sexta-feira, 8 de março de 2013

PARABÉNS MULHER PELO SEU DIA


quinta-feira, 7 de março de 2013

OS SETE PECADOS CAPITAIS


Autores de livro baseado na Bíblia afirmam que pecados listados no livro sagrado se encaixam nas vivências no mundo.

Gula, avareza, luxúria, ira, inveja, preguiça e soberba. Os sete pecados capitais também se manifestam na busca pelo sucesso profissional. É o que afirmam William Douglas e Rubens Teixeira, no livro “As 25 leis bíblicas do sucesso”, segundo o qual a Bíblia é o melhor manual sobre o sucesso já escrito até hoje.

Conheça a natureza de cada um dos pecados capitais, como se manifestam no nosso cotidiano profissional e o que podemos fazer para não cair em tentação:
O pecado da pressa – O primeiro pecado capital é a gula, o desejo insaciável, além do necessário, de comida, bebida ou drogas. Na busca do sucesso, segundo o livro “As 25 leis bíblicas do sucesso”', a gula se manifesta na pressa em consegui-lo e, após alcançá-lo, na incapacidade de se satisfazer. Quando se trata de construir uma carreira ou um negócio vitorioso, não adianta ter pressa ou ilusões. Não adianta ser guloso. O sucesso demora, dói e dá trabalho.
Antídotos:
— Desenvolva a paciência;
— Aproveite o que pode parecer uma demora para adquirir mais conhecimento e experiência;
— Lembre-se de que a direção correta é mais importante que a velocidade.
O pecado da avareza – Já a avareza é o apego excessivo ao dinheiro, mas, na busca do sucesso, esse pecada ganha um contorno mais amplo, segundo os autores: ele se refere a qualquer relação doentia com o dinheiro, seja por dar a ele muito valor, seja por desprezá-lo. Os autores lembram que riqueza e pobreza não são sinônimos, respectivamente, de felicidade e infelicidade. Pior do que ser pobre é ser rico sem estar preparado para isso. A riqueza pode se tornar um grande problema se não for norteada por princípios e encarada com maturidade. É preciso ter um mínimo de equilíbrio emocional para lidar com o sucesso e a riqueza, e de competência para administrar os dois.
Antídotos:
— Desenvolva uma relação saudável com o dinheiro, evitando ser sovina, ganancioso, perdulário ou pródigo;
— Tenha princípios e maturidade para administrar a riqueza com equilíbrio;
— Não encare o dinheiro como a prioridade da sua vida;
— Não tente enriquecer de qualquer maneira, valendo-se de atitudes desonestas.
O pecado da falta de prazer no trabalho – A luxúria é o desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material. No caso do mundo corporativo, o pecado relacionado é exatamente o inverso disso: a falta de prazer no trabalho. A pessoa só sente e busca prazer em outras atividades, como o lazer, e não consegue extrair alegria nem ter paíxão por seu trabalho. O resultado é a execução de tarefas profissionais sem amor, sem dedicação e sem capricho.
Antídotos:
— Pense no valor de seu trabalho para se sentir mais estimulado. Se você lida com clientes, pense no bom serviço que pode lhes prestar e em como isso facilitará a vida deles. Se trabalha na indústria, imagine a satisfação do consumidor com aquilo que você ajuda a produzir;
— Todo trabalho traz algum proveito e aprendizado e, cedo ou tarde, as oportunidades vão surgir;
— Quando melhor você trabalhar, maiores serão suas chances de crescimento;
O pecado da ira contra a riqueza - Algumas pessoas parecem ter raiva de quem procura prosperar, um sentimento que acabam projetando sobre a própria riqueza. Se você acha que ser rico é ruim, terá problemas em se dedicar e melhorar de vida. E, pior, se por alguma razão vier a alcançar o sucesso, sentirá culpa. É bem comum as pessoas se sabotarem na busca da prosperidade e do sucesso.
Antídotos:
— Tenha como modelo e fonte de inspiração pessoas ricas e de sucesso que merecem a sua admiração, por serem competentes, honestas, trabalhadoras e generosas;
— Não tenha vergonha de querer melhorar de vida;
— Livre-se da mentalidade de que é mais honrado ser pobre do que rico;
— Visualize todas as coisas boas que você poderá proporcionar a si mesmo e aos outros se prosperar.
O pecado da inveja e da cobiça – Existe uma lei bíblica segundo a qual não se deve cobiçar, mas não existe uma que diga diretamente “Não tenha inveja”. Cobiçar é desejar o que é do outro, e é contraindicado nos Dez Mandamentos. Já a inveja é pior — é se incomodar com o que os outros têm. No fundo, tanto num caso como no outro, a pessoa se apega ao que não é seu, ou porque quer para ela mesma (cobiça) ou porque deseja o que o outro não tenha algo (inveja). Ambos os sentimentos são extremamente negativos. Para não incorrer neste pecado, o melhor antídoto é a virtude do desapego. Um dos maiores obstáculos ao sucesso é ficar competindo com os outros e invejando o que têm, em vez de batalhar pelos próprios sonhos. Segundo os autores, isto se aplica, inclusive, à preocupação que alguns têm em relação a quanto os colegas de trabalho ganham. Cada pessoa deve se concentrar em melhorar profissionalmente para ver, na sua vida, as repercussões positivas do seu esforço.
Antídotos
— Concentre suas energias no seu trabalho e em ambições positivas para você;
— Trabalhe por tudo aquilo que deseja, sem se permitir ficar ressentido com o esforço que terá que fazer e muito menos com que os outros possuem;
— Comemore sinceramente quando alguém melhorar de vida e tome isso como exemplo e fonte de motivação.
O pecado da preguiça – Existem pessoas que sonham em ganhar dinheiro do mesmo jeito que o povo de Israel ganhava seu maná no deserto. Esperam que Deus faça chover ofertas de emprego ou riquezas, que mande o sustento diariamente para que possam permanecer em sua zona de conforto, estagnados, sem fazer nada. Traduzindo: são aquelas pessoas que querem receber seu salário no fim do mês sem trabalhar. Para elas, o emprego ideal deve ser de duas às quatro da tarde, duas vezes por semana. Também gostariam de ser presidente de uma grande empresa, mas sem obrigações, deixando o trabalho pesado para a sua equipe. Infelizmente, no mundo atual, não há como ganhar dinheiro fácil. Nem como vencer sem se preparar e sem trabalhar muito.
Antídotos:
— Comece a se disciplinar. Monte um planejamento que defina ações e prazos, e cumpra-o;
— Pense nos frutos que vai colher quando vencer a preguiça e conseguir realizar seus sonhos;
— Não fique esperando as oportunidades caírem do céu, nem fantasiando que vai ganhar na loteria ou ter uma ideia genial, sem que precise fazer qualquer esforço;
— Mãos à obra.
O pecado do orgulho – A soberba é o pecado capital relativo ao orgulho, que se manifesta quando alguém se acha melhor que os outros, não respeitando o próximo e passando por cima de tudo e de todos. Não é raro pessoas que alcançaram o sucesso se tornarem arrogantes e vaidosas, o que é muito ruim. Pior ainda é quando um jovem que mal começou a subir na vida demonstra total falta de humildade. Cuidado para que o sucesso conquistado não se vire contra você e prejudique a continuidade do seu crescimento. A humildade, além de angariar a admiração e a simpatia de todos, é requisito para continuar evoluindo.
Antídotos:
— Pense que você tem muito mais a ganhar sendo humilde do que arrogante;
— Valorize e respeite as pessoas que trabalham com e para você;
— Lembre-se: o orgulho precede a queda;
— Nunca se esqueça que você pode estar por cima hoje e por baixo amanhã;
— É preciso estar disposto a servir para ser um grande líder.

Fonte: ‘As 25 leis bíblicas do sucesso’ (de William Douglas e Rubens Teixeira, Editora Sextante).

20 Conselhos Práticos para Guardar o Domingo “com mais Proveito”

1. Durante a semana, vá ao mercado, à feira e compre tudo o que você necessita para não ter que fazer isso no domingo. 
2. Cuide também de outros afazeres como lavar e passar roupa, limpar o carro, cuidar da casa, praticar esportes, etc. Deixe o domingo livre de tudo isso. 
3. Se você é estudante, programe-se para fazer as leituras e trabalhos durante a semana, separando o domingo apenas para os estudos devocionais. 
4. No sábado, providencie a comida do domingo (almoço e jantar) para que o Dia do Senhor não tenha que ser passado na cozinha. 
5. No sábado à noite, não vá dormir tarde. Durma o número de horas suficientes para que você acorde descansado e, assim, aproveite bem o Dia do Senhor. 
6. No domingo, acorde mais cedo, demonstrando seu interesse em usufruir deste dia. Levantar mais cedo também é bom para evitar os atrasos do Culto ou Escola Dominical e as discussões e aborrecimentos que resultam deles. 
7. Quando começarem as orações e as leituras da Palavra, deixe de lado seus pensamentos particulares e una-se em mente e espírito ao povo de Deus. 
8. Preste máxima atenção à palavra do pregador ou do professor da Escola Dominical. Atente para as coisas que você já sabe, e está recordando, e para as coisas novas que está aprendendo agora. Perceba que pecados Deus está confrontando em sua vida e ore pedindo misericórdia e graça para abandoná-los. 
9. Terminadas as atividades da manhã na igreja, una sua família ao redor da mesa para o almoço. Ore agradecendo a Deus pelo alimento espiritual recebido e pelo físico que está à mesa. Ao invés de fazer comentários maldosos sobre algo que aconteceu na igreja, converse sobre os ensinos recebidos pela manhã. Pergunte a todos o que aprenderam e como podem colocar em prática estes ensinos. 
10. No período da tarde, descanse, mas lembre-se de que o Dia do Senhor não pode ser de ociosidade. Ao invés de ver programas inúteis e pecaminosos na televisão, prefira ver um filme com princípios cristãos, ler um livro edificante ou escutar músicas de louvor e adoração a Deus. 
11. Como o domingo é o dia por excelência para as obras de misericórdia, visite alguém que está precisando de cuidados físicos ou espirituais. 
12. A tarde pode ser preenchida ainda com programações na igreja, tais como almoços comunitários e períodos de louvor e adoração por meio da música. 
13. No final do dia, chegue mais cedo na igreja. Vá ao banheiro, beba água e certifique-se de que não precisará sair do culto para fazer qualquer coisa. Lembre-se de que, talvez, em um cinema, assistindo a um filme interessante, você não sairia para isso. 
14. Antes de o culto começar, escolha um bom lugar para assentar-se, desligue aparelhos eletrônicos como celulares, smartphones, etc, e aguarde o início do culto em oração e leitura da Palavra. 
15. No culto, una-se em um só coração com o corpo de Cristo para adorá-lo. Deixe que a mensagem da Palavra de Deus destrua suas ideias e comportamentos pecaminosos e edifique conceitos e atitudes de obediência e consagração. 
16. No culto não desperdice tempo reparando nas roupas das pessoas, nos eventuais erros de português do pregador ou em qualquer outro detalhe periférico. Concentre-se em adorar a Deus corretamente e em ouvir a Sua voz por meio das Escrituras. 
17. Terminado o culto, não saia apressado da Casa de Deus, como se ali fosse um local desagradável. Converse com as pessoas, confraternize-se, aumentando a comunhão com seus irmãos. 
18. Não frequente restaurantes neste dia. Lembre-se que o mandamento envolve não trabalhar e não fazer com que outros trabalhem também. Prefira reunir o grupo de irmãos em sua casa para saborear os pratos que você já providenciou no sábado. 
19. Ao chegar em casa, ao invés de ligar a televisão e perder boa parte do que foi aprendido neste dia especial, vá para a cama ler um livro e medite nos ensinos recebidos durante o dia. 
20. E lembre-se, o domingo é um dia de deleite, agradável. Os puritanos o chamavam de “o mercado da alma”. Isaías disse ao povo de Deus no passado: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no SENHOR...” (Is 58.13,14). 

"... não há crentes, em todo o mundo, que se comparem, quanto ao poder da piedade e quanto à excelência nos terrenos da graça, da santidade e da comunhão com Deus, como aqueles que se mostram mais estritos, sérios, estudiosos e meticulosos na santificação do dia do Senhor... A verdadeira razão pela qual o poder da piedade tem caído a níveis tão baixos, tanto neste como em outros países, é que o domingo não está mais sendo observado de forma estrita e consciente...” (Thomas Brooks)

terça-feira, 5 de março de 2013

O JUSTO BRILHA ESPLENDIDAMENTE


A luz dos justos brilha intensamente, mas a lâmpada dos perversos se apagará.  (Pv 13.9).
Os perversos têm uma lâmpada, e essa lâmpada brilha. No entanto, esse brilho se apagará, pois na hora da crise faltará aos perversos o combustível necessário. Então, a vida deles será como a escuridão. Caminharão às cegas para um abismo trevoso. Totalmente diferente é a vida dos justos: eles seguem a Jesus, a luz do mundo. Ele é a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina todo homem. Quem segue a Jesus não anda em trevas; pelo contrário, verá a luz da vida. A luz do justo brilha com grande fulgor. A vida dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. O justo anda na luz, pois não há engano em seu coração nem falsidade em seus lábios.  O justo vive na luz porque se aparta de seus pecados, confessando-os a Deus e recebendo a purificação do sangue de Jesus. O justo deleita-se na luz porque ama a santidade, tem prazer na misericórdia e exercita o amor. O justo, além de ser filho da luz, de ser luz do mundo e de viver na luz de Cristo, também caminha para a cidade santa, a nova Jerusalém, onde não precisará mais da luz do sol nem da lua, pois o Cordeiro de Deus será a sua lâmpada.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

segunda-feira, 4 de março de 2013

O Dom das Línguas Estranhas e da Palavra de Profecia (Parte 2)


Quando Paulo escreveu essas palavras, o Novo Testamento ainda não existia como um documento escrito e concluído. Quando os pregadores, cheios do Espírito Santo, pregavam - essa mensagem era a própria Palavra de Deus, pregada pelo próprio Espírito Santo. Isso pode ser verificado em 2 Pedro 1:21, em que lemos: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo." 2 Timóteo 3:16 acrescenta: "Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça."
Portanto, o que precisamos compreender é que o dom da profecia implica em anunciar a Palavra de Deus às pessoas que não tinham o benefício de uma Bíblia pessoal, por meio de homens que tinham poucas Escrituras do Antigo Testamento à sua disposição, se é que tinham alguma! O Espírito Santo estava falando diretamente aos homens. E, o dom das línguas era uma extensão disso, pois aqueles que tinham esse dom podiam pregar em um idioma que nunca haviam estudado. A coisa interessante sobre o dom das línguas era que muito frequentemente, a pessoa que exercia esse dom não compreendia o que estava dizendo! É por isso que Paulo lhes disse para buscarem o dom da interpretação (14:13; citado anteriormente). A palavra "língua" ou "línguas" é no grego glossa (o significado exato é incerto, mas provavelmente refere-se à língua física) e indiretamente refere-se às línguas, como algumas vezes usamos hoje (por exemplo, dizemos: "O português é nossa língua materna"). Isso fica fortemente inferido pelo que encontramos em Atos 2, quando falar em línguas estranhas começou no dia de Pentecostes. Judeus provenientes de muitos países diferentes estavam em Jerusalém por ocasião da festa, e quando Pedro e os outros, sob o controle do Espírito Santos, começaram a pregar para eles em sua própria língua nativa, lemos o seguinte: "E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?" [Atos 2:7-8] Portanto, a partir disso, é bem claro que o dom das línguas envolvia a pregação sobrenatural em idioma estrangeiro.
No entanto, muita confusão tem aparecido a respeito dos comentários em 1 Coríntios 14:2 e 14:4 sobre aqueles que falam em línguas não falarem aos homens, mas a Deus - que o dom edifica aquele que o exerce (verso 4) - como se esse dom fosse limitado a algum tipo de êxtase celestial durante a oração do indivíduo a Deus. Uma limitação, ou dualidade de significado, simplesmente não pode ser o caso, pois a mesma palavra grega glossa é usada tanto em Atos 2 quanto em 1 Coríntios. E, como a narrativa em Atos nos diz sem qualquer dúvida que os judeus estrangeiros compreenderam o que estava sendo dito, precisamos buscar alguma outra explicação para essa passagem em particular. Assim, tomado no contexto em que é dada – isto é, Paulo falando aos crentes coríntios sobre a igreja deles - qualquer pessoa que falasse em um idioma estrangeiro para eles não seria compreendida e somente o próprio orador seria edificado. A edificação pessoal tinha um sentido de sarcasmo dirigido àqueles que estavam abusando desse dom. O verso 9 reitera a futilidade de falar sem que a igreja compreendesse e o verso 10 enfatiza o fato que aquilo que é dito constitui língua estranha.
E, em resumo, esse extenso ensino de Paulo foi obviamente motivado pelos excessos carnais daqueles que possuíam o dom e o usavam de um modo inadequado, sem sabedoria. Aparentemente, estar sob a influência do Espírito Santo era uma experiência maravilhosa e podia ser controlada pelo indivíduo. Em outras palavras, ele podia "sentir-se bem" tão frequentemente quanto desejasse e por quanto tempo quisesse. E, o controle do indivíduo é firmemente estabelecido pelo verso 32, que diz: "E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas." [1 Coríntios 14:32].
Assim, com a natureza humana carnal sendo como é, os excessos e abusos aconteceram. Os coríntios eram mais carnais do que a maioria e Paulo precisou corrigi-los.
Mas, e hoje? Que razões poderíamos ter para dizer que esses dons não são mais válidos? Bem, se voltarmos um capítulo, Paulo responde a essa pergunta no Capítulo 13, versos 8 a 10: "O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado."
W. E. Wine, em seu livro Expository Dictionary of New Testament Words, tem este pertinente comentário a respeito do dom das línguas: "Não existe evidência da continuidade desse dom após o período apostólico ou mesmo no fim do período apostólico; isso oferece confirmação do cumprimento de 1 Coríntios 13:8, que esse dom cessaria nas igrejas, exatamente como as "profecias" e "conhecimento" no sentido de conhecimento recebido por poder sobrenatural imediato. A finalização das Sagradas Escrituras forneceu às igrejas tudo o que é necessário para a orientação, instrução e edificação individual e coletiva." [ênfase minha].
Uma vez que o cânon das Escrituras do Novo Testamento ficou completo, as instruções de Deus para seu povo ficaram em forma escrita e a pregação verdadeiramente inspirada, bem como o ensino e interpretação da vontade e propósito divino cessaram. Lembre-se que a palavra "inspirada" em termos espirituais significa "Deus soprou" (no grego é theopneustos) e refere-se somente àquilo que o próprio Deus fez ser dito nas igrejas primitivas e colocou nas Escrituras do Antigo e do Novo Testamento. O livro do Apocalipse põe a tampa sobre tudo e o próprio Senhor Jesus Cristo nos diz em 22:18-19 que não devemos acrescentar nem remover de sua palavra e Deuteronômio 4:2 faz a mesma solene advertência no Antigo Testamento. Assim, quando qualquer pregador afirma que sua pregação é divinamente inspirada e que pode fornecer informações proféticas que não estão contidas na Bíblia, suas próprias palavras o condenam, pois está tentando fazer acréscimos àquilo que já está completo e perfeito.
As formigas já estão alvoroçadas?
Apenas para o bem do argumento, vamos supor que eu esteja errado sobre a interpretação desse assunto. Vamos supor que as línguas ainda estejam em existência e sejam perfeitamente legítimas. Quais serão as ramificações nesse caso? Primeiro de tudo, seria o fato que as línguas eram somente um dos vários "sinais" dados para autenticar a mensagem do evangelho diante de um mundo ignorante e analfabeto. Outros incluiriam a operação de milagres - incluindo a cura dos enfermos e a ressurreição dos mortos. Expelir demônios também seria um bom exemplo. E, quando examinamos cuidadosamente a evidência dada nas Escrituras, descobrimos que nem um dos vários milagres narrados foram questionados nem mesmo pelo inimigo mais beligerante! Os fariseus cometeram um erro grave ao atribuir os milagres de Cristo a Belzebu (Mateus 12:24), mas não negaram os milagres em si. Em Atos 4:16, o Sinédrio admitiu que não podia negar o fato que o homem paralítico tinha sido curado! E, à medida que os discípulos de Cristo se espalharam pelas nações naqueles dias primitivos, seus milagres foram desprezados, mas nunca questionados com sucesso. Milagres do mesmo tipo e magnitude estão sendo operados hoje? Operados de uma forma tal que ninguém
possa questioná-los? Quando foi a última vez que você viu pessoalmente um irmão em Cristo simplesmente tocar em um cego e restaurar a visão dele sem qualquer questionamento, ou melhor ainda, ressuscitar um morto? Tenho sido um filho de Deus praticamente toda a minha vida e já tive comunhão com milhares de outros irmãos em meus mais de 62 anos de idade, mas ainda não vi isso, muito menos ouvi que tivesse sido feito de tal maneira a causar agitação entre os não salvos! Os "dons de sinais" eram para o propósito expresso de abalar os incrédulos no fundo de seu ser, de forma que eles não pudessem negar. Deixe-me perguntar isto: Você pode se lembra de alguma situação na Palavra de Deus em que essa magnitude de milagre foi alguma vez realizada no meio dos irmãos, durante uma de suas reuniões? A ressurreição de Êutico em Atos 20:9 é o único caso em que posso lembrar que chega perto disso. Não, os milagres eram geralmente realizados diante de grande multidão de pessoas perdidas, de modo a maximizar o efeito - como o senso comum diz que eles deveriam fazer. Alguém, em algum lugar hoje - de um modo que possa ser provado sem quaisquer dúvidas - pregou para estrangeiros não convertidos na própria língua deles, de modo que eles ficassem estupefatos com a capacidade do indivíduo de fazer isso? Se o poder pentecostal ainda está ativo, por que não? Esses milagres não deveriam ser lugares-comuns e causar grande admiração entre os incrédulos? Além disso, se o dom das línguas ainda está ativo, a pessoa que tem esse dom poderia pregar na presença de linguistas e convencê-los da autenticidade da linguagem. Lembre-se que o espírito dos profetas está sujeito aos próprios profetas. Ah, ocasionalmente recebemos mensagens de correio eletrônico de pessoas que insistem que até os mortos estão ressuscitando hoje, mas onde está a evidência indisputável disso? Receio que tal "fé" seja completamente falsa e que esteja fazendo mais mal do que bem.
E, finalmente, chegamos ao aspecto mais incômodo de toda a área deste assunto - uma caixa cheia de formigas lava-pés, que honestamente estou relutante em abrir, mas sinto que é algo que precisa ser feito. E, como não há um modo suave de fazer isso, tenho de ser bem direto. Se você fala em línguas e/ou recebe vários tipos de mensagens de Deus, como está absolutamente certo de que elas são genuínas? Tanto quanto eu saiba, existe somente um método bíblico, que encontra-se em 1 João 4:1-4, que diz de forma bem clara: "Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo. Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo."
Observe que o verso 1 é na verdade uma ordem para testar e deve ser reconhecido pelo povo de Deus como uma advertência legítima que os espíritos demoníacos podem nos enganar. E, o engano não é apenas possível, mas certo, pois é a maior arma de Satanás contra a humanidade. É por isto que somos advertidos em todo o Novo Testamento a ficar de guarda contra a enganação. Em Mateus 24:24, o Senhor nos diz que durante o Período da Tribulação, a enganação será tão grande que os próprios eleitos serão tentados por ela. Portanto, aos nos aproximarmos do fim dos tempos, precisamos compreender que a enganação espiritual é um fato da vida diária para todos os filhos de Deus e tomarmos precaução para não sermos uma das suas vítimas. Você já teve seu(s) espírito(s) testado(s) pelo método bíblico? Enquanto estiver sob o poder do espírito - na presença de um grupo de irmãos piedosos e consagrados - alguém questionou o "espírito das línguas", ou "o espírito da profecia", etc. e exigiu que ele confesse que Jesus Cristo é o Senhor e que veio em carne? Amados, se o Espírito Santo é quem está por trás desse dom em particular em questão, podemos ter a certeza que a confissão será feita porque caso contrário, Deus não nos instruiria a testar. Se a confissão não for feita, o espírito é falso e precisa ser tratado da forma apropriada. Além disso, uma total honestidade por parte da pessoa que está manifestando o dom é, obviamente, de fundamental importância – a confissão precisa ser feita pelo espírito, e não pela pessoa.
Estamos cientes da enganação demoníaca que está ocorrendo entre os irmãos em muitas diferentes áreas da vida, não apenas entre os carismáticos. Toda denominação e seita do cristianismo está infestada com joio. A apostasia está desmedida e nosso objetivo não é entrar em uma disputa sobre quem está certo e quem está errado com relação à doutrina. Estamos tentando "manejar bem a palavra da verdade" [2 Timóteo 2:15] e atuar como um atalaia posicionado no alto da muralha. Que Deus o abençoe à medida que você procurar servi-lo da melhor maneira possível. (Do Livro Línguas estranhas entre nos Crentes)

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http://www.espada.eti.br/p174.asp

(No próximo: Batismo com o Espírito Santo e com Fogo – Aguarde).

REV. JOSÉ FRANCISCO – IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL
IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN
VIVENDO E CRESCENDO NO EVANGELHO

FAZEI DISCÍPULOS – A SOBERANIA DE DEUS NA EVANGELIZAÇÃO


TEXTO BÁSICO: “Nos céus, estabeleceu o SENHOR o seu trono, e o seu reino domina sobre tudo”. (Salmo 103.19).
OBJETIVO PROPOSTO: Proclamar a Soberania de Deus Sobre Tudo e Todos.
INTRODUÇÃO: Deus é a causa primeira. Tudo que existe começa em Deus (Gn 1.1). Ele é o Criador de tudo. Nos céus, estabeleceu o SENHOR o seu trono, e o seu reino domina sobre tudo”.  Ele é o “Deus Altíssimo” (Gn 14.18). “Deus Todo-Poderoso” (Gn 17.1; Ap 1.8). “Soberano Senhor” (Dt 3.24; Ap 6.10).
A.W. Pink Define a Soberania de Deus declara como: a Supremacia de Deus, a realeza de Deus, a divindade de Deus. Dizer que Deus é soberano é declarar que Deus é Deus. É declarar que Ele é o Altíssimo, o qual faz segundo sua vontade no exército dos céus e entre os moradores da terra (Dn 4.35).
Dizer que Deus é soberano é declarar que Ele é Onipotente, possuidor de todo o poder nos céus e na terra, de tal maneira que ninguém pode impedir os seus conselhos, contrariar os seus propósitos ou resistir à sua vontade (Sl 115.3). Dizer que Deus soberano é declarar que Ele ‘governa as nações’ (Sl 22.28) estabelecendo reinos, derrubando impérios e determinando o curso das dinastias, segundo o seu agrado. Dizer que Deus é soberano é declarar que Ele é o ‘Único Soberano, o Reis do reis e Senhor dos senhores’ (1Tm 6.15) Este é o Deus da Bíblia”.
EXPOSIÇÃO DA LIÇÃO 1
1. Deus tem um plano (Ef 1.9-11)
a) Decretos de Deus – “são o seu eterno propósito, segundo o conselho de sua vontade, pelo qual, para a sua própria glória Ele tem predestinado tudo o que acontece” (CW).
1.      Decretos Positivo: Deus mesmo faz aquilo que Ele resolveu fazer.
2.      Decreto Permissivo: Deus permite aquilo que Ele resolveu Permitir.
CARACTERÍSTICAS DO PLANO DE DEUS
1.1. O Plano de Deus é Eterno: Foi concebido antes da criação de tudo (Ef 1.4).
1.2. O Plano de Deus é Imutável: Deus, por ser imutável em seu ser, o seu plano também não muda (Is 46.10).
1.3. O Plano de Deus é Abrange todo o Curso da História: Abrange fatos históricos de Gênesis a Apocalipse (At 17.26).
1.4. O Plano de Deus é Inclui ao acontecimentos Particulares: Deus Planeja os acontecimentos de cada pessoa (Gn 45.7-8).
1.5. O Plano de Deus é Inclui os Eventos Casuais: Sorte o Azar não fazem parte dos acontecimentos (Pv 16.33; Ef 1.11).
1.6. O Plano de Deus Abrange os Atos Bons e Maus dos Homens: “O Senhor fez todas as cousas para determinados fins e até o perverso, para o dia da calamidade” (Jz 9.23; 1 Rs 22.23; Pv 16.4; Ef 2.10).
1.7. No Plano de Deus os Atos Maus são Controlados de modo que Redundem em Bem: As coisas desagradáveis que acontecem são transformadas em benefícios (Gn 50.20; Jó 23.13; Rm 8.28).
Então, respondeu Jó ao SENHOR: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado (Jó 42:1-2 ).
EXPOSIÇÃO DA LIÇÃO 2
2. A AÇÃO  SOBERANA DE DEUS – Universal e Absoluta. Deus é infinito em poder, sabedoria, santidade e amor. Ele Controla e dirige todos os acontecimentos do Universo.
2.1. Deus é Soberano na Administração do seu plano:
a) as leis da natureza, o curso da História e a vida da cada pessoa estão sob o controle de Deus (Hb 1.3; Cl 1.17; At 17.28; Ef 4.6).
b) O controle providencial de Deus abarca: A Natureza (Êx 9.26; Mt 5.45; At 14.17), A Criação Animal  (Mt 10.29;Dn 6.22; Gn 6.19-20),
As Nações (Dn 4.17; Is 40.15; Sl 47.7), Cada Pessoa (Pv 16.9; Rm 11.36; At 18.9) e as Ações Humanas (Ez 36.27; At 4.27; Sl 76.10).
2.2. Deus é Soberano na Salvação – “A Salvação pertence ao Senhor!” Exclama o profeta Joel. Logo, uma pessoa só pode ser salva se o Senhor lhe conceder a salvação – fundamento bíblico na eleição divina está em 2Tessalonissenses 2.13:
1º. Deus fez a escolha eterna;
2º. A santificação do Espírito;
3º. A fé na Verdade.
Ler: At 13.48; Jo 1.12-13; 3.8; 6.37-40; 10.26-30; Rm 9.19-29; Ef 1.3-14; 1Pe 1.1-2.
APLICAÇÃO:
1.      A primeira e mais importante decisão da minha e da sua vida é reconhecer a Soberania de Deus – No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada (Sl 115.3).
2.      Reconhecer a Soberania de Deus é o primeiro passo para um relacionamento pessoal com Ele.
3.      Precisamos reconhecê-Lo como Ele é, o seu poder e a sua soberania.

CONCLUSÃO:
Quem é Deus? Será que Deus tem um plano para a minha vida? Sl 139 responde.
Oração
Senhor Deus, reconheço a Tua soberania sobre tudo e todos. Eu te louvo porque o Senhor tem um plano maravilhoso para a minha vida. Ajuda-me a viver de acordo com o teu plano, pois somente assim serei feliz. Perdoa os meus pecados e os meus erros, pois sou muito desobediente. Em nome de Jesus. Amém!

 Obs.: Este estudo foi ministrado pelo Pr. José Francisco na EBD da Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu-Rn.


REV. JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO
IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN
VIVENDO EM CRISTO, DISCIPULANDO SEMPRE

A SEGURANÇA DA POBREZA


Com as suas riquezas se resgata o homem, mas ao pobre não ocorre ameaça. (Pv 13.8).
O homem rico vive inseguro apesar de sua riqueza. Anda com segurança particular, viaja em carros blindados e mora em palacetes com cercas elétricas e detalhado sistema de alarme. Mesmo assim, vive com medo de assalto e sequestro. Sua riqueza, embora lhe proporcione conforto, não lhe oferece paz. No caso de um rapto, os criminosos exigem recompensa, e SUS riqueza serve de resgate para a sua vida. O pobre, contudo, nunca recebe ameaças. Não precisa andar blindado por fortes esquemas de segurança. Anda de peito aberto e com irrestrita liberdade. Sua pobreza, longe de colocá-lo na passarela da insegurança, é seu escudo protetor. Ele caminha sem preocupações de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Seus filhos vão e voltam da escola em segurança. Sua pobreza não lhe permite requintes e confortos, mas lhe oferece segurança. Ao pobre não ocorre ameaça. O pobre dorme tranquilo depois de um dia longo e árduo de trabalho. Seus músculos latejam de cansaço, e o sono reparador restaura-lhe as forças para um novo dia de jornada. O rico, com suas muitas preocupações, deita-se em lençóis de cetim, mas lhe foge o sono, porque, mesmo rico, ele quer mais; mesmo blindado, ainda se sente inseguro; mesmo cheio de bens, ainda se sente vazio.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O Dom das Línguas Estranhas e da Palavra de Profecia


Que esses dons existiram e foram usados na igreja cristã primitiva é algo indiscutível. No entanto, o ponto que queremos explorar é: Eles ainda são válidos hoje? O que dizem as Escrituras?
Em grande parte do sudeste dos EUA encontram-se hoje montículos de terra, geralmente avermelhada, devido à cor do barro que existe na região, que são instantaneamente identificados pelas pessoas como "formigueiros de lava-pés, ou formiga-de-fogo". Essas formigas-de-fogo não são originárias do país e acreditasse que tenham entrado pelo porto de Mobile, no Alabama, anos atrás e agora são evitadas ou atacadas com produtos químicos pois são vistas como uma ameaça potencialmente mortal. Elas continuam sua marcha incansável para o norte e o quanto avançarão é algo que ninguém sabe! Já existem diversos casos registrados em que animais selvagens e domésticos - particularmente filhotes, foram mortos por essas pequenas criaturas. Os fazendeiros criadores de gado estão particularmente atentos e tentam evitar que os bezerros recém-nascidos caiam nesses formigueiros. Muitas pessoas também já foram atacadas e algumas até morreram em consequência das ferozes picadas por centenas de formigas que se espalharam pelo corpo da vítima. Na verdade, a reputação dessas formigas é tão má que surgiu a expressão "mexer em um formigueiro de lava-pés", para indicar que a pessoa está procurando problemas para si mesma.
Bem, ninguém nunca disse que o trabalho de um pastor é fácil - portanto, vamos mexer em um formigueiro e ver se podemos evitar as picadas!
Em números cada vez maiores, muitos dos que professam a Cristo estão abraçando o que veio a ser conhecido como "movimento carismático". Esse movimento enfatiza o falar e pregar em línguas, juntamente com profecia e outros dons espirituais que são claramente apresentados e tratados pelo apóstolo Paulo em sua Primeira Epístola aos Coríntios. Que esses dons existiram e foram usados na igreja cristã primitiva é algo indiscutível e queremos deixar isso bem claro desde o início. No entanto, o ponto que queremos explorar é: Eles ainda são válidos hoje? O que dizem as Escrituras?
O assunto geral dos dons espirituais é mencionado pela primeira vez pelo apóstolo Paulo em Romanos 12, mas é discutido em maiores detalhes em 1Coríntios 14. E o que está sendo negligenciado por um grande número de irmãos hoje são as razões específicas para Paulo escrever à igreja dos coríntios. Essa era, sem dúvida, a igreja mais carnal mencionada na Palavra de Deus e precisou de pelo menos duas epístolas (alguns eruditos dizem que teriam sido três) de Paulo para corrigir seus erros! Mas, a despeito da sua carnalidade e abusos, o Espírito Santo tinha abençoado aqueles irmãos em uma tal medida que Paulo disse, "de maneira que nenhum dom vos falta." [1 Coríntios 1:7]. Em outras palavras, eles tinham tantos dons quanto qualquer outra igreja daqueles dias. E, ao estudarmos atentamente o que Paulo teve a lhes dizer, torna-se prontamente aparente que muitos eram culpados de terem usado de forma inapropriada seus dons específicos - especialmente o dom das línguas. O fato da carnalidade deles é firmemente estabelecido no capítulo 3, em que lemos: "E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis, porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens?" [1 Coríntios 3:1-3].
Portanto, vemos que toda essa epístola foi necessária devido aos excessos carnais por parte da igreja dos coríntios e é "leite" espiritual, em vez de "carne", ou alimento sólido. Tenha esse fato em mente, ao passarmos pelo Biotônico e pela Emulsão, juntamente com as cenouras, ervilhas e espinafres do ensino de Paulo nessa epístola!
No capítulo 12, Paulo começa a expor o assunto dos dons espirituais e, nessa exposição, enfatiza repetidamente (pois as crianças precisam da repetição para aprender de forma adequada) que o maior de todos os dons é a capacidade dada pelo Espírito Santo para a pregação da Palavra (capítulo 14, verso 5 - a ser discutido em detalhes posteriormente). Então, começando no verso 7 do capítulo 12, ele relaciona os dons em termos gerais e cada vez que faz isso, é sempre na ordem decrescente de sua importância relativa. Portanto, vamos começar com o verso 6 para colocar tudo em seu devido contexto: "E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil. Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; e a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas. Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer." [1Coríntios 12:6-11]”.
Em seguida, Paulo reitera esse mesmo tema a partir do verso 28: "E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores, depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? São todos doutores? são todos operadores de milagres? Têm todos o dom de curar? falam todos diversas línguas? interpretam todos? Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente." [1 Coríntios 12:28-31]. Observe que Paulo novamente relaciona esses dons na ordem decrescente de importância, com o verso 31 dizendo claramente que alguns são maiores ou melhores do que outros - com as línguas e sua interpretação sempre citadas no fim. E, no verso 30 ele faz perguntas com relação ao fato se todos na igreja possuíam esses dons - e a construção gramatical no original em grego sugere a resposta negativa em todos os casos. Portanto, aqueles que insistem que todos os crentes precisam exibir o dom das línguas como prova de sua salvação estão redondamente enganados!
Em seguida, a partir do verso 1 do capítulo 14, Paulo começa a contrastar a importância dos dons e precisamos considerar tudo o que ele tem a dizer (particularmente sobre as línguas) sem tirar nada fora do seu contexto: "Segui o amor, e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar. Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios. Mas o que profetiza fala aos homens, para edificação, exortação e consolação. O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja. E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação. E agora, irmãos, se eu for ter convosco falando em línguas, que vos aproveitaria, se não vos falasse ou por meio da revelação, ou da ciência, ou da profecia, ou da doutrina? Da mesma sorte, se as coisas inanimadas, que fazem som, seja flauta, seja cítara, não formarem sons distintos, como se conhecerá o que se toca com a flauta ou com a cítara? Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha? Assim também vós, se com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? porque estareis como que falando ao ar. Há, por exemplo, tanta espécie de vozes no mundo, e nenhuma delas é sem significação. Mas, se eu ignorar o sentido da voz, serei bárbaro para aquele a quem falo, e o que fala será bárbaro para mim. Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja. Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar. Porque, se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto. Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento. De outra maneira, se tu bendisseres com o espírito, como dirá o que ocupa o lugar de indouto, o Amém, sobre a tua ação de graças, visto que não sabe o que dizes? Porque realmente tu dás bem as graças, mas o outro não é edificado. Dou graças ao meu Deus, porque falo mais línguas do que vós todos. Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida. Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no entendimento. Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros lábios, falarei a este povo; e ainda assim me não ouvirão, diz o Senhor. De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis; e a profecia não é sinal para os infiéis, mas para os fiéis. Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem em línguas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão porventura que estais loucos?” [1 Co 14:1-24; ênfase adicionada].
O primeiro comentário que queremos fazer refere-se à definição da Amplified Bible sobre o dom da profecia, com a qual concordamos plenamente. Ela diz, "pregação e ensino inspirado, a interpretação da vontade e do propósito divino". (Retirado do Livro "Línguas estranhas entre nos Crentes")

(No próximo: Não deixe de ler o Comentário, pois é muito importante! – Aguarde).

REV. JOSÉ FRANCISCO – IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL
IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN
VIVENDO E CRESCENDO NO EVANGELHO

RICOS POBRES E POBRES RICOS


Uns se dizem ricos sem terem nada; outros se dizem pobres, sendo mui ricos. (Pv 13.7).
John Rockefeler, o primeiro bilionário do mundo, disse que o homem mais pobre que ele conhecia era aquele que só possuía dinheiro. Na verdade, o problema não é possuir dinheiro, mas ser possuído por ele. Não é carregar o dinheiro no bolso, mas no coração. O dinheiro em si mesmo é bom, pois nos permite desfrutar de coisas boas e promover o bem. O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Indivíduos se casam e se divorciam por causa de dinheiro. Pessoas corrompem e são corrompidas por causa do dinheiro. Há quem mete e morra pelo dinheiro. Mas o dinheiro não oferece felicidade nem segurança. Logo, há ricos que são pobres. No entanto, há pobres que são ricos, pois aprenderam a viver contentes em toda e qualquer situação. O contentamento é uma atitude de plena satisfação em Deus. A vida de um homem não consiste na abundancia de bens que ele possui. Podemos ser pobres e ao mesmo tempo ricos. Podemos dizer como o apóstolo Paulo: entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo (2Co 6.10).
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Do Culto a Deus: uma avaliação bíblica, confessional e institucional

TEXTO BÍBLICO: Então, falou Deus todas estas palavras: Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos. Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou. (Ex 20. 1- 11).

Introdução
1.“O culto é o meio através do qual o homem se relaciona com Deus. O culto glorifica Deus e edifica o adorador. Todo ser humano foi criado para ser um adorador de Deus.
2.O culto a Deus, dada a sua importância, deve ser realizado sempre conforme a vontade revelada de Deus.
3.Após a queda o culto, à semelhança das demais atividades humanas foi afetado, logo é necessário que sejam considerado, estudado e praticado afim de não incorrer em sérios erros e prejuízos.
4.As fontes de estudo que nos servem de base: Bíblia, os símbolos de fé, o Princípio de Liturgia, Carta Pastoral.

O objeto de Culto
O único ser adorado deve ser o Senhor, O Criador.
Deus, a Santíssima Trindade, deve ser adorado na Pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. (Dt 6: 4, 5).
Prostrei-me ante os seus pés para adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.(Ap 19:10).
Dizendo isto, foi ainda com dificuldade que impediram as multidões de lhes oferecerem sacrifícios. (At 14:18).

O Mediador do Culto
•Todo culto a Deus somente pode ser feito através de Cristo e de ninguém mais, sob pena de não ser aceito.
Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.(1Tm 2:5)
Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.(Hb 13:15)
também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.(1Pe 2:5).

O ofertante do Culto
João 4. 19- 26; Rm 12. 1, 2
1º) Um verdadeiro adorador Atos 17. 22- 31
2º) Um adorador em Espírito e Verdade. Unido a Cristo (Ef 1. 3- 6). Segundo a revelação de Cristo
3º) Somente seres racionais Entendimento.

Aplicações
1.Fomos criados para adorar a Deus. Você tem se dedicado a isto?
2.Quem tem sido o seu objeto de culto? A idolatria é algo sutil, mas real. Lembre-se de que não pode haver dois senhores.
3.Sendo Cristo o único mediador, não nos aproximemos de Deus confiados m nossas próprias obras. Isto é reprovável e pecaminoso.
4.Sendo você o ofertante de que maneira tem sido o culto que tem prestado? Você sabe o que e por que está fazendo?

Conclusão
O culto somente a Deus deve ser uma prioridade e uma grande alegria em nossas vidas.

Estudo elaborado pelo Rev. José Alex da Igreja Presbiteriana da Piçarreira, Teresina-Pi.
Aplicado por Rev. José Francisco na Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu-Rn.