quinta-feira, 2 de agosto de 2012

A CASA DO JUSTO, FIRMEZA NA TEMPESTADE


Os perversos serão derribados e já não são, mas a casa dos justos permanecerá (Pv 12.7).
Os perversos, não poucas vezes, tornam-se fortes e poderosos na terra. Adquirem riquezas ilícitas, saqueiam os pobres, torcem as leis e violam o direito dos inocentes. Colocam o seu ninho entre as estrelas e blindam-se com armaduras de aço. Pensam que seu dinheiro e seu prestígio político podem lhe dar segurança. Porém, o castelo dos perversos é um castelo de areia. Quando a tempestade chega, essa casa cai, e há uma grande ruína. Mesmo que os perversos escapem da justiça dos homens, não escaparam do reto juízo de Deus. Mesmo que sejam aplaudidos na terra, não serão aprovados no céu. Os justos nem sempre são notados na terra. Muitas vezes, enquanto o ímpio prospera, o justo é castigado. No dia da tempestade, contudo, enquanto a casa deste permanece de pé, a casa daquele entra em colapso. Por que o justo fez de Deus o seu alto refugio e edificou sua vida sobre a rocha que não se abala, a chuva pode cair no seu telhado, os ventos podem bater em sua parede, e os rios podem chicotear seu alicerce, mas ele permanecerá imperturbavelmente de pé. A firmeza dos perversos é apenas aparente, mas a estabilidade dos justos é real. A casa dos perversos pode ser opulenta por um tempo, mas perecerá eternamente, ao passo que a casa do justo permanecerá para sempre.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

AGOSTO, MÊS DO NIVER DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL


Ashbel Green Simonton, o missionário fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil
Simonton nasceu em 20 de janeiro de 1833 na localidade de West Hanover, no sul dos Estados Unidos. Era o filho mais novo do Dr. William Simonton. Ashbel G. Simonton ouviu uma pregação do Dr. Charles Hodge, eminente teólogo e professor, que o fez pensar seriamente na possibilidade de devotar-se à obra missionária no estrangeiro, escolhendo o Brasil como campo missionário.
Até certo ponto, a obra de Simonton foi bastante limitada, especialmente em razão da brevidade da sua estadia no Brasil. Descontados o período inicial em que aprendeu o idioma e a sua longa viagem aos Estados Unidos, seu trabalho efetivo entre os brasileiros estendeu-se por pouco mais de seis anos. Além disso, a morte prematura da sua esposa foi um duro golpe do qual ele nunca recuperou-se plenamente. Por outro lado, levando-se em conta essas limitações, foi notável tudo o que ele conseguiu realizar. Vale relembrar as suas principais contribuições no sentido de lançar as bases do presbiterianismo no Brasil:
1.   A fundação da Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro (1862), a primeira comunidade reformada de língua portuguesa a ser estabelecida no Brasil (composta de brasileiros e portugueses).
2.   A criação da Imprensa Evangélica (1864), o primeiro periódico evangélico de língua portuguesa a circular no Brasil.
3.   A organização do Presbitério do Rio de Janeiro (1865). O presbitério é a instituição mais característica do sistema presbiteriano de governo, visto ser o órgão que ordena os ministros e supervisiona as igrejas locais.
4.   O seu interesse pela educação, materializado na criação da escola paroquial anexa à igreja do Rio de Janeiro.
5.   A sua preocupação com o treinamento de uma liderança presbiteriana nacional, traduzida na instalação do Seminário do Rio de Janeiro (1867), que formou os primeiros pastores de língua portuguesa.
6.   O seu espírito tolerante e aberto, expresso no relacionamento próximo que teve com colegas de outras confissões evangélicas, como o congregacional Kalley e o luterano Wagner, e mesmo com sacerdotes da religião majoritária, com os quais dialogou frequentemente.
7.   Seu interesse pela boa literatura evangélica no idioma pátrio. Além de seus editoriais e artigos na Imprensa Evangélica, escritos num português que faria inveja a muitos brasileiros, Simonton traduziu o Breve Catecismo de Westminster e outras obras, escreveu um comentário bíblico e deixou muitos sermões, alguns dos quais foram reunidos por seu cunhado Blackford e publicados nos Estados Unidos em 1868.
8.   Sua visão de uma igreja que não devia isolar-se, mas inserir-se fortemente na sociedade, contribuindo decisivamente para o aperfeiçoamento ético, intelectual e espiritual dos indivíduos, das famílias e das instituições.
9.   O desprendimento que demonstrou, deixando os confortos e a segurança da terra natal para dedicar a sua vida e esforços em benefício do povo brasileiro, continua a ser uma fonte de inspiração e motivação para os herdeiros do seu movimento.

* Esse é apenas parte de um artigo escrito pelo Rev. Alderir S. Matos. 


                                             IGREJA PRESBITERIANA DE IPANGUAÇU-RN
Rua Felix Rodrigues da Silva, 104 – Centro
     CEP: 59508-000 – Fone: (84) 9473-1780
 CNPJ 04741782/0001-70
     12 DE agosto (1859-2012) 
DIA DO PRESBITERIANISMO NO BRASIL
      PASTOR: JOSÉ FRANCISCO (ANO 2012)
      EMAIL: revzefrancisco@hotmail.com


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A BOCA DO PERVERSO, ARMADILHA MORTAL


As palavras dos perversos são emboscadas para derramar sangue, mas a boca dos retos livra homens (Pv 12.6).
A língua é um pequeno órgão do nosso corpo, mas tem um grande poder. Assim como o leme governa um navio e o freio controla um cavalo, a língua dirige todo o nosso corpo. Quem domina a sua língua controla todo o seu corpo. A língua tanto arma emboscadas de morte como desarma bomba devastadoras. Tem a capacidade de matar e também de dar vida. A Bíblia diz que a morte e a vida estão no poder da língua (Pv 18.21). Esta é tanto remédio que sara as feridas como veneno que acarreta a morte. A boca dos perversos é uma tocaia perigosa. Seus lábios são mais venenosos do que uma víbora peçonhenta. Quando os perversos abrem a boca, o inocente é apanhado por sua emboscada mortal. Uma emboscada é uma armadilha invisível cuja finalidade é o derramamento de sangue. No entanto, a boca dos retos desfaz as tramas, desata os nós e desarticula os planos diabólicos dos perversos. Na boca dos retos há palavras de vida e paz. Os retos são mensageiros da paz e agentes da reconciliação. Não são semeadores de contendas, mas pacificadores que constroem pontes onde os perversos só cavaram abismos.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco

terça-feira, 31 de julho de 2012

Decálogo do Voto Ético - Evangélico

Conseguir benefícios para a igreja, como a doação de terrenos para templos; ter linhas especiais de crédito bancário; obter concessões de rádios e TVs; ter tratamento especial perante a lei... Esses são apenas alguns tipos de barganha, "acertos", acordos e composições de interesse que costumam ocorrer nos bastidores em épocas de campanhas eleitorais, envolvendo também políticos e candidatos evangélicos. 


Mas, no que depender da AEvB - Aliança Evangélica Brasileira, os candidatos que costumam ter este tipo de comportamento não terão o voto dos fiéis.
 
Considerando que os evangélicos são um dos mais expressivos segmentos da população (18,9 milhões de eleitores evangélicos brasileiros ou 15,4% dos 126 milhões de eleitores, segundo o Censo 2000) - a AEvB, reunida em Conferência com Igrejas, Missões e Instituições, julgou indispensável trazer sua contribuição informativa e formativa à comunidade religiosa a ela vinculada, na intenção de contribuir para um processo eleitoral no qual o voto evangélico não seja manipulado, como muitas vezes já o foi, mas usado com consciência e objetividade, ajudando a igreja a amadurecer no exercício da sua cidadania política. 

Eis aqui alguns balizamentos fundamentais sobre o uso ético do voto evangélico, conforme o sumário de propostas defendidas na Conferência da AEvB: 

I. O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cristão expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o cristão tem de seu País, Estado e Município;

II. O cristão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que um líder da igreja tente conduzir o voto da comunidade noutra direção;

III. Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética e com discernimento. No entanto, a bem de sua credibilidade, o pastor evitará transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário;

IV. Os líderes evangélicos devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar é organizar debates multipartidários, nos quais, simultânea ou alternadamente, representantes das correntes partidárias possam ser ouvidos sem preconceitos;

V. A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil impõe que não sejam conduzidos processos de apoio a candidatos ou partidos dentro da igreja, sob pena de constranger os eleitores (o que é criminoso) e de dividir a comunidade;

VI. Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidos com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica. É óbvio que a igreja tem interesses que passam também pela dimensão político-institucional. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais da igreja. Um político de fé evangélica tem que ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um "despachante" de igrejas. Ao defender os direitos universais do homem, a democracia, o estado leigo, entre outras conquistas, o cristão estará defendendo a Igreja.

VII. Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um evangélico político votou de determinada maneira porque obteve a promessa de que, em assim fazendo, conseguiria alguns benefícios para a igreja, sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades, tratamento especial perante a lei ou outros "trocos", ainda que menores. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto, admitir que tais "acertos" impliquem na prostituição da consciência cristã, mesmo que a "recompensa" seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Jesus Cristo não aceitou ganhar os "reinos deste mundo" por quaisquer meios, Ele preferiu o caminho da cruz.

VIII. Os votos para Prefeito(a) e vereador(a) devem, sobretudo, basear-se em programas de governo, e no conjunto das forças partidárias por detrás de tais candidaturas que, no Brasil, são, em extremo, determinantes; não em função de "boatos" do tipo: "O candidato tal é ateu"; ou: "O fulano vai fechar as igrejas"; ou: "O sicrano não vai dar nada para os evangélicos"; ou ainda: "O beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos". É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção de um candidato com o qual estejam comprometidos.

IX. Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: "o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto", é compreensível que dê um "voto de confiança" a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. Entretanto, é de bom alvitre considerar que ninguém atua sozinho, por melhor que seja o irmão, em questão, ele dificilmente transcenderá a agremiação política de que é membro, ou as forças políticas que o apoiem.

X. Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina.

Do Blog: O Eleitor deve ainda, observar e procurar conhecer o passado e o presente do candidato que pretende votar. Por ex: Se ele é beberrão, se é adúltero, prostituto e/ou não religioso ou que seja tendente a apoiar grupos ativistas que pregam a imoralidade, que são contrários aos padrões bíblicos. 

Aliança Evangélica Brasileira -
Fonte: AEvB - http://www.aevb.com.br/votoetico.htm

Gays publicam cartilha proibindo voto em evangélicos



Gays publicam cartilha
Uma cartilha que avalia candidatos e partidos políticos pelos homossexuais foi elaborada e divulgada na internet. Batizado "Cartilha LGBT para as Eleições 2012/2014", o material é assinado por membros da LGBT (Lésbicas, Gays, Bisexuais, Transexuais e Transgêneros) Brasil. O material está sendo divulgado pelo Facebook e Orkut.

Segundo a cartilha, candidatos do PR não devem receber votos dos homossexuais, pois o partido pertence a um grupo que deve ser "combatido pelos LGBT". "A maioria de seus membros tem
posições conservadoras e são contrários a qualquer extensão dos direitos dos LGBTTs, com participação de 11 de seus 36 deputados federais na Frente Parlamentar Evangélica", relata um trecho da publicação. Fazem parte do partido o senador Magno Malta (PR-ES) e o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), citados como os principais articuladores de propostas que prejudicam os gays.
O mesmo vale para o PP. A cartilha cita que "embora o partido tenha apenas 2 deputados na Frente Parlamentar Evangélica, a grupo oferece espaço para nomes como Afanásio Jazadji16 e
também tem sido uma opção eleitoral para candidatos homofóbicos." Deste partido fazem parte os deputados federais Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Paulo Maluf (PP-SP).

Ausência de representação política
Álvaro de Lima Oliveira, 38, foi uma das pessoas que ajudou a escrever o documento. Oliveira, que é medico e vive em Guaxupé (MG), disse que contou com outros membros da comunidade na elaboração do trabalho que foi feito todo pela internet.
A ideia de produzir um material que orientasse a comunidade LGBT na hora de escolher seus candidatos surgiu a partir da ausência de uma representação política para esse público. "Todos conhecem a bancada evangélica, mas ninguém sabe quem faz parte da bancada de livre expressão sexual", disse Oliveira.
Dicas de como identificar um político que apoia as causas LGBT e de como votar bem, na ótica do movimento, ocupam parte das 37 páginas da cartilha. Uma avaliação detalhada de cada partido foi feita, sendo que 12 deles são citados de forma negativa, por supostamente atuarem contra as lutas do grupo.

Outro lado
O deputado federal Jair Bolsonaro disse que se sente "orgulhoso" por fazer parte da lista dos políticos não recomendados pelo movimento. Magno Malta informou que irá pedir a retirada do seu nome. Anthony Garotinho e Maluf preferiram não se pronunciar sobre o assunto.
O trabalho foi lançado em março e os autores não têm estatísticas de visualizações do mesmo, todavia, afirmam que a página criada no Facebook para divulgar o trabalho já conseguiu alcançar mais de 62 mil pessoas.

UOL|Pátio Gospel Noticias

segunda-feira, 30 de julho de 2012

DIVÓRCIO X NOVO CASAMENTO


PASTOR, VOCÊ É A FAVOR OU CONTRA O DIVÓRCIO E O NOVO CASAMENTO?


Sempre sou questionado sobre meu ponto de vista a respeito de casamento, divórcio e novo casamento. Aqui está, pois, um resumo básico do que creio.

1.  Sobre monogamia, poligamia e homossexualismo: Creio que o casamento foi instituído por Deus e deve ser apenas entre um homem e uma mulher; por isso, sou contra a união homossexual uma vez que esta é contrária à vontade de Deus e, portanto, pecado[1]. Além disso, ao homem não é licito ter mais de uma mulher nem à mulher mais de um marido, ao mesmo tempo[2].

2.  Sobre os objetivos do casamento: Creio que o casamento foi ordenado por Deus com alguns objetivos básicos: primeiro, para o mútuo auxílio de marido e mulher.Segundo, para que houvesse uma maneira legítima de se propagar a raça humana.terceiro, para impedir a impureza no corpo de Cristo[3].

3.  Sobre o casamento com descrente: Creio que o chamado casamento misto é pecado contra a Lei de Deus. Por esta razão, como pastor, não realizo casamento de crente com descrente[4]. É ordem de Deus ao cristão casar somente no Senhor e não com pessoas infiéis e idólatras, principalmente aquelas que são notoriamente ímpias em suas vidas ou que mantém heresias perniciosas que corrompem a Verdade do Evangelho.

4.  Sobre divórcio e novo casamento. Creio que o ideal de Deus é que o casamento não seja dissolvido. No entanto, também creio que Deus permitiu o divórcio e o novo casamento, e isso por causa da malignidade do coração humano. Portanto, o adultério ou fornicação cometida depois de um contrato, sendo descoberto antes da consumação do casamento, dá à parte inocente justo motivo de dissolver o contrato[5]. Creio que no caso de adultério depois do casamento, é lícito à parte inocente propor divórcio, e depois de obter o divórcio casar com outra pessoa, como se a parte infiel fosse morta; mas somente no Senhor[6].

5.  Sobre falsas justificativas para se romper o casamento: Está proibido a alguém tentar procurar argumentos a fim de indevidamente destruir o próprio matrimônio. Portanto, argumentos tais como “o amor esfriou” ou “temos temperamentos incompatíveis” são pecados maligníssimos e condenados pela justa Lei de Deus. Que fique bem claro, que há somente duas causas suficientes permitidas na Bíblia para dissolver os laços do matrimônio, a saber, o adultério ou uma deserção tão obstinada que não possa ser remediada nem pela Igreja nem pelo magistrado civil. Mas, para que haja divórcio é necessário haver um processo público e regular, não se devendo deixar à vontade e à mercê das partes envolvidas o decidirem seu próprio caso[7].

6.  Sobre perdão como primeira proposta: Creio que antes de qualquer tentativa de ruptura do matrimônio, é lícito e correto propor primeiramente o perdão como cura das emoções e como meio principal de se resolver a situação.

7.  Que Deus nos ajude!

Obs: subscrevo os Padrões de Westminster. Portanto, dê uma lida na Confissão de Fé de Westminster no capítulo XXIV. Foi de lá que extraí esses pontos.

Pr. Dorisvan Cunha, Segundo a Confissão de Fé de Westminster



[1] Levíticos 18.21-23, Levíticos 20.13, Gênesis 19.4-5, Romanos 1.24-32.
[2] Gen. 2:24; Mat. 19:4-6; Rom. 7:3.
[3] Gen. 2:18, e 9:1; Mal.2:15; I Cor. 7:2,9.
[4] Heb. 13:4; I Tim. 4:3; Gen.24:57-58; I Cor. 7:39; II Cor. 6:14.
[5] Mat, 1: 18-20
[6] Mat, 1: 18-20, e 5:31-32, e 19:9.
[7] Mat. 19:6-8; I Cor. 7:15; Deut. 24:1-4; Esdras 10:3.

CURIOSO - FIQUE SABENDO


É verdade que antitranspirantes aumentam as chances de Câncer de mama?

“Me falaram que o suor elimina as toxinas do nosso corpo e pela ação do antitranspirante de impedir o suor as toxinas ficam “presas” perto do peito, justamente na área de maior incidência de câncer de mama.” William Jamir
William, realmente tem se dito por aí que os antitranspirantes (que reduzem o suor das axilas) ou desodorantes (que destroem ou mascaram os odores desagradáveis) causam câncer de mama. Acha-se que produtos contêm substâncias nocivas, que podem ser absorvidos através da pele e alguns cientistas acreditam que estas preparações podem estar relacionadas ao câncer de mama por serem aplicados com frequência na área próxima à região da mama.
Os antitranspirantes possuem compostos à base de alumínio como ingrediente ativo que fecha temporariamente o condutor de suor interrompendo o fluxo. Alguns estudos dizem que esses compostos quando aplicados com frequência na pele perto da mama são absorvidos e tem um efeito parecido com do estrogênio, o que favorece o surgimento de células cancerosas. Outros estudiosos acreditam que os produtos à base de parabenos também imitam a atividade do estrogênio nas células do corpo, tanto que hoje, nos EUA cosméticos à base de parabenos foram proibidos.
No entanto, os pesquisadores do National Cancer Institute (NCI), não encontraram qualquer evidência conclusiva ligando o uso de antitranspirantes ou desodorantes nas axilas ao desenvolvimento subsequente de câncer de mama. A Food and Drug Administration (FDA), que regula alimentos, cosméticos, medicamentos e dispositivos médicos, também não têm qualquer evidência ou dados de pesquisa que os ingredientes (como os parabenos) em antitranspirantes ou desodorantes causa câncer. Assim , nada é comprovado, vários testes e pesquisas já foram feitos e mesmo com tanta tecnologia, ainda não se pode confirmar a relação câncer/antitranspirante.

CONSELHO DO PERVERSO, ENGANO PERIGOSO


Os pensamentos do justo são retos, mas os conselhos do perverso, engano (Pv 12.5).
O justo é uma fonte de onde jorram a justiça e a retidão.  Nas suas palavras há sabedoria, e nos seus conselhos, verdade; mas, quando o perverso abre a boca, seus conselhos são traiçoeiros e enganosos. Suas palavras produzem morte. Um clássico exemplo dessa fatídica realidade foi o conselho maligno que Jonadabe deu a Amnom, filho do rei Davi. O jovem príncipe apaixonou-se doentiamente por sua meia-irmã. Tamar. Em vez de buscar conselho em homens sábios, abriu seu coração para um jovem sagaz e perigoso, uma víbora venenosa. Os lábios de Jonadabe destilam peçonha mortal. Seus conselhos deram início a uma tragédia irremediável na vida de Amnom e de sua família. Tamar foi violentada. Amnom foi assassinado. Absalão tornou-se homicida, e a casa de Davi foi transtornada. Os conselhos do perverso são como uma fagulha que incendeia toda uma floresta e trazem destruição e morte. Os pensamentos do justo, porém, são retos. O justo não se insurge contra Deus nem maquina o mal contra o próximo. Ele tem a mente em Cristo e o coração transformado. De sua boca fluem palavras de vida, e não conselho de morte.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

MULHER VIRTUOSA, COROA DO MARIDO


A mulher virtuosa é a coroa do seu marido, mas a que procede vergonhosamente é como podridão nos seus ossos (Pv 12.4).
A Bíblia fala de dois tipos de mulheres. Não as classifica em belas e feias, ricas e pobres, jovens e velhas, mas em virtude desavergonhadas. A mulher virtuosa é a coroa do seu marido: traze-lhe alegria e honra (18.22). a desavergonhada é como câncer em seus ossos: produz-lhe sofrimento atroz e abrevia-lhe os dias. A virtuosa é fiel, e o coração de seu marido confia nela. A desavergonhada entrega-se às paixões e ao adultério, destruindo com suas próprias mãos a casa. A mulher que procede vergonhosamente é aplaudida hoje em nossa cultura moribunda. A decadência dos  costumes e o colapso da ética estimulam o adultério e promovem a infidelidade. O casamento tornou-se frágil, e divórcio, banal. Os filhos estão se tornando órfãos de pais vivos, enquanto os cônjuges buscam com mais avidez novas aventuras. Nessa corrida desenfreada rumo a decadência dos valores morais, precisamos erguer bem alto a bandeira da verdade e dizer que a virtude traz honra, mas o comportamento despudorado promove sofrimento e morte. Precisamos alçar nossa voz e dizer que a mulher desavergonhada é infeliz e fonte de profundo desgosto.
Gotas de Sabedoria para a Alma – LPC Publicações – Digitado por: Rev. Zé Francisco

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Lei X Graça: Os Dez Mandamentos e a Graça de Deus


A conversão e o ensinamento de Paulo.
Sl 119.4 - "Tu ordenaste os teus mandamentos, para que os cumpramos à risca".
Os Dez Mandamentos representam a forma objetiva de Deus indicar o que espera de cada um de nós. Deus não nos deu uma religião subjetiva, cujas doutrinas dependem da cabeça de cada um, mas ele nos escreveu objetivamente a sua palavra. Nessa palavra, na Bíblia, ele nos revelou a sua Lei Moral - sua vontade eterna às suas criaturas, refletindo a sua majestade e santidade.
Nos Dez Mandamentos conhecemos nossos limites e nossas obrigações. Comparando nossa vida, nossos desejos e inclinações com a Lei Santa de Deus, compreendemos a extensão de nossa pecaminosidade e verificamos que a salvação procede só de Jesus, pelo seu sacrifício supremo na cruz do Calvário.
Já vimos como Jesus resumiu os Dez Mandamentos em amar a Deus e ao próximo. Muitos têm procurado dissociar essa afirmação de Jesus do caráter objetivo dos Dez Mandamentos. Afinal, dizem esses, Jesus está falando simplesmente de amor, um sentimento subjetivo, e não do simples cumprimento objetivo da lei. Um autor inglês, Joseph Fletcher, desenvolveu toda uma visão ética construída em cima do que poderíamos chamar de "casuísmo cristão" (tomou o nome de ética situacionista). Fletcher defendeu que não existem regras absolutas mas o comportamento certo ou errado depende da situação. Em sua filosofia, o único ponto de aferição a ser seguido é - "aja de forma a demonstrar o máximo de amor possível". Essas palavras, que parecem boas e cristãs, são extremamente perigosas, pois cada um passa a ser juiz de suas próprias ações e sempre poderá racionalizar comportamentos pecaminosos apelando para uma ou outra suposta forma de amor demonstrado, nem que seja o amor por si próprio.
Contrariando essa filosofia, o conceito bíblico de amor se expressa em obediência e abnegação. Essa obediência não é a uma lei intangível, indescritível, ou subjetiva, dependente da interpretação individual de cada um, mas à lei objetiva de Deus. É o próprio Jesus que esclarece e determina, em João 14.21: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama..."
Neste capítulo, vamos estudar o que aconteceu com Paulo e qual o seu ensinamento, conforme os relatos do livro de Atos (8.1-3 e 9.1-22) e pelos seus pronunciamentos, no livro de Romanos (capítulos 3 e 7).
A visão de Paulo, antes da sua conversão.
Do seu próprio ponto de vista, Paulo, antes de sua conversão (na ocasião ainda chamado Saulo), acreditava que estava zelando pela lei de Deus, perseguindo os cristãos. Sua visão da lei era uma visão distorcida, fruto de uma religião equivocada. Sem ter sido ainda tocado pelo Espírito Santo de Deus ele estava cego, espiritualmente.
Atos 7.54-8.1 relata esse tempo conturbado da vida daquele que viria ser o apóstolo dos gentios e o grande expositor bíblico. Sua visão anti-cristã o levou a cometer muitos crimes. Ele participou do apedrejamento de Estevão e foi um ativo perseguidor de muitos cristãos, como lemos em Atos 8.3 e 9.1-2.
A compreensão da lei de Deus de todos aqueles que estão sob o domínio de Satanás, envolvidos com falsas práticas religiosas, é uma visão distorcida. Ela serve de desculpas para as práticas mais absurdas, amorais e cruéis. O próprio Paulo escreveu, sobre as pessoas sem Deus, em Romanos 1.22 "...inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos". Ele tinha convicção disso na sua própria pele, havia experimentado quão Satanás é enganador e usurpador da lógica espiritual. Convicto de exercitar zelo, havia perseguido inocentes, mulheres, crianças - aqueles devotados à adoração verdadeira, ao culto ao Deus soberano. Somente a graça, o amor e a misericórdia de Deus poderia cobrir essa multidão de pecados e apagar a amargura profunda dessa lembrança. E assim ocorreu (Fl 3.13).
A falta de visão de Paulo, durante a sua conversão.
Deus arrancou Paulo do pecado através da experiência relatada no livro de  Atos (9.3-19), a qual bem conhecemos. Durante três dias ele, que havia sido cego, espiritualmente, foi acometido de cegueira física - talvez simbolizando o seu estado espiritual. Nesse período ele teve bastante oportunidade para meditar. Foi, posteriormente, orientado por Ananias.
Mas Deus transformou Saulo em Paulo. De um perseguidor, ele tornou-se o grande apóstolo, propagador e defensor do Evangelho. Podemos imaginar a confusão em sua cabeça: todas as suas convicções estavam sendo subvertidas. Todas as suas premissas estavam sendo demonstradas falsas. Todos os seus objetivos de vida estavam sendo modificados.
O texto bíblico nos diz que o Senhor enviou Ananias para que Paulo recuperasse a vista e ficasse cheio do Espírito Santo (9.17). Era o Espírito Santo, agora, que, além de recuperar a visão de Paulo, iria coordenar todo o conhecimento que ele havia absorvido ao longo das prioridades verdadeiras da vida. Era o Espírito Santo que o iria instruir, possivelmente utilizando os "dias com os discípulos" (9.19), nos detalhes da fé verdadeira que agora abraçava. Era o Espírito Santo que o iria inspirar a escrever suas cartas, nas quais somos instruídos sobre a compreensão correta da lei de Deus.
A nova visão de Paulo, depois de sua conversão.
Se estudássemos apenas o registro histórico da conversão de Paulo, não chegaríamos a compreender a importância da Lei de Deus, nesse processo e durante toda a sua vida. Entretanto, quando lemos o que Paulo escreveu posteriormente, passamos a compreender muito sobre qual era a visão paulina a respeito da Lei, visão essa que enfatiza a validade da lei moral de Deus a todas as eras.
Por exemplo, em Romanos 3.20, lemos "... ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado". A primeira validade da lei é fornecer o "pleno conhecimento do pecado", condição necessária ao arrependimento verdadeiro. Em Romanos 7.7, Paulo reforça a validade da Lei para nos levar à uma conscientização plena do pecado e de nossa dependência da misericórdia do Deus Criador: "que diremos, pois? A lei é pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás".
Além da validade revelativa, sobre a nossa natureza pecaminosa e sobre a santidade de Deus, Paulo ensina que a lei não é anulada pela fé. A lei moral de Deus providenciava o rumo à vida de Paulo, e assim deve ser para nós. Em Romanos 3.31 ele antecipa as indagações de seus leitores e faz a pergunta retórica: "Anulamos, pois, a lei pela fé?"; respondendo a seguir com uma negativa enfática: "Não, de maneira nenhuma, antes confirmamos a lei". Os preceitos eternos de Deus, a sua lei moral, reflexo de sua santidade e infinita retidão, continua sendo a nossa bússola, a forma objetiva e explícita de relacionar os nossos deveres para com Deus e para com o nosso próximo.
Não é de admirar que Paulo chegue a uma conclusão que difere bastante da falta de apreciação da lei de Deus que encontramos na teologia de tantos movimentos contemporâneos. Em Romanos 7.12 ele fecha o que vem expondo e desenvolvendo desde o capítulo 3: "Por conseguinte; a lei é santa; e o mandamento, santo e justo e bom".
Não é descartando a validade da lei moral que vamos nos aproximar mais de Deus. Não é substituindo a objetividade da lei por um subjetivismo nocivo e aleatório, supostamente fundamentado em um grau maior de espiritualidade, que vamos agradar a Deus. Estaremos compreendendo a visão que Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, quer transmitir, quando começarmos a enxergar os problemas em nós próprios e não na santa lei de Deus. Assim poderemos exclamar, como ele, em   Romanos 7.14: "Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido  à escravidão do pecado..."
A Lei de Deus Hoje - Afinal, estamos sob a lei, ou sob a graça de Deus?
Muitas interpretações erradas podem surgir de um falho entendimento das declarações bíblicas sobre esta questão.  Com efeito, Paulo ensina que "não estamos sob a lei mas sob a graça" (Romanos 6:14).  Mas o que quer dizer "não estar sob a lei de Deus?" Perdeu ela a sua validade? É apenas um registro histórico? Estamos em uma situação de total desobrigação para com ela? Vamos apenas subjetivamente, "amar", sem direcionamento ou ações concretas que comprovem este amor?
Devemos relembrar os múltiplos aspectos da "lei de Deus", conforme já estudamos no capítulo anterior: Lei Civil ou Judicial, Lei Religiosa ou Cerimonial e Lei Moral. Se considerarmos que os três aspectos apresentados da lei de Deus são distinções bíblicas, podemos afirmar:
  " Não estamos sob a Lei Civil de Israel, mas sob o período da Graça de Deus, em que o evangelho atinge todos os povos, raças tribos e nações.
  " Não estamos sob a Lei Religiosa de Israel, que apontava para o Messias, foi cumprida em Cristo, e não nos prende sob nenhuma de suas ordenanças cerimoniais, uma vez que estamos sob a graça do evangelho de Cristo, com acesso direto ao trono, pelo seu Santo Espírito, sem a intermediação dos sacerdotes.
  " Não estamos sob a condenação da Lei Moral de Deus, se fomos resgatados pelo seu sangue, e nos acharmos cobertos por sua graça.
  " Não estamos, portanto, sob a lei, mas sob a graça de Deus, nestes sentidos.
Entretanto ...
  " Estamos sob a Lei Moral de Deus, no sentido de que ela continua representando a soma de nossos deveres e obrigações para com Deus e para com o nosso semelhante.
  " Estamos sob a Lei Moral de Deus, no sentido de que ela, resumida nos Dez Mandamentos, representa a trilha traçada por Deus no processo de  santificação, efetivado pelo Espírito Santo em nossas pessoas (João 14:15).  Nos dois últimos aspectos, a própria Lei Moral de Deus é uma expressão de sua Graça, representando a objetiva e proposicional revelação de Sua vontade.
            É verdade, portanto, que, nos sentidos acima, não estamos sob a lei, mas sob a graça de Deus. Devemos cuidar, entretanto, para nunca entender essa expressão como algo que invalida a lei de Deus aos nossos dias. Mais importante, ainda, devemos cuidar para não transmitir conceitos falsos e não bíblicos, estabelecendo um contraste inverídico entre a lei e a graça, como se ambos não procedessem de Deus.
Teologicamente, chamamos de antinomianismo, a filosofia que expressa total independência das pessoas para com a lei de Deus; que declara a invalidade dela para os nossos dias. Muitos ensinamentos no campo evangélico são, na prática e em essência, antinômios e totalmente subjetivos - ou seja, desprezam a lei de Deus, negam a sua validade e colocam a interpretação subjetiva de cada um acima das determinações objetivas reveladas por Deus, na Bíblia. Quando os reformadores defenderam a expressão Sola Scriptura - somente as escrituras - estavam reafirmando exatamente isso, que devemos sempre nos prender à objetiva revelação de Deus em sua palavra, e não nas especulações ou tradições dos homens.
Quando examinamos a lei de Deus sob esses aspectos, muitas perguntas são pertinentes e devem ser individualmente respondidas. Será que temos a percepção correta de nossas obrigações para com Deus e para com o nosso próximo? Será que prezamos adequadamente a lei de Deus? Será que estamos utilizando o fato de estarmos "sob a graça" como desculpa para desprezarmos a lei de Deus? Será que a nossa compreensão é aquela abrigada pelos padrões confessionais, como nas perguntas do Catecismo Maior, que temos estudado?
O que diz o Catecismo Maior de Westminster (pergunta 99)?
P. 99. Que regras devem ser observadas para a boa compreensão dos dez mandamentos?
R. Para a boa compreensão dos dez mandamentos as seguintes regras devem ser observadas:
1a. Que a lei é perfeita e obriga a todos à plena conformidade do homem inteiro à retidão dela e à inteira obediência para sempre; de modo que requer a sua perfeição em todos os deveres e proíbe o mínimo grau de todo o pecado.
Ref.: Sl 19.7, Tg 2.10; Mt 5.21,22
·2a. Que a lei é espiritual, e assim se estende tanto ao entendimento, à vontade, aos afetos e a todas as outras potências da alma - como às palavras, às obras e ao procedimento. 
Ref.: Rm 7.14; Dt 6.5; Mt 22.37-39 e 12.36,37.
·3a. Que uma e a mesma coisa, em respeitos diversos, é exigida ou proibida em diversos mandamentos.
Ref.: Cl 3.5; 1Tm 6.10; Pv 1.19; Am 8.5
·4a. Que onde um dever é prescrito, o pecado contrário é proibido; e onde um pecado é proibido, o dever contrário é prescrito; assim como onde uma Pro­messa está anexa, a ameaça contrária está inclusa; e onde uma ameaça está anexa a promessa contrária está inclusa.
Ref.: Is 58.13; Mt 15.4-6; Ef 4.28; Ex 20.12; Pv 30.17; Jr 18.7-8; Êx 20.7 5a. Que o que Deus proíbe não se há de fazer em tempo algum, e o que ele manda é sempre um dever; mas nem todo o dever especial é para se cumprir em todos os tempos.
Ref.: Rm 3.8; Dt 4.9; Mt 12.7
·6a. Que, sob um pecado ou um dever, todos os da mesma classe são proibidos ou mandados, juntamente com todas as coisas, meios, ocasiões e aparências deles e provocações a eles.
Ref.: Hb 10.24,25; 2Ts 5.22; Gl 5.26; Cl 3.21; Jd 23
·7a. Que aquilo que nos é proibido ou mandado temos a obrigação, segundo o lugar que ocupamos, de procurar que seja evitado ou cumprido por outros segundo o dever das suas posições.
Ref.: Êx 20.10; Lv 19.17; Gn 18.19; Dt 6.6,7; Js 24.15
·8a. Que, quanto ao que é mandado a outros, somos obrigados, segundo a nossa posição e vocação, a ajudá-los, e a cuidar em não participar com outros do que lhe é proibido.
Ref.: 2Co 1.24; 1Tm 5.22; Ef 5.11.

Ai daquele que edifica a sua casa com injustiça e os seus aposentos, sem direito! Que se vale do serviço de seu próximo, sem paga, e não lhe dá o salário;" Jeremias 22:13
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