terça-feira, 19 de outubro de 2010

Um Multidão acompanha o sepultamento do Radialista F Gomes



ELEITOR DE OLHO NO CANDIDATO


Estou colocando estas charges engraçadas, mas na verdade, quero que você reflita na atual situação dos políticos brasileiros. Ninguém acredita em político honesto, embora saibamos que existe alguns (poucos). Porém, não é correto eleger quem nunca mostrou para que foi eleito. Neste ano de eleções, se repete a mesma coisa dos anteriores??? A desconfiança para se colocar alguém menos comprometido consigo mesmo aumenta cada vez mais. O Voto consciente já não existe! Após as eleições você perceberá que tudo continua como antes. Mas não desista de Investigar e cobrar do seu candidato a partir de agora. Veja se ele tem feito e e/ou irá fazer o que prometeu. Você correrá menos riscos de se sentir um(a) besta. Seja Deus Verdadeiro e como Soberano que é, governe este nosso Brasil! Um Abraço.

RADIALISTA E REPÓRTER F. GOMES É ASSASSINADO

Com muito pesar, abrimos um espaço para registrar a morte do grande repórter da Região do Seridó no RN, pois de forma covarde e brutal foi assassinado nesta segunda-feira dia 18/10 em sua residência. Fui seu ouvinte cativo quando morava em Jardim e Parelhas anos passados.


Radialista e repórter policial foi assassinado na calçada de casa, na noite desta segunda-feira (18), em Caicó. A Delegacia Geral da Polícia Civil informou que a morte do radialista Francisco Gomes de Medeiros, o F. Gomes, será investigada pela Divisão de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor).


F. Gomes  estava sentado ao lado do filho, quando dois homens chegaram em uma motocicleta e efetuaram vários disparos. O radialista foi atingido por aproximadamente quatro tiros, a maioria na região do abdômen. F. Gomes chegou a ser socorrido e levado ao hospital de Caicó, mas acabou não resistindo e morreu.

Ele era um dos repórteres policial mais antigo do Rio Grande do Norte, tendo trabalhado em vários veículos de comunicação de Natal e no interior. Atualmente, ele tinha um programa na Rádio Caicó e mantinha um blog policial.

Antes do primeiro turno das eleições, F. Gomes denúnciou um suposto esquema de compra de votos em troca de crack, em Caicó. De acordo com os amigos mais chegados a ele, o radialista "incomodava" muita gente com suas reportagens.

Nossos pêsames  a familiares e amigos do Grande F. Gomes.

domingo, 3 de outubro de 2010

Inimigos do Povo de Deus na História

A Bíblia cobre um período de tempo muito grande e os autores de seus diversos livros testemunharam muitas formas de organização social e muitos tipos de governo.
Na pré-história bíblica sabemos dos clãs comandados por seus patriarcas. Sabemos das cidades-estado, como Jericó, e dos grandes estados, como o Egito, comandados por seus poderosos.
Ao longo do Antigo Testamento, o povo de Deus passou da autoridade de Moisés à uma confederação de tribos espalhadas pelo território conquistado por Josué.
Por esse tempo os gregos já contavam com suas cidades-estado autônomas e democráticas. Mas, a democracia deles era emperrada pela necessidade de todos participarem de tudo.
Roma deu o passo seguinte criando uma espécie de democracia representativa: a república, onde cada cidadão delegava poderes a um corpo permanente de governo: o Senado.
Portanto, o povo da antiga aliança viu o autoritarismo dos faraós, a democracia dos gregos, a democracia dos romanos bem como sua transição de república para império quando o Senado acumulou de poderes (Cônsul, Censor e Ditador vitalício) a Júlio, que retribuía com a “Pax Romana” (conquistas, obras públicas, reorganização das finanças e ordem).
A Igreja dos tempos bíblicos conheceu apenas a Roma imperial. Jesus nasceu na época de Augusto, sucessor de Júlio.
Até a morte do último apóstolo a Igreja viveu debaixo dos mandos e desmandos de Tibério, Calígula, Cláudio, Nero, Júlio, Ninfídio, Clódio, Galba, Otão, Vitélio, Vespasiano, Tito, Terêncio, Domiciano, Nerva e Trajano.
Durante este período a ordem bíblica geral foi: Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. (Rm 13.1). Ou ainda: Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito (1Tm 2.1-2).
A Igreja sempre foi perseguida em maior ou menor grau. Chegou a realizar seus cultos em cemitérios e abolir os cânticos para não ser localizada. Mas, ajudada pelo Senhor, permaneceu fiel.
Durante os anos seguintes, até Constantino, a Igreja sobreviveu a mais de 90 césares. Sua derrocada aconteceu não por ser perseguida, mas por ser corrompida.
Tudo indica que teremos no Brasil uma presidenta, que, se não perseguir a Igreja, pois representa um partido político hostil a alguns valores cristãos, já que fechou questão (e mantém fechada) em favor do aborto e do casamento homossexual, dará continuidade a atual política de corrupção com benesses a seus líderes oficiais ou oficiosos.
Lembre-se de que historicamente, para o povo de Deus, a corrupção sempre foi um perigo maior do que a perseguição. E sobre esse perigo tenho escutado poucos alertas e visto muitos flertes.
O juízo de Deus veio sempre sobre a Igreja corrupta e suas bênçãos sempre foram abundantes sobre a Igreja perseguida.
Vote à luz de sua consciência diante de Deus. Se nosso destino for a perseguição, que seja. O Senhor prometeu ajudar a Igreja perseguida, não a corrupta.

sábado, 11 de setembro de 2010

Igreja Presbiteriana considera "igrejas" Universal e Mundial seitas!


Essa semana li que o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, considerou a IURD e a IMPD, seitas, e necessário é, que pessoas oriundas dessas denominações sejam rebatizadas e façam profissão de fé. Louvável o posicionamento da IPB. Há muito tempo se espera, pelo menos das grandes denominações evangélicas do Brasil, a definição do que é, e do que não é, CRISTIANISMO. A Bíblia já define bem, mas é preciso ensinar nos púlpitos. O povo cristão tem sede de ensino e exposição bíblica, algo raro até nos mais "sinceros" púlpitos deste país.

Como podemos considerar pastor cristão, alguém que não prega o Evangelho da Cruz? Como podemos considerar cristianismo algo tão contrastante com os ensinos bíblicos? Podemos considerar cristianismo algo, pelo simples fato de "crer" na Bíblia ou fazer uso dela no rito?

As grandes corporações que pregam a teologia da prosperidade, que incluem promessas de riqueza, saúde, bons relacionamentos, cura interior, libertação de demônios etc... não pregam uma coisa: a Cruz. Não o principal, mas o ÚNICO meio para a Salvação do homem. Para nós que cremos no Evangelho, trilhar os caminhos da prosperidade humana a qualquer custo tem um único fim, o inferno, lugar que caiu em desprestígio nessas denominações, que publicamente não o negam, mas o expurgam das pregações para serem continuamente agradáveis a seus clientes.

Constantemente escuto a frase: lá é um pronto-socorro! Em outras épocas eu diria... ok! Pode ser... mas meu posicionamento hoje no entanto é outro. Primeiro eu pergunto: Por quê? Quem vai lá vai atrás de quê? Falta de dinheiro, saúde, casamento arruinado? É bastante provável que a resposta se encaixe nesses quesitos ou em outros bastantes semelhantes. Creio também, que a maioria dos verdadeiramente salvos também respondem algo bem parecido. Ai faço a segunda pergunta: Não são estes desesperados, os mesmos que já foram aos centros de umbana, "tiraram" cartas e consultaram os búzios e agora estão atrás de mais uma opinião? O impressionante é que muitos se encaixam aqui também. Chego então a uma última pergunta: Cristo: Salvador ou Solução? E a resposta é sempre a mesma: SOLUÇÃO. É aqui que diferenciamos os salvos dos não salvos.

Não buscam um salvador, buscam uma solução para satisfação de suas almas. Buscam desde um emprego a um carro novo... buscam da cura da filha soropositivo à aprovação em um concurso público... buscam de tudo... menos a Cristo... Como alguém assim pode ser considerado cristão? Como uma igreja que doutrina seus membros dessa forma pode ser cristã? Como pode alguém que odeia a cruz e não entende o seu significado ser declarado salvo? Basta "sinceridade" para alguém ser salvo?

Já é hora de pastores que pregam o verdadeiro Evangelho de Cristo condenarem esse ensino de demônios que prega de tudo, de psicologia barata à atitude positiva, mas nega o principal: a Palavra de Deus. Que distorcem a Palavra e deleitam-se em fábulas. Igrejas pastoreadas por lobos vorazes que cerram a porta dos céus impedindo que outros entrem, prometendo um céu na terra que nunca existirá.

Que este concílio da IPB possa ser um primeiro brado entre muitos outros contra as corporações da "salvação por obras", que rejeitam o sacrifício da cruz em troca de sacrifício financeiro. Que viram as costas à Cruz e voltam-se para o deus riqueza.

Daniel Clós: divulgação Genizah; Zé Francisco

Trata- se mais de uma confirmação oficial daquilo que já é o mais praticado na IPB, e pelo que é mais conveniente, é sempre bom refrear o orgulho denominacional, contudo, como presbiteriano, estou um "tiquim" à toa mais orgulhoso... Muito cá entre nós, risos. DANILO

Retirado de: http://www.genizahvirtual.com/

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Caifás e o Crucificado

A ressurreição de Jesus foi o evento histórico mais importante da humanidade. Rachou a história em dois períodos, aC (antes de Cristo) e dC (depois de Cristo). Mudou, para sempre, a vida daqueles que O seguiam naquele tempo. E muda, a cada dia, a vida daqueles que colocam sua fé nEle.
Mas nem todos foram tão transformados assim. Na realidade, houve pessoas que desejaram que a morte de Jesus fosse definitiva. Era gente que torcia pela sexta-feira, mas não pelo domingo. Gente que, em nome de Deus, conspirou contra Deus, matando Seu Filho. Não é incrível matar Deus em nome de uma ortodoxia que supostamente defende a Palavra de Deus? Fico imaginando como teria sido a segunda-feira pós-Páscoa de Caifás.
Caifás, sumo-sacerdote judeu, figura máxima da religiosidade judaica daquele tempo. Era o supra-sumo da socidade judaica. Uma espécie de Ratzinger semita. Como ironia, uma vez que Ratzinger foi membro da Juventude Hitlerista, Caifás, nosso nazi-semita, defendeu o sistema que ele próprio representava contra a audácia reformista de Deus.
Na segunda, Caifás provavelmente cumpriu experiente normal no templo.
Ofereceu sacrifícios, contou o valor arrecadado com a venda das bugigangas na entrada do templo e já separou seu percentual, almoçou alegremente com seu sogro Anás, sumo-sacerdote “jubilado” mas ainda com as garras afiadas. Reuniu-se com seus assessores, marcou um café da manhã do Conselho de Sacerdotes da Judéia, agendou uma visita a Pilatos prestar solidariedade e ver se arrumava alguma vaguinha no palácio para um cunhado desocupado.
Com sua defesa a um sistema religioso morto, Caifás não teve sua vida impactada pelo Crucificado. Pelo contrário, conspirou contra Ele. Será que, hoje em dia, nossas segundas-feiras são mais parecidas com as segundas de Caifás, ou nossa nova vida é realmente uma nova vida, à semelhança da dos discípulos? Enfim, Jesus é mais importante que nossa religiosidade?


Rev. Digão
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Seita Universal distribui a unção dos milionários!

Ninguém se surpreende mais com a audácia e a falsidade doutrinária destes que se dizem cristãos e infestam os púlpitos desta seita.

Quisera se dissessem qualquer outra coisa: espíritas, mamônicos, adoradores de Baal, o que fosse! Nos poupariam da vergonha e do desejo de nos apartarmos destas suas práticas degradantes.

Como não o fazem, nos forçam a reafirmar que o sacrifício do Senhor Jesus foi definitivo e que o véu rasgado não é para ser costurado.

Que o Senhor tenha misericórdia dos que são enganados ou se deixam enganar e permitem que seus olhos sejam desviados da Cruz, para esta prosperidade comprada ao aviltante custo de suas próprias almas.

Que confortante (!) seria imaginar que um óleo tocado por milionários e consagrado neste altar de Mamôm pudesse dar aos ungidos riquezas sem fim. Fosse assim, sugeriria como o fiz no site da "arca universal", que publicou a matéria a seguir, mas sem mesma ironia, que providenciassem ao menos uma pessoa ética, de moral ilibada na referida agremiação afim de tocar em tantos barris de óleo fossem necessários para dar aos membros da Universal uma unção daquilo que mais desesperadamente necessitam.

Mas algo de positivo fica deste episódio. A verdade está exposta para quem quiser ver. Independente do valor da "ato profético" da consagração de óleo, a seita Universal deixa claro que a consagração não é nem sequer feita a Deus por servos do Senhor, mas por milionários ao Deus Mamon! Servos do dinheiro, consagrando óleo ao deus do dinheiro para o uso da massa gananciosa e cega às riquezas espirituais.

Quem nunca sonhou em ser um milionário? Quem nunca sonhou em ter iates, jatinhos, mansões, carros importados, casas na praia e muito dinheiro?

Não são poucos os livros e textos na internet que ensinam as pessoas a ficarem ricas, como por exemplo: dormir e acordar só pensando em dinheiro; não abrir mão de qualquer possibilidade de obter lucro; criar um produto exclusivo; inspirar-se nos líderes; ser original; antecipar-se às tendências, entre outros.

Porém, a realidade na vida de grande parte da população é marcada por desemprego, dívidas, restrições no nome, cheques devolvidos e humilhação.

Pensando nessas necessidades, A Igreja Universal do Reino de Deus realiza todas as segundas-feiras a “Reunião dos 318 pastores”. Durante o encontro, orações e ensinamentos são realizados com o objetivo de trazer o êxito financeiro e profissional aos participantes.

“A nação dos 318, todas as segundas-feiras, fala de promessas materiais. Abraão juntou homens nascidos do seu povo, de sua tribo e pegou esses 318 homens corajosos, valentes e foi em busca do seu sobrinho e ele venceu nove reis, ao mesmo tempo, apenas com esses homens, e recuperou tudo, inclusive seu sobrinho. Eu tenho visto muita gente conquistando nessa reunião, quem crê vai, quem não crê fica. Quem vem segunda-feira é porque pensa grande, tem visão, fé e nós suprimos a necessidade dessas pessoas com a fé que a bíblia nos apresenta. Pois, o que nós ensinamos nessa reunião é de suprema importância para o seu dia a dia”, disse o bispo.

Na última segunda-feira (2), aconteceu a “Grande Noite da Unção dos Milionários”, onde o pastor ungiu os presentes com o azeite consagrado por 7 milionários. Além disso, ele ensinou sobre a importância de não esmorecer diante dos problemas: “De repente você está cansado. Não por causa do trabalho, mas por não ver o resultado do seu trabalho. E pensa em desistir diante dos problemas. Mas, Deus lhe trouxe aqui para você reagir e lutar. Pois a vitória é certa”, explicou.


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terça-feira, 10 de agosto de 2010

O Voto é coisa séria! Vote Consciente!

Quem determina se Deus é o Senhor é o povo, não seus governantes. Os melhores candidatos não são necessariamente aqueles que professam a mesma fé ou pertencem a determinada denominação. Como cristãos, devemos amar nosso próximo como a nós mesmos. Isso também significa votar pelo outro, votar pela sociedade. Devemos, portanto, escolher o melhor candidato não apenas para nós mesmos, mas para todo o grupo social ao qual pertencemos. Esta mentalidade de voto, que é absolutamente cristã, é muito mais importante que a religião do candidato. Mas, e o versículo que diz “Feliz é nação cujo Deus é o Senhor”, em Salmos 33.12? Para começar, Deus ser Senhor é diferente de bispo ser presidente, pastor ser senador e evangélico ser deputado. A religião professada pelos políticos não garante a senhoria divina. Quem garante que Deus é Senhor é toda a nação, toda a sociedade. Um país com um presidente cristão e uma população descrente não terá Deus como Senhor. E um estado com uma população cristã poderá proclamar Deus como Senhor, ainda que seus governantes não professem tal fé. Quem determina se Deus é o Senhor é o povo, não seus governantes. Trata-se da mais pura democracia divina.
Há cristãos na política que dão um grande testemunho e atuam visando ao bem estar da sociedade. Da mesma forma, há pessoas de outros credos extremamente honestas e fazendo um ótimo trabalho parlamentar ou governamental. E há políticos pilantras de todas as crenças, ou de crença nenhuma, que agem só visando aos próprios interesses. Ou seja, religião nenhuma é garantia de caráter ou idoneidade.
Ainda que muitos de nós favoreçamos membros de nossa comunidade eclesiástica, só o fazemos porque acreditamos e confiamos nos profissionais em questão. Em primeiro lugar deve vir a capacidade do indivíduo para realizar a tarefa a que se propõe, e depois sua opção religiosa. Por isso, ao votar, todo cristão (e cidadão) tem a obrigação perante a sociedade de tomar a mesma atitude e escolher quem acredita ser o melhor o candidato – o que não necessariamente inclui aqueles que professam a mesma fé ou pertencem a determinada denominação. Por isso reflita e vote consciente.
 
Retirado de: CristianismoHoje

sexta-feira, 30 de julho de 2010

ENQUETE: Maioria dos internautas é contra lei que proíbe palmadas


A discussão em torno dos castigos físicos aplicados em crianças e adolescentes tem crescido muito nos últimos anos. A enquete de uma reportagem realizada durante essa semana, questionava os internautas com a seguinte pergunta: “Você é a favor da lei que proíbe os pais de dar palmadas nos filhos?”. A maioria se mostrou contra a medida.
Dos 1001 internautas que participaram, 77.02% se mostraram contra a proibição. Apenas 18.88% responderam positivamente, ou seja, que são a favor do fim das palmadas na educação dos filhos. Já 4,10% não possuem opinião formada.
Em 2009, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos apresentou o relatório “Castigo Físico e Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes”, recomendando que nos estados-membros da Organização dos Estados Americanos (OEA), o uso do castigo físico como método de disciplina de crianças e adolescentes fosse proibido.
O mundo vem tomando consciência do tema, com aplicação de leis que proíbem tapas, palmadas e beliscões. No Brasil, a discussão deste assunto tem sido feita por Organizações Não-governamentais (ONG´s), com o apoio do Unicef – Fundo das Nações Unidas pela Infância.
Mas, o fim dos castigos ‘educativos’ para uns e ‘agressivos’ para outros ainda está longe de ter uma solução. Enquanto uns defendem o fim das palmadas, outros dizem que antigamente, quando os pais eram mais rígidos, as crianças tinham mais limites.

Retirado do Blog do Cardoso Silva
 

domingo, 16 de maio de 2010

A FAMÍLIA QUE “DEUS” ME DEU

Introdução 

Se pudéssemos tirar uma foto da realidade de nossa casa, como seria? Nítida? Meio embasada? Escura? Sem luz? (Texto básico: Gênesis 37)

Talvez a sua família não seja a dos seus sonhos, mas é a sua família. Há bons momentos e também brigas, desentendimentos, diferenças, e outras coisas que é melhor nem conversar... Você pode falar mal de sua família, mas ai de quem falar mal dela. Ao mesmo tempo em que criticamos os nossos, os defendemos com toda garra.

Não é fácil conviver com a família. As pessoas são diferentes, têm ideias, opiniões, manias e jeitos diferentes. E muitas vezes, por mais que você goste delas, dá vontade de o fora, brigar e até mesmo dar uns apertões. Principalmente quando se trata de irmão.

Mas a família é propósito de Deus. Ele não a criou para ser um peso nas costas nem para ser motivo de tristeza. Pelo contrario, na família, é para abençoar o outro.

Talvez você comente: “Você falou isso porque não conhece a família que me deram”. Pois chegou a hora de você fazer a sua parte e ser bênção dentro de casa.

1. Seriedade na Família

Sabemos que não é fácil conviver em família, principalmente quando nos sentimos sem espaço. Não estamos falando de espaço físico, mas de liberdade. Muitos adolescentes/jovens exigem mais liberdade por parte dos pais, mas quando adquirem essa tão sonhada liberdade, pisam na bola e colocam tudo a perder. Aí as coisas dentro de casa se tornam insuportáveis, pois falta dialogo e compreensão. Você já parou para pensar se você está fazendo a sua parte? Você tem conversado com seus pais sobre isso? E os pais têm buscado um dialogo amigável com os filhos?

Toda vez que lemos a Bíblia e encontramos passagens e histórias relacionadas a pais e filhos, nos assustamos com as conseqüências da desobediência. Olhemos para algumas passagens: (Ef 6.1-3; 1Sm 2.22-36 e 1Tm 5.8).

O nosso texto básico fala sobre a vida de José. É uma história da qual podemos tirar muitas lições sobre família. José era um adolescente quando foi jogado em um poço pelos próprios irmãos e depois vendido para comerciantes que o levaram para o Egito. Com tantas coisas acontecendo em sua adolescência, ele poderia ter se transformado em alguém revoltado com a vida e com todos. Mas não foi isso que aconteceu. Ele conseguiu, em Deus, transformar toda essa situação ruim em bênção, pois José reconheceu que o Senhor estava com ele. E com o coração quebrantado pelo próprio Deus, resolveu perdoar os seus irmãos.

Vamos ser sincero, por menos queremos dar uns tapas nos nossos irmãos e brigar com os nossos pais. Sim ou não?

Isso tudo serve para nos mostrar que quem com Jesus no nosso coração, temos que lhe obedecer, amando o nosso próximo, respeitando os nossos pais (não importa a idade que temos), e cuidando dos nossos irmãos, por mais difícil que seja.

Quem convive na liberdade é feliz e não vive para magoar e desrespeitar os pais. Liberdade bem vivida é aquela que enxerga os pais como pessoas que merecem todo respeito e amor.

2. Reencontro na familia

Uma das passagens mais linda da historia de José diz: “Então, José aprontou o seu carro e subiu ao encontro de Israel, seu pai, a Gósen. Apresentou-se, lançou-se-lhe ao pescoço e chorou assim longo tempo. Disse Israel a José: já posso morrer, pois já vi o teu rosto, e ainda vives” (Gn 46.29,30).

Não sabemos como é o relacionamento com seus familiares, mas você já parou para pensar que um dia você também será pai ou mãe? Como gostaria de ser tratado? Da mesma forma que você trata os seus?

Algumas coisas não podem faltar dentro da nossa casa para um bom relacionamento.

1. O habito de se comunicar  Comunicando-se os indivíduos se conhecem. Sem conversa, não se pode adquirir confiança de pais para filhos ou de filhos para pais.

2. A importância de obedecer  C Bíblia é clara quando trata da obediência aos pais como um mandamento. E mandamento não se discute – se obedece.

3. Compreender as diferenças  Ninguém é igual a ninguém, até mesmo os nossos irmãos e parentes têm as suas diferenças. Uns gostam de falar, outros são caldos, uns mais risonhos, outros mais chorões. Mas todos são peças especiais na formação da família.

3. Perdão na Família

O nosso personagem do texto, José, não só perdôo, ele ainda ajudou a todos porque Deus estava com ele.

Um dos maiores desafios que temos na vida cristã é perdoar as pessoas que nos magoam. Isso se torna ainda mais complicado se elas são próximas. Por mais que você tente esconder, é fácil deixar escapar dentro de casa quem realmente é. E por conhecer tão bem, começam as diferenças, as briguinhas e algum tipo de discussão.

Por isso, perdoe. Champlin define perdão como sendo “um ato da alma mediante a qual a pessoa ofendida permite que o seu ofensor fique livre, esquecendo-se então da ofensa” (Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia).

“Tomem cuidado para que ninguém abandone a graça de Deus. Cuidado, para que ninguém se torne como uma planta amarga que cresce e prejudica muita gente com o seu veneno” (Hb 12.15 – NTLH).

Implicações práticas

1. Conseqüências emocionais  Amargura, tristeza, angústia, solidão, depressão, que tira de nós uma grande dose de energia por causa da força que precisamos para manter nossas “broncas” contra aqueles que nos ofenderam.

2. Conseqüências físicas  úlcera, pressão alta, descargas de adrenalina (por causa da associação com a ira) e outras complicações.

Necessidade do perdão

1. Porque é um Mandamento de Deus;

2. Porque você se sente livre das conseqüências, que muitas vezes são sentimentos que nos aprisionam;

3. Porque a vida pára quando o ódio toma conta do coração e acabamos tomando atitudes e falando coisas que podem nos prejudicar para o resto da vida;

4. O perdão nos dá oportunidade de demonstrar que temos sentimentos mais elevados;

5. Porque nossa casa deixa de ser um inferno e se torne um pedaço do céu.

Precisamos ter coragem de pedir perdão. Muitas vezes, o orgulho é tão grande que achamos que é humilhante pedir desculpas. Ao perdoar, diminuímos o peso, a mágoa ou a dor em nosso coração.

O nosso Catecismo Maior na Pergunta 131. Quais são os deveres dos iguais?

Resposta: Os deveres dos iguais são considerar a dignidade e o mérito uns dos outros, preferir em honra uns aos outros e regozijar-se com os dons e o progresso uns dos outros como se fossem próprios. (1Pe 2.17; Rm 12.10; 12.15-16; Fp 2.3-4)

O Capítulo 13 do CM aborda o tema: “A vontade de Deus expressa em nosso dever para com o próximo”.

A perg. 122. “Qual é a síntese dos seis Mandamentos que abrangem os nossos deveres para com o homem?

R. Os nossos deveres para com o homem é amar o nosso próximo como a nós mesmo e fazer aos outros aquilo que gostaríamos que fizessem a nós. (Mt 22.39; 7.12)

Perg 123. E qual é o 5º Mandamento?

Alguém aqui sabe? E o que significa as palavras “Pai” e “Mãe”?
R. Incluem os nossos pais naturais (Pv 23.22,25; Ef 6.1-2); incluem os nossos superiores na idade (1Tm 5.1-2); incluem os nossos superiores em dons (Gn 4.20-22; 45.8); incluem aqueles que tem autoridade sobre nós na Igreja (2Rs 2.12; 13.14; Gl 4.19); e incluem aqueles que tem autoridade sobre nós no Estado (Is 49.23).

Conclusão

É na família que tudo começa. Aprende-se a ser honesto, trabalhador; aprende-se a ser um bom esposo e mãe, a ser cidadão e cidadã. A família não é obra do acaso. Por isso, exercite ser uma boa pessoa dentro de casa. Não espere que o outro tome atitude de começar a tratá-lo melhor, dê o primeiro passo com coragem e ousadia, em nome de Jesus. – Tudo depende e começa em você com você.

(Textos sugeridos: 1Tm 5.8; Gn 50.15-21; Ef 6.1-4; Sl 127; Pv 23.22 e Gn 43.27-34).


Retirado da Revista do Aluno para Adolescente da Ed. Cultura Cristã; Ampliado por: Seminarista Zé Francisco