bíblia, a Torah e o Alcorão são particularmente taxativos quanto à idolatria, comparando-a com alguns dos piores crimes e pecados concebíveis. Por conta desta condenação, o termo "idolatria" é atualmente adotado como forma pejorativa de referência a práticas religiosas não abraâmicas. Desobedecendo as leis de Deus segundo os seus mandamentos.
Idolatria é adorar a criação em vez do Criador. É servir as imagens de coisas criadas, é fazer orações a elas, é fazer procissões com as imagens, fazer promessas a Santos, dobrar os joelhos às imagens dos Santos, etc.
A Bíblia diz em Romanos 1:22-23 “Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.”
Os mandamentos proíbem que adoremos ídolos ou imagens. A Bíblia diz em Êxodo 20:3-4 “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.”
De que modo você expressa o sentimento que lhe enche o coração? Como você expressa ao Senhor a sua adoração, a sua honra e o seu respeito? A Bíblia usa o termo "adorar" com respeito à manifestação dessa reverência.
O Antigo Testamento freqüentemente fazia uso de atos físicos para representar uma atitude do espírito. Por exemplo, a palavra hebraica traduzida por "adorar" significa "abaixar-se, curvar-se, prostrar-se", e denota uma submissão a alguém superior. Quando a glória do Senhor encheu o templo, os israelitas "se curvaram com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram" (2 Crônicas 7:3).
Esse conceito se estendeu ao Novo Testamento, no qual os discípulos, ao encontrarem o Cristo ressuscitado, "abraçaram-lhe os pés e o adoraram" (Mateus 28:9). A adoração encontra a sua motivação no reconhecimento de que Deus é digno. Isso pode ser representado por atos físicos como prostrar-se, oferecer sacrifícios ou fazer outra atividade ordenada, mas deve brotar de uma atitude do coração de reverência para com o objeto adorado.
Deus é honrado quando é louvado pelo que fez e pelo que Ele é. O salmista afirma: "Aclamai a Deus, toda a terra. Salmodiai a glória do seu nome, dai glória ao seu louvor. Dizei a Deus: Que tremendos são os teus feitos!" (Salmo 66:1-3). Deus é digno de louvor não apenas por sua obra criadora, mas também por sua obra redentora, no sacrifício de Cristo. "Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as cousas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas" (Apocalipse 4:11). Ainda: "Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor" (Apocalipse 5:12).

Muitos hoje, estão sendo enganados por líderes religiosos que ensinam a reverenciar nomes de pessoas da bíblia e outras canonizadas por religiões. Mas é preferivel ficar com os ensinamentos bíblicos. Portanto, para que você não seja enganada por estes, Lêia a Bíblia e compare o ensino.
Deixemos a idolatria e adoremos somente ao Criador e matenedor de todas as coisas.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Perseguidos no mundo por causa da fé reformada
INTERNACIONAL - Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: “O justo viverá pela fé”. Romanos 1.17 . Esse texto que abre a epístola de Paulo à Igreja de Roma foi revelado posteriormente a um homem que mudaria para sempre a história da Igreja cristã e, principalmente, do cristianismo vivido em sua época. Ansiando por buscar o perdão de Deus para seus pecados, Martinho Lutero, ao estudar Romanos 1.17, compreendeu que somente se alcança a salvação por intermédio da fé em Cristo Jesus, não por meio de obras como ensinava a Igreja Católica Romana. Em seu entendimento sobre esse texto, formulou a base de sua doutrina: a justificação pela fé. Já discordando da Igreja Católica Romana em muitos pontos doutrinários, Lutero prega 95 teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, no dia 31 de outubro de 1517. Nelas, ele não apenas defendia sua doutrina de justificação pela fé, mas principalmente pregava contra a venda de indulgências. Estava iniciada a Reforma Protestante, que dominou inicialmente o norte da Europa e, ao longo dos anos, foi ganhando o mundo. Hoje, a base doutrinária das igrejas evangélicas é derivada dos ensinamentos de Lutero e dos demais reformadores que surgiram após ele, como João Calvino, por exemplo. Toda essa história demonstra muito bem o poder que tem a Palavra de Deus, pois a partir de uma única frase – “o justo viverá pela fé” – ocorreu uma transformação tão grande na história do cristianismo que até hoje se sente os seus efeitos. É essa mesma Palavra poderosa que tem sustentado a vida dos cristãos que enfrentam perseguição em mais de 50 países, em pleno século 21. Foi essa Palavra que sustentou os apóstolos, os cristãos da Igreja Primitiva, os reformadores e que continua sustentando a Igreja Perseguida e todos os filhos de Deus. Cristãos que vivem na Índia, Argélia, China, no Sudão, Paquistão e em tantos outros países onde são perseguidos conhecem o real sentido de viver e também de morrer pela fé em Cristo Jesus. Dia após dia, eles são levados a renovar seu compromisso de fé e amor pela verdade do evangelho. Um dia, eles tiveram fé para crer na salvação, e essa fé os tem fortalecido para enfrentarem prisões, violência, fome e todo tipo de privações. Tudo isso porque é por meio dela que os perseguidos podem ter a certeza de vida eterna num lugar onde não mais haverá choro, em que o próprio Deus enxugará de seus olhos todas as lágrimas. Contudo, a história da Igreja Perseguida não é marcada apenas por histórias de sofrimento, muito pelo contrário. Se ela existe até hoje, é porque, além de ter sua confiança na glória futura, a fé pela qual vive proporciona-lhe a verdadeira alegria e o conhecimento do Deus que tem poder para livrá-la de todo mal.
Por Desiree Froes Rocha
Fonte: Missão Portas Abertas

domingo, 7 de dezembro de 2008

um acampamento às avessas
Ninguém poderia imaginar que, passados duzentos anos, outro americano fundasse mais ao norte um acampamento às avessas. Trata-se de Edwin Kagin, de 66 anos, filho de um pastor presbiteriano cuja linhagem remonta ao reformador escocês John Knox. Kagin e sua esposa Helen fundaram em 1996, nas proximidades de Clarksville, em Ohio, o primeiro acampamento ateísta da América, o Acampamento Quest*. Lá as crianças não fazem a famosa oração: “Em paz me deito e logo pego no sono porque Papai do céu me guarda”. Nas caminhadas em meio à natureza, elas vêem a beleza da evolução, e não a beleza da criação. No refeitório elas vêem retratos de livres pensadores e de cientistas notáveis, do evolucionista Charles Darwin ao ator Woody Allen. Faixas anunciam que “Jesus não está vindo” e protestam contra a prática da oração nas escolas. O piloto Golly leva as crianças para passear no seu Cessna e quando chega a certa altura pergunta às crianças: “Vocês acharam Papai do céu aqui em cima?” Então ele sobe mais um pouco e repete a mesma pergunta. As crianças voltam convencidas de que Deus não existe. Se Deus não existe, não há necessidade de religião. Alguém aproveita a ocasião para insinuar que o mundo seria melhor sem religião. No acampamento mais recente, no verão americano de 2007, havia 47 novas crianças, entre 8 e 17 anos. E outros cem acampamentos da mesma linha foram fundados nos Estados americanos de Michigan, Minnesota e Califórnia e no Estado canadense de Ontário. Sem dúvida, esses acampamentos ateístas são um reflexo do mistério da iniqüidade e da apostasia que se desenvolve nos Estados Unidos. Um levantamento feito em 2003 revelou que 9% dos norte-americanos declaram não acreditar em Deus e outros 12% se mostram indecisos quanto à existência de Deus. Estima-se que os não-crentes são mais numerosos do que a soma de judeus praticantes, mórmons, testemunhas de Jeová, hindus, muçulmanos, católicos ortodoxos e presbiterianos.
Do Lado certo a visão é diferente
Quando o Acampamento é realizado por Cristãos, a visão e o ensino é totalmente contrário.
Não há coisa melhor para uma criança do que passar uma semana nos famosos acampamentos de verão. Elas deixam os pais em casa, se encontram com outras crianças, fazem novas amizades, brincam, comem, praticam esportes, caminham por trilhas que atravessam matas e córregos, observam a beleza da criação, vêem o sol nascer e se pôr, observam o verde e as flores, a lua e as estrelas. Relacionam tudo isso com a majestade de Deus, cantam hinos, fazem exercícios devocionais, ouvem a leitura e a exposição da Palavra de Deus e oram juntas. Como resultado, não poucas crianças voltam para casa com o coração cheio de Deus. Algumas chegam a se comprometer pessoalmente com Jesus Cristo nesses dias e nesses lugares. A técnica foi desenvolvida por James Mcgrady, em Kentucky, nos Estados Unidos, no verão de 1800.
Nota *Chicago Tribune, 27/06/2007, p. 1.
Fonte: UTIMATO Nov/Dez de 2007
Ele traduziu a Bíblia e as fábulas de esopo
Em 1642, um adolescente de 14 anos, chamado João Ferreira de Almeida, nascido em Lisboa e residente na ilha de Java (Indonésia), leu um folheto em espanhol intitulado "A Diferença da Cristandade da Igreja Reformada e Romana" e se tornou calvinista. O rapazinho era um gênio em lingüística e, aos 17 anos, já havia traduzido para o português o Novo Testamento, servindo-se da versão latina de Beza, da espanhola, da francesa e da italiana. Casou-se com a filha de um pastor holandês, que muito o ajudou no estudo do holandês e do grego. Com a idade de 28 anos ordenou-se pastor da Igreja Reformada e foi enviado como missionário ao Ceilão e à Índia. Mais tarde voltou para Java e pastoreou a comunidade portuguesa de Batávia, hoje Jacarta, capital da Indonésia. Dos originais grego e hebraico, traduziu todo o Novo Testamento (1670) e quase todo o Velho Testamento (de Gênesis a Ezequiel, 48.21). A impressão foi custeada pela Companhia Holandesa das Índias Orientais. Um volume, na 3ª edição, impresso em Amsterdam, em 1712, pode ser visto na Seção de Livros Raros da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.João Ferreira de Almeida é o primeiro tradutor da Bíblia em língua portuguesa e o autor da 32ª versão integral da Bíblia nas línguas modernas, depois da Reforma. A obra tem sido revisada várias vezes. A Sociedade Bíblica do Brasil gastou dez anos para apresentar uma edição revista e atualizada no Brasil da tradução de Almeida. É a versão mais usada pelos evangélicos brasileiros. O extraordinário lisboeta traduziu também a liturgia das Igrejas Reformadas, o Catecismo de Heidelberg e as fábulas de Esopo (aos 44 anos).A morte o levou no dia 6 de agosto de 1691, com a idade de 63 anos.
Elben César- Fonte: Editora UTIMATO.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Campanha incentivará tomada de tempo para a reflexão bíblica
(ALC) A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) prepara campanha que será lançada na Semana da Bíblia, de 7 a 14 de dezembro, convidando brasileiros e brasileiras a reservarem um tempo diário de reflexão. A campanha terá por slogan “É tempo de ouvir a Palavra de Deus”. “Não basta ler ou ouvir a Palavra de Deus, é preciso refletir sobre ela, atender e aplicar seus ensinamentos no dia-a-dia”, afirmou o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erni Seibert. A campanha será desenvolvida em duas etapas, no biênio 2009-2010. Em 2009, serão celebrados os 200 anos de nascimento de Louis Braille, criador do sistema de leitura para cegos. Nesta primeira etapa, as principais ferramentas da campanha serão a Bíblia em Áudio e o programa “A fé vem pelo ouvir”. A SBB incentivará a formação de grupos de audição da Bíblia em igrejas, em casas das famílias, no ambiente de trabalho e escolar. A meta, em dois anos, é que 5% da população brasileira tenha ouvido a Palavra de Deus. Dedicado à Bíblia, o ano de 2008 serviu como base para a nova campanha. Neste ano, o livro sagrado ocupou lugar de destaque na agenda cultural e religiosa do país. “É preciso aproveitar este momento especial, quando todas as igrejas estão mobilizadas e há milhões de voluntários envolvidos, para ir um pouco mais adiante, fazendo com que esse grande movimento gere uma mudança de comportamento”, disse Seibert.A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 1948, que tem por meta traduzir, produzir e distribuir a Bíblia, e desenvolver programas voltados ao desenvolvimento espiritual, ético e social da população brasileira. Em 1995, ela implantou, em Barueri, São Paulo, a Gráfica da Bíblia, que se constitui no maior parque gráfico destinado à impressão e encadernação de Bíblias da América Latina.

domingo, 16 de novembro de 2008

sábado, 15 de novembro de 2008

Negro, pastor, herói

Não. Não me refiro ao presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama. Ele não é pastor. “Negro, pastor, herói” é o título do artigo escrito pelo cientista político e bispo anglicano Robinson Cavalcanti, por ocasião do 20º aniversário do assassinato do pastor e Prêmio Nobel da Paz Martin Luther King (clique aqui para ler o artigo)। Agora, 40 anos depois, acompanhamos o mesmo Rev. Jesse Jackson, que o acudiu naquela emboscada em Memphis, com lágrimas nos olhos ao ouvir o anúncio da vitória do senador negro Barack Obama.
Sim। É um acontecimento histórico। E não depende do governo que o presidente eleito realizar। Afinal, os Estados Unidos não elegeram um santo, nem mesmo um diácono, mas um presidente। E, antes de mais nada, é bom deixar claro: ser de direita ou de esquerda não nos torna melhores ou piores cristãos. Tanto lá como cá, lulistas ou serristas. Porém, é irresistível lembrar, por exemplo, que se você, ou seu pai, ou seu avô são brancos e estiveram naquele país nos anos 60, certamente não andaram de ônibus com algum negro e, o mais provável, freqüentaram um ou outro lugar — quem sabe uma igreja — onde apenas os brancos entravam. Faz pouco tempo. Na minha modesta opinião a história não mudou hoje, como afirmam alguns. Ela mudou e muda todos os dias. Hoje, também. Em 1968, quando um tiro certeiro pôs fim à vida de Martin Luther King — naqueles dias lançávamos a primeira edição do então tablóide Ultimato. Mudou quando fundamentalistas se jogaram contra as torres gêmeas, em Nova York, ou quando os Estados Unidos invadiram o Iraque. Mudou, quem diria, quando nasceu meu primeiro filho. Você pode fazer a sua lista. Enfim, “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos” (Ec 12.13).

Acesse nosso blog e assista ao histórico discurso de Martin Luther King, “Eu tenho um sonho”.Marcos Bontempo

sábado, 8 de novembro de 2008

DEFINIÇÕES DE LITERATURA DE CORDEL
(Reedição de materia anterior)
Tipo de poesia popular originalmente oral e depois impressa em folhetos rústicos expostos para venda pendurados em cordas. Exposta a rima e alguns poemas são ilustrados com xilogravura. As estrofes mais comuns são as dez, oito ou seis versos. Os autores recitam esses versos de forma quase cantada acompanhado de violão.
HISTÓRIA DO CORDEL.
Geral:
>Na época dos povos conquistadores grego-romano, fenícios, catarinenses, saxões, etc, a literatura de cordel já existia, tendo chegado á Península Ibérica (Portugal e Espanha) por volta do século XVI. Na península a literatura de cordel recebeu os nomes de “pliegos sueltos” (Espanha) e “folhas soltas” ou “volantes” (Portugal). Em todos esses locais há literatura popular em versosA literatura de cordel é assim chamada pela forma como são vendidos os folhetos, dependurados em barbantes (cordão) nas feiras, mercados, praças e bancas de jornal, principalmente das cidades do interior e nos subúrbios das grandes cidades. Essa denominação foi dada pelos intelectuais e é como aparece em alguns dicionários. O povo se refere á literatura de cordel apenas como folheto.A tradição dessas publicações populares, geralmente em versos, vem da Europa. No século XVIII, já era comum entre os portugueses a expressão literatura de cego, por causa da lei promulgada por Dom João V, em 1789, permitindo à irmandade dos Homens Cegos de Lisboa negociar com esse tipo de publicação. Esse tipo de literatura não existe só no Brasil, mas, também, na Sicília (Itália).
>No Brasil
Florescente, principalmente, na área que se estende da Bahia ao Maranhão esta maravilhosa manifestação da inteligência brasileira merecera no futuro, um estudo mais profundo e criterioso de suas peculiaridades particulares.Oriunda de Portugal, a literatura de cordel chegou ao balaio e no coração dos nossos colonizadores, instala se na Bahia e mais precisamente em Salvador. Dali se irradiou para os demais estados do Nordeste. A pergunta que mais inquieta e intriga os pesquisadores é “Por que exatamente no Nordeste?”. A resposta não está distante do raciocínio livre nem dos domínios da razão. Como é sabido, a primeira capital da nação foi Salvador, ponto de convergência natural de todas as culturas, permanecendo assim até 1763, quando foi transferida para o Rio de Janeiro.Na indagação dos pesquisadores, no entanto há lógica, porque os poetas de bancada ou de gabinete, como ficaram conhecidos os autores da literatura de cordel, demoraram a emergir do seio bom da terra natal. Mais tarde, por volta de 1750 é que apareceram os primeiros vates da literatura de cordel oral. Engatinhando e sem nome, depois de relativo longo período, a literatura de cordel recebeu o batismo de poesia popular.
*Hoje, graças ao incentivo de professores e pessoas amantes desta tradicional literatura, é comum ver pessoas fazendo versos nas escolas e nas festas populares. Mas ainda falta muito para ela ter a importancia que teve no passado. Cabe a cada um que gosta de poesia de cordel, divulgar e incentivar a leitura da mesma.
Eu tenho feito minha parte, faço meus versinhos e tenho ensinado para meus filhos, que hoje também são amantes da literatura de cordel. O resultado é no gosto e no desenvolvimento da leitura em geral.
Postagem: Zé Farncisco
Bíblia pop conquista leitores

(ALC) A Escritura Sagrada ganhou um impulso na Suécia com a distribuição da “Bíblia Ilustrada”, em forma de revista, num projeto criativo e original do publicitário sueco Dag Söderberg.No ano passado, relata o repórter Eduardo Simões, da Folha de São Paulo, a Bíblia teve um crescimento de 50% nas vendas, na Suécia, onde 75% da população são filiados à Igreja Luterana. A distribuição do texto sagrado alcançou 90 mil exemplares em 2007, para um país com 9 milhões de habitantes.“Chegamos a perguntar a várias pessoas, jovens e idosas, liberais e conservadoras, religiosas ou não, quem atualmente incorporaria a mensagem de Jesus. E muitas delas foram incluídas no livro de Marcos”, contou Söderberg ao repórter.Assim, o Evangelho de Marcos no texto do publicitário vem acompanhado de celebridades do bem como Bono, Angelina Jolie, Nelson Mandela, Gandhi, John Lennon e outros. As celebridades têm sido mensageiros ou embaixadores da boa vontade e da justiça social nos tempos modernos, justificou o editor.Antes de chegar às livrarias o “evangelho pop” foi vendido em butiques, lojas e galerias de arte. No final do mês de outubro, o Novo Testamento de Söderberg foi lançado no mercado norte-americano, ao preço de 35 dólares o exemplar (cerca de 73,5 reais), com 288 páginas. O Antigo Testamento chegará ao mercado dos Estados Unidos em 2009.Söderberg está negociando os direitos autorais da Bíblia pop em vários países. Não consta nesta listagem um dos maiores mercados do texto sagrado, o Brasil, onde a Bíblia aparece em primeiro lugar nos “Retratos da leitura” deste ano, pesquisa encomendada pelo Instituto Pró-Livro, com 45% na preferência dos leitores, seguida do gênero livros didáticos, com 34%.A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) distribuiu, em 2006, 5,6 milhões de exemplares da Bíblia no país. As 145 Sociedades Bíblicas do mundo, filiadas a Sociedades Bíblicas Unidas, distribuíram 25,7 milhões de exemplares no mesmo período.