quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Doutrina da Incapacidade
OS SERES HUMANOS DECAÍDOS SÃO TANTO LIVRES COMO ESCRAVIZADOS
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?”Jeremias 17.9
Uma idéia clara a respeito da condição degradada do homem requer uma distinção entre o que nos dois últimos séculos tem sido chamado livre agência e o que desde o começo do Cristianismo tem sido chamado livre arbítrio. Agostinho, Lutero, Calvino e outros falaram do livre arbítrio em dois sentidos, o primeiro trivial, o segundo importante; mas isso é confuso, sendo melhor sempre usar livre agência para o seu primeiro sentido.
A livre agência é uma marca dos seres humanos como tais. Todos os seres humanos são agentes livres no sentido de que tomam suas próprias decisões a respeito do que fazer, escolhendo o que lhes agrada à luz de seu discernimento do que é certo e errado e das inclinações que sentem. Assim foi Adão, antes e depois de suas escolhas voluntárias. Assim foi Adão, antes e depois de pecar; assim somos nós agora, e assim são os santos glorificados que estão confirmados na graça em tal sentido que eles não mais tem em si esta inclinação para cometer pecado. A incapacidade para pecar será um dos deleites e glórias do céu, mas não extinguirá a humanidade de ninguém; os santos glorificados farão ainda escolhas de acordo com sua natureza, e essas escolhas não serão de forma alguma o produto da livre agência humana, exatamente porque elas serão sempre boas e retas.
O livre arbítrio, porém, tem sido definido por eruditos cristãos, a partir do segundo século, como a capacidade de escolher todas as opções morais que uma situação oferece, e Agostinho afirmou contra Pelágio e a maioria dos Pais gregos que o pecado original nos tirou o livre arbítrio neste sentido. Não temos capacidade natural de discernir e escolher os caminhos de Deus, porque não temos inclinação natural em direção a Deus; nossos corações são cativos do pecado, e somente a graça da regeneração pode libertar-nos desta escravidão. Isto, em substância, foi o que Paulo ensinou em Romanos 6.16-23; somente a vontade libertada (Paulo fala em homens libertados) livre e fervorosamente escolhe a retidão. Um amor permanente pela retidão - isto é, uma inclinação do coração pelo modo de vida que agrada a Deus - é um aspecto da liberdade que Cristo nos dá (Jô 8.34-36; Gl 5.1,13).
Vale a pena notar que vontade é uma abstração. Minha vontade não é parte de mim no sentido de que eu decida mover-me ou ficar parado, tal como minhas mãos ou meus pés; é precisamente a escolha de agir e, em seguida, de entrar em ação. A verdade sobre a livre agência, e sobre Cristo libertando o escravo do pecado do domínio do pecado, pode ser mais claramente expresso se a palavra vontade for eliminada e cada pessoa diga: Eu sou agente livre moralmente responsável; eu sou escravo do pecado que Cristo deve libertar; eu sou o ser degradado que tenho unicamente em mim a escolha contra Deus até que Ele renove meu coração.

Autor: J. I. Packer
Fonte: Teologia Concisa, Ed. Cultura Crista.
Um mundo só para você!
Alexandre Uhlig
Se todas as pessoas do mundo tivessem o meu estilo de vida, precisaríamos dos recursos naturais de 1,4 planetas Terra. Só temos um! Você já parou para pensar no seu estilo de vida e quão sustentável ele é? Existe um conceito chamado “pegada ecológica”, desenvolvido pela ONG internacional WWF, que mede como utilizamos os recursos naturais (água, terra e ar) e os impactos que provocamos sobre eles. O método avalia como você se alimenta, se locomove, como é a sua casa e quais equipamentos você usa, e gera um número que corresponde à quantidade de planetas que precisaríamos se todas as pessoas do mundo tivessem o mesmo estilo de vida que você. Ficou curioso? Você pode calcular a sua pegada ecológica no site http://www.pegadaecologica.org.br/. Se você calculou o tamanho da sua pegada ecológica deve estar se perguntando: Por que o planeta ainda não entrou em colapso se eu preciso de uma quantidade maior de recursos naturais do que ele pode prover? Por dois motivos: primeiro, porque muita gente, principalmente na África e na Ásia e nas regiões mais pobres do Brasil, utiliza poucos recursos naturais para viver, levam uma vida simples, sem conforto. Segundo, porque o Brasil é um país abençoado e possui, atualmente, mais que o dobro dos recursos naturais de que nós, brasileiros, precisamos. Isto aumenta nossa responsabilidade como cidadãos e como cristãos. Precisamos cuidar bem destes recursos; caso contrário, teremos sérios problemas de abastecimento de alimentos, de água e de energia no futuro. Este é o princípio da sustentabilidade, a capacidade de utilizarmos os recursos naturais, presente de Deus, sem comprometê-los por um período de tempo muito longo. A vontade de Deus para as nossas vidas é que cumpramos os seus mandamentos e guardemos as suas ordenanças (Dt 26.16). Dentro destas ordenanças está o cuidado e o cultivo do jardim do Éden, lugar reservado para o homem viver (Gn 2.15). Deus nos recomendou uma vida simples e nos prometeu que teríamos tudo de que precisássemos (1Tm 6.6-8). Alertou-nos que a riqueza (traduzida por nosso estilo de vida) “leva o homem à destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (1Tm 6.9-10). Considerando a vontade de Deus para as nossas vidas, precisamos nos arrepender, rever nosso estilo de vida e simplificá-lo (2Cr 7.14). Será que precisamos de tudo o que temos? Ou de tudo o que queremos? Será que não nos preocupamos demasiadamente em acumular? E ainda por cima no lugar errado? (Mt 6.19-20). O que podemos fazer para simplificar a nossa vida? Coisas simples e que não custam nada: 1) guarde o essencial, doe o supérfluo; 2) compre somente o necessário; 3) caminhe. Estas são pequenas sugestões que farão diferença em nossas vidas, em nosso país e em nosso planeta. Utilize-as para iniciar uma conversa sobre o amor de Deus, que salva as nossas vidas (Jo 3.16) e o cuidado dele com a criação (1Jo 3.1).

“Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança” (Mt 5.5).
Site cristão com sugestões de como simplificar a sua vida na igreja, no trabalho, no lazer, nas compras etc. Planeta Sustentável — planetasustentavel.abril.uol.com.br/home/.
• Alexandre Uhlig é presbítero da Igreja Presbiteriana Independente do Ipiranga, em São Paulo. É físico e doutor em energia pela Universidade de São Paulo.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA
Uma prova de que o movimento gay não está lutando por tolerância e, sim, exigindo leniência com seus atos imorais é o Projeto de Lei 5.003, de 2001, chamado de “Lei Anti-Homofobia”, de autoria da deputada federal Iara Bernardi, do PT de São Paulo. Aprovado pelo plenário da Câmara em 28 de novembro do ano passado, o projeto criminaliza praticamente qualquer tipo de crítica aos homossexuais, equiparando-as ao crime de racismo. Com substitutivo final do deputado Luciano Zica, também do PT de São Paulo, a “Lei Anti-Homofobia” — que deverá ser aprovada em caráter definitivo pelo Senado — poderá desencadear uma verdadeira perseguição religiosa no país. Pastores e padres não poderão mais dizer que o homossexualismo é pecado sob pena de serem acusados de “homofobia”. Aliás, é o que já está acontecendo na prática. Em Rancho Queimado, um município com apenas 2.842 habitantes, em Santa Catarina, o pastor Ademir Kreutzfeld, da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, está sendo acusado de homofobia. Em novembro de 2006, o jornal O Tropeiro, de Rancho Queimado, publicou uma matéria especial em que procura mostrar o homossexualismo como algo natural. Tão natural, segundo a matéria, que seria comum nas sociedades antigas e nas culturas indígenas. Usando seus direitos de consumidor e de líder religioso, o pastor Ademir Kreutzfeld ligou para comerciantes locais, questionando o patrocínio para aquele tipo de reportagem. Os comerciantes ficaram escandalizados com a matéria e retiraram os anúncios. O responsável pelo jornal, um ativista gay de Santa Catarina, transformou uma democrática disputa entre grupos de pressão da sociedade — muito comum em qualquer país desenvolvido — num caso de “homofobia”. Ele deu queixa contra o pastor numa delegacia, e o delegado, em vez de informar que a Lei Anti-Homofobia ainda não foi aprovada, aceitou a queixa, intimando o pastor, que teve de se explicar. E o pastor está sendo processado. Enquanto isso, por ocasião da visita do Papa ao Brasil, o Grupo Gay da Bahia, liderado pelo antropólogo Luiz Mott, queimou fotos de Bento XVI, numa clara incitação à violência física. E o que é mais grave — queimou as fotos do Papa justamente na porta da Catedral da Sé, em Salvador, numa óbvia invasão da propriedade alheia. Um pastor não pode pedir — pacificamente — que um comerciante deixe de patrocinar um jornal gay, mas os gays podem invadir um templo e queimar — violentamente — a foto de um religioso. Ou seja, antes mesmo de aprovada a Lei Anti-Homofobia, já estamos sob a égide da ditadura gay.

(José Maria e Silva)

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Está chegando o dia da grande decisão, (Pra quem já decidiu votar este ano), onde você e eu estaremos com poderes para melhorar, piorar ou continuar a atual realidade de nosso país.
Já observou como este ano tem candidatos novos e antigos conhecidos dizendo que são honestos, que agora vai ser diferente, etc????
Pense bem antes de votar e não venda sua consciência. Mas, a pergunta é: existe motivos para agente confiar no politico hoje? Ou tem que ser um "Mané" para acreditar que exista político honesto? Particularmente eu não duvido que ainda exista (poucos), mas ainda tem uns que dá para se confiar. Então preste atenção nos discursos e nas propagandas, pois ainda dá tempo para avaliá-los antes das eleições do dia 05/10.

domingo, 31 de agosto de 2008

MARCO DA HISTÓRIA

Em 31 de Outubro de 1519, Martinho Lutero afixa as suas 95 Teses nas portas da Igreja do castelo de Wittemberg, na Alemanha, nas quais pões em causa a autoridade do papa, o celibato, o culto dos santos, os dogmas da Igreja Católica e, principalmente, as indulgências pecuniárias, grande fonte de rendimento do clero que lhes permite acumular riquezas e viver como príncipes.

A 10 de Novembro de 1483, na cidade de Eisleben, na Alemanha, nasceu Martinho Lutero, um jovem que, contrariando a vontade dos pais, decidiu tornar-se monge. Lutero tornou-se Doutor em Teologia e passou a leccionar na Universidade de Wittenberg. O estudo atento da Bíblia permitiu-lhe reconhecer que a conquista da vida eterna seria unicamente através da fé e não, como era usual nesse tempo, através de obras e doações pecuniárias que enriqueciam a igreja, contrariando o espírito de Cristo que morreu e ressuscitou para perdão de toda a humanidade. Lutero, a 31 de Outubro de 1517, afixou na porta da igreja do castelo de Wittenberg suas 95 Teses contra os abusos da Igreja e especialmente contra a venda de indulgências. Essas teses foram como que um rastilho que eclodiu no seio da Igreja. Lutero, então, passou a participar de vários debates teológicos com autoridades civis e eclesiásticas que tentavam fazê-lo retratar-se de suas críticas à Igreja e ao Papa. Em 1520, Lutero foi excomungado pelo Papa e, no mesmo ano, queimou a Bula de Excomunhão em praça pública, rompendo assim com a Igreja Católica da época. Em 1530, surgiu a Confissão de Augsburgo que foi escrita por Lutero e Melanchton, seu fiel companheiro. Este documento trazia um resumo dos ensinamentos luteranos. Pouco a pouco, o ideal de reforma da Igreja Católica que Lutero possuía foi sendo sufocado e o Reformador viu-se obrigado, juntamente com seus seguidores, a formar um grupo separado de cristãos que queriam permanecer fiéis às verdades bíblicas do Evangelho. Surgia assim a Igreja Luterana. Lutero morreu a 18 de fevereiro de 1546, após ter traduzido a Bíblia para o alemão popular e ter escrito inúmeras obras e tratados teológicos. Após sua morte, os luteranos, que já eram em bom número, passaram a discordar em alguns pontos doutrinais. Para solucionar os problemas, foi escrita, em 1577, a Fórmula de Concórdia. Em 1580, 50 anos após a publicação da Confissão de Augsburgo, surgiu o Livro de Concórdia que reúne todas as Confissões de Fé da Igreja Luterana, e que é, ainda hoje, a lei fundamental dessa igreja

«Irão para o diabo juntamente com os seus mestres aqueles que julgam obter certeza de sua salvação mediante breves de indulgência.»
32ª Tese de Martinho Lutero

sábado, 30 de agosto de 2008

Disfunção Sexual; Um problema do Casal
As disfunções sexuais masculinas são um problema do indivíduo, porém também são um problema do casal. O fato de não poder desfrutar da plenitude da vida sexual, pode gerar conseqüências negativas na relação, de maneira que a disfunção sexual pode produzir problemas na relação afetiva do casal. É por isto que a melhor maneira de enfrentá-la é com ajuda e colaboração da parceira. A participação da parceira no processo terapêutico é tão importante que se converte em um instrumento essencial para o êxito do tratamento. Entendendo seu parceiroSe seu parceiro sofre de alguma disfunção sexual, é provável que não queira conversar com você, ou que o faça com desdém, diminuindo a importância; ou pode ser que simplesmente aceite a contragosto que precisa de ajuda, porém não tome as providências necessárias para encontrar um tratamento. Qualquer que seja a reação de seu parceiro perante o problema, o importante é entender porque reage como o faz.

Pense no seguinte:
>Os homens não gostam de ir ao médico.
> Os homens não gostam de falar de seus problemas, e muito menos deste tipo.
>Para os homens, é vergonhoso que os demais (incluindo suas parceiras) saibam que sofrem de alguma disfunção sexual.
>Os homens podem se sentirem vencidos por uma dificuldade, porém acreditam que serão fracos se pedirem ajuda.
Chaves para a comunicaçãoA princípio, é menos íntimo relacionar-se sexualmente do que falar sobre isto. Comunicar-se só leva resultados positivos para uma relação. Uma disfunção sexual pode causar o distanciamento emocional de seu parceiro. Não deixe que a falta de comunicação se interponha em sua vida sexual. Falar com seu parceiro pode ser o primeiro passo para voltar a descobrir a intimidade.
>Se ele não comentar sobre o assunto, inicie você a conversa. Muitos homens se sentem reconfortados quando suas parceiras estão dispostas a falar do problema abertamente. A comunicação é uma boa oportunidade para compartilhar seus sentimentos e esclarecer mal-entendidos. Tudo o que ajuda a prevenir mal-entendidos está destinado a ter efeitos positivos. >Se seu parceiro não quer reconhecer a existência do problema, faça-o enxergar a situação de maneira educada e com muito tato. Apresente a ele toda a informação que possa sobre o assunto em questão. Quando a comunicação se dá com carinho e com desejo de se conhecer melhor, tal atitude quase sempre é bem recebida. Muitos homens confessam que aprenderam a falar sobre sexo graças a suas parceiras, e que a elas são imensamente agradecidos.
>Dê importância ao problema, para que seu parceiro não se preocupe mais do que se deve. A capacidade para compartilhar com o parceiro sentimentos e pensamentos sobre o sexo é um fator altamente relacionado com uma boa relação sexual.
>Não permita que algum conceito possa cair em censura. A censura é um dano muito grave, muitas vezes irreparável, que pode acabar tendo impacto muito negativo sobre o parceiro. É importante assimilar que seu parceiro é tão especial quanto você, e o que para você pode ser uma comunicação adequada, pode não ser bem recebida pelo outro.
>Sugira à seu parceiro que procure um especialista. Ofereça-se para acompanhá-lo se acreditar que será uma ajuda. Alguns homens têm dificuldades para buscar um tratamento por si mesmos, porém o fazem se sua parceira os dá coragem. Planejar uma visita e ir juntos ao médico pode ajudar a superar o estado de ansiedade ou vergonha que afetam muitos homens.
>Lembre que quanto antes inicie o tratamento, em menor tempo será possível verificar melhorias.
>Experimente ajudar-lhe em todo o momento. Muitos tratamentos consistem de exercícios, nos quais a parceira deve tomar uma parte muito ativa. Faça-a entender que é um problema dos dois e que devem resolvê-lo juntos.
> Muitos homens descobrem que suas parceiras realmente desejam ajudá-los a recuperar a vida sexual. Manter abertas as linhas de comunicação com seu parceiro, ajuda a conservar a intimidade e estimula o apoio emocional. Não desista, não assuma que o problema é uma parte normal de seu parceiro.
*Conheça o Boston Medical Group centro de atendimento ao paciente (0800-709-9999) é atendido exclusivamente por uma equipe masculina.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

AMOR PELO CORDEL

Quero contar nesses versos
A forma como aprendia
Minha mãe me ensinou
Com muita sabedoria
Usando a literatura
De CORDEL, nossa cultura
Do jeito que ela sabia

Ainda sinto saudades
De ouvir ela contar
Aquelas belas histórias
A noite quando ia deitar
Numa rede balançando
As vezes também cantando
Querendo nos educar

Não sabia ler direito
Mas agente lhe escutava
Tinha suas limitações
E lendo até gaguejava
A luz duma lamparina
Seguia rima por rima
Era assim que ensinava

Se você gosta da rima
Aprenda esta lição
Saiba usar a internet
Não abuse meu irmão
Esse mundo virtual
Tira você do real
E passa muita ilusão

Deixo aqui o meu abraço
A todos que acessar
Esse BLOG do poeta
Se quiser depois voltar
Pode ficar a vontade
Lhe proponho amidade
Espero lhe agradar.

sábado, 16 de agosto de 2008

Relações Raciais X Preconceito
Vou falar em poesia
Com muita preocupação
Do racismo no Brasil
Fazendo consideração
Não é coisa natural
Ter preconceito racial
No centro do coração

É estranho no Brasil
Haver tanta complexidade
Nas relações sociais
Da nova sociedade
O racismo é um preconceito
Que parece que não ter jeito
Por falta de irmandade

Desde os tempos mais remotos
Que se busca uma solução
Para a maioria dos negros
Que sofrem discriminação
Muitos são assassinados
As pesquisas têm os dados
Que chama nossa atenção

Há quem negue o preconceito
Mas mesmo sem perceber
Discrimina a raça negra
Dia-a-dia agente ver
Muito claro e evidente
Esse mal é permanente
Precisamos combater

A pergunta instigante
Que nos leva a pensar
Porque é que o Brasil
Não consegue erradicar?
Essa falta de respeito
Que atropela o direito
Ao invés de preservar

Os direitos estão na Lei
De nossa constituição
O que falta é consciência
Pra colocá-la em ação
Falta solidariedade
Sobra a perversidade
Nessa imensa Nação

Luther King é uma figura
Que merece ser lembrada
Pois na luta contra o racismo
Não tinha medo de nada
Esse vulto da história
Tá presente na memória
Da classe discriminada

A posição social
Para Deus não tem valor
Sendo rico, ou sendo pobre
Não importando a cor
Quem faz discriminação
Não recebe a aprovação
Do grande Deus Criador
.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Projeto coloca Bíblia na agenda cultural em 21 cidades(ALC) Relembrando a ação dos copistas, que preservaram por meio de cópias manuscritas o texto das Sagradas Escrituras antes da invenção da imprensa, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), na comemoração dos 60 anos de existência, instalou “scriptoriums” (locais de trabalho dos copistas) em 21 cidades e capitais brasileiras. O Projeto Bíblia Manuscrita, que tem por meta colocar o Livro Sagrado em evidência na agenda cultural da sociedade brasileira em 2008, quer mobilizar 900 mil pessoas na transcrição do texto sagrado, totalizando uma Bíblia por Estado da Federação mais o Distrito Federal (num total de 29 livros), e outros dois exemplares copiados pela população das cinco regiões do país, no período de junho a setembro. O “scriptorium” ocupa uma área reservada, onde voluntários ajudam os “copistas” a transcreverem o conteúdo da Bíblia. Cada “copista” pode transcrever, no máximo, dois versículos, para permitir a contribuição do maior número de pessoas. A sugestão é que cada copista doe um real por versículo copiado. Os recursos arrecadados serão canalizados para o programa “Inclusão do Deficiente Visual”, mantido pela SBB, e que beneficia 2,5 mil pessoas, além de instituições especializadas no atendimento às pessoas portadoras de deficiência visual. O dinheiro será empregado na confecção de Bíblias em braile e em áudio, com o intuito de atender um número ainda maior de deficientes visuais. O projeto da Bíblia Manuscrita integra as comemorações dos 60 anos da SBB, lembrados com o lema “A Bíblia: um livro para todos”. Já há “scriptoriums” instalados em Brasília, Recife, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Vitória, Belo Horizonte, Cuiabá, Belém do Pará e São Paulo, além de cidades do interior em quatro Estados.
Fonte: www.alcnoticias.org Leia o livro• A Bíblia Toda, o Ano Todo, John Stott
...Sinto-me à vontade para fazer propaganda do
heterossexualismo
Se professores do COLUNI (Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa — considerado a melhor escola pública do país de acordo com as notas do ENEM) podem fazer propaganda do homossexualismo em aula, para alunos de 15 a 17 anos, por que eu, pastor evangélico, leitor assíduo da Bíblia e cristão convicto, não posso fazer propaganda do heterossexualismo? Se a colunista social Heloisa Tolipan pode publicar em sua coluna no Jornal do Brasil três fotos de afagos sucessivos entre Daniela Mercury e Alinne Rosa, vocalista da banda Cheiro de Amor, por que eu não posso fazer propaganda do heterossexualismo? Se as novelas da Globo podem mostrar “casais” de homem com homem e de mulher com mulher (e até de dois homens e uma mulher) se acariciando, por que eu não posso fazer propaganda do heterossexualismo? Se mulheres e homens homossexuais podem fazer um barulho enorme em favor da prática homossexual, do casamento gay e da adoção de filhos, por que eu não posso fazer propaganda do heterossexualismo? Não se faz propaganda nem do homo nem do hetero de boca fechada. Desde que saíram definitivamente do armário, os gays abrem a boca para justificar a opção e a prática homossexual. Os pregadores da opção e da prática heterossexual estão sendo empurrados para dentro do armário, agora vazio e desocupado, por pressão da mídia, da sociedade permissiva e do movimento gay. O Projeto de Lei 122/06 favorece a propaganda da homossexualidade e desfavorece a propaganda da heterossexualidade. Como posso fazer a propaganda da heterossexualidade? Voltando ao princípio de tudo, ao princípio do tempo, ao princípio da história, quando Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27) e apresentou um único modelo de relação sexual: “O homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne [ou uma só pessoa]” (Gn 2.24). A relação homossexual sempre aconteceu, mas nunca foi considerada normal. Até bem pouco tempo em qualquer dicionário ou enciclopédia, casamento era “o relacionamento que une um homem e uma mulher” (Enciclopédia Delta Universal) ou “a união legítima de um homem e uma mulher com o objetivo de fundar um lar” (Grande Enciclopédia Delta Larousse) ou “ato solene de união entre duas pessoas de sexos diferentes” (Novo Dicionário Aurélio). Para atender ao clamor gay, os dicionários estão acrescentando ou revendo alguma coisa. Por exemplo, o Dicionário Enciclopédico Ilustrado Veja Larousse, publicado em 2006, diz que casamento é a “união legal entre um homem e uma mulher”, mas, por extensão, pode ser também “qualquer relação conjugal entre duas pessoas”. O também recente Dicionário de Psicologia Dorsch (2001) define a formação de casal como a “reunião de parceiros sexuais”. Ainda como propaganda da heterossexualidade, posso tornar conhecidos os textos das Sagradas Escrituras que tratam do assunto, todos de fácil compreensão, sem, contudo, centralizar essa anomalia (palavra de origem latina que significa irregularidade), deixando de lado todas as outras anomalias (apropriação indébita, corrupção, egocentrismo, injustiça social, intriga e muitas outras). Também não devo me deixar possuir por qualquer sentimento de arrogância ou de homofobia. No meu modo de entender, o mais explícito, o mais contundente, o mais veemente texto contra a prática da homossexualidade está na Epístola aos Romanos, a maior e a mais teológica das treze cartas escritas por Paulo. É uma passagem dura, mas que não pode ser olvidada nem retocada. O apóstolo ensina que as práticas homossexuais não são primeiramente a causa, mas o resultado da depravação histórica e globalizada do ser humano. Por causa desse problema básico, Deus “soltou as rédeas” e está deixando a humanidade livre, não só para trocar “suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza” (Rm 1.26), mas também para matar, roubar, fazer uma guerra atrás da outra, esgotar e destruir o meio ambiente, e assim por diante. É sob esta ótica que ele fala abertamente sobre o homossexualismo feminino e masculino. Assim como as mulheres, “os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros [e] começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” (Rm 1.27). A exemplo de Jesus Cristo, eu não posso apontar o pecado sem apontar a salvação, não posso apontar a culpa sem apontar o perdão, não posso apontar o dedo em riste para o meu pecado e o pecado alheio sem apontar o dedo para Jesus Cristo para repetir o mais substancioso pronunciamento de João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Se os professores podem fazer propaganda do homo, sinto-me em plena liberdade para fazer a propaganda do hetero!
• Elben M. Lenz César é diretor-fundador da Editora Ultimato e redator da revista Ultimato.