quinta-feira, 25 de março de 2010
O Verdadeiro Sentido da Páscoa, (Ovo, coelho ou Cruz?)
quinta-feira, 18 de março de 2010
MAIS UMA DO PAPA BENTO XVI
SONY MUSIC LANÇA SELO GOSPEL
Fonte: Cristianismohoje.com.br
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Deus não está calado
Por mais que organizemos a vida, por mais que consideremos todas as possibilidades, por mais cuidada e minuciosa que seja a nossa agenda, sempre há surpresas pela frente. Algumas aparecem logo, outras demoram anos. sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Garoto desaparecido! Ajude seu pai a encontrá-lo

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(11)8687-5361 - Laércio Garcia - Amigos vamos ajudar!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Um Encontro da Amizade
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Igreja presbiteiana do Brasil se manifesta sobre o acordo do presidente Lula com Vaticano.
I. - O Vaticano, embora um Estado Soberano e Pessoa Jurídica de Direito Público Internacional, é a sede política e administrativa da religião Católica Apostólica Romana e, portanto, um Estado Teocrático. Todo acordo entre Ele e o Brasil que contemple matéria envolvendo assuntos referentes à dimensão da fé e não a assuntos temporais agride o princípio da separação entre Estado e Igreja, que é uma conquista obtida pela nação brasileira e se constitui na base da nossa República;
II. - Para Igreja Católica Apostólica Romana, as demais religiões e seus ritos próprios são apenas “elementos de religiosidade” preparatórios ao cristianismo verdadeiro, do qual ela é exclusiva detentora: “Com efeito, algumas orações e ritos das outras religiões podem assumir um papel de preparação ao Evangelho, enquanto ocasiões ou pedagogias que estimulam os corações dos homens a se abrirem à ação de Deus. Não se lhes pode, porém atribuir à origem divina nem a eficácia salvífica ex opere operato, própria dos sacramentos cristãos. (DECLARAÇÃO "DOMINUS IESUS" SOBRE A UNICIDADE E A UNIVERSALIDADE SALVÍFICA DE JESUS CRISTO E DA IGREJA);
III. - A identidade jurídica peculiar do Vaticano, a apresentar-se ora como Estado, ora como Religião, facilita a tentativa de ingerência e pode confundir administradores sobre os limites das concessões, quando tratam de assuntos que transcendem aqueles meramente administrativos e temporais. E, por ser o Vaticano um Estado, não pode impor ao Estado Brasileiro a aceitação de sua religião e da Igreja que representa para a obtenção de privilégios e vantagens diferenciadas;
IV. - É inegável que tal Acordo é flagrantemente inconstitucional, pois fere a Constituição da República, que destaca em seu artigo 19: “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público; (..); III – criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si”. Ora, o Estado do Vaticano é o REPRESENTANTE da Igreja Católica Apostólica Romana. O ACORDO, portanto, é INCONSTITUCIONAL e não pode prosperar num Estado Democrático de Direito, pois fere a cláusula pétrea da Constituição da República no caput do Artigo 5º, ou seja, o princípio Constitucional da ISONOMIA;
V. - Que o referido Acordo Internacional nos artigos 7º, 10º e, principalmente, 14º, impõe DEVERES ao Estado Brasileiro para com a Igreja Católica Apostólica Romana nos planejamentos urbanos a serem estabelecidos no respectivo PLANO DIRETOR, que deverá ter espaços destinados a fins religiosos de ação da Igreja Católica Apostólica Romana, contemplando a referida Igreja com destinação de patrimônio imobiliário;
VI. - O termo católico após a expressão “ensino religioso”, contido no Acordo, afronta a previsão do § 1º do artigo 210 da Constituição da República, que preceitua: “O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental”. O Acordo com a Santa Sé consignou no § 1º do artigo 11 que: “O ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental...”. Trata-se de evidente discriminação religiosa;
VII. – a aprovação pelo Congresso Nacional do referido Acordo conferiu privilégios históricos à Igreja Católica Apostólica Romana em nosso País reconhecendo-os como direitos, constituindo norma legal, uma vez que acordos internacionais, conforme a Constituição de 1988, têm força de lei para todos os fins. Aquilo que a história legou, a cultura vem transformando e o Direito não pode aceitar por consolidar dissídio na sociedade brasileira, que tem convivido de forma tolerante com o legado, mas não o admitirá como imposição contrária ao direito à liberdade de consciência, de crença e de culto, amparado pela Carta Magna e pelo Direito Internacional;
VIII. - De igual forma, o Projeto de Lei n.º 5.598/2009 e o PLS 160/2009 denominado “Lei Geral das Religiões”, já aprovado pela Câmara Federal e pelo Senado, mero espelho do Acordo, incorre nos mesmos equívocos de inconstitucionalidade e desprezo à laicidade do Estado Brasileiro, estendendo as pretensões da Igreja Católica Apostólica Romana a todos os demais credos religiosos. O nivelamento no tratamento pelo Estado às religiões não pode ser amparado por fundamentos manifestamente inconstitucionais que agridem a soberania do Brasil e retrocede-nos ao indesejável modelo do “padroado” no Império.Ante o exposto, em consonância com a Palavra de Deus, sua única regra de fé e prática, e com a sua doutrina, a IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL manifesta-se contra a aprovação do Congresso Nacional do referido Acordo Internacional ou de qualquer norma legal que privilegie determinada religião/denominação em detrimento de outras; não considerando a cidadania dos ateus e agnósticos também presentes no Brasil, consagrando ingerência de Estado Estrangeiro sobre o Estado Brasileiro e afrontando a separação entre o Estado e a Igreja, preservada em todas as Cartas Constitucionais da República Brasileira.A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL reitera sua submissão e intercessão em favor das autoridades constituídas, mas não abre mão de seu ministério profético nesta geração a denunciar todo e qualquer desvio contrário ao Estado de Direito e à Lei de Deus.
Brasília – DF, outubro de 2009Rev. Roberto Brasileiro SilvaPresidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
O QUE É MESMO O NATAL?
O que é mesmo o Natal?
Responda-me, por favor,
Será a festa do Noel
O velhinho que diz: hô, hô
Distribuindo presentes
Com alegria e amor?
O que é mesmo o natal?
Será a festa do vinho
Onde a família reúne-se
Pra beber mais um pouquinho
Convidando para a festa
O amigo e o vizinho?
O que é mesmo o natal?
Estou querendo saber
Tenho ouvido falar
Que é festa pra comer
Um peru bem assadinho
Fazendo disso um prazer
O que é mesmo o natal?
É a festa dos presentes
Onde as pessoas se vestem
De uma forma mais decente
Festejando esse dia
De maneira diferente?
O que é mesmo o natal?
Continuo a perguntar
Será esse o tempo certo
Pra minha casa enfeitar
Com presépio e pinheiro
E pisca-pisca a brilhar
O que é mesmo o natal?
É um mundo de ilusão
Com festas, luzes e sonhos
Que causa decepção
Pois esquecem de Jesus
O Autor da Salvação.
O que é mesmo o natal?
Vou agora responder
Antes de tudo ele é
Um convite para crer
Na veracidade da Bíblia
Revelando o Deus de poder
O que é mesmo o natal?
Isaías profetizou
Que o Messias viria
E um anjo confirmou
Para quem andava em trevas
Uma luz do Céu brilhou
O que é mesmo o natal?
Desse Deus tão poderoso
Ele é o Pai da eternidade
De um governo majestoso
É também o Príncipe da paz
E o conselheiro maravilhoso
O que é mesmo o natal?
Eu só consigo lembrar
Dos pastores e reis magos
Que saíram para adorar
Quem nasceu em manjedoura
Por não ter outro lugar
O que é mesmo o natal?
Para toda cristandade
É desafio de vida
Para toda humanidade
É tempo de demonstrar
O amor e a humildade
O que é mesmo o natal?
Precisamos entender
Pois esse mundo moderno
Faz a gente esquecer
Do verdadeiro natal
Que nos enche de prazer
O que é mesmo o natal?
É tempo de alegria
Momento para lembrar
Do prometido Messias
Que trouxe paz para o mundo
Cumprindo-se a profecia
O que é mesmo o natal?
É demonstração de amor
De Deus Pai pelos perdidos
Enviando o Salvador
Que morreu em uma cruz
Para ser o Redentor
O que é mesmo o natal?
É boa nova de luz
Momento para lembrar
Da vitória de Jesus
Que morreu pelo pecado
Crucificado na cruz
O que é mesmo o natal?
É tempo de comunhão
Pra quem recebe Jesus
De todo o seu coração
Para anunciar e a mensagem
De paz, amor e perdão.
O que é mesmo o natal?
É tempo pra festejar
O nascimento de Cristo
Que veio para salvar
Com seu amor infinito
Capaz de nos perdoar
O que é mesmo o natal?
O que lembro é diferente
É um natal de amor
Que me deixa mais contente
Por receber do meu Deus
O maior e melhor presente.
Finalizo meu cordel
Com um abraço fraternal
Para todos que celebram
O verdadeiro NATAL
Todos juntos comemorando
Vamos entrar o NOVO ANO
De maneira especial
Neste Natal não esqueça
De repartir o seu pão
Pois Jesus nos ensinou
A amar o nosso irmão
Entregando a sua vida
Pra poder ser repartida
Num gesto de gratidão.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Pedofilia Causa quebras nas Dioceses nos EUA

Diocese católica pede falência diante da enxurrada de ações indenizatórias contra padres pedófilos
Mais uma diocese católica dos Estados Unidos, a de Wilmington (que abrange os estados de Delaware e Maryland) quebrou por conta das pesadas indenizações devidas a vítimas de padres pedófilos. A organização entrou com pedido de falência na véspera de mais um julgamento sobre abusos sexuais cometidos por seus sacerdotes. Ao todo, a diocese responde a processos por 140 casos. “Esta é uma decisão dolorosa, uma que eu esperei e rezei para que nunca tivesse que fazer”, lamentou o bispo Francis Malooly, a quem os clérigos acusados são subordinados. O religioso alegou que foi a única maneira de garantir que os limitados recursos disponíveis sejam distribuídos entre todos os autores das ações contra a Igreja. Mas o advogado Thomas Neuberger, que representa parte das famílias, acusa o bispo de querer evitar a apresentação de documentos comprometedores no julgamento. Wilmington, que já desembolsou 6 milhões de dólares em indenizações, é a sétima diocese americana a pedir falência devido a prejuízos provocados por escândalos sexuais. A primeira foi a de Boston, em 2002. Há dois anos, uma única diocese, a de Los Angeles, teve de entregar US$ 660 milhões a 500 vítimas de seus padres.
Nos Estados-Unidos o número aumentou cerca de 16% relativamente a 2007, com 691 casos. As dioceses garantem que 98% das queixas não tem fundamento.
As queixas relacionadas com abusos sexuais do clero apresentadas às dioceses e ordens religiosas norte-americanas aumentaram em 2008, revela um relatório divulgado. Quase todos os 803 casos registados envolveram adultos que se queixaram de terem sido abusados quando crianças, há várias décadas. Os líderes da Igreja pagaram menos 29 por cento em acordos, honorários dos advogados e outras custas relacionadas com abusos em 2008. Ainda assim, a verba paga ultrapassou os 436 milhões de euros, elevando o total dos pagamentos por abusos sexuais a mais de 2,6 mil milhões de dólares desde 1950, de acordo com estudos patrocinados pelos prelados.
Lei Anti-homofobia Avança
Projeto que criminaliza discriminação a homossexuais avança no Senado
A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou no dia 10 de novembro o projeto de lei da Câmara (PLC) 122/06, de autoria da ex-deputada federal Iara Bernardi (PT-SP), que criminaliza a chamada homofobia. O texto foi aprovado na forma do substitutivo da relatora, a senadora Fátima Cleide (PT-RO), e prevê prisão para quem “discriminar ou agir preconceituosamente contra homossexuais”. O PLC modifica a Lei 7.716/89, anti-racismo, e o Código Penal. A senadora incluiu no texto referência a preconceito e atos discriminatórios contra idosos e pessoas com deficiência. “A homofobia é a principal causa da discriminação e da violência que se pratica contra homossexuais e transgêneros”, frisa a parlamentar. “São milhões de cidadãos considerados de segunda categoria: pagam impostos, votam, sujeitam-se a normas legais, mas, ainda assim, são vítimas de preconceitos, discriminações e chacotas”. A aprovação foi recebida com surpresa pelos senadores Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PRB-RJ), ambos evangélicos, que se opõem ao projeto por entenderem que ele restringe a liberdade religiosa e de expressão. Eles protestaram em Plenário contra o que chamaram de manobra: a aprovação, “às pressas”, do projeto, votado como item extra-pauta. O PLC 122/06 segue para a Comissão de Direitos Humanos, de onde deve seguir para a de Constituição, Justiça e Cidadania antes de chegar ao Plenário do Senado. Se aprovado, retornará à Câmara dos Deputados, por ter sofrido modificações.
*Ta mais do que na hora dos heterossexuais (principalmente os cristãos) se unirem e lutarem juntos pelos direitos constitucionalmente garantidos. Não iremos lutar por algo a ser criado, mas sim por aquilo que já é de direito, por leis que já existem. Caso contrário ficaremos refém destas novas tentativas de inventarem leis que vão de encontro com o que é naturalmente legal perante todos em todo o Mundo. Se eles tem direito de aprovar o que não existe, nós temos direitos de garantir o que já existe. Fiquem de olhos bem abertos “todos os heterossexuais”.
Fonte: cristianismohoje.com.br
