segunda-feira, 15 de outubro de 2012

QUEM É O HOMEM? CONHECENDO UM POUCO MAIS SOBRE O MAL QUE HABITA EM MIM – Parte 9


Texto Básico: Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. (1Jo 3.4)
Não, filhos meus, porque não é boa fama esta que ouço; estais fazendo transgredir o povo do Senhor. Pecando o homem contra o próximo, Deus lhe será o árbitro; pecando, porém, contra o Senhor, quem intercederá por ele? (1Sm 2.24,25a)

INTRODUÇÃO
¨  É possível que uma pessoa cometa um pecado sem que saiba que está praticando tal ato?
¨  É possível que alguém pense que um pecado pode ser cometido por ser um “pecadinho” (uma “mentirinha branca”)?
¨  Será que estas possibilidades não atesta o fato de que pouco se sabe sobre o pecado, e, que isto acaba por dificultar a busca por uma vida mais santa?
¨  É verdade, tudo isto é possível, para isto veremos hoje alguns pontos importantes sobre A doutrina bíblica do pecado.
NOMES BÍBLICOS PARA O PECADO (1, 2)
¨  Tanto no AT quanto no NT, a palavra de Deus apresenta nomes para o pecado, ainda que em essência estes sejam a mesma coisa, uma transgressão da lei de Deus.
¨  No AT: errar o alvo, fracasso, iniquidade ou culpa, rebelião, revolta, insubmissão à autoridade, transgressão, maldade ou impiedade, perversidade, violação ou ato de traição. Isto é um fracasso no cumprimento do propósito que Deus estabeleceu para o homem.
¨  No NT: errar o alvo, ilegalidade ou quebra da lei, delito, passo em falso, ir alem ou dá um passo além do que é correto dar, não ouvir quando Deus está falando, falta de retidão, injustiça ou erro.
¨  Do somatório de todas estas palavras vê-se que a graça de Deus em nomear o pecado em perspectiva nos ajuda a entender o que estamos fazendo quando transgredimos a Lei do Senhor.
Tipos de pecado
Mesmo existindo várias possibilidades de classificação eis algumas destas:
  1. Pecados contra Deus
  2. Pecados contra o próximo
  3. Pecados contra nós mesmos
  4. Pecados de pensamentos
  5. Pecados de palavras
  6. Pecados de ações
  7. Pecados de fraquezas
  8. Pecados por ignorância ou malícia
  9. Pecados de omissão ou comissão
  10. Pecados notórios ou secretos
  11. Pecados privados ou públicos
Graus de pecado
No que toca ao grau é bom que se diga que todo pecado é igualmente um pecado, portanto desagrada a Deus e gera culpa. Sendo assim tem-se:
1.      Se no espírito, no corpo (neste caso é também no espírito);
2.      O nível de conhecimento que o pecador tem;
3.      A intenção no grau presente do pecado;
4.      A permissividade com que a pessoa se devota ao pecado.

Aplicações:
1. Diante de todos estes nomes que o pecado recebe na Bíblia, com todas as suas possibilidades significado, notemos que sempre o pecado é a transgressão da Lei de Deus, não cumprir o propósito que Ele estabeleceu para nós.
2. Pelos diversos tipos apresentados de pecado consideremos que todas as áreas da nossa existência devem ser regidas pelos preceitos do Senhor.
3. Mesmo concebendo graus diferentes de pecado, devemos nos ater ao fato de que quanto mais conhecemos ao Senhor, maior é o nosso dever de obedecê-Lo. 

RESUMO DE AULAS:
Quem é o homem? (parte 9)
Uma pessoa criada à imagem de Deus em retidão original, numa tríplice relação. O homem é possuidor de uma auto-imagem dinâmica que pode ser ajustada, porém, por ter caído, convive com os efeitos do primeiro pecado, a saber: culpa e depravação. Para todos estes, o homem tem, da parte de Deus a solução, Cristo.

Rev. José Francisco do Nascimento
Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu – Pregando e vivendo o Evangelho

Ipanguaçu, 15/10/2012.

A VERDADE, PROMOTORA DA JUSTIÇA


O que diz a verdade manifesta a justiça, mas a testemunha falsa, a fraude (Pv 12.17).
No tribunal de Deus, a verdade sempre manifesta a justiça, mas, no tribunal dos homens, não poucas vezes a justiça é negada aos inocentes. No tribunal dos homens, algumas vezes os injustos são inocentados e os justos, condenados. No tribunal dos homens, com certa frequência acolhem-se falsas testemunhas, e a fraude prevalece. No tribunal dos homens, o jovem José vai à prisão, e a mulher de Potifar é tida como molestada. No tribunal dos homens, o adúltero rei Herodes condena à morte o profeta João Batista, e o covarde Pilatos sentencia à morte de cruz o Filho de Deus. No tribunal dos homens, Jesus é acusado de um crime teológico e político, de blasfêmia e sedição, mas as testemunhas são falsas, e a sentença contra ele é injusta. A verdade precisa ser restabelecida nos tribunais, nas transações comerciais, nos relacionamentos familiares e nos púlpitos das igrejas. Precisamos repudiar com toda a veemência a testemunha falsa, que vende sua consciência por suborno, torce a verdade por vantagens imediatas, cospe na cara da justiça e dá à luz esse monstro perverso que é a fraude.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco

terça-feira, 9 de outubro de 2012

PB: Prefeito eleito vence após 4 décadas de derrotas

“Nunca desista dos seus sonhos”, Foi o que aconselhou aos eleitores o prefeito eleito de Santa Rita (região metropolitana de João Pessoa), Reginaldo Pereira da Costa (PRP). Ele venceu a eleição deste domingo (7) após 44 anos da primeira tentativa de se eleger ao cargo, em 1968. Foram dez tentativas sem sucesso. “Foi uma luta muito grande, fomos muito perseguidos, mas finalmente conseguimos a vitória”, comemorou Reginaldo Pereira. Em seu discurso em praça pública, logo após a totalização dos votos, Reginaldo usou como frase de efeito um refrão da música ‘Pau de Arara’, eternizada na voz de Luiz Gonzaga, o rei do baião; “Eu penei, mas aqui cheguei!”.
O novo prefeito obteve 33.990 votos (51,52%) contra 26.218 votos (39,74%) do vereador Adones Gomes de Araújo (PMDB) e 5.767 votos (8,74%) de José Silva (Psol). O vereador, que era apontado como principal concorrente de Reginaldo Pereira e apoiado pelo atual prefeito Marcus Odilon (PSD), tem 33 anos, sete a menos menos do que o tempo de vida pública do prefeito eleito. Reginaldo Pereira, afirmou ao Portal Correio, que a luta pela cidade já começa a partir de hoje.

Do Blog: Esse exemplo de perseverança serve para os cristãos que sabe que deve perseverar, mas não perseveram em Cristo.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Quem é o homem? O caráter do pecado que habita no homem – Parte 8


Textos Básicos:
Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. (Sl 32.3, 4)
Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. (1Jo 3.4)
Introdução:
O reconhecimento de que o pecado é algo real da na história da humanidade.
O Tratamento bíblico sobre o assunto nos ajudará a enfrentar com sabedoria este mal que habita em nós, bem com ajudar a outros nesta mesma batalha (Hb 12. 4).
O caráter do pecado (1)
O pecado não tem existência autônoma:
Ele não é algo físico, mas ético.
Ele não é parte da essência humana, mas afeta o homem na direção que dá a sua vida. (Ec 7.29);
O pecado é sempre em relação a Deus e sua vontade:
Isto porque é sempre uma transgressão da Lei de Deus. Oposição, rebelião e ódio contra Deus. (Ex 20.1- 17; Rm 2.14-16);
O caráter do pecado (2)
A fonte do pecado é o coração: isto quer dizer que o pecado está no âmago da pessoa, o órgão que pensa, sente, quer; o ponto central de todas as funções (Pv 4.23; Jr 17.9; Mc 7.21, 22)
O pecado abrange pensamentos e ações: ao contrário do que dizem, o pecado abrange, também, a faculdade dos pensamentos. (Mt 5.28; Gl 5.16, 17 e 24)
O pecado envolve igualmente culpa (fuga) e corrupção (agravamento): quanto à culpa toda pecado está passivo de punição. Já a corrupção é descrita como: ato – hábito – estilo de vida. (Mt 6.12; Rm 1. 18; 2.1; Ef 5.25);
O caráter do pecado (3)
O pecado é, na origem, uma forma de orgulho: isto desde a queda a partir da ideia de ser igual a Deus. Entende-se por orgulho o desejo de ser autônomo e independente do Criador. (Ec 10.13; Rm 12.16; 1 Tm 6.17) 
O pecado é geralmente dissimulado: é cometido em nome de uma boa razão (racionalização); não se consegue reconhecer em si mesmo facilmente; tende-se a encobri-lo, frequentemente. (Sl 19.12; 2 Sm 12.1-15; Mt 7.12);

APLICAÇÕES
1. Não considere o pecado uma brincadeira. Você certamente se machucará.
2.  Saiba que há solução para o pecado, e esta somente é possível em  e por meio de Cristo (Pessoa e obra). Ele é a solução para os nossos pecados.
3. Seja sábio segundo Deus, fuja a da aparência do mal. 


Rev. José Francisco do Nascimento
Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu – Pregando e vivendo o Evangelho

Ipanguaçu, 08/10/2012.

AUTOCONTROLE, PROTEÇÃO SEGURA


A ira do insensato num instante se conhece, mas o prudente oculta a afronta (Pv 12.16)
O insensato é alguém emocionalmente destemperado. É um poço de amargura, um protagonista de intrigas e um provocador de contendas. Sua vida é uma ameaça aos que vivem à sua volta. Suas palavras, ações e reações são explosivas. O insensato não tem domínio próprio, só constantes acessos de ira. Por falta de autocontrole, joga estilhaços em todos à sua volta. Porque lhe falta o discernimento, ele fala sem refletir e expõe as pessoas a situações vergonhosas e constrangedoras. As palavras do insensato ferem como espada e provocam contendas entre irmãos. O prudente, porém, não perde as estribeiras quando é afrontado. Não paga o mal com o mal, mas vence com o bem. Não se destempera quando é agredido com palavras maldosas e atitudes injustas, mas abençoa até mesmo seus inimigos. Não é governado pela carne, mas pelo Espírito, e um fruto do Espírito é o domínio próprio. O prudente tem controle não apenas sobre suas ações, mas também sobre suas reações. Quando é ferido numa face, volta a outra; quando é forçado a ir uma milha, caminha duas; quando lhe tomam a túnica, entrega também a capa. O prudente sabe que aquele que domina o seu espírito é mais forte do que quem conquista uma cidade.

Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A REFORMA PROTESTANTE

IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU - RN
BOLETIM INFORMATIVO Nº 10 DE 2012
REV. JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO

No dia 31 de Outubro de 1517, na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha, Lutero afixou as suas 95 teses que acabaram provocando o grande movimento religioso, conhecido como a Reforma do Século XVI. Nelas Lutero convidava os interessados a debater a questão das indulgências (que eram vendidas para a construção da Basílica de S. Pedro, em troca de perdão de pecados) e os males que esse tráfico religioso podia acarretar. Era costume na época afixar em lugares públicos temas ou teses para debate e convidar os interessados para discuti-los. Embora ninguém tivesse comparecido para o debate, em pouco tempo toda a Alemanha conhecia as teses de Lutero, que lhe custaram a bula de excomunhão, mas que representaram também o começo da obra de purificação da Igreja e seu retorno à verdade.
Em suas teses, Lutero questionava o poder (ou mesmo a intenção) do Papa de perdoar pecados ou de isentar alguém de penas, a não ser aquelas por ele mesmo impostas. Negava que esse perdão (de penas ou penitências) pudesse se estender aos que já haviam morrido e que, porventura, estivessem no purgatório. Para ele, só o arrependimento, seguido de atos de amor e penitência, com ou sem carta de perdão (indulgência) podia realmente perdoar pecados. Destacava o valor da Palavra de Deus, a qual não deveria ser silenciada em benefício da pregação das indulgências.
Com essas e outras proposições Lutero alcançou mais do que podia imaginar. Atingiu o ponto crucial do problema: a situação de distanciamento do Evangelho em que se encontrava a Igreja. Os males da Igreja não eram apenas os seus desvios morais, econômicos e políticos, que a colocavam em descrédito perante o povo. Seu problema principal, responsável também por estes, era o afastamento das doutrinas fundamentais da Palavra de Deus. A Reforma trouxe a Igreja de volta às Escrituras e ao Evangelho pregado pelos apóstolos. O próprio Lutero, de início, não estava totalmente livre dos erros pregados por sua Igreja, como muito bem atesta sua crença no purgatório (teses 10, 11, 15, 16, 17, 22, etc), e no valor da penitência (sofrimento) e do perdão do Papa para certos pecados (teses 6, 7, 8,12, 34, 38, 40, etc.). Foi o estudo da Bíblia que revelou quão longe a Igreja estava afastada da verdade e a trouxe de volta à pureza de sua crença primitiva. A Reforma restituiu à Igreja a crença em doutrinas chaves, que se tornaram essenciais para a sua pregação e para distingui-la dos erros que continuaram e ainda são mantidos pela Igreja Romana até os nossos dias. É a importância dessas doutrinas, conhecidas por sua designação latina Sola Scriptura, Solus Christus, Sola Gratia, Sola Fide e Soli Deo Gloria, que queremos destacar nesse mês de outubro, mês da REFORMA PROTESTANTE.
Somos gratos a Deus por homens como Lutero, Zwinglio, Calvino entre muitos outros que deram sua vida pelo evangelho. Eles foram instrumentos de Deus, e você e eu?

Nosso lema Anual é: “vivendo e crescendo no Evangelho. Filipenses 1.27.
* Gabinete Pastoral: Se você deseja uma visita, marque ou ligue e agende no seu lar.
* Se você deseja cooperar com o projeto de distribuição de Bíblias ou livros devocionais, procure o pastor. A meta é distribuir 100 exemplares de Bíblias este ano.
* Participe da EBD, dos cultos Dominicais e Semanais e seja mais abençoado(a).
* Estamos atualizando o Rol de membros. Pegue sua ficha na secretaria da Igreja.
* Acesse o Blog do Rev. Zé Francisco e leia o devocional “Gotas de Sabedoria para a Alma”.
* Ouça e divulgue o Programa “PALAVRA AMIGA” aos sábados a partir das 10h00min.  pela  FM 104.9.
* Assista e divulgue o programaVERDADE E VIDA” da Igreja Presbiteriana do Brasil; aos Sábado pela REDETV a partir das 08h15min – Rev. Hernandes Dias.
*Ore pela família da Igreja, pela Evangelização nas comunidades e testemunhe para seus vizinhos e amigos ofereça o plano a salvação em Cristo através de um curso bíblico.
Conheça o Manual Presbiteriano
Art.7 – No caso de dissolver-se uma Igreja, ou separar-se da Igreja Presbiteriana do Brasil, os seus bens passam a pertencer ao Concílio imediatamente superior e, assim sucessivamente, até o Supremo Concílio, representado por sua Comissão Executiva, que resolverá sobre o destino dos bens em apreço.
Parágrafo Único – Tratando-se de cisma ou cisão em qualquer comunidade presbiteriana, os seus bens passarão a pertencer à parte fiel à Igreja Presbiteriana do Brasil e, sendo total o cisma, reverterão à referida Igreja, desde que esta permaneça fiel às Escrituras do Velho e Novo Testamento e à Confissão de Fé.
(Continua no próximo com “ORGANIZAÇÃO DAS COMUNIDADES LOCAISArt. 8).

Visite-nos nesse endereço: R. Felix Rodrigues da Silva, 104 - Centro - Ipanguaçu-Rn
Programação: Dom: EBD às 9h00min e culto solene às 19h00min.
                       Ter: Conagração às 5h30min e reunião de oração às 19h30min
                       Qui: Estudo bíblico às 19h30min.
                       Quarta e sábados na congregação do Arapuá.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Quem é o homem? O pecado original e a existência humana - Parte 7


Texto Básico:
Todas as coisas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas. No tocante a Deus, professam conhecê-lo; entretanto, o negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra. (Tt 1: 15, 16)
Introdução:
ü Quanto você percebe a graça de Deus em sua vida? Que relação tem isto com a doutrina do pecado original?
ü A importância da doutrina do pecado original:
ü 1. é um ensino bíblico e
ü 2. somente com a compreensão desta doutrina é que vislumbramos a situação do homem à parte da graça de Deus e sua necessidade da completa redenção em, e, por meio de Cristo.
Do que estamos falando?
ü Estabelecendo distinções:
1. Pecado original: é o estado e condição pecaminoso em que todo ser humano nasce.
2. Pecado atuais: são todos os pecados cometidos por um homem quer por ação, palavra ou pensamento.
O pecado original
ü Pecado original pois  tem sua origem na época da origem da humanidade e porque é a fonte dos nossos pecados atuais.
ü Por conta deste primeiro pecado todos os descendentes de Adão e Eva, por conta da sua relação de representação nele, nascem agora com uma natureza pecaminosa e encontram-se debaixo de uma sentença de condenação.
O pecado original
ü Pecado original pois  tem sua origem na época da origem da humanidade e porque é a fonte dos nossos pecados atuais.
ü Por conta deste primeiro pecado todos os descendentes de Adão e Eva, por conta da sua relação de representação nele, nascem agora com uma natureza pecaminosa e encontram-se debaixo de uma sentença de condenação.
Os efeitos do pecado original em mim
Dois são os efeitos deste pecado:
1º) Culpa: a relação do pecador com a lei, neste caso com a lei de Deus.
2º) Corrupção: tem a ver com nossa condição moral ao invés de nossa situação perante a lei.
3º) Morte – física e espiritual
Culpa:
¨ Culpa: Esta culpa herdamos de Adão como nosso representante no pacto das obras por ocasião de sua transgressão.
¨ Pela culpa a humanidade merece a condenação e está sujeita à punição pela violação da lei.
Bíblia: 1Co 15.22,45; Rm 5.14-18;
Corrupção:
¨ Corrupção: tem a ver com a corrupção da nossa natureza que é consequência do pecado e que produz pecado.
¨ Por esta depravação a humanidade se acha totalmente depravada e incapacitada para realizar qualquer bem por amor a Deus ou obediência à sua vontade.
Bíblia: Jr 17.9; Mc 7.21,22; Rm 7.18-20; 8.7,8; Jo 3.3,5; 5.42; 15.4,5; Ef 2.4,5; 4.17-19; Ti 1.15,16.
Um alerta importante!!!!
Uma pessoa que é naturalmente corrompida:
1. Não é completamente depravado quanto poderia ser;
2. Tem consciência de bem ou mal mesmo não nascendo de novo;
3. Não se entregou (os não-regenerados) a todo tipo de pecado que exista;
4. Não é incapaz de fazer qualquer bem na perspectiva humana.
Aplicações:
1. Com o conhecimento desta doutrina devo estar mais consciente da grandiosa manifestação da graça de Deus em me salvar (Tt 2.11).
2. Quão terrível foi a entrada do pecado no mundo, juntamente com suas consequências. Agradeçamos a Deus pela esperança em Cristo. (Rm 7.21-25)
3. Quantos males podem vir de mim, por isso, devo me policiar, usando todos os meios possíveis de santificação, para não me deixar levar pela inclinação carnal (corrupção da natureza). (Cl 3.5-17)

RESUMOS DE AULAS ANTERIORES:
Quem é o homem? (7ª parte)
Uma pessoa criada à imagem de Deus em retidão original, numa tríplice relação. O homem é possuidor de uma auto-imagem dinâmica que pode ser ajustada, porém, por ter caído, convive com os efeitos do primeiro pecado, a saber: culpa e depravação.


Rev. José Francisco do Nascimento
revzefrancisco@hotmail.com - Celular – (84) 9660-5036

Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu – Pregando e vivendo o Evangelho

Ipanguaçu, 01/10/2012.

ELEIÇÃO PASTORAL NA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN

Nesse domingo, 30 de setembro, aconteceu a primeira eleição pastoral da história da igreja Presbiteriana de Ipanguaçu. O pastor José Francisco, que já exerce o pastorado por designação do presbitério Oeste Riograndense, foi eleito, sendo candidato único, obtendo a maioria absoluta dos votos dos membros comungantes presentes na reunião extraordinária. O processo foi democrático e todos ficaram satisfeitos por se cumprir a vontade de Deus  na vida dessa comunidade que há 14 anos, como igreja organizada, nunca havia  tido um pastor ordenado residindo  na sede, ou seja, na cidade de Ipanguaçu. Portanto, o Rev. José Francisco entrará para a história dessa igreja como sendo o primeiro pastor residente.

O Rev. José Francisco é bacharel em teologia formado pelo Seminário Teológico do Nordeste em Teresina, Piauí. Obteve o grau de bacharelado no ano de 2011, sendo ordenado ministro do Evangelho pelo Presbitério Oeste Riograndense no dia 06 de janeiro de 2012 na igreja Presbiteriana de Ipanguaçu, Rn.

Do Pastor: Nossa  imensa gratidão a Deus e a Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu por nos eleger pastor desse igreja para o próximo biênio 2013-2014. Claro que teremos muitos desafios pela frente, mas Deus é quem está no controle desse trabalho. Sendo assim, podemos dizer como o apóstolo Paulo: "em Cristo somos mais que vencedores". Soli Deo Gloria.

              Em Cristo,

                         Rev. José Francisco.

sábado, 29 de setembro de 2012

QUEM É O HOMEM? OS EFEITOS DO PRIMEIRO PECADO - PARTE 6

TEXTO BÁSICO Gn 3:6- 8:
Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu. Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si. Quando ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim.

INTRODUÇÃO:
ü Vivemos em dias em que o termo pecado ou está descaracterizado ou em desuso.
ü Prefere-se chamar de doença, vício, o que é pecado, transgressão acintosa da lei do Senhor. Então o transgressor é vitimizado e a consequência é que, até mesmo nas igrejas, pouco se tem falado sobre a realidade do pecado, suas consequências, ficando os efeitos visíveis.
ü Ora se não se pode mais falar sobre pecado, logo perde-se de vista a solução divina para a cura.
ANALISE BÍBLICA DE ALGUNS DOS EFEITOS DO PRIMEIRO PECADO
ü Segundo o relato bíblico alguns efeitos são observados de imediato:
1º) sentimento de vergonha: percepção (v. 7)
2º) temor/medo: me escondi (v. 8-10)
3º) fuga da responsabilidade (10-13)
4º) julgamento  de Deus: maldição sobre os três, Adão, a mulher e a serpente (vv. 14- 19)
5º) expulsão dos primeiros pais do Éden: manifestação da graça mais uma vez (vv. 22-24)
6º) universalização do pecado (Jó 25.4;Sl 51.5; Rm 3.1-12; 1Jo 1.8,8)

APLICAÇÕES:
1. Consideremos a realidade do primeiro pecado e suas consequências.
2. De que maneira estes efeitos são vistos em minha vida? E como tenho, em Cristo, combatido isto?
3. Consideremos a graça de Deus para com a humanidade mesmo em meio à queda.

CONCLUSÃO:
A narração da queda fornece uma explicação histórica convincente da perversão humana e da corrupção da natureza. Se não crermos na veracidade do relato de Gênesis, teremos grande dificuldade em entender Cristo, a quem o Novo Testamento descreve como o “ultimo Adão” (1Co 15.45), pois por meio de sua morte sacrificial e ressurreição, ele revogou os efeitos dos atos do primeiro Adão (Rm 5.12-19 e 1Co 15.22).

RESUMO DO ESTUDO: Quem é o homem (1ª a 6ª parte)?
Uma pessoa criada à imagem de Deus em retidão original, numa tríplice relação. Possuidor de uma auto-imagem dinâmica que pode ser ajustada, porém, por ter caído, convive com os efeitos do primeiro pecado.

                         Estudo aplicado na EBD de Ipanguaçu pelo Rev. José Francisco do Nascimento.

Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu-Rn – Pregando e vivendo o Evangelho

terça-feira, 25 de setembro de 2012

AUTOENGANO, UM PERIGO REAL


O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos (Pv 12.15)
Há um ditado popular que diz: “o pior cego é aquele que não quer ver”. O insensato é assim. Ele não discerne as coisas. Há uma venda em seus olhos e um tampão em seus ouvidos. Seu coração está endurecido, e sua consciência, cauterizada. Ele coloca os pés numa estrada escorregadia e avança como se estivesse em terra firme. Envolve-se em tramas de morte e caminha despercebidamente. Os insensatos esquecem que o diabo é um estelionatário e que o pecado é uma fraude. O diabo cega o entendimento dos incrédulos e anestesia-lhes a alma. Os insensatos são corrompidos de tal forma que, ale, de não enxergarem os riscos de seu caminho sinuoso, a seus próprios olhos esses caminhos ainda parecem retos. Os insensatos invertem os valores e tapam os ouvidos aos sábios conselhos. Por estarem num caminho de escuridão nem sabem em que tropeçam. Por estarem surdos à verdade, marcham céleres para a morte sem receber a oferta graciosa da vida eterna. O autoengano é o último estágio da degradação moral, pois aqueles que estão dormindo nos braços desse comodismo moral despertarão tarde demais, quando já terão passado o tempo do arrependimento e a oferta da graça.

Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.