sábado, 24 de abril de 2010

“Pedofilia e perdão”. O Escandalo da pedofilia é a noticia mais badalada no momento!

“Os escândalos acontecem nos países mais prósperos e cultos da Europa (Alemanha, Áustria, Espanha, Holanda, Irlanda, Itália e Suíça) e na mais poderosa nação do planeta (Estados Unidos). Atingem também a Austrália. Destes, quatro são países de maioria católica. O número de crianças, adolescentes e jovens abusados por padres é assustador. Só na Irlanda, os dossiês publicados em 2009 apontam mais de 15 mil vítimas. Na Holanda são cerca de 1.100 casos presumíveis de abuso sexual cometidos por membros do clero na década de 1950.1 Na Alemanha houve um “tsunami” de denúncias, nas palavras de Elke Huemmeler, chefe da força-tarefa criada para prevenir novos casos. Nos Estados Unidos, o crime foi cometido contra duzentas crianças com deficiência auditiva por um único padre durante 24 anos (1950-1974) e na mesma instituição (St. John’s School).

No Brasil, sabe-se que três padres da Diocese de Penedo, em Alagoas, acabam de ser ouvidos pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), no Fórum da Justiça Estadual, em Arapiraca, a 146 quilômetros de Maceió, e reconhecidos como pedófilos. O padre mais novo tem 43 anos e o mais idoso 83. Os três foram ordenados aos 25 anos. Seus nomes ainda estão na mais recente edição do “Anuário Católico do Brasil”, mas consta que teriam sido afastados do exercício do sacerdócio. Ainda em Alagoas, foram encontradas em 2009, na casa de um padre alemão, 1.300 fotos com cenas de sexo explícito ou pornografia infantil envolvendo meninos.

Centenas de artigos e editoriais sobre o assunto foram publicados ao redor do mundo, inclusive no Brasil. A Igreja Católica Romana e o próprio papa estão sendo duramente fustigados. A observação de Roseli Fischmann, professora de pós-graduação em educação da USP, parece oportuna: “Copiando a má prática humana na política, [autoridades católicas] esperam a máxima visibilidade dos méritos e a completa impunidade dos erros”.2

A questão do celibato vem à tona novamente. Alguns tentam defender a Igreja Católica e outros a atacam sem clemência. O jornalista João Pereira Coutinho, da “Folha de São Paulo”, esforça-se para minimizar as coisas, lembrando que, das 210 mil denúncias de abuso contra crianças na Alemanha desde 1995, apenas 300 (0,2%) envolveram padres católicos.3 No entanto, ele esquece que essa minoria é composta por pessoas que, por serem ministras de Deus, têm muito mais responsabilidade que as outras. Já o editorial do dia 28 de março do mesmo jornal diz que “há uma diferença básica entre a compaixão pelo pecador, de ordem essencialmente privada, e o esforço, de ordem corporativa e política, de preservar a instituição [tradicionalmente voltada ao segredo e à intransparência] dos escândalos que a acometem”.

Embora seja contrário ao celibato dos padres, o psicanalista Contardo Calligaris não acredita que o fim do celibato seria remédio contra a pedofilia.4 Já o teólogo Hans Küng, conhecido como o mentor dos intelectuais católicos, diz que o celibato “é a raiz de todos esses males”.5 O leigo católico Antônio Carlos Ribeiro Fester, autor de “Justiça e Paz”, endossa o texto de Hans Küng e propõe que o celibato seja optativo para os padres seculares.6 Seja como for, a observação de Paulo deve ser considerada: “Já que existe tanta imoralidade sexual, cada homem deve ter a sua própria esposa, e cada mulher, o seu próprio marido” (1Co 7.2, NTLH).

Nem Jesus nem os apóstolos instituíram o celibato obrigatório para ministros religiosos. O que eles propõem é a castidade para solteiros, viúvos e casados, para padres e leigos, para homens e mulheres. Nem todo celibatário é casto. Há que se diferenciar uma coisa e outra. É mais fácil ser celibatário do que ser casto.

O voto de celibato e de castidade e o próprio casamento, sozinhos, não garantem a ausência de transgressões e escândalos. Desde a queda, o homem e a mulher têm uma forte índole pecaminosa, não fazem o bem que preferem, mas o mal que detestam, porque o pecado habita neles, como testemunha Paulo (Rm 7.15-16). Ninguém, religioso ou leigo, pode ser ingênuo: todos têm a mesma potencialidade dupla (tanto para o certo como para o errado). Jesus deixou claro que é do interior do coração humano que vem uma porção de coisas más, e entre elas está a imoralidade sexual e o adultério (Mc 7.20-23). Um dos heróis do romancista russo Fiodor Dostoievski diz que “há uma luta entre Deus e o Diabo e seu palco é o coração humano”. C. S. Lewis, o celebrado autor de “As Crônicas de Nárnia”, avisa que todos precisamos enxergar nossa própria pecaminosidade, “além dos atos pecaminosos em particular”. E o filósofo alemão Immanuel Kant confessa: “Somos um lenho torto do qual não se podem tirar tábuas retas”. À vista desse problema crônico, não é o celibato nem o casamento que vai nos livrar da pornografia, da infidelidade conjugal, da prostituição, do homossexualismo e da pedofilia. Só há um remédio, aquele que Jesus sabiamente receitou: negar-se a si mesmo, isto é, dizer não à vontade pecaminosa todas as vezes que ela se manifestar, como, por exemplo, a vontade de abusar de uma criança (Lc 9.23).

O bispo de Petrópolis, Dom Filippo Santoro, tem uma palavra precisa e aliviadora: “O momento presente, marcado pela acirrada discussão sobre a pedofilia, é uma grande ocasião de purificação e conversão da Igreja para poder comunicar com transparência a todos o abraço da justiça e da misericórdia de Deus, que é a razão pela qual ela existe”. A corrupção generalizada e escandalosa do clero no século 15 provocou, na primeira metade do século seguinte, a Reforma Protestante e o Concílio de Trento. Os escândalos, por serem insuportáveis, muitas vezes precedem movimentos bem-sucedidos e demorados de reforma moral e religiosa.

Resta saber se há perdão para o padre que mantém relações sexuais com uma mulher com a qual não se casou ou com uma pessoa do mesmo sexo, ou que abusa da inocência de uma criança. É claro que sim, desde que haja transparência, arrependimento — do tipo que João Batista exige (Lc 3.8) —, confissão e propósitos renovados. O mesmo pode acontecer com pastores protestantes e leigos acusados de escândalos sexuais ou outros quaisquer. A Bíblia é um catálogo de pessoas perdoadas, sobretudo nessa área. Basta ler a história da prostituta Raabe, do escândalo de Davi, da “mulher surpreendida em adultério” (Jo 8.3), da “mulher pecadora” (Lc 7.36-50), do homem da igreja de Corinto que se atreveu “a possuir a mulher de seu próprio pai” (1Co 5.1; 2Co 2.5-11) e dos ex-homossexuais passivos ou ativos que foram transformados e perdoados “pela invocação do Senhor nosso Jesus e pelo Espírito de nosso Deus” (1Co 6.11, BP).

O fato é que, se não houver denúncia, se não houver disciplina e se não houver arrependimento e mudança, a pedofilia poderá tornar-se uma prática tão “normal” quanto a prostituição, o amor livre, o adultério, o lesbianismo e o homossexualismo!”

*Este texto, de autoria de Elben César, também foi enviado a centenas de padres casados do Brasil.



Fonte: Prateleira - http://www.ultimato.com.br/

segunda-feira, 19 de abril de 2010

CHORA URUBUZADA! O BOTAFOGO LEVANTA A TAÇA DEPOIS DA VITÓRIA POR 2 X 1 EM CIMA DO FLAMENGO


Desde 1998 ninguém tinha alcançado a façanha de ganhar o dois turnos consagrando-se campeão do Estadual do Rio de Janeiro. O time do Joel Santana fez uma excelente campanha Estadual. Apesar de ter Começado o Estadual com uma amarga derrota para o Vasco da Gama pelo placar de 6 x 0, na final do primeiro turno, justamente em cima do Vasco, ele foi campeão da Taça Guanabara.

Porém a final do segundo turno teve um gostinho de revanche, pois os últimos três anos o FOGÃO tinha perdido o título para o arquirival, Flamengo. Finalmente a equipe de Joel deu um chute no VICE para longe e conseguiu proporcionar uma grande Festa (alvinegra) para a torcida BOTAFOGUENSE que estava com o grito preso na garganta de: É CAMPEÃO, É CAMPEÃO......

BOTAFOGO, BOTAFOGO, CAMPEÃO DESDE 1910....PARABÉNS AOS DEMAIS ALVINEGRO COMO EUUUUU. URAAAAAAAAAAAA.

Botafoguense de coração: Zé Francisco

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Deus é Deus! Judeu moderno se comunica por celular no Muro das Lamentações?

Homem: Deus?


Deus: Sim?

Homem: Eu posso lhe perguntar algo?

Deus: Claro !

Homem: O que é um milhão de anos para o Senhor?

Deus: Um segundo.

Homem: E um milhão de dólares?

Deus: Um centavo.

Homem: Deus, você pode me dar um centavo?

Deus: Espere um segundo.


Pergunta idiota, Resposta na medida Certa! Bah!

Fonte: Blog do Robson pires

sábado, 10 de abril de 2010

Homossexualidade: o papel da “dura lex” e da “sola gratia”


Nos países livres tanto os homossexuais como os heterossexuais têm direito à palavra. No regime democrático, ninguém deve ser ameaçado e
constrangido a calar-se, tanto na defesa da homossexualidade como na defesa da heterossexualidade. Se antes a tendência era a repressão dos homossexuais, a tendência hoje é a repressão daqueles que se opõem à prática homossexual por princípios morais e religiosos.
Na condenação do homossexualismo, Ultimato deseja, antes de tudo, ser coerente e proclamar para uns e outros que a Bíblia coloca os avarentos, os caluniadores, os trapaceiros, os idólatras, os ladrões e os adúlteros ao lado dos homossexuais passivos e ativos (1 Co 6.9,10). Mas também coloca a prática homossexual ao lado do homicídio, do seqüestro e do perjuro (1 Tm 1.9,10). Para manter-se coerente, a revista entende que a Igreja precisa ser fiel ao compromisso ético e ao compromisso evangélico.
Por força do primeiro, ela se obriga a dizer que a prática homossexual é uma união ilícita. Apesar da complexidade do problema. Apesar da propaganda ostensiva (da novela “Mulheres Apaixonadas” e da Parada do Orgulho Gay, por exemplo). Apesar dos direitos que vão sendo adquiridos (os casais homossexuais têm algum nível de proteção legal em treze países da Europa, em dois da Oceania e no Canadá). Apesar da quebra da unanimidade cristã na condenação ao homossexualismo (uma igreja gay já tem 40 mil fiéis espalhados em dezoito países). Apesar dos escândalos que ocorrem no ambiente cristão (clérigos envolvidos em práticas homossexuais).
Por força do segundo compromisso — o compromisso evangélico — a Igreja se obriga a pregar as boas notícias do amor, da misericórdia e do perdão de Deus. Precisa lembrar e anunciar que Jesus não veio buscar justos, mas pecadores ao arrependimento (Lc 5.31,32). Precisa se lembrar do trato que Jesus dispensou às três mulheres sem nome — a mulher samaritana (Jo 4.1-42), a mulher adúltera (Jo 8.1-11) e a mulher pecadora (Lc 7.36-50). Precisa se lembrar das três parábolas elucidativas de Lucas 15: a da ovelha perdida (apenas uma em cem), a da moeda perdida (apenas uma em dez) e a do filho perdido (apenas um em dois). Precisa se lembrar de que a “dura lex” e a “sola gratia” não são opostas entre si, mas complementares: “A lei sobreveio para dar plena consciência da falta; mas, onde foi grande o pecado, foi bem maior a graça” (Rm 5.20, EP).
Entre o compromisso ético e o compromisso evangélico, o último é mais importante que o primeiro. Pois Jesus veio para “buscar e salvar o que estava perdido” (Lc 19.10). Jesus é a resposta da súplica três vezes milenar: “Andei vagando como ovelha perdida; vem em busca do teu servo” (Sl 119.176).

Fonte: Revista ULTIMATO - Edição 284/set-out - 2003

DISTRIBUIÇÃO DE BÍBLIAS BATE NOVO RECORDE, COM 6,07 MILHÕES DE EXEMPLARES

Sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 (ALC) – A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) bateu recorde mundial na distribuição de Escrituras Sagradas em 2009, ao colocar para a população 6,07 milhões de Bíblias, 5,7% a mais comparado a 2008.

“O alcance dessa marca denota, por um lado, a imensa busca do brasileiro pelas Escrituras Sagradas e, por outro lado, o empenho de cristãos, igrejas e outras organizações em levar essa mensagem a todos”, avaliou o diretor executivo da SBB, Rudi Zimmer.
Além da distribuição de Bíblias, em 2009 a organização entregou 739,9 mil Novos Testamentos, 2,43 milhões de porções bíblicas (livretos de texto bíblico), e 221,7 mil seleções bíblicas (folhetos com textos bíblicos).
Dos 6,07 milhões de Bíblias, a SBB encaminhou 16,4% exemplares gratuitamente a populações carentes, como ribeirinhos da Amazônia, detentos, enfermos hospitalizados, pessoas portadoras de deficiência visual e estudantes.
Em 2009, a SBB distribuiu 51 Bíblias completas em Braile, dois Novos Testamentos e 19,08 mil volumes individuais em Braile, que contém, em média, um ou dois livros bíblicos. A Bíblia completa em Braile é formada por 39 volumes.
A SBB também ingressa nas publicações multimídias. No ano passado, ela distribuiu 23,3 mil exemplares do Novo Testamento em áudio e 3,2 mil exemplares da Biblioteca Digital da Bíblia, que reúne em cada CD-Rom mais de uma dezena de Bíblias completas em diversos idiomas.
Fundada em 1948, a SBB é uma entidade sem fins lucrativos que tem por missão promover a difusão da Bíblia. Ela integra as Sociedades Bíblicas Unidas (SBU), uma aliança mundial fundada em 1946 e presente, hoje, em 200 países e territórios.

Fonte: Cristianismohoje.com.br

quarta-feira, 31 de março de 2010

É Dificil Confessar o Erro!

É chegada a hora de confessar o seu erro!
Há uma grande riqueza nas palavras proferidas pelo chefe dos copeiros de Faraó, dois anos depois de voltar ao seu emprego no palácio: “Chegou a hora de confessar um erro que cometi” (Gn 41.9, NTLH). O erro ao qual ele se refere é muito mais do que um mero erro. É uma ingratidão sem medida, um pecado grave, cometido contra o já sofrido José, quando estava preso com ele na fortaleza onde eram colocados os presos do rei.
Certa manhã, ao observar que os semblantes do copeiro-mor e do padeiro-mor apresentavam sinais de tristeza, José os interpelou: “Por que vocês estão com essa cara tão triste hoje?” (Gn 40.7, NTLH). A prostração era devido aos estranhos pesadelos que eles haviam tido durante a noite. José mostrou ao copeiro-mor que, no caso dele, o sonho não era nenhum pesadelo, mas a revelação de que ele seria solto e reconduzido à posição anterior, o que aconteceu três dias depois (Gn 40.12-13).
José, que estava preso por causa da calúnia da mulher de Potifar, solicitou ao funcionário do palácio anistiado o mesmo que o ladrão da cruz pediu a Jesus: “Quando você estiver muito bem lá lembre de mim e por favor tenha a bondade de falar a meu respeito com o rei, ajudando-me assim a sair desta cadeia” (Gn 40.14, NTLH). Porém, o chefe dos copeiros se esqueceu de José completamente, demonstrando o alto grau de seu egocentrismo. O filho de Jacó, um rapaz de 28 anos, teve de suportar mais dois anos de cadeia por culpa desse infeliz pecado de omissão. Quando surgiu a necessidade de alguém interpretar os sonhos das vacas gordas e magras de Faraó, o então copeiro-mor se lembrou de José e disse as tais palavras: “Chegou a hora de confessar um erro que cometi”.
No caso do copeiro-mor, foram dois anos de pecado não reconhecido, não confessado e não reparado. No caso dos irmãos de José, o período foi no mínimo dez vezes mais longo. Quando José tinha pouco mais de 17 anos, seus irmãos o venderam a uma caravana de ismaelitas, que por sua vez o vendeu a Potifar, no Egito, e ainda contaram ao pai a falsa informação de que o filho de sua velhice tinha sido dilacerado por um animal selvagem (Gn 37.12-36). Vinte e poucos anos depois, quando José já era governador do Egito (desde os 30) e quando já haviam se passado os sete anos de vacas gordas, os irmãos de José disseram uns aos outros: “Estamos sofrendo por causa daquilo que fizemos com o nosso irmão. Nós vimos a sua aflição quando pedia que tivéssemos pena dele, porém não nos importamos. Por isso agora é a nossa vez de ficarmos aflitos” (Gn 42.21, NTLH).
A confissão pública mesmo só ocorreu por ocasião da segunda ida ao Egito para comprar cereais. Em nome dos irmãos, Judá declarou ao governador ainda sem saber que ele era José: “Deus descobriu o nosso pecado” (Gn 44.16, NTLH). O que o confessando queria dizer não era que, naquele episódio, Deus havia tomado conhecimento dos pecados deles, mas que, no meio daquelas circunstâncias, Deus estava descobrindo diante de todos o pecado até então cuidadosamente escondido.
Mais cedo ou mais tarde, todo mundo, um por um, será obrigado, se não pela consciência, por ser atropelado pela história, a repetir a confissão do copeiro-mor: “Chegou a hora de confessar o meu erro!”.
A necessidade de admitir e confessar o pecado é tão grande que um dos ministérios do Espírito é convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).


Fonte: Revista Ultimato.com.br

quinta-feira, 25 de março de 2010

O Verdadeiro Sentido da Páscoa, (Ovo, coelho ou Cruz?)

 Os supermercados estão abarrotados de ovos de chocolate. Que delícia!

Muitos perguntam novamente para o inocente bichinho: “coelhinho da páscoa, que trazes para mim?” O coelho, símbolo de fertilidade, e o ovo de chocolate, símbolo de poder e vigor, são apreciados por todos, principalmente nesta época em que se comemora a Páscoa. Mas, por mais estranho que pareça, a cruz também é um símbolo da Páscoa.
Páscoa tem a ver com libertação provinda do sangue derramado. Vamos recordar? A palavra “Páscoa” em hebraico quer dizer “passagem, passar sobre”. O povo hebreu, estava cativo no Egito por quatrocentos e trinta anos. Mas chegou o dia da libertação.
O grande Faraó egípcio iria experimentar como nunca, a mão pesada de um Deus diferente daqueles deuses que ele adorava. Um Deus pessoal, que ouve o clamor do povo sofrido, que vê a injustiça praticada pelos poderosos, que sabe e conhece tudo e todos, um Deus Soberano.
A décima praga seria a morte dos primogênitos. Todas as criaturas no Egito que abriram a madre morreriam. À meia noite, um anjo passaria por cima daquela terra, e onde estivesse um primogênito, a morte entraria e o levaria. Todavia, havia uma esperança para se livrar de tão grande aflição. Um cordeiro deveria ser morto. Um cordeiro sem defeito, cujo sangue seria aplicado nas ombreiras e na verga da porta de entrada.

O sangue seria o sinal, e quando o anjo passasse por cima, pouparia todas as casas onde existisse o sinal feito pelo sangue do cordeiro. Aquele cordeiro sacrificado simbolizava Jesus Cristo, o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.

Páscoa é muito mais que coelho ou ovos de chocolate. Páscoa é Jesus. Páscoa aponta para a cruz de Cristo onde seu sangue foi vertido por mim e por você. Jesus “padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, mas ao terceiro dia ressuscitou, subiu ao céu e está sentado junto ao trono de Deus”.

Páscoa significa vitória, liberdade da opressão. O povo hebreu se viu livre, como um pássaro diante de um laço que se desfez. Assim acontece com aquele cujo sangue de Cristo lhe é aplicado. O sangue de Jesus derramado na cruz não foi em vão. O sangue do Cordeiro livra da morte espiritual. Isto porque Ele venceu a morte ressuscitando ao terceiro dia. Páscoa é redenção. A eucaristia ou Santa Ceia, é o grande símbolo da vitória do Cordeiro e do seu povo. O pão simboliza o corpo, o vinho simboliza o sangue do cordeiro. Quando o Destruidor vê o sangue aplicado em nossas vidas, ele apenas passa.

Então agora, “quando vossos filhos vos perguntarem: Que rito é este? Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas...” (Êxodo 12.23-27). Que o coelhinho da páscoa e os ovos de chocolate não roubem do seu coração, o verdadeiro sentido da Páscoa.

Fonte: Portal da IPB - Autor: Ricardo de Mota Leite

quinta-feira, 18 de março de 2010

MAIS UMA DO PAPA BENTO XVI

Bento XVI despreza um dos pilares da Reforma e reitera que só Igreja Católica tem interpretação “autêntica” da Bíblia.

Na mesma semana em que se comemorou os 492 anos da Reforma Protestante, o papa Bento XVI reiterou que apenas a Igreja Católica pode interpretar “autenticamente” a Bíblia. O dogma, que contraria frontalmente a tese do livre exame das Escrituras defendida por Martinho Lutero, foi lembrado pelo líder do catolicismo em um encontro com estudantes e professores do Pontifício Instituto Bíblico, no Vaticano, nas celebrações do centenário da instituição. “Somente à Igreja é destinado o trabalho de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo”, defendeu o papa, na ocasião. Considerando as Escrituras como um livro “selado” se analisado fora da tradição da Igreja, o pontífice católico referiu-se à Igreja Romana como portadora da verdade: “É da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura.”

"Os seguidores da Reforma do século XVI não precisam se preocuparem com essa opinião equivocada do Papa, pois eles nunca  irão aceitar a queda do império Católico Romano. Porém o resultado da Reforma Protestante é notório em todo o mundo. O Calvinismo por exemplo, é o 3º pensamento que mais influência em 4 séculos. Portanto, Oremos para que Deus seja glorificado pelo Movimento reformador que aconteceu no século XVI e até hoje continua e deve continuar louvando-o pela volta à prática autentica a Soli Scripturas".

Fonte: CristianismoHoje.com.br

SONY MUSIC LANÇA SELO GOSPEL

No Brasil a música gospel é um fenômeno que cresce a cada dia, independente da classe social, faixa etária ou região. De Norte a Sul do país, os artistas evangélicos arrebatam um enorme contingente de fãs e simpatizantes embalados por canções que vão do pop ao rock, passando pelo sertanejo e mesmo o pagode.

Atenta a este fenômeno, a Sony Music buscou ao longo dos últimos anos aproximar-se deste mercado e em janeiro de 2010 passa a atuar oficialmente no segmento gospel, aliando toda expertise que a transformou em líder do mercado fonográfico nacional às peculiaridades do mercado que mais cresce no país e, de acordo com a ABPD, o 2º gênero musical mais vendido no Brasil. Ainda em 2010 a nova área prevê a contratação de 15 a 20 artistas de renome no segmento, além de catálogos internacionais.

A frente do projeto de implantação do primeiro selo de música gospel numa major multinacional está o executivo Maurício Soares, considerado pelo mercado como o principal executivo do segmento.

“Teremos total apoio da estrutura que a Sony Music possui para atender às demandas do mercado secular onde é líder nacional. Vamos adaptar as necessidades, cultura e peculiaridades do mercado gospel à realidade do segmento secular. Ou seja, queremos unir o que há de bom na música gospel com a expertise profissional da Sony Music. Creio que em pouco tempo o mercado irá perceber as grandes transformações desta nova filosofia de trabalho”, avalia Mauricio Soares.

Maurício Soares é publicitário, com cerca de 20 anos de experiência no mercado gospel, e atuou nas áreas de comunicação, entretenimento, editorial e fonográfico. Com passagem pelas principais empresas do segmento fonográfico como MK Publicitá, Line Records e Graça Music, ao longo de sua carreira Soares acumulou diversos cases de sucesso, incluindo o prêmio de Profissional do Ano em 2006 conferido pela ANLE – Associação Nacional de Livreiros Evangélicos.

Fonte: Cristianismohoje.com.br

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Deus não está calado

Por mais que organizemos a vida, por mais que consideremos todas as possibilidades, por mais cuidada e minuciosa que seja a nossa agenda, sempre há surpresas pela frente. Algumas aparecem logo, outras demoram anos.
Em situações assim é natural querermos ouvir a voz de Deus. Muitas vezes ouvimos a sua resposta, outras não. Mas estaria ele calado?
Na próxima edição da revista Ultimato (março-abril) a matéria de capa mostrará que Deus nunca fica calado.
O interessante é perceber que mesmo a Europa vivendo uma era “pós-cristã” é de lá que estão saindo as vozes mais evangelicais de todo o mundo no presente momento: C. S. Lewis, John Stott, J. I. Packer e N. T. Wright. Essas vozes são autênticas e despidas de legalismo, farisaísmo, fundamentalismo, denominacionalismo, literalismo e arrogância teológica.
Os pronunciamentos dos quatro britânicos estão agrupados por assunto. Escolhemos os temas mais importantes, os temas de mais difícil aceitação e o tema mais desafiador. Veja um pouco do que eles têm a dizer:

C. S. Lewis
“Jesus não é apenas um homem bom que morreu há dois mil anos. Ele é um homem vivo, tão homem quanto você e ao mesmo tempo, tão Deus quanto era quando criou o mundo.”
“Meu bem real está em outro mundo e meu único e verdadeiro tesouro é Cristo.”

John Stott
“Em Jesus, a cruz deixa de ser símbolo de uma forma de execução para ser símbolo do evangelho da salvação.”
“É maravilhoso pensar que Jesus, que é o nosso destino, é também o nosso predecessor, nosso acompanhante e a nossa senda.”

J. I. Packer
“Pela vontade do Pai, Jesus Cristo se fez pobre e nasceu em um estábulo para, trinta anos depois, ser pendurado em uma cruz. Esta é a mensagem mais maravilhosa que o mundo já ouviu e ouvirá.”
“Jesus era o rabino que falava com autoridade, o profeta que era mais que um profeta, o mestre que despertava crescente temor e devoção em seus seguidores, que ele mesmo encontrou, chamou e comissionou.”

N. T. Wright
“Deus veio ao mundo através de Jesus justamente porque as coisas não andavam bem por aqui e precisavam ser endireitadas.”
“No Getsêmani, Jesus estava como em trabalho de parto, esperando unir o céu e a terra, como alguém tentando amarrar dois pedaços de corda com pessoas puxando-as de ambos os lados.”


Fonte: Revista Ultimato.com