
sexta-feira, 26 de junho de 2009
VALE TUDO, EM NOME DA FÉ?

quinta-feira, 25 de junho de 2009
A graça não é de graça
|
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Missionários Presbiterianos (IPB) traduzem a Bíblia para índios no MS

O Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão, apresentou esta reportagem sobre obras sociais de igrejas evangélicas presentes no Brasil na terça-feira, dia 26/05.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto a população brasileira cresceu 15,5% entre os dois últimos censos, o número de evangélicos dobrou. Hoje, são cerca de 15% dos brasileiros. Como a maioria católica inclui 73% da população, as obras da Igreja Católica são mais conhecidas.
A Reportagem (26/05), mostrou o trabalho que os evangélicos estão fazendo não só em cidades grandes como o Rio de Janeiro, mas também em comunidades menores, do interior do país, apoiando populações que frequentemente são esquecidas pelo poder público.
A harmonia dos sons vale por uma prece.
“O instrumento, a música e o canto têm uma ligação muito íntima com Deus”, afirma o músico Gilberto Oliveira.
São evangélicos de ramo pentecostal, que acreditam no poder do Espírito Santo e usa a música como oração. Música cheia de fervor.
A Sinfonia da Fé tem origem em um projeto que ajuda crianças, jovens e adultos. Gilberto achava que seria técnico
“Quando a gente está fazendo música, a gente já sente na pele. Às vezes, a gente fica arrepiado. Quando a gente faz a coisa para Deus e dá aquele arrepio, Meu Deus do céu. Esse, Deus recebeu”, explica o músico.
Nas oficinas da igreja, ele se descobriu como músico de talento. Uma atividade mantida com uma parte do dízimo, das doações que vem dos fiéis.
“As pessoas costumam ouvir que a igreja só existe para pegar dinheiro do povo, para enganá-lo. Os pastores são tidos como charlatões, pegadores de dinheiro. Mas ninguém vê os acontecimentos sociais que a igreja promove”, afirma Nelson dos Anjos, pastor da Assembleia de Deus.
A origem das igrejas evangélicas está no distante Século 16, na decisão de homens como o monge Martinho Lutero e o teólogo João Calvino, em romper com a Igreja Católica.
O primeiro por não concordar com o pagamento das indulgências, a possibilidade que existia, na época, de comprar o perdão divino. O segundo por querer uma grande reforma na organização dos ritos católicos.
O movimento é conhecido como Protestantismo, de onde derivam a imensa maioria dos evangélicos de hoje.
“Com o Lutero, você vai ter toda uma nova teologia muito calcada na interpretação, na leitura da Bíblia. Você tem que assumir para você que está tudo ali na Bíblia. As suas orientações estão na Bíblia para a sua vida”, declara a socióloga Maria das Dores Machado.
E está lá escrito: a missão dos cristãos é divulgar a palavra de Deus mundo afora.
Os presbiterianos foram para Dourados, no Mato Grosso do Sul, em 1928, para levar o Evangelho, com autorização da Funai, para a maior aldeia do Brasil.
A Igreja Presbiteriana tem origem no Século 16, está no Brasil desde 1859 e tem hoje 980 mil fiéis. É conhecida por reforçar os valores éticos e morais. Na missão Caiuá, um hospital só para eles. Também uma escola, com ênfase evangélica.
Em meio à disputa por terras na região que já dura décadas, o preconceito afastou brancos e índios e dividiu a tribo. Hoje, são dois caciques e nenhum pajé, o líder espiritual. O último morreu há cinco anos. Os chocalhos sagrados dos rituais criaram teias de aranha.
Agora, as doenças são tratadas só no hospital da missão. Na cidade, os índios ainda não são bem recebidos.
“A discriminação e o preconceito são muito fortes”, afirma uma índia.
Na escola indígena, os mais velhos tentam não deixar a cultura morrer. Na escola da missão, as aulas dos brancos funcionam como reforço, como ferramenta para entender e transitar no mundo dos brancos.
“Quando você pode ensinar uma criancinha que está ao seu lado, quando você pode curar a ferida de alguém está sofrendo no hospital. Todos esses gestos não são simplesmente de um profissional que está fazendo, mas alguém que tem o ideal de servir e que gostaria, através daquele gesto, alcançar a grandeza e o amor de Deus no seu coração”, afirma Benjamim Bernardes, reverendo da Igreja Presbiteriana.
O reverendo Benjamim sabe que, para tudo isso dar certo, uma barreira tem que cair. Afinal, são evangélicos americanos, de língua inglesa, no Brasil da língua portuguesa, trabalhando com índios que falam o caiuá.
Um dos maiores desafios dos missionários foi tentar entender a língua dos índios para poder falar de igual para igual com eles. Mas os religiosos foram além. Conseguiram registrar pela primeira vez, por escrito, a gramática da língua kaiwá.
Ainda produziram um livro. De texto estranho, sagrado. É a Bíblia feita para os índios e escrita na língua deles.
“Deus me chamou para isso”, conta a missionária inglesa Audrey Taylor.
É o trabalho de uma vida. Audrey começou decifrando gestos e ruídos. Agora, divulga o Evangelho sem precisar de tradução simultânea.
“Eles têm mais valor do que eles pensavam que tinham. A língua está escrita e Deus falou com eles através da Bíblia, na própria língua”, esclarece Audrey.
“Eu gostei da parte onde diz que Deus não quer que nenhum dos pequeninos se perca. Assim como ele amou a ovelha perdida, ele ama a todos igualmente. A missão trouxe uma nova realidade para uma comunidade indígena, uma outra vida”, revela o índio caiuá Natanael Cárceres.
Ensinar, aprender, proteger e ajudar. Na missão evangélica encravada no cerrado, são os próprios índios os primeiros a reconhecer:
“Foi Deus que mandou a missão, tanto os caciques, os rezadores falam disso também. Se não fosse Deus, o caiuá estaria reduzido, muito reduzido, porque nós íamos morrer tudo", avalia a índia caiuá Valdelice Veron.
“Todos nós podemos fazer algo, por mais simples que seja, desde que haja no nosso coração o desejo sincero de poder servir ao próximo”, conclui Benjamim Bernardes.
Fonte: http://jornalnacional.globo.com/
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Codel como meio de Evangelizar

Ó Deus Pai Onipotente
E Autor da criação
Dai-me santa inteligência
Também peço inspiração
Pra falar em poesia
Do plano da Salvação
Quando o homem foi criado
No Éden Deus colocou
Exigiu obediência
Mas ele se rebelou
Desfazendo a comunhão
Que tinha com o Criador
Mas Deus sendo paciente
Dele nunca desistiu
Prometeu o Salvador
O resgate garantiu
Começando por Noé
Que do dilúvio acudiu
O patriarca da fé
O nossa pai Abraão
Um chamado recebeu
Pra sair do seu torrão
Abençoar as nações
Seria sua missão
Dele saiu a linhagem
De Isaque seu querido
Era o filho da promessa
Que Deus tinha concebido
Mesmo Sara duvidando
Deus ouviu o seu pedido
De Isaque veio Jacó
Que até com o anjo lutou
Fez um altar em Betel
Ao Deus do céu adorou
Teve o seu nome trocado
Pra Israel Deus mudou
Nesta lista de heróis
Que viveram pela fé
Começamos por Abel
Enoque e depois Noé
Abraão o peregrino
Isaque, Jacó e José.
Depois destes vem Moisés
O grande libertador
Educado no Egito
Mas dedicado ao Senhor
Para enfrentar Faraó
Com disposição e temor
Josué segue na lista
De Moisés é a sucessão.
Neemias é lembrado
Por sua determinação
Reconstruiu Jerusalém
Com coragem e oração
O Rei Davi ensinou
De como em Deus confiar
Mesmo jovem não temeu
Quando teve que lutar
Com um gigante irado
Que queria lhe matar
A Bíblia fala de muitos
Aqui eu lembro Sansão
Daniel e Jeremias
O grande Rei Salomão
Sem esquecer Isaías
Que falou da Salvação
Assim Deus falou do plano
Desde o Velho Testamento
De Gênesis a Malaquias
Anuncia o nascimento
Do Messias o prometido
Que daria o livramento
sábado, 23 de maio de 2009
Teoria do "Design Inteligente" barrada em debate
sábado, 16 de maio de 2009
Vergonha! Para os homens que ferem as mulheres.

Feche a Porta pois, A BICHARADA ESTÁ SOLTA!

É minha gente, feche os portões e tranque as janelas, porque a bicharada está solta! E não está para brincadeira não. Primeiro foi a vaca, coitada. Acusaram a pobre de transtornos mentais sem sequer lhe dar uma chance de defesa. A mimosa ficou tão triste que não fazia outra coisa a não ser ruminar as suas mágoas com seu amigo frango. A pobre vaca "louca" viu seu preço cair a cada dia. Ninguém tomava mais leite, ninguém comia mais carne. “Foi-se o tempo das vacas gordas”, lamentava a vaquinha maluquinha.
Vendo que o mar não estava para peixe, a vaca louca se juntou ao burro, que investiu tudo o que tinha e o que não tinha para tentar lucrar em cima da bicharada. O burro deu até pérolas para tentar convencer os porcos, que não embarcaram na conversa. Os porcos disseram que nem se a vaca tossisse eles dariam dinheiro pro burro.
A vaca tossiu e o frango gripou. A gripe do frango se espalhou para todo lado; até o elefante ficou de tromba por um bom tempo. Quem estava matando cachorro a grito agora era o frango. O pobre viu seu índice "downjones" despencar em poucos dias e ficou procurando algum bode para expiar seu sentimento de culpa de não ter tomado a vacina no ano passado.
A essa altura, o burro viu que seu esquema de "subprimes" não tinha dado certo e pagou o maior mico. Terminando a minha história para boi dormir, o porco pegou a gripe do frango e virou a ovelha negra da história. É pessoal, segurem o pássaro na mão, porque acho que deste mato ainda vai sair muito coelho. E tomara que não dê zebra para ninguém!
Fonte: Publicado em ( EUAvisei) por Áquila Mazzinghy
quinta-feira, 7 de maio de 2009
O MISTÉRIO CONTINUA – (parte 2)
domingo, 19 de abril de 2009
O MISTÉRIO DO CASAMENTO (parte 1)
(Gene Edward Veith, Jr.)“Deus faz que o solitário more em família” (Sl 68,6). Segundo Gênesis, não era bom que o homem estivesse só, por isso Deus lhe fez uma mulher, de sua própria carne, instituiu o casamento e ordenou que fossem fecundos e se multiplicassem (Gn 1 – 2). Ao reunirem textos bíblicos sobre o casamento e a família, os reformadores (séc. XVI), insistiram que não há vocação maior nem mais santa do que o casamento, e que tudo o que oferece ao casamento, inclusive o relacionamento sexual, é dom de Deus (Ef 5.32). O casamento é uma manifestação tangível da relação entre Cristo e a igreja, embora apenas os casais cristãos, pelos olhos da fé, sejam capazes de perceber, como isso ocorre. Veja como o apóstolo Paulo escreve sobre como marido e mulher deve tratar um ao outro: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido” (Ef 5:22-24). Ou seja, a mulher vê Cristo oculto no marido. Ela se submete a ele assim como a Igreja o faz em relação a Cristo. O marido, por sua vez, deve fazer por sua esposa o que Cristo fez por sua Igreja: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”, (v. 25). Dentro do “mistério do casamento”, a mulher deve ser submissa ao marido e este deve se entregar por ela. Tudo isso é feito em amor e serviço ao próximo. No casamento, o próximo da mulher é o marido e vice-versa. Os dois cumprem a vocação matrimonial amando e servindo um ao outro. Para que esse relacionamento funcione como a bíblia propõe, os marido não deve ser tirano controlando sua pobre mulher, nem grosseirão preguiçoso refestelado na poltrona esperando que sua esposa faça tudo pra ele. Não foi assim que Cristo tratou sua Noiva, a Igreja; não é assim que ele nos trata. Pelo contrário, o texto de Efésios nos oferece uma imagem de um marido que se sacrifica – seus desejos, suas necessidades, sua força, sua própria vida, se for preciso – para o bem da sua mulher.No principio da criação, quando Deus estabeleceu o casamento (Gn 2.24), ele ordenou que o marido e a mulher se tornassem “uma só carne”. Isso é realmente “um grande mistério”. O marido deve amar a sua esposa assim como ama o seu próprio corpo (Ef 5.28-33). Nunca deve maltratá-la ou machucá-la mais do que faria consigo mesmo. O apóstolo Paulo não afasta as implicações sexuais que os corpos do homem e da mulher devem compartilhar. Isso é bem explícito no texto de 1 Coríntios 7.3-5 quando diz: “O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência”. Essa passagem é bem surpreendente no que concerne à dimensão sexual do casamento. O marido e a mulher devem satisfazer um ao outro sexualmente. Diferente das atitudes contemporâneas em relação ao sexo. Não há a idéia de que “é o meu corpo, e posso fazer o quiser com ele”. Não é o seu corpo – é o de seu cônjuge, é o corpo de Deus, é o templo do Espírito Santo. Não há lugar para a permissividade sexual. O sexo deve encontrar sua expressão completa no casamento, para que Satanás não tente o homem e a mulher com artifício da falta de autocontrole, levando-os à infidelidade e à imoralidade sexual. O sexo fora do casamento é pecado porque Deus instituiu o casamento e este está debaixo da autoridade de Deus. O sexo dentro do casamento pela sua natureza tem um propósito que é a maternidade e a paternidade. - Esse será nosso próximo assunto em outro artigo -.
domingo, 12 de abril de 2009
A insatisfação de relacionamentos apenas sexuais
Vivemos numa época em que tudo que se refere à vida sexual é ventilado de forma clara e explícita, pelo menos nas grandes e médias cidades.O relacionamento sexual é mostrado em todos os seus detalhes em filmes e novelas, principalmente nas preliminares e durante o ato, de tal forma que a mãe natureza nem precisa mais de esforço para que um adolescente aprenda a praticar uma relação sexual. É a qualquer hora do dia ou da noite. As crianças de cinco anos, ou até menos, já são estimuladas a conquistarem alguém para namorar e beijar na boca. Os pais cooperam comprando presentes no Dia dos Namorados para que seus filhos ainda tão pequenos presenteiem os seus namorados. Tudo é válido para a descarga da energia sexual. Basta estar a fim. Pode ser a namorada do amigo, a mulher do vizinho, o colega da escola, o companheiro de trabalho ou qualquer pessoa encontrada nas baladas e que tenha “rolado o clima”. E hoje, não sei se Freud poderia concluir que uma das causas, ou a principal causa das neuroses seria a repressão sexual, que era abrangente e real no seu tempo. Há o esforço de uma boa parte dos meios de comunicação – escrita, falada, televisionada e virtual – para que se aceite e até legalize, os relacionamentos homossexuais. E isto sem mencionar outros tipos de busca de envolvimento sexual, como a pedofilia, que felizmente é reconhecido pela lei como crime, e há o empenho da população em denunciar este tipo de crime e das autoridades em punir os adultos envolvidos.
Fonte: Cristianismo Hoje