quarta-feira, 14 de maio de 2014

11 - FAMÍLIA, LUGAR DE APRENDIZADO – Deuteronômio 6.1-25

"Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos..." (Dt 6.6,7)
A família é a primeira, a mais importante e a melhor escola do mundo. Se essa escola falhar, as outras não terão êxito. E na família que somos preparados para a vida. Mas, antes de termos filhos bem sucedidos precisamos de pais comprometidos. Os pais não apenas geram; também, criam os filhos à sua imagem e semelhança. Por isso, os pais precisam educar a si mesmos antes de educar os filhos. Precisam amar a Deus para depois ensinar seus filhos a amá-lo.
O ensino que transmitem aos filhos precisa estar primeiro em seu coração. Só então, os pais ensinam com eficácia. O exemplo não é apenas uma forma de ensinar, mas a única forma eficaz de fazê-lo. O processo da aprendizagem exige repetição e criatividade. Os pais precisam inculcar na mente dos filhos as verdades de Deus. Isso significa que devem repetir as coisas até que esse ensinamento seja assimilado. Mas não basta repetição; é preciso criatividade.

Os pais precisam falar aos filhos quando estão assentados em casa, quando estão andando pelo caminho; quando fecham as cortinas do dia e logo de manhã, quando se levantam para uma nova jornada. O resultado desse ensino é garantido: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele" (Pv 22.6).


    Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes
CADA DIA, Volume 34, n° 5, Especial Família. LPC Comunicações

10 - FAMÍLIA, LUGAR DE CURA – Lucas 4.1-44

"Ora, a sogra de Simão achava-se enferma, com febre muito alta..." (Lc 4.38-39)
O apóstolo Pedro era casado e sua sogra morava com ele. Um dia, ela adoeceu. Lucas, sendo médico, nos informa que ela estava com uma febre muito alta. Jesus saiu da sinagoga, foi para a casa de Simão, e a viu acamada, ardendo em febre. Mateus e Marcos nos informam que Jesus tomou-a pela mão, e a febre a deixou. Lucas, porém, registra: "Inclinando-se ele para ela, repreendeu a febre, e esta a deixou" (Lc 4.39).
Aquela febre não era apenas uma doença física, era, também, uma investida do inimigo contra a sogra de Pedro. Jesus é pode­roso tanto para curar a enfermidade como para repreender a doença provocada pelo Maligno. Diz a Escritura que "logo ela se levantou, passando a servi-los" (Lc 4.39). A cura foi imediata e completa. A mulher não só se levantou, mas passou a servir a Jesus e às pessoas que estavam na casa. Dois mil anos se passa­ram e as tensões da nossa casa permanecem as mesmas.

Ainda a enfermidade nos aflige. Ainda Satanás nos ataca. Mas, Jesus é o mesmo. Tem o mesmo poder e a mesma au­toridade. Ele cura os enfermos, liberta os cativos e restaura a alegria dentro da família. Para ele não tem causa perdida, problema insolúvel nem doença incurável. Ele pode tudo quanto ele quer. Nunca desista de esperar um milagre de Jesus em sua vida e em sua família.

    Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes
CADA DIA, Volume 34, n° 5, Especial Família. LPC Comunicações

Se não escaparmos do pecado, não escaparemos do choro


Se quisermos chorar menos, temos de pecar menos. Existe uma relação entre choro e pecado. Seja pecado próprio, seja pecado dos outros. Seja pecado recente, seja pecado remoto. Naturalmente, o pecado de grande vulto provoca muito mais lágrimas que o pecado de menos gravidade. Mas, se não escaparmos do pecado, não escaparemos das lágrimas.

Em suas memórias, ao saber em primeira mão que a cidade de seus antepassados ainda estava em ruínas, Neemias escreve: “Quando ouvi isso, eu me sentei e chorei. Durante alguns dias, eu fiquei chorando e não comi nada” (Ne 1.4). No ano 586 antes de Cristo, o exército de Nabucodonozor, rei da Babilônia, entrou em Jerusalém e incendiou o Templo de Salomão, o palácio do rei e as casas das pessoas mais importantes da cidade, além de derrubar suas muralhas e levar para fora do país boa parte de sua população (Jr 52.12-34). Essa tragédia sem igual aconteceu por causa do pecado dos reis e do povo de Israel, como os profetas anunciaram repetidas vezes e com bastante antecedência.

Personagens importantes choraram amargamente depois de terem pecado contra Deus. O que aconteceu com Pedro quando o galo cantou na casa de Caifás? Marcos conta: “Então Pedro caiu em si e começou a chorar” (14.72). Os dois outros Evangelhos Sinóticos são mais enfáticos: “Então Pedro saiu dali e chorou amargamente” (Mt 26.75; Lc 22.62).

O advérbio “amargamente”, relacionado com o sofrimento causado pelo pecado, aparece pelo menos mais uma vez na Bíblia. Na época dos juízes, todas as tribos de Israel choraram amargamente na presença de Deus (Jz 21.2). E não era para menos, pois o povo cometeu uma longa série de erros para corrigir o brutal abuso contra uma mulher em trânsito pela cidade benjamita de Gibeá, a ponto de deixá-la morta em frente à porta da casa onde ela havia se hospedado. O pecado dos rapazes que cometeram a violência sexual acabou provocando uma guerra civil que matou 65 mil soldados e a população masculina de Gibeá (Jz 19.1--20.48). Depois de tal pecado, o que se poderia fazer, senão chorar amargamente?

Chora-se imediatamente após o pecado ou algum tempo depois por causa do peso da mão do Senhor sobre a cabeça do pecador, por causa do remorso, por causa do arrependimento, por causa das consequências naturais, por causa da vergonha do pecado cometido diante da família, da igreja e da sociedade, por causa do castigo infligido em vida pelos homens e por Deus.

Quanto mais vincularmos o pecado ao choro, melhor será para o gênero humano. É um benefício que se presta ao pecador. É uma prova de amor que se lhe dá. É uma pregação do evangelho. Porque, além de todos os choros que acontecem dentro do tempo, há outro choro, do outro lado da vida terrena. Um choro diferente, que não passa, não acaba, não termina. É o choro eterno, provocado pelo pecado não assumido, não confessado, não colocado nos ombros do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, não perdoado, não redimido. É impressionante o fato de Jesus se referir seis vezes a esse choro em seus discursos e parábolas (Mt 8.12; 13.42, 50; 22.13; 24.51; 25.30). Em todos esses versículos, Jesus declara que na eternidade os não salvos serão jogados fora, na escuridão, na fornalha de fogo, “onde vão chorar e ranger os dentes de desespero”!

Se em nossa presente caminhada quisermos chorar menos, temos de pecar menos. Mas, se o pecador não redimido não quiser chorar para sempre na eternidade, que ele seja humilde hoje e aceite o evangelho!

Fonte: http://www.ultimato.com.br

sexta-feira, 9 de maio de 2014

9 – FAMÍLIA, LUGAR DE RESTAURAÇÃO – Jó 42.1-17

"Mudou o Senhor a sorte de Jó... e o Senhor deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra." (Jó 42.10).
A família é o berço onde nascemos, o campo de treinamento onde crescemos e somos adestrados para os grandes embates da vida. A palavra de Deus menciona a história de Jó, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal. Esse homem era riquíssimo. Tinha uma família bonita e muitos amigos. Sua riqueza não afastou seus passos do caminho da piedade nem apagou a chama da oração no altar de sua vida.
Satanás insinuou que Jó servia a Deus por interesse e acusou a Deus de suborná-lo com bênçãos, para receber dele adoração. Deus permitiu Satanás tocar nos bens, na família e na saúde de Jó. O homem mais rico do Oriente ficou pobre. Perdeu seus dez filhos num único dia e foi acometido por uma doença devastadora que necrosou sua pele sobre seus ossos pontiagudos. No auge de sua dor, sua mulher se revoltou contra Deus e seus amigos se revoltaram contra ele.

Jó ergueu a Deus suas perguntas e bombardeou os céus com suas queixas. Deus não lhe deu nenhuma explicação, mas restaurou sua sorte e deu-lhe em dobro tudo quanto possuíra. Deus restituiu sua saúde, seu casamento, seus amigos, dando-lhe mais cento e quarenta anos e outros dez filhos. Satanás intentou destruí-lo, mas Deus ainda mais o exaltou. Deus não mudou. Ele pode, também, restaurar sua família!

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes
CADA DIA, Volume 34, n° 5, Especial Família. LPC Comunicações.

8 – FAMÍLIA, LUGAR DE RECONCILIAÇÃO – Gênesis 33.1-20.

"Então, Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; arrojou-se-lhe ao pescoço e o beijou; e choraram." (Gn 33.4).
A família é a instituição mais antiga do mundo. Preexiste à igreja e ao Estado. É a base de toda a estrutura social. Nela se desenrolam as relações mais profundas. As vezes, os relacionamentos ficam estremecidos dentro do lar. Filhos se levantam contra pais e pais contra filhos. Irmãos declaram guerra a seus próprios irmãos, e assim, a família se torna um campo de guerra. A família de Isaque e Rebeca lança luz sobre o assunto.
Esse casal teve Esaú e Jacó, dois filhos gêmeos. Representavam duas nações. Seus pais, por falta de habilidade, cavaram abismos no relacionamento deles, em vez de construir pontes de amizade entre eles. Isaque tinha predileção por Esaú e Rebeca por Jacó. Os filhos separaram os pais e os pais jogaram um filho contra o outro. A mentira e os arranjos tramados nos bastidores só agravaram a relação já estremecida dos irmãos.

Jacó roubou astuciosamente a bênção de primogenitura. Esaú, furioso, resolve matar seu irmão. Jacó foge de casa e nessa fuga passa mais de vinte anos fora. Só depois de constituir família e voltar à sua terra é que Jacó tem um encontro com seu irmão. Deus aplainou o caminho e eles se abraçaram, choraram e se perdoaram. A reconciliação deles trouxe paz para a família na terra e glória para Deus no céu.
Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes
CADA DIA, Volume 34, n° 5, Especial Família. LPC Comunicações.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

A mulher bem casada

"As mulheres felizes no casamento amam de forma inteligente. Elas cuidam do marido, sem ser castradora."
A escritora Cibele Dorsa, em seu livro Homens no bolso, traça o perfil da mulher bem casada. Ninguém melhor do que uma mulher para fazer isso. Vejamos como é a mulher bem casada segundo a autora:
* Tem um sorriso fácil;
* Enfrenta os problemas com naturalidade;
* Tem TPM mais tranquila;
* É equilibradamente vaidosa;
* Gosta de crianças;
* É bem-humorada;
* Se sente segura;
* Ama de forma inteligente;
* É amiga das amigas;
* Diverte-se com o seu marido como se fossem solteiros;
* É cúmplice;
* Cuida do marido quando ele está doente;
* Preocupa-se com o que o marido sente;
* É bonita por dentro e transparece beleza por fora;
* Respeita o espaço do marido;
* Torna-se uma grande mãe;
* Não fala alto para ser entendida;
* É submissa, sem ser super dependente;
* Trata as pessoas de igual para igual;
* Não é fanática por limpeza e arrumação;
* Sabe que o segredo do sucesso está no equilíbrio;
* É ativa sexualmente;
* Participa da vida do marido;
* Coloca o marido para cima;
* Não trai porque ama com integridade;
* Tem vida própria e vida conjunta na medida certa;
* Não faz tempestade em copo d'água;
* Não reclama dos problemas domésticos com o marido;
* Não é chata nem pegajosa;
* É atenta às necessidades do seu marido.
"A mulher que fica pensando em cada palavra grosseira ou ação desatenciosa do marido aprendeu a planejar mágoa."

Retirado do Livro " 5 Segredos das Mulheres Felizes no Casamento" de Josué Gonçalves.

7 – FAMÍLIA, LUGAR DE SALVAÇÃO – 2 Timóteo 3.1-17

"e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus" (2Tm 3.15).
A família é o palco onde se desenrolam os grandes acontecimentos da vida. Evoco a história de Timóteo, registrada no livro de Atos e nas epístolas paulinas. Nasceu num lar piedoso. Sugou com o leite materno a piedade e recebeu desde a infância a instrução das Escrituras. A fé genuína habitou primeiro em sua avó Loide e também em sua mãe Eunice. Essa mesma fé foi transmitida a Timóteo. Esse conhecimento da verdade tornou-o sábio para a salvação.
Mais tarde, Timóteo conhece o apóstolo Paulo e torna-se seu filho na fé, discípulo e companheiro de viagens. Paulo disse que Timóteo transcendeu a todos os outros cooperadores, porque ninguém havia como ele, que cuidasse dos interesses de Cristo e da igreja. Timóteo foi pastor da igreja de Éfeso, num tempo crítico, onde os crentes da Ásia estavam numa debandada geral. Mesmo sendo jovem, tímido e doente, liderou o povo de Deus num tempo de perseguição política e invasão de falsos mestres.

A criação de Timóteo reafirma a verdade das Escrituras: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele" (Pv 22.6). O legado espiritual que Timóteo recebeu na infância produziu abundante retorno na juventude e grande colheita para o reino de Deus ao longo da história.

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes
CADA DIA, Volume 34, n° 5, Especial Família. LPC Comunicações.

6 – FAMÍLIA, LUGAR DE AMIZADE – Provérbios 17.1-28

"Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão." (Pv 17.17).
Nossos melhores amigos precisam estar dentro da nossa própria casa. E no lar que forjamos nossas relações mais duradouras. É no seio da família que firmamos os laços das amizades mais profundas. O amigo verdadeiro é aquele que confronta você com firmeza e o consola com doçura enquanto o falso amigo lisonjeia você pela frente e o critica pelas costas. O amigo verdadeiro está ao seu lado em todo o tempo; o falso amigo aparece ao seu lado apenas na foto das celebrações.
O verdadeiro amigo, aproxima-se de você para oferecer algo; o falso amigo encosta-se em você, como um parasita, apenas para obter algo. O verdadeiro amigo ama em todo o tempo; o falso amigo não ama nunca. O verdadeiro amigo é aquele que chega em sua casa quando todos já se foram; o falso amigo é aquele que se afasta de você na hora da crise.

A família precisa ser o celeiro de amizades genuínas. E dentro da família que precisamos expressar nosso amor mais profundo e nossa amizade mais leal. É na família que devemos fazer nossos mais robustos investimentos. Quem não cuida de sua família nega a fé. Quem não é leal aos de casa, não pode ser fiel aos de fora. É no laboratório da família que devemos desenvolver nossas experiências mais profundas acerca da verdadeira amizade.
Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes
CADA DIA, Volume 34, n° 5, Especial Família. LPC Comunicações.

terça-feira, 6 de maio de 2014

5 – FAMÍLIA, LUGAR DE SUPERAÇÃO – 1 Crônicas 4.1-430

"Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz." (1Cr 4.9)
Jabez foi mais nobre do que seus irmãos. Não se conformou com a decretação da derrota. Reagiu diante de tragédia. Seu nome tinha um enorme peso. Sua mãe sofreu muito para lhe dar à luz. Então, ergueu um monumento vivo à sua dor, colocando esse nome no filho. Jabez poderia ter se conformado àquele destino inglório. Porém, ele se voltou para Deus e rogou quatro coisas: primeiro, pediu a bênção de Deus. Compreendeu que a dor sem a presença de Deus é insuperável. Porém, com a bênção do Altíssimo, os traumas do passado podem ser superados.
Segundo, pediu a prosperidade de Deus. Rogou que suas fronteiras fossem alargadas. Quis mais influência para ser um maior influenciador. Jabez não se conformou com a limitação que lhe havia sido imposta. Ele subiu nos ombros dos gigantes e teve a visão do farol alto.
Terceiro, pediu a presença de Deus. Pediu que a mão de Deus fosse com ele. Diante dos grandes embates da vida não podemos vencer sem a presença de Deus. É a presença do Altíssimo que remove o medo e tonifica a fé. Quarto, pediu proteção do mal. Jabez sabia que a vida se desenrola num campo minado pelo inimigo. Jabez pediu livramento do maligno e também livramento da aflição provocada por ele. Deus atendeu sua oração e fê-lo mais nobre que seus irmãos.

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes
CADA DIA, Volume 34, n° 5, Especial Família. LPC Comunicações.

4 – FAMÍLIA, LUGAR DE COMUNICAÇÃO – Provérbios 18.1-24.

"A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto." (Pv 18.21)

O futuro chegou. E chegou trazendo em suas asas a comunicação virtual. O mais otimista dos futurólogos não poderia prever o que nossa geração está assistindo no campo da tecnologia e da comunicação. Armazenamos informações nas nuvens. Acumulamos bibliotecas inteiras num pequeno chip. Acessamos, com um toque, um mundo de conhecimento jamais percebido pelo mais avultado intelectual do passado. Esse é o melhor e o pior dos tempos.
Ao mesmo tempo em que nos aproximamos dos que estão longe, distanciamo-nos dos que estão perto. Criamos pontes de contato com quem nunca vimos face a face e levantamos muros entre nós e aqueles que moram conosco. Há famílias que não conseguem mais se reunir ao redor da mesa para a refeição. Não conseguem mais um bom bate-papo. A comunicação precisa ser restaurada na família, pois a comunicação é o oxigênio dos relacionamentos.
A morte e a vida estão no poder da língua. Podemos dar vida ou matar nossos relacionamentos, dependendo da maneira como nos comunicamos. Invista nos relacionamentos dentro de sua família. Aprenda a ouvir, seja cauteloso no falar e administre seus sentimentos para que sua casa seja um lugar onde reine uma comunicação saudável, e seja o melhor lugar do mundo para você viver.

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes
CADA DIA, Volume 34, n° 5, Especial Família. LPC Comunicações.