sexta-feira, 8 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
OS SETE PECADOS CAPITAIS
Autores de livro baseado na Bíblia afirmam que
pecados listados no livro sagrado se encaixam nas vivências no mundo.
Gula, avareza, luxúria, ira, inveja, preguiça e
soberba. Os sete pecados capitais também se manifestam na busca pelo sucesso
profissional. É o que afirmam William Douglas e Rubens Teixeira, no livro “As
25 leis bíblicas do sucesso”, segundo o qual a Bíblia é o melhor manual sobre o
sucesso já escrito até hoje.
Conheça a natureza de cada um dos
pecados capitais, como se manifestam no nosso cotidiano profissional e o que
podemos fazer para não cair em tentação:
O pecado da pressa – O primeiro pecado capital é a gula, o desejo insaciável, além do
necessário, de comida, bebida ou drogas. Na busca do sucesso, segundo o livro
“As 25 leis bíblicas do sucesso”', a gula se manifesta na pressa em consegui-lo
e, após alcançá-lo, na incapacidade de se satisfazer. Quando se trata de
construir uma carreira ou um negócio vitorioso, não adianta ter pressa ou
ilusões. Não adianta ser guloso. O sucesso demora, dói e dá trabalho.
Antídotos:
— Desenvolva a paciência;
— Aproveite o que pode parecer uma demora para adquirir mais
conhecimento e experiência;
— Lembre-se de que a direção correta é mais importante que a velocidade.
O pecado da avareza – Já a avareza é o apego excessivo ao dinheiro, mas, na busca do
sucesso, esse pecada ganha um contorno mais amplo, segundo os autores: ele se
refere a qualquer relação doentia com o dinheiro, seja por dar a ele muito
valor, seja por desprezá-lo. Os autores lembram que riqueza e pobreza não são
sinônimos, respectivamente, de felicidade e infelicidade. Pior do que ser pobre
é ser rico sem estar preparado para isso. A riqueza pode se tornar um grande
problema se não for norteada por princípios e encarada com maturidade. É
preciso ter um mínimo de equilíbrio emocional para lidar com o sucesso e a
riqueza, e de competência para administrar os dois.
Antídotos:
— Desenvolva uma relação saudável com o dinheiro, evitando ser sovina,
ganancioso, perdulário ou pródigo;
— Tenha princípios e maturidade para administrar a riqueza com
equilíbrio;
— Não encare o dinheiro como a prioridade da sua vida;
— Não tente enriquecer de qualquer maneira, valendo-se de atitudes
desonestas.
O pecado da falta de
prazer no trabalho – A luxúria é o desejo passional e
egoísta por todo o prazer sensual e material. No caso do mundo corporativo, o pecado
relacionado é exatamente o inverso disso: a falta de prazer no trabalho. A
pessoa só sente e busca prazer em outras atividades, como o lazer, e não
consegue extrair alegria nem ter paíxão por seu trabalho. O resultado é a
execução de tarefas profissionais sem amor, sem dedicação e sem capricho.
Antídotos:
— Pense no valor de seu trabalho para se sentir mais estimulado. Se você
lida com clientes, pense no bom serviço que pode lhes prestar e em como isso
facilitará a vida deles. Se trabalha na indústria, imagine a satisfação do
consumidor com aquilo que você ajuda a produzir;
— Todo trabalho traz algum proveito e aprendizado e, cedo ou tarde, as
oportunidades vão surgir;
— Quando melhor você trabalhar, maiores serão suas chances de
crescimento;
O pecado da ira contra a riqueza - Algumas pessoas
parecem ter raiva de quem procura prosperar, um sentimento que acabam
projetando sobre a própria riqueza. Se você acha que ser rico é ruim, terá
problemas em se dedicar e melhorar de vida. E, pior, se por alguma razão vier a
alcançar o sucesso, sentirá culpa. É bem comum as pessoas se sabotarem na busca
da prosperidade e do sucesso.
Antídotos:
— Tenha como modelo e fonte de inspiração pessoas ricas e de sucesso que
merecem a sua admiração, por serem competentes, honestas, trabalhadoras e
generosas;
— Não tenha vergonha de querer melhorar de vida;
— Livre-se da mentalidade de que é mais honrado ser pobre do que rico;
— Visualize todas as coisas boas que você poderá proporcionar a si mesmo
e aos outros se prosperar.
O pecado da inveja e
da cobiça – Existe uma lei bíblica segundo a qual
não se deve cobiçar, mas não existe uma que diga diretamente “Não tenha
inveja”. Cobiçar é desejar o que é do outro, e é contraindicado nos Dez
Mandamentos. Já a inveja é pior — é se incomodar com o que os outros têm. No
fundo, tanto num caso como no outro, a pessoa se apega ao que não é seu, ou
porque quer para ela mesma (cobiça) ou porque deseja o que o outro não tenha
algo (inveja). Ambos os sentimentos são extremamente negativos. Para não
incorrer neste pecado, o melhor antídoto é a virtude do desapego. Um dos
maiores obstáculos ao sucesso é ficar competindo com os outros e invejando o
que têm, em vez de batalhar pelos próprios sonhos. Segundo os autores, isto se
aplica, inclusive, à preocupação que alguns têm em relação a quanto os colegas
de trabalho ganham. Cada pessoa deve se concentrar em melhorar
profissionalmente para ver, na sua vida, as repercussões positivas do seu
esforço.
Antídotos
— Concentre suas energias no seu trabalho e em ambições positivas para
você;
— Trabalhe por tudo aquilo que deseja, sem se permitir ficar ressentido
com o esforço que terá que fazer e muito menos com que os outros possuem;
— Comemore sinceramente quando alguém melhorar de vida e tome isso como
exemplo e fonte de motivação.
O pecado da preguiça – Existem pessoas que sonham em ganhar dinheiro do mesmo jeito que o
povo de Israel ganhava seu maná no deserto. Esperam que Deus faça chover
ofertas de emprego ou riquezas, que mande o sustento diariamente para que
possam permanecer em sua zona de conforto, estagnados, sem fazer nada.
Traduzindo: são aquelas pessoas que querem receber seu salário no fim do mês
sem trabalhar. Para elas, o emprego ideal deve ser de duas às quatro da tarde,
duas vezes por semana. Também gostariam de ser presidente de uma grande
empresa, mas sem obrigações, deixando o trabalho pesado para a sua equipe.
Infelizmente, no mundo atual, não há como ganhar dinheiro fácil. Nem como
vencer sem se preparar e sem trabalhar muito.
Antídotos:
— Comece a se disciplinar. Monte um planejamento que defina ações e
prazos, e cumpra-o;
— Pense nos frutos que vai colher quando vencer a preguiça e conseguir
realizar seus sonhos;
— Não fique esperando as oportunidades caírem do céu, nem fantasiando
que vai ganhar na loteria ou ter uma ideia genial, sem que precise fazer
qualquer esforço;
— Mãos à obra.
O pecado do orgulho – A soberba é o pecado capital relativo ao orgulho, que se manifesta
quando alguém se acha melhor que os outros, não respeitando o próximo e
passando por cima de tudo e de todos. Não é raro pessoas que alcançaram o
sucesso se tornarem arrogantes e vaidosas, o que é muito ruim. Pior ainda é
quando um jovem que mal começou a subir na vida demonstra total falta de
humildade. Cuidado para que o sucesso conquistado não se vire contra você e
prejudique a continuidade do seu crescimento. A humildade, além de angariar a
admiração e a simpatia de todos, é requisito para continuar evoluindo.
Antídotos:
— Pense que você tem muito mais a ganhar sendo humilde do que arrogante;
— Valorize e respeite as pessoas que trabalham com e para você;
— Lembre-se: o orgulho precede a queda;
— Nunca se esqueça que você pode estar por cima hoje e por baixo amanhã;
— É preciso estar disposto a servir para ser um grande líder.
Fonte: ‘As 25 leis bíblicas do sucesso’ (de William Douglas e Rubens
Teixeira, Editora Sextante).
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/emprego/os-sete-pecados-capitais-na-carreira-7709077#ixzz2MoQsyL6i
20 Conselhos Práticos para Guardar o Domingo “com mais Proveito”
1. Durante a semana, vá ao mercado, à feira e compre tudo o que você necessita para não ter que fazer isso no domingo.
2. Cuide também de outros afazeres como lavar e passar roupa, limpar o carro, cuidar da casa, praticar esportes, etc. Deixe o domingo livre de tudo isso.
3. Se você é estudante, programe-se para fazer as leituras e trabalhos durante a semana, separando o domingo apenas para os estudos devocionais.
4. No sábado, providencie a comida do domingo (almoço e jantar) para que o Dia do Senhor não tenha que ser passado na cozinha.
5. No sábado à noite, não vá dormir tarde. Durma o número de horas suficientes para que você acorde descansado e, assim, aproveite bem o Dia do Senhor.
6. No domingo, acorde mais cedo, demonstrando seu interesse em usufruir deste dia. Levantar mais cedo também é bom para evitar os atrasos do Culto ou Escola Dominical e as discussões e aborrecimentos que resultam deles.
7. Quando começarem as orações e as leituras da Palavra, deixe de lado seus pensamentos particulares e una-se em mente e espírito ao povo de Deus.
8. Preste máxima atenção à palavra do pregador ou do professor da Escola Dominical. Atente para as coisas que você já sabe, e está recordando, e para as coisas novas que está aprendendo agora. Perceba que pecados Deus está confrontando em sua vida e ore pedindo misericórdia e graça para abandoná-los.
9. Terminadas as atividades da manhã na igreja, una sua família ao redor da mesa para o almoço. Ore agradecendo a Deus pelo alimento espiritual recebido e pelo físico que está à mesa. Ao invés de fazer comentários maldosos sobre algo que aconteceu na igreja, converse sobre os ensinos recebidos pela manhã. Pergunte a todos o que aprenderam e como podem colocar em prática estes ensinos.
10. No período da tarde, descanse, mas lembre-se de que o Dia do Senhor não pode ser de ociosidade. Ao invés de ver programas inúteis e pecaminosos na televisão, prefira ver um filme com princípios cristãos, ler um livro edificante ou escutar músicas de louvor e adoração a Deus.
11. Como o domingo é o dia por excelência para as obras de misericórdia, visite alguém que está precisando de cuidados físicos ou espirituais.
12. A tarde pode ser preenchida ainda com programações na igreja, tais como almoços comunitários e períodos de louvor e adoração por meio da música.
13. No final do dia, chegue mais cedo na igreja. Vá ao banheiro, beba água e certifique-se de que não precisará sair do culto para fazer qualquer coisa. Lembre-se de que, talvez, em um cinema, assistindo a um filme interessante, você não sairia para isso.
14. Antes de o culto começar, escolha um bom lugar para assentar-se, desligue aparelhos eletrônicos como celulares, smartphones, etc, e aguarde o início do culto em oração e leitura da Palavra.
15. No culto, una-se em um só coração com o corpo de Cristo para adorá-lo. Deixe que a mensagem da Palavra de Deus destrua suas ideias e comportamentos pecaminosos e edifique conceitos e atitudes de obediência e consagração.
16. No culto não desperdice tempo reparando nas roupas das pessoas, nos eventuais erros de português do pregador ou em qualquer outro detalhe periférico. Concentre-se em adorar a Deus corretamente e em ouvir a Sua voz por meio das Escrituras.
17. Terminado o culto, não saia apressado da Casa de Deus, como se ali fosse um local desagradável. Converse com as pessoas, confraternize-se, aumentando a comunhão com seus irmãos.
18. Não frequente restaurantes neste dia. Lembre-se que o mandamento envolve não trabalhar e não fazer com que outros trabalhem também. Prefira reunir o grupo de irmãos em sua casa para saborear os pratos que você já providenciou no sábado.
19. Ao chegar em casa, ao invés de ligar a televisão e perder boa parte do que foi aprendido neste dia especial, vá para a cama ler um livro e medite nos ensinos recebidos durante o dia.
20. E lembre-se, o domingo é um dia de deleite, agradável. Os puritanos o chamavam de “o mercado da alma”. Isaías disse ao povo de Deus no passado: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no SENHOR...” (Is 58.13,14).
"... não há crentes, em todo o mundo, que se comparem, quanto ao poder da piedade e quanto à excelência nos terrenos da graça, da santidade e da comunhão com Deus, como aqueles que se mostram mais estritos, sérios, estudiosos e meticulosos na santificação do dia do Senhor... A verdadeira razão pela qual o poder da piedade tem caído a níveis tão baixos, tanto neste como em outros países, é que o domingo não está mais sendo observado de forma estrita e consciente...” (Thomas Brooks)
terça-feira, 5 de março de 2013
O JUSTO BRILHA ESPLENDIDAMENTE
A luz dos
justos brilha intensamente, mas a lâmpada dos perversos se apagará. (Pv
13.9).
Os
perversos têm uma lâmpada, e essa lâmpada brilha. No entanto, esse brilho se
apagará, pois na hora da crise faltará aos perversos o combustível necessário.
Então, a vida deles será como a escuridão. Caminharão às cegas para um abismo
trevoso. Totalmente diferente é a vida dos justos: eles seguem a Jesus, a luz
do mundo. Ele é a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina todo homem. Quem
segue a Jesus não anda em trevas; pelo contrário, verá a luz da vida. A luz do
justo brilha com grande fulgor. A vida dos justos é como a luz da aurora, que
vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. O justo anda na luz, pois não
há engano em seu coração nem falsidade em seus lábios. O justo vive na luz porque se aparta de seus
pecados, confessando-os a Deus e recebendo a purificação do sangue de Jesus. O
justo deleita-se na luz porque ama a santidade, tem prazer na misericórdia e
exercita o amor. O justo, além de ser filho da luz, de ser luz do mundo e de
viver na luz de Cristo, também caminha para a cidade santa, a nova Jerusalém,
onde não precisará mais da luz do sol nem da lua, pois o Cordeiro de Deus será
a sua lâmpada.
Gotas de Sabedoria
para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.segunda-feira, 4 de março de 2013
O Dom das Línguas Estranhas e da Palavra de Profecia (Parte 2)
Quando Paulo escreveu essas
palavras, o Novo Testamento ainda não existia como um documento escrito e
concluído. Quando os pregadores, cheios do Espírito Santo, pregavam - essa
mensagem era a própria Palavra de Deus, pregada pelo próprio Espírito Santo.
Isso pode ser verificado em 2 Pedro 1:21, em que lemos: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas
os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo." 2
Timóteo 3:16 acrescenta: "Toda a
Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir,
para corrigir, para instruir em justiça."
Portanto, o que precisamos
compreender é que o dom da profecia implica em anunciar a Palavra de Deus às
pessoas que não tinham o benefício de uma Bíblia pessoal, por meio de homens
que tinham poucas Escrituras do Antigo Testamento à sua disposição, se é que
tinham alguma! O Espírito Santo estava falando diretamente aos homens. E, o dom
das línguas era uma extensão disso, pois aqueles que tinham esse dom podiam
pregar em um idioma que nunca haviam estudado. A coisa interessante sobre o dom
das línguas era que muito frequentemente, a pessoa que exercia esse dom não
compreendia o que estava dizendo! É por isso que Paulo lhes disse para buscarem
o dom da interpretação (14:13; citado anteriormente). A palavra
"língua" ou "línguas" é no grego glossa (o significado
exato é incerto, mas provavelmente refere-se à língua física) e indiretamente
refere-se às línguas, como algumas vezes usamos hoje (por exemplo, dizemos:
"O português é nossa língua materna"). Isso fica fortemente inferido
pelo que encontramos em Atos 2, quando falar em línguas estranhas começou no
dia de Pentecostes. Judeus provenientes de muitos países diferentes estavam em
Jerusalém por ocasião da festa, e quando Pedro e os outros, sob o controle do
Espírito Santos, começaram a pregar para eles em sua própria língua nativa,
lemos o seguinte: "E todos pasmavam
e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos
esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa
própria língua em que somos nascidos?" [Atos 2:7-8] Portanto, a partir
disso, é bem claro que o dom das línguas envolvia a pregação sobrenatural em
idioma estrangeiro.
No entanto, muita confusão tem
aparecido a respeito dos comentários em 1 Coríntios 14:2 e 14:4 sobre aqueles
que falam em línguas não falarem aos homens, mas a Deus - que o dom edifica
aquele que o exerce (verso 4) - como se esse dom fosse limitado a algum tipo de
êxtase celestial durante a oração do indivíduo a Deus. Uma limitação, ou
dualidade de significado, simplesmente não pode ser o caso, pois a mesma
palavra grega glossa é usada tanto em Atos 2 quanto em 1 Coríntios. E, como a
narrativa em Atos nos diz sem qualquer dúvida que os judeus estrangeiros
compreenderam o que estava sendo dito, precisamos buscar alguma outra
explicação para essa passagem em particular. Assim, tomado no contexto em que é
dada – isto é, Paulo falando aos crentes coríntios sobre a igreja deles -
qualquer pessoa que falasse em um idioma estrangeiro para eles não seria
compreendida e somente o próprio orador seria edificado. A edificação pessoal
tinha um sentido de sarcasmo dirigido àqueles que estavam abusando desse dom. O
verso 9 reitera a futilidade de falar sem que a igreja compreendesse e o verso
10 enfatiza o fato que aquilo que é dito constitui língua estranha.
E, em resumo, esse extenso ensino
de Paulo foi obviamente motivado pelos excessos carnais daqueles que possuíam o
dom e o usavam de um modo inadequado, sem sabedoria. Aparentemente, estar sob a
influência do Espírito Santo era uma experiência maravilhosa e podia ser
controlada pelo indivíduo. Em outras palavras, ele podia "sentir-se bem"
tão frequentemente quanto desejasse e por quanto tempo quisesse. E, o controle
do indivíduo é firmemente estabelecido pelo verso 32, que diz: "E os
espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas." [1 Coríntios 14:32].
Assim, com a natureza humana
carnal sendo como é, os excessos e abusos aconteceram. Os coríntios eram mais
carnais do que a maioria e Paulo precisou corrigi-los.
Mas, e hoje? Que
razões poderíamos ter para dizer que esses dons não são mais válidos? Bem, se
voltarmos um capítulo, Paulo responde a essa pergunta no Capítulo 13, versos 8
a 10: "O amor nunca falha; mas
havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo
ciência, desaparecerá; porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado."
W. E. Wine, em seu livro
Expository Dictionary of New Testament Words, tem este pertinente comentário a
respeito do dom das línguas: "Não existe evidência da continuidade desse
dom após o período apostólico ou mesmo no fim do período apostólico; isso
oferece confirmação do cumprimento de 1 Coríntios 13:8, que esse dom cessaria
nas igrejas, exatamente como as "profecias" e
"conhecimento" no sentido de conhecimento recebido por poder sobrenatural
imediato. A finalização das Sagradas Escrituras forneceu às igrejas tudo o que
é necessário para a orientação, instrução e edificação individual e coletiva."
[ênfase minha].
Uma vez que o cânon das Escrituras
do Novo Testamento ficou completo, as instruções de Deus para seu povo ficaram
em forma escrita e a pregação verdadeiramente inspirada, bem como o ensino e
interpretação da vontade e propósito divino cessaram. Lembre-se que a palavra
"inspirada" em termos espirituais significa "Deus soprou"
(no grego é theopneustos) e refere-se somente àquilo que o próprio Deus fez ser
dito nas igrejas primitivas e colocou nas Escrituras do Antigo e do Novo
Testamento. O livro do Apocalipse põe a tampa sobre tudo e o próprio Senhor
Jesus Cristo nos diz em 22:18-19 que não devemos acrescentar nem remover de sua
palavra e Deuteronômio 4:2 faz a mesma solene advertência no Antigo Testamento.
Assim, quando qualquer pregador afirma que sua pregação é divinamente inspirada
e que pode fornecer informações proféticas que não estão contidas na Bíblia,
suas próprias palavras o condenam, pois está tentando fazer acréscimos àquilo
que já está completo e perfeito.
As formigas já estão alvoroçadas?
Apenas para o bem
do argumento, vamos supor que eu esteja errado sobre a interpretação desse
assunto. Vamos supor que as línguas ainda estejam em existência e sejam
perfeitamente legítimas. Quais serão as ramificações nesse caso? Primeiro de
tudo, seria o fato que as línguas eram somente um dos vários "sinais"
dados para autenticar a mensagem do evangelho diante de um mundo ignorante e
analfabeto. Outros incluiriam a operação de milagres - incluindo a cura dos
enfermos e a ressurreição dos mortos. Expelir demônios também seria um bom
exemplo. E, quando examinamos cuidadosamente a evidência dada nas Escrituras,
descobrimos que nem um dos vários milagres narrados foram questionados nem
mesmo pelo inimigo mais beligerante! Os fariseus cometeram um erro grave ao
atribuir os milagres de Cristo a Belzebu (Mateus 12:24), mas não negaram os
milagres em si. Em Atos 4:16, o Sinédrio admitiu que não podia negar o fato que
o homem paralítico tinha sido curado! E, à medida que os discípulos de Cristo
se espalharam pelas nações naqueles dias primitivos, seus milagres foram desprezados,
mas nunca questionados com sucesso. Milagres do mesmo tipo e magnitude estão
sendo operados hoje? Operados de uma forma tal que ninguém
possa questioná-los? Quando foi a
última vez que você viu pessoalmente um irmão em Cristo simplesmente tocar em
um cego e restaurar a visão dele sem qualquer questionamento, ou melhor ainda,
ressuscitar um morto? Tenho sido um filho de Deus praticamente toda a minha
vida e já tive comunhão com milhares de outros irmãos em meus mais de 62 anos
de idade, mas ainda não vi isso, muito menos ouvi que tivesse sido feito de tal
maneira a causar agitação entre os não salvos! Os "dons de sinais"
eram para o propósito expresso de abalar os incrédulos no fundo de seu ser, de
forma que eles não pudessem negar. Deixe-me perguntar isto: Você pode se lembra
de alguma situação na Palavra de Deus em que essa magnitude de milagre foi
alguma vez realizada no meio dos irmãos, durante uma de suas reuniões? A
ressurreição de Êutico em Atos 20:9 é o único caso em que posso lembrar que
chega perto disso. Não, os milagres eram geralmente realizados diante de grande
multidão de pessoas perdidas, de modo a maximizar o efeito - como o senso comum
diz que eles deveriam fazer. Alguém, em algum lugar hoje - de um modo que possa
ser provado sem quaisquer dúvidas - pregou para estrangeiros não convertidos na
própria língua deles, de modo que eles ficassem estupefatos com a capacidade do
indivíduo de fazer isso? Se o poder pentecostal ainda está ativo, por que não?
Esses milagres não deveriam ser lugares-comuns e causar grande admiração entre
os incrédulos? Além disso, se o dom das línguas ainda está ativo, a pessoa que
tem esse dom poderia pregar na presença de linguistas e convencê-los da
autenticidade da linguagem. Lembre-se que o espírito dos profetas está sujeito
aos próprios profetas. Ah, ocasionalmente recebemos mensagens de correio
eletrônico de pessoas que insistem que até os mortos estão ressuscitando hoje,
mas onde está a evidência indisputável disso? Receio que tal "fé"
seja completamente falsa e que esteja fazendo mais mal do que bem.
E, finalmente, chegamos ao aspecto
mais incômodo de toda a área deste assunto - uma caixa cheia de formigas
lava-pés, que honestamente estou relutante em abrir, mas sinto que é algo que
precisa ser feito. E, como não há um modo suave de fazer isso, tenho de ser bem
direto. Se você fala em línguas e/ou recebe vários tipos de mensagens de Deus,
como está absolutamente certo de que elas são genuínas? Tanto quanto eu saiba,
existe somente um método bíblico, que encontra-se em 1 João 4:1-4, que diz de
forma bem clara: "Amados, não
creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já
muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o Espírito
de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;
E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de
Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e
eis que já está no mundo. Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido;
porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo."
Observe que o verso 1 é na verdade
uma ordem para testar e deve ser reconhecido pelo povo de Deus como uma
advertência legítima que os espíritos demoníacos podem nos enganar. E, o engano
não é apenas possível, mas certo, pois é a maior arma de Satanás contra a
humanidade. É por isto que somos advertidos em todo o Novo Testamento a ficar
de guarda contra a enganação. Em Mateus 24:24, o Senhor nos diz que durante o
Período da Tribulação, a enganação será tão grande que os próprios eleitos
serão tentados por ela. Portanto, aos nos aproximarmos do fim dos tempos, precisamos
compreender que a enganação espiritual é um fato da vida diária para todos os
filhos de Deus e tomarmos precaução para não sermos uma das suas vítimas. Você
já teve seu(s) espírito(s) testado(s) pelo método bíblico? Enquanto estiver sob
o poder do espírito - na presença de um grupo de irmãos piedosos e consagrados
- alguém questionou o "espírito das línguas", ou "o espírito da profecia",
etc. e exigiu que ele confesse que Jesus Cristo é o Senhor e que veio em carne?
Amados, se o Espírito Santo é quem está por trás desse dom em particular em
questão, podemos ter a certeza que a confissão será feita porque caso
contrário, Deus não nos instruiria a testar. Se a confissão não for feita, o espírito
é falso e precisa ser tratado da forma apropriada. Além disso, uma total honestidade
por parte da pessoa que está manifestando o dom é, obviamente, de fundamental
importância – a confissão precisa ser feita pelo espírito, e não pela pessoa.
Estamos cientes
da enganação demoníaca que está ocorrendo entre os irmãos em muitas diferentes
áreas da vida, não apenas entre os carismáticos. Toda denominação e seita do
cristianismo está infestada com joio. A apostasia está desmedida e nosso
objetivo não é entrar em uma disputa sobre quem está certo e quem está errado
com relação à doutrina. Estamos tentando "manejar bem a palavra da
verdade" [2 Timóteo 2:15] e atuar como um atalaia posicionado no alto da
muralha. Que Deus o abençoe à medida que você procurar servi-lo da melhor maneira
possível.
(Do Livro Línguas estranhas entre nos Crentes)
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http://www.espada.eti.br/p174.asp
(No próximo: Batismo com o Espírito Santo e com Fogo – Aguarde).
REV.
JOSÉ FRANCISCO – IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL
IGREJA
PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN
VIVENDO E CRESCENDO NO
EVANGELHO
FAZEI DISCÍPULOS – A SOBERANIA DE DEUS NA EVANGELIZAÇÃO
TEXTO BÁSICO:
“Nos céus, estabeleceu o SENHOR o seu
trono, e o seu reino domina sobre tudo”. (Salmo 103.19).
OBJETIVO
PROPOSTO: Proclamar a Soberania de Deus
Sobre Tudo e Todos.
INTRODUÇÃO: Deus é a causa primeira. Tudo que existe começa em
Deus (Gn 1.1). Ele é o Criador de tudo. “Nos céus, estabeleceu o SENHOR o
seu trono, e o seu reino domina sobre tudo”.
Ele é o “Deus Altíssimo” (Gn 14.18). “Deus Todo-Poderoso” (Gn
17.1; Ap 1.8). “Soberano Senhor” (Dt 3.24; Ap 6.10).
A.W. Pink Define a Soberania de Deus declara como: a
Supremacia de Deus, a realeza de Deus, a divindade de Deus. Dizer que Deus é
soberano é declarar que Deus é Deus. É declarar que Ele é o Altíssimo, o qual
faz segundo sua vontade no exército dos céus e entre os moradores da terra (Dn
4.35).
Dizer que Deus é soberano é declarar que Ele é
Onipotente, possuidor de todo o poder nos céus e na terra, de tal maneira que
ninguém pode impedir os seus conselhos, contrariar os seus propósitos ou
resistir à sua vontade (Sl 115.3). Dizer que Deus soberano é declarar que Ele
‘governa as nações’ (Sl 22.28) estabelecendo reinos, derrubando impérios e
determinando o curso das dinastias, segundo o seu agrado. Dizer que Deus é
soberano é declarar que Ele é o ‘Único Soberano, o Reis do reis e Senhor dos
senhores’ (1Tm 6.15) Este é o Deus da Bíblia”.
EXPOSIÇÃO
DA LIÇÃO 1
1.
Deus tem um plano (Ef 1.9-11)
a)
Decretos de Deus – “são o seu eterno propósito, segundo o conselho de sua
vontade, pelo qual, para a sua própria glória Ele tem predestinado tudo o que
acontece” (CW).
1. Decretos
Positivo: Deus mesmo faz aquilo que Ele resolveu fazer.
2.
Decreto Permissivo: Deus permite aquilo
que Ele resolveu Permitir.
CARACTERÍSTICAS
DO PLANO DE DEUS
1.1.
O Plano de Deus é Eterno: Foi
concebido antes da criação de tudo (Ef 1.4).
1.2.
O Plano de Deus é Imutável: Deus,
por ser imutável em seu ser, o seu plano também não muda (Is 46.10).
1.3.
O Plano de Deus é Abrange todo o Curso da História: Abrange fatos históricos de Gênesis a Apocalipse
(At 17.26).
1.4.
O Plano de Deus é Inclui ao acontecimentos Particulares: Deus Planeja os acontecimentos de cada pessoa (Gn
45.7-8).
1.5.
O Plano de Deus é Inclui os Eventos Casuais: Sorte o Azar não fazem parte dos acontecimentos (Pv 16.33; Ef 1.11).
1.6.
O Plano de Deus Abrange os Atos Bons e Maus dos Homens: “O Senhor fez todas as cousas para determinados fins
e até o perverso, para o dia da calamidade” (Jz 9.23; 1 Rs 22.23; Pv 16.4; Ef
2.10).
1.7.
No Plano de Deus os Atos Maus são Controlados de modo que Redundem em Bem: As coisas desagradáveis que acontecem são
transformadas em benefícios (Gn 50.20; Jó 23.13; Rm 8.28).
Então,
respondeu Jó ao SENHOR: Bem sei
que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado (Jó 42:1-2 ).
EXPOSIÇÃO
DA LIÇÃO 2
2.
A AÇÃO SOBERANA DE DEUS – Universal e Absoluta. Deus é infinito em poder,
sabedoria, santidade e amor. Ele Controla e dirige todos os acontecimentos do
Universo.
2.1.
Deus é Soberano na Administração do seu plano:
a) as leis da natureza, o curso da História e a vida
da cada pessoa estão sob o controle de Deus (Hb 1.3; Cl 1.17; At 17.28; Ef
4.6).
b) O controle providencial de Deus abarca: A
Natureza (Êx 9.26; Mt 5.45; At 14.17), A Criação Animal (Mt 10.29;Dn 6.22; Gn 6.19-20),
As Nações (Dn 4.17; Is 40.15; Sl 47.7), Cada Pessoa
(Pv 16.9; Rm 11.36; At 18.9) e as Ações Humanas (Ez 36.27; At 4.27; Sl 76.10).
2.2.
Deus é Soberano na Salvação – “A
Salvação pertence ao Senhor!” Exclama o profeta Joel. Logo, uma pessoa só
pode ser salva se o Senhor lhe conceder a salvação – fundamento bíblico na
eleição divina está em 2Tessalonissenses 2.13:
1º. Deus fez a escolha eterna;
2º. A santificação do Espírito;
3º. A fé na Verdade.
Ler: At 13.48; Jo 1.12-13;
3.8; 6.37-40; 10.26-30; Rm 9.19-29; Ef 1.3-14; 1Pe 1.1-2.
APLICAÇÃO:
1.
A primeira e
mais importante decisão da minha e da sua vida é reconhecer a Soberania de Deus
– No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada (Sl 115.3).
2.
Reconhecer a
Soberania de Deus é o primeiro passo para um relacionamento pessoal com Ele.
3.
Precisamos
reconhecê-Lo como Ele é, o seu poder e a sua soberania.
CONCLUSÃO:
Quem
é Deus? Será que Deus tem um plano para a minha vida? Sl 139 responde.
Oração
Senhor
Deus, reconheço a Tua soberania sobre tudo e todos. Eu te louvo porque o Senhor
tem um plano maravilhoso para a minha vida. Ajuda-me a viver de acordo com o
teu plano, pois somente assim serei feliz. Perdoa os meus pecados e os meus
erros, pois sou muito desobediente. Em nome de Jesus. Amém!
Obs.: Este estudo foi ministrado
pelo Pr. José Francisco na EBD da Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu-Rn.
REV. JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO
IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN
VIVENDO EM CRISTO, DISCIPULANDO
SEMPRE
A SEGURANÇA DA POBREZA

Com as suas
riquezas se resgata o homem, mas ao pobre não ocorre ameaça. (Pv
13.8).
O
homem rico vive inseguro apesar de sua riqueza. Anda com segurança particular,
viaja em carros blindados e mora em palacetes com cercas elétricas e detalhado
sistema de alarme. Mesmo assim, vive com medo de assalto e sequestro. Sua
riqueza, embora lhe proporcione conforto, não lhe oferece paz. No caso de um
rapto, os criminosos exigem recompensa, e SUS riqueza serve de resgate para a
sua vida. O pobre, contudo, nunca recebe ameaças. Não precisa andar blindado
por fortes esquemas de segurança. Anda de peito aberto e com irrestrita
liberdade. Sua pobreza, longe de colocá-lo na passarela da insegurança, é seu
escudo protetor. Ele caminha sem preocupações de casa para o trabalho e do
trabalho para casa. Seus filhos vão e voltam da escola em segurança. Sua pobreza
não lhe permite requintes e confortos, mas lhe oferece segurança. Ao pobre não
ocorre ameaça. O pobre dorme tranquilo depois de um dia longo e árduo de
trabalho. Seus músculos latejam de cansaço, e o sono reparador restaura-lhe as
forças para um novo dia de jornada. O rico, com suas muitas preocupações,
deita-se em lençóis de cetim, mas lhe foge o sono, porque, mesmo rico, ele quer
mais; mesmo blindado, ainda se sente inseguro; mesmo cheio de bens, ainda se
sente vazio.
Gotas de Sabedoria para a Alma –
LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
O Dom das Línguas Estranhas e da Palavra de Profecia
Que esses dons existiram e foram
usados na igreja cristã primitiva é algo indiscutível. No entanto, o ponto que
queremos explorar é: Eles ainda são válidos hoje? O que dizem as Escrituras?
Em grande parte do sudeste dos EUA
encontram-se hoje montículos de terra, geralmente avermelhada, devido à cor do
barro que existe na região, que são instantaneamente identificados pelas
pessoas como "formigueiros de lava-pés, ou formiga-de-fogo". Essas formigas-de-fogo
não são originárias do país e acreditasse que tenham entrado pelo porto de
Mobile, no Alabama, anos atrás e agora são evitadas ou atacadas com produtos
químicos pois são vistas como uma ameaça potencialmente mortal. Elas continuam
sua marcha incansável para o norte e o quanto avançarão é algo que ninguém
sabe! Já existem diversos casos registrados em que animais selvagens e
domésticos - particularmente filhotes, foram mortos por essas pequenas
criaturas. Os fazendeiros criadores de gado estão particularmente atentos e
tentam evitar que os bezerros recém-nascidos caiam nesses formigueiros. Muitas
pessoas também já foram atacadas e algumas até morreram em consequência das
ferozes picadas por centenas de formigas que se espalharam pelo corpo da vítima.
Na verdade, a reputação dessas formigas é tão má que surgiu a expressão
"mexer em um formigueiro de lava-pés", para indicar que a pessoa está
procurando problemas para si mesma.
Bem, ninguém nunca disse que o
trabalho de um pastor é fácil - portanto, vamos mexer em um formigueiro e ver
se podemos evitar as picadas!
Em números cada vez maiores,
muitos dos que professam a Cristo estão abraçando o que veio a ser conhecido
como "movimento carismático". Esse movimento enfatiza o falar e
pregar em línguas, juntamente com profecia e outros dons espirituais que são
claramente apresentados e tratados pelo apóstolo Paulo em sua Primeira Epístola
aos Coríntios. Que esses dons existiram e foram usados na igreja cristã
primitiva é algo indiscutível e queremos deixar isso bem claro desde o início.
No entanto, o ponto que queremos explorar é: Eles ainda são válidos hoje? O que
dizem as Escrituras?
O assunto geral dos dons
espirituais é mencionado pela primeira vez pelo apóstolo Paulo em Romanos 12,
mas é discutido em maiores detalhes em 1Coríntios 14. E o que está sendo
negligenciado por um grande número de irmãos hoje são as razões específicas
para Paulo escrever à igreja dos coríntios. Essa era, sem dúvida, a igreja mais
carnal mencionada na Palavra de Deus e precisou de pelo menos duas epístolas
(alguns eruditos dizem que teriam sido três) de Paulo para corrigir seus erros!
Mas, a despeito da sua carnalidade e abusos, o Espírito Santo tinha abençoado
aqueles irmãos em uma tal medida que Paulo disse, "de maneira que nenhum
dom vos falta." [1 Coríntios 1:7]. Em outras palavras, eles tinham tantos
dons quanto qualquer outra igreja daqueles dias. E, ao estudarmos atentamente o
que Paulo teve a lhes dizer, torna-se prontamente aparente que muitos eram
culpados de terem usado de forma inapropriada seus dons específicos -
especialmente o dom das línguas. O fato da carnalidade deles é firmemente
estabelecido no capítulo 3, em que lemos: "E
eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos
em Cristo. Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis, nem
tampouco ainda agora podeis, porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós
inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais
segundo os homens?" [1 Coríntios 3:1-3].
Portanto, vemos que toda essa
epístola foi necessária devido aos excessos carnais por parte da igreja dos
coríntios e é "leite" espiritual, em vez de "carne", ou alimento
sólido. Tenha esse fato em mente, ao passarmos pelo Biotônico e pela Emulsão,
juntamente com as cenouras, ervilhas e espinafres do ensino de Paulo nessa
epístola!
No capítulo 12,
Paulo começa a expor o assunto dos dons espirituais e, nessa exposição,
enfatiza repetidamente (pois as crianças precisam da repetição para aprender de
forma adequada) que o maior de todos os dons é a capacidade dada pelo Espírito
Santo para a pregação da Palavra (capítulo 14, verso 5 - a ser discutido em
detalhes posteriormente). Então, começando no verso 7 do capítulo 12, ele
relaciona os dons em termos gerais e cada vez que faz isso, é sempre na ordem
decrescente de sua importância relativa. Portanto, vamos começar com o verso 6
para colocar tudo em seu devido contexto: "E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em
todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil.
Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo
Espírito, a palavra da ciência; e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a
outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; e a outro a operação de
maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e
a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas. Mas um
só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a
cada um como quer." [1Coríntios 12:6-11]”.
Em seguida, Paulo reitera esse
mesmo tema a partir do verso 28: "E
a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em
terceiro doutores, depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades
de línguas. Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? São todos
doutores? são todos operadores de milagres? Têm todos o dom de curar? falam
todos diversas línguas? interpretam todos? Portanto, procurai com zelo os melhores
dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente." [1 Coríntios 12:28-31].
Observe que Paulo novamente relaciona esses dons na ordem decrescente de importância,
com o verso 31 dizendo claramente que alguns são maiores ou melhores do que
outros - com as línguas e sua interpretação sempre citadas no fim. E, no verso
30 ele faz perguntas com relação ao fato se todos na igreja possuíam esses dons
- e a construção gramatical no original em grego sugere a resposta negativa em
todos os casos. Portanto, aqueles que insistem que todos os crentes precisam
exibir o dom das línguas como prova de sua salvação estão redondamente
enganados!
Em seguida, a partir do verso 1 do
capítulo 14, Paulo começa a contrastar a importância dos dons e precisamos
considerar tudo o que ele tem a dizer (particularmente sobre as línguas) sem
tirar nada fora do seu contexto: "Segui o amor, e procurai com zelo os
dons espirituais, mas principalmente o de profetizar. Porque o que fala em
língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o
entende, e em espírito fala mistérios. Mas o que profetiza fala aos homens,
para edificação, exortação e consolação. O que fala em língua desconhecida
edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja. E eu quero que
todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que
profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete
para que a igreja receba edificação. E agora, irmãos, se eu for ter convosco
falando em línguas, que vos aproveitaria, se não vos falasse ou por meio da
revelação, ou da ciência, ou da profecia, ou da doutrina? Da mesma sorte, se as
coisas inanimadas, que fazem som, seja flauta, seja cítara, não formarem sons
distintos, como se conhecerá o que se toca com a flauta ou com a cítara?
Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha?
Assim também vós, se com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis,
como se entenderá o que se diz? porque estareis como que falando ao ar. Há, por
exemplo, tanta espécie de vozes no mundo, e nenhuma delas é sem significação.
Mas, se eu ignorar o sentido da voz, serei bárbaro para aquele a quem falo, e o
que fala será bárbaro para mim. Assim também vós, como desejais dons
espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja. Por isso, o que
fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar. Porque, se eu orar
em língua desconhecida, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem
fruto. Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento;
cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento. De outra
maneira, se tu bendisseres com o espírito, como dirá o que ocupa o lugar de
indouto, o Amém, sobre a tua ação de graças, visto que não sabe o que dizes? Porque
realmente tu dás bem as graças, mas o outro não é edificado. Dou graças ao meu
Deus, porque falo mais línguas do que vós todos. Todavia eu antes quero falar
na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também
instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida. Irmãos, não
sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no
entendimento. Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros
lábios, falarei a este povo; e ainda assim me não ouvirão, diz o Senhor. De sorte
que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis; e a profecia
não é sinal para os infiéis, mas para os fiéis. Se, pois, toda a igreja se congregar
num lugar, e todos falarem em línguas, e entrarem indoutos ou infiéis, não
dirão porventura que estais loucos?” [1 Co 14:1-24; ênfase adicionada].
O primeiro
comentário que queremos fazer refere-se à definição da Amplified Bible sobre o
dom da profecia, com a qual concordamos plenamente. Ela diz, "pregação e
ensino inspirado, a interpretação da vontade e do propósito divino". (Retirado do Livro "Línguas estranhas entre nos Crentes")
(No próximo: Não
deixe de ler o Comentário, pois é muito importante! – Aguarde).
REV. JOSÉ FRANCISCO – IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL
IGREJA PRESBITERIANA DE
IPANGUAÇU-RN
VIVENDO E
CRESCENDO NO EVANGELHO
RICOS POBRES E POBRES RICOS

Uns se dizem
ricos sem terem nada; outros se dizem pobres, sendo mui ricos. (Pv
13.7).
John
Rockefeler, o primeiro bilionário do mundo, disse que o homem mais pobre que
ele conhecia era aquele que só possuía dinheiro. Na verdade, o problema não é
possuir dinheiro, mas ser possuído por ele. Não é carregar o dinheiro no bolso,
mas no coração. O dinheiro em si mesmo é bom, pois nos permite desfrutar de
coisas boas e promover o bem. O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.
Indivíduos se casam e se divorciam por causa de dinheiro. Pessoas corrompem e
são corrompidas por causa do dinheiro. Há quem mete e morra pelo dinheiro. Mas
o dinheiro não oferece felicidade nem segurança. Logo, há ricos que são pobres.
No entanto, há pobres que são ricos, pois aprenderam a viver contentes em toda
e qualquer situação. O contentamento é uma atitude de plena satisfação em Deus.
A vida de um homem não consiste na abundancia de bens que ele possui. Podemos
ser pobres e ao mesmo tempo ricos. Podemos dizer como o apóstolo Paulo: entristecidos, mas sempre alegres; pobres,
mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo (2Co 6.10).
Gotas de Sabedoria para a Alma –
LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Do Culto a Deus: uma avaliação bíblica, confessional e institucional
TEXTO BÍBLICO: Então, falou Deus todas estas palavras: Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos. Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou. (Ex 20. 1- 11).
Introdução
2.O culto a Deus, dada a sua importância, deve ser realizado sempre conforme a vontade revelada de Deus.
3.Após a queda o culto, à semelhança das demais atividades humanas foi afetado, logo é necessário que sejam considerado, estudado e praticado afim de não incorrer em sérios erros e prejuízos.
4.As fontes de estudo que nos servem de base: Bíblia, os símbolos de fé, o Princípio de Liturgia, Carta Pastoral.
O objeto de Culto
O único ser adorado deve ser o Senhor, O Criador.
Deus, a Santíssima Trindade, deve ser adorado na Pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. (Dt 6: 4, 5).
Prostrei-me ante os seus pés para adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.(Ap 19:10).
Dizendo isto, foi ainda com dificuldade que impediram as multidões de lhes oferecerem sacrifícios. (At 14:18).
O Mediador do Culto
•Todo culto a Deus somente pode ser feito através de Cristo e de ninguém mais, sob pena de não ser aceito.
Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.(1Tm 2:5)
Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.(Hb 13:15)
também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.(1Pe 2:5).
O ofertante do Culto
João 4. 19- 26; Rm 12. 1, 2
1º) Um verdadeiro adorador Atos 17. 22- 31
2º) Um adorador em Espírito e Verdade. Unido a Cristo (Ef 1. 3- 6). Segundo a revelação de Cristo
3º) Somente seres racionais Entendimento.
Aplicações
1.Fomos criados para adorar a Deus. Você tem se dedicado a isto?
2.Quem tem sido o seu objeto de culto? A idolatria é algo sutil, mas real. Lembre-se de que não pode haver dois senhores.
3.Sendo Cristo o único mediador, não nos aproximemos de Deus confiados m nossas próprias obras. Isto é reprovável e pecaminoso.
4.Sendo você o ofertante de que maneira tem sido o culto que tem prestado? Você sabe o que e por que está fazendo?
Conclusão
O culto somente a Deus deve ser uma prioridade e uma grande alegria em nossas vidas.
Estudo elaborado pelo Rev. José Alex da Igreja Presbiteriana da Piçarreira, Teresina-Pi.
Aplicado por Rev. José Francisco na Igreja Presbiteriana de Ipanguaçu-Rn.
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